E para essa semana, comentário especial aqui para o Chocottone, do longa metragem animado nacional que estreou durante a última edição do Anima Mundi. Vamos falar um pouco de “Brichos – A Floresta é Nossa”.


Voltamos a encontrar os amigos Thales, Jairzinho, Bandeira, Dumontzinho e a nova companheira Pandinha, em mais essa aventura. No entanto, dessa vez espalhados pelo mundo em 3 localidades muito particulares: em meio aos desertos de Noforest, na neve de Iceforest, e a bela Brainforest, onde se encontra a Vila dos Brichos.


Dessa vez, os cinco amigos precisam impedir que terríveis investidores internacionais se apoderem da sua rica floresta, repleta de uma flora e fauna únicas. Com ajuda de novos companheiros, a trama mostra a importância de se ter bons amigos, distinguir valores, política, conflitos de interesses e como lidar com tudo isso.



Sobre a produção, é perceptível a evolução que houve do filme anterior para esse, seja no ritmo da narrativa, na qualidade gráfica, e a animação propriamente. Havia exibido um trecho de poucos segundos, cedido anteriormente pelo Diretor Paulo Munhoz, durante a palestra de “Animações Brasileiras” desse ano, e ficou aquele gostinho de quero mais para os presentes, inclusive para esse que vos fala. Mas, finalmente foi possível assistir na integra o resultado final do projeto no último domingo, durante sua estréia dentro do Anima Mundi 2012.



Bacana mesmo, também, foi estar presente na sessão cheia, com crianças – de todas as idades – dando muitas risadas. Se você substima a produção por ser infantil, se engana! O longa possuí ótimas sacadas e críticas que até os adultos irão curtir, tanto que ao final foi bastante aplaudido.


Tanto no Rio de Janeiro, quanto em São Paulo, o personagem Thales esteve presente para divulgação do filme, assim como o próprio Paulo Munhoz, a Diretora de Produção Daniella Michelena, e parte da equipe de trabalho, que comentaram, brevemente, sobre a realização do filme, antes do início da sessão. “Brichos – A Floresta é Nossa” foi desenvolvido pela Tecnokena – aqui de Curitiba-PR – e é algo legal de comentar, por sair, do já tradicional eixo Rio-São Paulo de produções audiovisuais, e ficando em 2º lugar na categoria “Longa Metragem Infantil”, durante o evento.


Enfim, deixo aqui a sugestão para o longa metragem que entra no processo de distribuição, e estará nas diversas salas de cinema do país, a partir de Janeiro, para quem não viu, aproveitar a oportunidade de conhecer mais essa produção nacional que levou 5 anos para ser concluída.

Que tal assistir o trailer para ter um aperitivo da produção? Clique aqui, agora!

Ateh.

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