No mês da independência, aproveitamos o tema para falar sobre o que é ser independente baseado em experiências pessoais. O que você espera? O que você almeja? Oferecimento Rotaroots.

Quando decidi que ia fazer a faculdade que eu queria em outra cidade, não sabia o que ia acontecer, mas fui, aprendi a me virar e o principal, aprendi a tomar decisões. São elas que vão dizer quem você será, o que você fará e quem você vai se tornar. Foi um processo sofrido, pelo menos pra mim, e até hoje tento me acostumar com muitas coisas dessa vida de adulta. Algumas tantas sessões de terapia me ajudaram a aceitar muita coisa, principalmente a aceitar a vida de “gente grande”.

Nunca tive aquela vontade de fazer 18 anos, comprar um carro e ser dona das minhas coisas, mesmo porque nunca pensei que eu teria condições de comprar um carro, hahaha. Quando me ví, estava longe da família e com vinte e poucos anos. O tempo passou rápido demais pra lidar com tanta coisa diferente e tanta responsabilidade (ela está diretamente ligada a tal independência). Mas como digo sempre, depois de um dia de trabalho horrendo, com você cheia de gripe, tendo que ir pro hospital sozinha, em um dia de chuva, ainda chegar em casa pra comprar remédio e preparar sua própria comida, você cresce e nenhum dia fica tão ruim mais.

Pra mim, hoje eu sou uma mulher independente. Mulher sim, por mais que me sinta uma menina-grande eu tenho 26 anos, e oras! Se isso não é ser mulher, não sei o que mais pode ser? Eu levanto todos os dias super cedo, porque adoro aproveitar o máximo da luz do Sol, faço meus exercícios, vou trabalhar, tenho conta em banco, salário e obrigações. A partir do momento que você toma decisões que impactam diretamente na sua vida, seus hábitos e seu carácter, você tem a tão conhecida independência.

Foto do Gratisography.com.

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