Assistir: Girlboss (2017)

Girlboss, a série.

girlboss

Sinopse

“Sophia Amoruso é uma garota que vive na pindaíba e pulando de emprego em emprego. Um dia ela vende uma roupa que achou em um brechó pela internet, faz um bom dinheiro com isso e resolve abrir um negócio próprio. A história é baseada no livro da própria Sophia e no livro com o mesmo nome da série porém depois da primeira temporada ela já foi cancelada pela Netflix.”

O que achei?

Fui com bastante cede ao pote quando comecei a ver esta série, afinal uma mulher empreendedora que começou aos poucos seu sucesso é algo que seria ótimo para quem sabe me inspirar e até me espelhar, mas estava bem enganada.

A série leva uma pegada meio comédia trágica e escrachada com cenas de Sophia roubando coisas, sendo totalmente egoísta com amigos e isso foi me incomodando de um tanto que peguei antipatia pela personagem.

Não entendi o que demais aquela pessoa teve pra que resolvessem gravar uma temporada inteira mostrando como ela foi péssima com pessoas queridas ao redor dela e como ela foi construindo seu império – que hoje não existe mais – em cima disso. Talvez se eu ler o livro eu conheça uma nova Sophia, um pouco mais madura e preocupada com os outros, mas depois da série eu tenho muitos outros livros pra ler na frente.

Conheço algumas pessoas que adoraram a série, mas fico feliz de viver em um mundo em que “Girlboss” é cancelada e “Anne With an E” vai ter segunda temporada.


No final das contas as únicas coisas que gostei da série foram a jaqueta que ela vende no começo e um pouco da trilha sonora.

Download: Wallpaper de Setembro – Torre Eiffel

Papel de parede Torre Eiffel

papel de parede torre eiffel aplicado em mockup

Antes Tarde do Que Nunca

Eu não esqueci do papel e parede de setembro não! Acontece que estou trabalhando muito em um projeto que caiu de surpresa pra mim e por isso não consegui trazer nenhuma arte exclusiva pro papel de parede, mas roubei lá do projeto #Agosto do Artista criado pela Dessamore que fiz mês passado, tag que a gente deveria fazer 20 ilustrações com coisas que a gente gosta e ir postando no Instagram.

Eu consegui completar ela direitinho e ainda cheguei em resultados maravilhosos em alguns trabalhos que fiz por lá. Fiquei extremamente feliz. Ultimamente só estes trabalhos tem me animado muito pra estudar e seguir desenhando com frequência, só agradeço quem os criou. AMÉM.

Não me segue no Instagram?
Vai lá http://www.instagram.com/chellbuzogany

Escolhi esta ilustração entre as vinte pra já deixar entrando no clima de viagem pois logo logo eu vou fazer uma bem gostosa, e se der tudo certo vou estar no meio do meu Inktober temático de 2017. Pode deixar que vou contar tudo aqui pra vocês, mas cada coisa em uma hora, né?

Para baixar é só clicar nos links abaixo,
de acordo com a resolução desejada:

1920 x 1080 | 1600 x 1200 | Celular

Torre Eiffel em caneta brush na cor preta com árvores floridas nas laterais

Material Utilizado

Compasso, caneta brush da Pentel, lápis de cor Prismacolor.

Curso: Fundamentos do Desenho | Thomas Fluharty | Schoolism

Fundamentos do Desenho – Drawing Fundamentals

thomas fluharty
Desenho feito por Thomas Fluharty

Sinopse do curso

“Todo grande artista começa com os fundamentos. Neste curso, o ilustrador premiado, Thomas Fluharty, vai treinar você em habilidades fundamentais utilizadas para desenhar. Você aprenderá a ver seus objetos, efetivamente usar tons, perspectiva, composição e muito mais. Então seja você é um jovem artista apenas começando sua jornada artística, ou um artista mais velho que nunca foi formalmente treinado em fundamentos, dividindo com você a vasta experiência dele, Thomas vai ajudar o desenho a ficar mais simples.

Este curso consiste em cinco palestras em vídeo apresentadas em seis semanas.” Sinopse do próprio Schoolism.

O que achei do curso

Eu fiz várias aulas de desenho na faculdade, lá tive desenho de observação, plástica e aprendi muito do básico. Depois revi muita coisa no curso de desenho que fiz aqui em São José dos Campos, lá na Kinoene, mas mesmo assim resolvi começar o Schoolism pelo básico. Nunca é demais relembrar da base pra seguir para o topo, não é?

Eu gostei muito das explicações de Thomas, apesar de em alguns momentos achar muito maçante quando ele começava a mostrar exemplos. Eu aguentei firme desenhando enquanto ele falava, consegui conhecer mais artistas maravilhosos, mas acho que estas partes poderiam ter sido mais rápidas (alô ansiedade!).

Achei os exercícios ótimos, mas talvez para uma pessoa que saiba zero de desenho as coisas saiam mais rápidas do que o desejável. Para alguém que começa sem saber, pular de observação para valores é algo bem complexo, mas talvez se as lições forem vistas e feitas com bastante prática e no tempo estipulado – 6 semanas – a coisa fique mais interessante.

Ele realmente passa por tópicos importantes pra se entender e criar desenhos bons, pela primeira vez acho que consegui fazer uma boa composição nos exercícios que ele passou, pois compor uma cena cheia de elementos de uma maneira agradável é realmente difícil.

Abaixo o conteúdo de cada lição traduzidos direto do Schoolism – escritos pelo próprio Fluharty – e alguns exercícios que fiz:

Lições e Exercícios

Girafa sentada feita em lápis

Desenho de um sapo em lápisExercícios da primeira lição.

Lição 1 – O Poder de Ver
Diferenças entre ver o olhar. Qualquer um pode olhar um objeto, mas demora mais para entender como realmente VER. Ver é sobre conhecer, pensar e fazer perguntas. Eu vou falar sobre como OLHAR uma coisa e VER formas simplificadas.

Lição 2 – O Poder dos Valores
Vou falar sobre valores e tons. Quando nós usamos luz e sombra em nossas imagens, nós lhes damos poder, criamos drama e comunicamos. Eu mostrarei como grandes mestres efetivamente usam valores e juntos faremos uma escala de valores.

Leão deitado sobre um escudo feito em lápis

Estátua de anjo feita em lápisExercícios da segunda lição: Anjo e leão em lápis.

Lição 3 – O Poder da Perspectiva
Eu começo esta lição discutindo perspectiva e linha do horizonte. Irei mostrar para você como elipses têm relação com a linha do horizonte e introduzi-lo a linhas de grid. Eu mostrarei como objetos são posicionados no grid e demonstrarei o poder que ele tem em um simples e rápido sketch.

Composição com cachorro olhando para um vaso de flores que está em frente a uma janela.Composição feita para lição 4.

Lição 4 – O Poder da Composição
Falarei sobre o que é uma boa composição. Na essência, boa composição significa colocar as coisas em uma imagem de forma balanceada e uma maneira agradável, dando poder para a imagem, fazendo-a ser atraente para quem vê. Discutiremos a regra dos terços e relacionaremos isso com a lição 3.

Lição 5 – O Poder do Gestual (e outras coisas legais)
Vou falar sobre um aspecto importante na hora de contar histórias: gestual. Vou mostrar bons exemplos de gestual e explicar o que os fazem dinâmicos e expressivos, e outras coisas legais como carreira de ilustrador, vou mostrar uma demo de como eu desenho vários rostos e dicas de como construir isto.

Quer fazer o curso?

Saiba mais aqui.

Assistir: 3% (2016)

3% – Três por cento, série brasileira no Netflix

Três por cento, série brasileira no Netflix, escrito em um fundo cinza.

Sinopse

“Em um futuro pós-apocalíptico não muito distante, o planeta é um lugar devastado. O Continente é uma região do Brasil miserável, decadente e escassa de recursos. Aos 20 anos de idade, todo cidadão recebe a chance de passar pelo Processo, uma rigorosa seleção de provas físicas, morais e psicológicas que oferece a chance de ascender ao Mar Alto, uma região onde tudo é abundante e as oportunidades de vida são extensas. Entretanto, somente 3% dos inscritos chegarão até lá. ” Sinopse de 3% por AdoroCinema.

O que achei?

Eu já conhecia a história da série, pois no tempo que eu estava na faculdade eu fazia parte de um podcast com amigos – o saudoso Séries no Ônibus – e tivemos a oportunidade de entrevistar os criadores (sim, foi demais!). Hoje não lembro de muita coisa – foi em 2011! – mas todos havíamos gostado muito do piloto que estava na internet e torcíamos para que ela fosse pra frente. E não é que foi?

A primeira série brasileira no Netflix vem com tudo na ficção e jogando muitas coisas que ocorrem hoje no mundo na nossa cara, talvez de uma maneira caricata e mais exagerada, mas nada que George Orwell não tenha feito um dia na vida.

Começamos a entender o processo seletivo para entrar no Lado de Lá e as motivações dos personagens aos poucos, assim como suas personalidades. É bem interessante a maneira que isso foi sendo construído e como muitas vezes somos surpreendidos. Aos poucos máscaras vão caindo e conseguimos nos aproximar mais de alguns personagens.

Alguns efeitos especiais podiam ser melhorados? Acho que sim, pois são bem poucos, mas a maneira como conseguiram apresentar as diferenças e as locações eu gostei bastante. No geral, a série faz você ficar grudado na cadeira, te entretêm, mas sem nenhuma grande novidade. O feijão com arroz que empolga e faz a gente querer uma segunda temporada.

Quero destacar aqui uma parte que eu adorei: o design dos figurinos e de alguns objetos. Afinal, designer que é designer presta atenção nessas coisas.

E vocês assistiram? Que acharam? Conta aí pra mim nos comentários!