Resenhas

Vício em cinema, gosto por doramas, paixão por animes e aquela quedinha pelo teatro.

Karatê Kid

Em muitos lugares estou lendo notícias sobre o remake do filme “Karatê Kid”, com Jackie Chan (meu amado) no papel de Senhor Miyagi e o filho de Will Smith, Jaden (que fez “o Dia em que a Terra Parou”) no papel de Daniel San.

Minha opinião é a seguinte: Jackie Chan pode ser super legal e tal, mas ninguém nesse mundo tomaria o lugar de Pat Morita. Ele tem todo um jeito de ser engraçado, dramático e disciplinado, coisa que eu acho que o Jackie não vai passar, mesmo por causa da idade dele, apesar que a maquiagem hoje faz milagres (Brad Pitt que o diga em “O Curioso Caso de Benjamin Button”). Outra coisa, Jaden tem 11 anos, se não me engano, e como criar um “climinha” romântico e brigas com um menininho dessa idade? Acho que, como li no Omelete, “certas coisas de fato foram feitas para ser preservadas”. É como começar a regravar “E o Vento Levou” e “Mágico de Oz”. Karatê Kid I, II e III pra mim são filmes pra ficar na memória, daquela época que tinha aula de manhã e ficava em casa assistindo Sessão da Tarde, e quando passava a propaganda do filme eu nem cogitava sair de casa só pra ver Daniel San ralando limpando carro, lixando o chão e o Seu Miyagi só na mamata.

Sete Vidas

Ontem assisti ao filme “Sete Vidas”, com Will Smith, dirigido por Gabriele Muccino, o mesmo italiano que dirigiu “A Procura da Felicidade”, também com Smith. Se forem assistir, levem suas caixinhas de lenço. Chorei rios (tá é uma hipérbole, mas foi quase isso).

O filme começa bem confuso, nos primeiros trinta minutos de filme eu estava mais que boiando, mas do nada tudo começa a se encaixar: Ben Thomas é um fiscal da Receita Federal que está a procura de 7 pessoas boas para ajudar. Tudo corre bem até que Ben conheçe Emily Posa, uma tipógrafa que tem problemas cardíacos. Ela custa a confiar que ele só deseja ajudá-la, e quando percebe, a coisa toma rumos bem diferentes do que ela imaginava.
Como li no Omelete: “nos últimos minutos, você vai ficar torcendo para que sua inteligência tenha te deixado na mão e tudo aquilo que você imagina que vai acontecer não se concretize. De novo, pegue sua caixa de lenço de papel. Mas fique alerta, pois o choro também pode ser de raiva e/ou incredulidade.” O que é a mais pura verdade, mas o meu choro foi de tristeza.


Filme Crepúsculo e Lua Nova

Crepúsculo, eu assisti. Ontem fui ao cinema só por conta desse filme e digo que curti. Tá eu esperava mais… sabe… aquela coisa… Bella e Edward são um casal mais que romântico, mas acho que no filme faltou um “tchan” sabe, no livro eles têm uma relação que está na ponta de uma agulha, se equilibrando, Edward a todo momento luta pra não morder Bella, e Bella a todo momento é “humana demais” e isso faltou, mas não reclamo, pois sei que é difícil adaptar uma história de livro perfeitamente, tanto que nem liguei pras mortes estranhas de policiais e tudo mais. Adorei, o namorado adorou, e eu quero logo o DVD.
Falando na série, terminei ontem o segundo livro “Lua Nova”, quando algo ocorre no aniversário de Bella, aniversário o qual ela esta detestanto. Confesso que eu gostei MUITO! Eu me desesperei, coração disparou, olhos se encheram de lágrimas, tudo isso com o passar da história. Fazia tempo que não me desesperava em um livro. Só parei de ler às 4 da manhã quando ouvi um galo cantar e me dei conta do horário. Indico os dois.

Teatro: Miss Saigon

Fim de semana diferente foi esse meu, especialmente o domingo. Fui pra São Paulo assistir “Miss Saigon”, musical de Claude-Michel Schönberg e Alain Boublil, estreiou em Londres em 20 de Setembro de 1989 e em Nova Iorque em 11 de Abril de 1991, no Broadway Theatre, e estava em cartaz no Tearo Abril em São Paulo.

A história se passa em 1975 durante a guerra do Vietnã e narra a história de um soldado americano, Chris, e um moça vietnamita, Kim, e o romance entre eles. Separados pela invasão de Saigon pelas forças comunistas, os dois ficam anos sem se ver e sofrem para superar o amor perdido. Kim engravida e da a luz a um filho de Chris. Depois daí é só vendo pra saber(nada de spoilers aqui!). Cenário, música, tudo lindo lindo e lindo! Foi um passeio diferente e super gostoso. Teatro é teatro né?