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Tanabata Matsuri é uma comemoração de origem japonesa que ocorre na sétima noite do sétimo mês do ano.
Há muito tempo, de acordo com uma antiga lenda, morava próximo da Via-Láctea uma linda princesa chamada Orihime (??) a “Princesa Tecelã”. Certo dia Tentei (??) o “Senhor Celestial”, pai da moça, apresentou-lhe um jovem e belo rapaz, Kengyu (??) o “Pastor do Gado” (também nomeado Hikoboshi), acreditando que este fosse o par ideal para ela.
Os dois se apaixonaram fulminantemente. A partir de então, a vida de ambos girava apenas em torno do belo romance, deixando de lado suas tarefas e obrigações diárias. Indignado com a falta de responsabilidade do jovem casal, o pai de Orihime decidiu separar os dois, obrigando-os a morar em lados opostos da Via-Láctea. A separação trouxe muito sofrimento e tristeza para Orihime. Sentindo o pesar de sua filha, seu pai resolveu permitir que o jovem casal se encontrasse, porém somente uma vez por ano, no sétimo dia do sétimo mês do calendário lunar, desde que cumprissem sua ordem de atender todos os pedidos vindos da Terra nesta data. Na mitologia japonesa, este casal é representada por estrelas situadas em lados opostos da galáxia, que realmente só são vistas juntas uma vez por ano: Vega (Orihime) e Altair (Kengyu).

O festival que celebra esta história de amor teve início na Corte Imperial do Japão há cerca de 1.150 anos, e lá tornou-se feriado nacional em 1603.
Atualmente o Tanabata é uma das maiores festas populares do Japão.

Quando descobri essa lenda através do Festival das Estrelas, eu achei algo tão simples e bonitinho que fiquei com vontade de fazer um desenho. Não parei para desenhar, até que na aula de desenho veio a tarefa de fazer duas ilustrações para uma exposição que haverá por aqui então adivinhem, uma das minhas opções foi a lenda japonesa. Ainda não terminei, mas resolvi colocar meu “work in progress” aqui pra vocês darem uma olhadinha. O que vocês acham?


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Rascunhos para acertas as formas.

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Nanquim para finalizar.

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Manchas em aquarela preta pra aplicar digitalmente.

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2 Comments on Caderninho de Quinta #131

  1. Adoro o Tanabata, mas aqui na Liberdade fica sem condições da gente aproveitar! É tudo muito cheio, muito muvucado e caro, as vezes eu passo lá na véspera só pra curtir a decoração, já se foram meus tempos mais fortes, hihi.

    Achei seu trabalho impecável! Espero ver a próxima fase por aqui!

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