Resenhas

Vício em cinema, gosto por doramas, paixão por animes e aquela quedinha pelo teatro.

Onde comer bem em Paris

Lugares para comer bem em Paris, sem gastar tanto

Quando vamos para algum pais ou cidade que não conhecemos, todas as lojas e lugares se tornam desconhecidos e nunca sabemos onde comer. Será que é bom? Será que é caro? Eu sou dessas que acha que tudo vai ser caro e muitas vezes fico no Subway comendo por ter certeza do que vou encontrar e quanto vou pagar, mas Paris é um lugar delicioso, literalmente, e as comidas merecem ser experimentadas! Eu já falei de algumas dicas da outra vez que fui visitar meu irmão, e agora eu não podia deixar de contar os outros lugares deliciosos que fui por lá. Então se você vai viajar, seguem algumas dicas de lugares pra comer coisas gostosas, boas e de vários preços.

Flam’s

Um dos primeiros lugares que meu irmão me levou pra gente almoçar com um amigo, o Flam’s é um restaurante de flammekueche, que é uma torta flambada originária do nordeste da França que se parece muito com pizza, porém com massa mais leve. Achei bem gostosa e por um preço legal (€14- €18) você come um quadradão enorme de flam! Mais que satisfatório!

ONDE FICA?
Fui na que tem perto da casa do meu irmão, Avenida du Maine, 32, região de Montparnasse, mas existem outras espalhadas pela cidade, pra encontrar é só acessar o site do Flam’s

Heureux Comme Alexandre

Heureux Comme Alexandre

O meu irmão falava sempre dos Pierrades que ele comia e que era apaixonado. Quando o noivo descobriu que se tratava de carnes na chapa, o lado Tiranossauro Rex aflorou e fomos uma noite experimentar. Foi uma delícia de jantar com um vinho gostoso e muita conversa boa, o que explica o nome do restaurante: “Feliz como Alexandre”. O preço fica entre €20 e €25 por pessoa, contando bebidas e tudo mais.

ONDE FICA?
Rua du Pot de Fer, 13 em um bairro bem charmoso de Paris. Saiba mais no site

L'Arbre de Sel - Comida Coreana em Paris

L’Arbre de Sel

O primeiro restaurante que fui para jantarmos assim que cheguei foi especial: comida coreana. Eu sou toda fã de doramas e mal me aguentei de emoção quando vi os hashis (ou seja lá como os coreanos chamam os palitos) de inox. É bobeira talvez, mas pra uma pessoa fã de cultura oriental é quase a Disney. Pedimos um prato chamado bibimbap e eu achei delicioso. Vem em uma tigela linda e uma porção bem generosa. O valor fica entre €18 e €22. Vale a pena experimentar!

ONDE FICA?
Rua de Vaugirard, 138, também na região próxima a Montparnasse. Pra saber mais é só acessar o site.

Mai Do - Comer bem em Paris

Mai Do

Me aventurando por comidas de outras nacionalidades, fui provar a paixão do meu irmão: bo bun, prato vietnamita. Pelo que pesquisei eles são meio que uma febre em Paris, e depois que comi um eu descobri porque: são deliciosos! Uma tigela linda cheia de macarrão de arroz, com um molho de peixe, carne (ou vegetais se você for vegetariano), legumes, hortelã e um sabor bem diferente pra você se deliciar. Além de adorar e repetir, ainda levamos mais pessoas para passar a palavra do bo bun pra frente.

ONDE FICA?
Boulevard Montparnasse, 23, fácil de chegar de metrô. Saiba mais no link.

Chez Suzette - Crepe em Paris

Chez Suzette

Os crepes são bem típicos da França, geralmente feitos com farinha de trigo sarraceno e uma receita bem simples, eles estão espalhados por vários locais de Paris, mas meu irmão me levou pra comer em um que é bem pequeno e charmozinho. Fui almoçar por lá duas vezes e em todas elas as combinações estavam ótimas! Por €9,90 você compra um crepe salgado, um doce e algo pra tomar (promoção) e sai satisfeitíssimo! Ainda dá pra escolher levar pra comer ou comer dentro da apertada creperia.

ONDE FICA?
Rua de la Harpe, 12, um charminho e pertinho de Notre Dame e da livraria Sheakespeare & Co. Saiba mais no site.

Sorvete! A Melhor Sobremesa

Se você almoçou e quer uma sobremesa bem boa, eu sempre indicarei sorvete. Sorvete é vida, é amor, é paixão e loucura, então aqui vão duas dicas extras de sorveterias maravilhosas pra você se deliciar!

Senoble - Sobremesa em Paris

Senoble

Além de ser um lugar lindo, acho que é impossível esta sorveteria ter algo ruim. No meio de um passeio com meu irmão pelos Jardins das Tulherias saímos andando e chegamos até a Senoble e pedimos um sorvete. Concordo que o valor é meio alto (se me lembro é algo entre $5 e $8), mas vale muito a pena! Tem desde os sorvetes normais com base de leite, até os sorbets, que são totalmente feitos de fruta e ótimos pra quem tem intolerância à lactose ou glúten.

ONDE FICA?
Rua des Petits-Champs,11, em uma região cheia de coisas legais pra se ver, rola até comprar um sorvete e ir andando até o Louvre. Saiba mais no site.

Amorino - Sobremesa em Paris

Amorino

Espalhada como Subways pela Cidade Luz estão as sorveterias Amorino. Eu sou uma grande apreciadora de sorvetes, então não perdi a oportunidade de tomar um sempre que rolava e lá estava a Amorino pra me socorrer. Os sabores são deliciosos, possuem opções com pura fruta – ótimos pra quem tem intolerâncias – sem deixar nada a desejar.

ONDE FICA?
Uma das que fui foi a da Rua de Rennes, 153, mas elas estão espalhadas pela cidade! É só olhar no site deles e achar a mais próxima.

Uffa! Deu pra deixar com vontade? Só de escrever sobre esses lugares já dá vontade de voltar.

Leituras: Crer ou Não Crer | Pe. Fábio de Melo e Leandro Karnal

Livro Crer ou Não Crer – Uma conversa sem rodeios entre um historiador ateu e um padre católico

Fotos de Leandro Karnal e Padre Fábio de Melo nas laterais com a capa do livro crer ou não crer ao centro

Sinopse

O que pode dizer um homem que fez o voto de se dedicar a Deus a outro que está plenamente convencido de Deus não existe? O que pode ouvir um crente de um ateu? O que um ateu pode aprender? São questões assim que guiaram o encontro entre o padre Fábio de Melo e o historiador Leandro Karnal e resultaram neste livro. Um debate rico e respeitoso entre um cético e um católico que oferece uma referência importante aos brasileiros crentes e não crentes.

Com coragem para provocar um ao outro e humildade para aceitar os argumentos, os autores discutiram pontos fundamentais, como se o mundo é melhor ou pior sem Deus e se a religião ajuda ou atrapalha. Questionaram o quanto a fé faz falta e discutiram as esperanças, os medos e a morte no horizonte de quem crê e quem não crê. Crer ou não crer é o resultado de muitas horas de conversa entre um dos padres mais amados do país com um dos mais populares historiadores. Uma obra que irá agradar e enriquecer milhões de leitores.

Leandro Karnal

O que achei?

O noivo comprou este livro e resolvemos ler juntos, cada hora um lia um capítulo. Foi uma experiência bem bacana, os capítulos fluem facilmente, a linguagem não é rebuscada demais e para algumas coisas mais específicas ele possui um glossário no final com mais explicações. Em duas semanas já havíamos terminado o livro e nos impressionado com as discussões.

Nós não seguimos nenhuma religião em especial, ele tem crisma, eu batismo apenas, mas nossa visão de religiosidade é bem parecida, o que proporcionou alguns momentos de reflexão bem bacanas entre nós.

Ninguém tenta ficar com a razão nesta discussão cheia de conteúdo e é isso que deixa o livro tão rico. Padre e ateu vão se questionando de maneira amigável, discutindo sobre pontos chave e levando o leitor a se questionar sobre seu próprios valores e ideais.

Adorei as passagens que falam sobre a religião nos tempos de hoje e a visão do padre Fábio me surpreendeu e me fez ter mais respeito pelos ensinamentos da igreja, uma igreja que ele mesmo diz muitas vezes diferir de algumas coisas que ele faz e diz, e que por isso Karnal faz graça dizendo que ele tem uma religião própria, o “fabismo”.

Pela primeira vez consegui compreender os ensinamentos da igreja católica, pelo menos os que foram apresentados no livro, gostei do que li e muitas barreiras e preconceitos foram quebrados em mim, fico apenas triste por perceber que muitas pessoas que frequentam estes lugares parecem não entender esta visão bonita que o padre apresenta no livro.

Um livro para aprender, questionar, quebrar e evoluir nossas mentes de maneira leve, mas que leva a reflexão profunda de nossos atos, crenças e ações. Pelo menos assim foi pra mim.

Padre Fábio de Melo

Melhores frases

“O fato de algumas borboletas durarem 48h e algumas tartarugas, 150 anos, não faz com que uma vida seja melhor do que a outra. Na verdade eu acho, inclusive, que a beleza da flor natural é ela morrer. E é o horror da flor de plástico: nunca morre e por isso, nunca vive” (Karnal)

“Nem sempre estamos prontos para o entendimento. Ele é processual. Quantas pessoas e encontrei no passado marcadas pela arrogância, como se tivessem engolido a verdade suprema, sem condições de acolher os que pensam diferente delas. De repente, dois, três anos depois, reencontrei-as mais leves, menos prepotentes, mais dispostas ao encontro que proporciona o entendimento. Eu acho que o processo é assim para todos nós.” (Pe. Fábio)

“O nosso problema não é a falta de Deus. Enfrentamos é a falta de valores humanos, de educação, de conhecimento, de preparo, de solidariedade, tolerância. Quando o discurso religioso recai sobre um ser humano absolutamente carente de tudo isso, qualquer conversa passa a servir.”

“Se o meu corpo não existir, eu não existirei. (…) Por que é que alguém deve temer a morte? Porque eu nunca estarei com a morte. Quando a morte for eu não serei; enquanto eu for, a morte não será.”

Comparação: Prismacolor vs. Faber Castell Polychromos

Qual lápis de cor comprar? Faber Castell Polychromos ou Prismacolor?

Lápis de Cor Prismacolor

Eu e os lápis de cor da Prismacolor Premier

Eu nunca fui muito a fim de lápis de cor para colorir desenhos, mas de uns anos pra cá eu fiquei bem viciada neles. São mais práticos pra carregar nas viagens que faço pra Minas para visitar minha família e eu comecei a me arriscar mais nas cores pra me acostumar a colorir as coisas que eu faço – pois sempre achei que se eu colorisse eu estragaria tudo. Com isso eu pedi pro meu irmão me mandar há uns anos atrás uma lata dos lápis de cor da Prismacolor lá da Inglaterra, quando ele foi estudar por lá.

Eu fiquei com eles um bom tempo por aqui sem usar, não me acostumava por nada e toda vez que tentava apontar eles quebravam demais, tanto que alguns estão bem pequenos. Até que me dei conta que poderia tentar usar o estilete para apontar – lembrei da minha prima que fazia arquitetura e só apontava os dela assim – e pronto! Me acertei com eles e comecei a utilizá-los. Foi um caso de amor maravilhoso e eu adorei o acabamento que ele dá para os meus desenhos. As cores ficam bem vibrantes e bem lindas, como você pode ver nesse desenho que fiz.

Lápis de Cor Faber Castell polychromos

Eu e os lápis da Faber Castell Polychromos

Eu já havia comprado alguns lápis da Faber da linha azul e não tinha gostado nada deles. Achei que era bem difícil pegar no papel, as cores ficavam bem apagadas, manchavam muito e por isso as 12 cores que comprei acabaram ficando esquecidas por aqui. Até que um dia vi muitos ilustradores visitarem a fábrica da Faber Castell e uma querida amiga, Sabrina Eras, foi e me contou sobre uma caixa de lápis que ela ganhou da marca. Faber Castel Polychromos, lata verdinha, linha mais profissional. De acordo com ela o lápis mais macio que ela já usou na vida.

Coloquei então como meta de consumo e na viagem que fiz final de 2017 para França para visitar meu irmão, comprei uma caixa deles pra chamar de minha e voltei já colorindo com eles. Realmente macios pra caramba, cores vibrantes e maravilhosas! Nada parecidos com a linha vermelha(escolar) e muito menos com a azul. Dá pra ver um desenho que fiz com eles aqui.

Comparando os Lápis: Prismacolor Premier VS. Faber Castell Polychromos

Como as duas marcas são muito utilizados por ilustradores resolvi fazer um post comparativo, já que quando eu fui comprar eu tinha uma dúvida monstra de qual seria melhor e não achei nenhum lugar falando sobre isso, assim sendo resolvi fazer alguns testes e ver se eles realmente apresentam diferença. Para fazer isso eu escolhi cards de papel Hahnemühle YouTangle.art, um papel delicioso e bem liso, assim seria mais fácil sentir a diferença dos lápis. Usei o mesmo papel para os dois lápis.

Papel Hahnemuhle quadrado, latinha

Aí escolhi duas cores que tivessem alguma equivalente nas duas marcas, para conseguir observar com mais facilidade as diferenças. Peguei um azul claro e um rosa bem chiclete.

Prismacolor versus Faber Castell Polychromos

Colori então com pequenos movimentos circulares, segui o mesmo esquema para os dois lápis de cor, para ver se haveria alguma diferença no resultado deles, tanto fazendo um leve degradê da cor, quanto pintando de forma mais firme, para a cor ficar mais uniforme. Fiz iso com o azul e depois joguei o rosa para mesclar as cores e ver como elas iriam interferir na hora da mistura.

Gif Colorindo Com Lápis de Cor em pequenos movimentos circulares

O que os testes mostram?

Card com testes do lápis Prismacolor

Os lápis da Prismacolor Premier são bem macios e cobrem muito bem quando utilizados com um pouco mais de força. Os movimentos circulares garantem uma cobertura praticamente uniforme e as cores ficam bem vivas. Ele é bem fácil de trabalhar com degradês e faz uma boa mistura na hora de sobrepor cores.

Card com testes do lápis Faber Castell Polychromos

Os lápis da linha Faber Castell Polychromos são extremamente macios, cores vibrantes e cobrem super fácil o papel. Na hora de misturar e sobrepor as cores, a maciês ajuda bastante e fica mais fácil não marcar a junção das cores no papel.

Cards com os testes do lápis de cor Prismacolor e Faber Castell Polychromos lado a lado para comparação

Colocando as folhas lado a lado dá pra perceber que o Prismacolor garante um preenchimento mais uniforme quando utilizado com mais força ou camadas mais escuras, porém o Faber Castel permite uma mistura de cores e uma sobreposição mais uniforme e menos marcada, deixando o trabalho mais orgânico.

Conclusão

Prismacolor versus Faber Castell Polychromos

As duas marcas são realmente ótimas para se trabalhar. Na questão de cores todas tem ótimos pigmentos e deixam o trabalho bem bonito, o que vai ditar qual tipo de lápis seria melhor para você será o modo que você pretende trabalhar ou o resultado que você pretende obter.

Se você quer um toque de pintura mais leve, com bastante sobreposição de cores, a linha Faber Castell Polychromos vai ser super indicada pra você. Mas agora, se você quer algo mais vibrante e quer carregar mais nas cores e na força na hora de aplicar no papel, o Prismacolor Premier é um lápis que não vai te deixar nunca na mão e vai garantir ótimos resultados.

As conclusões eu tirei comparando as duas marcas são bem pessoais e tentei fazê-las da melhor maneira possível, porém lembro sempre que as ferramentas não fazem o artista que você é, então nada aqui é regra, viu? Experimentar e achar o que mais combina com seu estilo e seus estudos é sempre válido, este post não substitui um teste de materiais, mas visa apenas mostrar algumas diferenças dos lápis de cor para tentar orientar um pouco mais.

Quem já usou os dois concorda comigo? Você usa alguma outra marca que gosta bastante? Conta pra mim =D

Tatuagem Aquarela – Minha primeira tatoo colorida

Tatuagem Aquarela: minha primeira colorida

Tatuagem de borboleta com aquarelas rosa, roxa e turquesa, no dia que foi feita
Tatoo fresquinha. Foto da Pam Sernaiotto.

Decidindo tudo

No começo do ano muitas coisas mudaram na minha vida, de novo. Eu voltei a trabalhar fora de casa, mais especificamente em uma agência de publicidade, voltei a fazer terapia com uma pessoa maravilhosa, fiz novas amizades que já estão no meu coração e então decidi fazer minha primeira tatuagem maior e colorida para marcar essas mudanças, e também para me lembrar que mudanças são boas, principalmente se te fizerem evoluir.

Vi os trabalhos da Pamela por conta da irmã dela, a nossa querida blogueira residente na Coreia do Sul, rainha da interwebs, Loma. Fiquei apaixonada no que ela faz com aquarela na pele, sempre delicada, com bastante naturalidade e ainda com os traços como se fossem sketches, era isso que eu queria: um desenho que tivesse a cara do meu eu artístico e simbolizasse minhas mudanças, as cores escolhidas são as cores que mais gosto de passar no meu cabelo e que uso muito em meus desenhos.

Tatuagem de borboleta com aquarelas, desta vez com o plástico que protege a tatoo.Tatoo com o TropicalDerm aplicado, 24h depois da tatuagem ser feita.

A Tatoo Aquarela

Chamei a Pam na internet e logo confirmei a sessão, a moça é concorrida e ficou quase um mês pra frente da data que estávamos. Perto da data ela me mandou sketches do que ela faria, depois de ajustes me apaixonei por tudo e estava pronta pra ser desenhada.

O estúdio fica na casa dela mesmo em São Paulo e aproveitei que queria rever amigos por lá e matei dois coelhos com uma “caixa d’água” só. Ela é um amor de pessoa, me recebeu muito bem e ficava toda preocupada em explicar tudo que estava fazendo, super atenciosa. A sessão demorou 3 horas e saí de lá já toda felizona com o resultado.

Eu tenho algumas tatuagens já, mas não era nada do jeito que foi esta. Fiz atrás do braço esquerdo e quase não consigo ver ela sem um espelho, mas a ideia era esta mesmo, não ver para não enjoar. A dor foi normal, nada absurda, mas confesso que tatuagens mais coloridas doem mais sim.

Tatuagem de borboleta com aquarelas com casquinha, cicatrizando.
Tatoo já cicatrizando, 7 dias depois com as “casquinhas”.

Cuidados

Depois de tatuada a Pam colocou um plástico super diferente na tatoo, o TropicalDerm, ele é feito pra isso mesmo e ajuda na cicatrização, protegendo a arte na pele. Fiquei 24h com ele antes de tomar banho e lavar a tatoo.

Depois passava três vezes por dia a pomada que ela me indicou, Cicaplast Baume B5 da La Roche-Posay. A marca é chique mas o preço é ok, saiu R$35 reais na farmácia o tubo com 20 ml que ainda estou passando pra mantê-la hidratada e me ajudar na coceira – sim, coça pra caramba.

Tatuagem de borboleta com aquarelas cicatrizada
Tatoo 15 dias depois já sem as pelinhas.

Agora já uso protetor solar nela e tomo cuidado pra não tomar muito sol, mas o resultado foi ótimo! As cores estão lindas! Muita gente me pergunta onde fiz e indico a Pam pra todo mundo! Agora é preparar pra próxima.

E você? Já pensou em fazer uma tatoo assim lindona?