Resenhas

Vício em cinema, gosto por doramas, paixão por animes e aquela quedinha pelo teatro.

The Big Bang Theory

“Our whole universe was in a hot dense state,
Then nearly fourteen billion years ago expansion started, wait…
The Earth began to cool,
The autotrophs began to drool,
Neanderthals developed tools,
We built a wall (we built the pyramids),
Math, science, history, unravelling the mysteries,
That all started with the big bang!”

Minha nova série digna de vício se chama “The Big Bang Theory”. Tudo começa quando Penny chega ao seu novo apartamento e seus vizinhos resolvem dar boas vindas. A partir daí ela vai entrar em um mundo de Halo, quadrinhos e muuuita física, já que seus vizinhos Leonard, o mais normal dos nerds, e Sheldon, o egocêntrico gênio que fez mestrado aos 14 anos, são dois físicos teóricos, e têm amigos bem estranhos: Raj, um indiano que não consegue falar com mulheres, e Wolowits que só pensa em mulheres apesar de ainda morar com sua mãe.
The Bing Bang Theory é uma comédia geek, criada por Chuck Lorre, mesmo criador de “Two and a Half Men”, cheia de risadas!!

Sete Vidas

Ontem assisti ao filme “Sete Vidas”, com Will Smith, dirigido por Gabriele Muccino, o mesmo italiano que dirigiu “A Procura da Felicidade”, também com Smith. Se forem assistir, levem suas caixinhas de lenço. Chorei rios (tá é uma hipérbole, mas foi quase isso).

O filme começa bem confuso, nos primeiros trinta minutos de filme eu estava mais que boiando, mas do nada tudo começa a se encaixar: Ben Thomas é um fiscal da Receita Federal que está a procura de 7 pessoas boas para ajudar. Tudo corre bem até que Ben conheçe Emily Posa, uma tipógrafa que tem problemas cardíacos. Ela custa a confiar que ele só deseja ajudá-la, e quando percebe, a coisa toma rumos bem diferentes do que ela imaginava.
Como li no Omelete: “nos últimos minutos, você vai ficar torcendo para que sua inteligência tenha te deixado na mão e tudo aquilo que você imagina que vai acontecer não se concretize. De novo, pegue sua caixa de lenço de papel. Mas fique alerta, pois o choro também pode ser de raiva e/ou incredulidade.” O que é a mais pura verdade, mas o meu choro foi de tristeza.


Filme Crepúsculo e Lua Nova

Crepúsculo, eu assisti. Ontem fui ao cinema só por conta desse filme e digo que curti. Tá eu esperava mais… sabe… aquela coisa… Bella e Edward são um casal mais que romântico, mas acho que no filme faltou um “tchan” sabe, no livro eles têm uma relação que está na ponta de uma agulha, se equilibrando, Edward a todo momento luta pra não morder Bella, e Bella a todo momento é “humana demais” e isso faltou, mas não reclamo, pois sei que é difícil adaptar uma história de livro perfeitamente, tanto que nem liguei pras mortes estranhas de policiais e tudo mais. Adorei, o namorado adorou, e eu quero logo o DVD.
Falando na série, terminei ontem o segundo livro “Lua Nova”, quando algo ocorre no aniversário de Bella, aniversário o qual ela esta detestanto. Confesso que eu gostei MUITO! Eu me desesperei, coração disparou, olhos se encheram de lágrimas, tudo isso com o passar da história. Fazia tempo que não me desesperava em um livro. Só parei de ler às 4 da manhã quando ouvi um galo cantar e me dei conta do horário. Indico os dois.