Meme dos Celulares

Um meme que eu estava a tempos querendo fazer!

Celular pra mim tem que ter um som bom, já que vivo viajando e ele é meu MP3, câmera mais ou menos, pra eu poder registrar algum momento legal, e interface bonita e que eu possa mudar, porque enjoo muito fácil. Além de fácil controle do MP3.

Regrinhas
– Listar os celulares que você teve nos últimos cinco anos;
– Falar um pouquinho de cada um deles e como/porque trocou de aparelho;
– Se possível, colocar uma foto do aparelho;
– Colocar as regras do meme no seu blog;
– Indicar cinco pessoas para responder o meme

1. Nokia 5120 – o primeiro celular que ganhei, pra mamãe saber onde eu estava, se me lembro bem ganhei quando começei a namorar. Ele fazia o que tinha que fazer, ligava e recebia e eu nem gostava de carregar ele pra todo lado, não usava bolsa e isso me incomodava. Ele tinha uma capinha amarela transparente. AMAVA ela. Mega Fashion!

2. Siemens A52 – eu era viciada no joguinho e quando aprendi que podia colocar imagenzinhas nele, eu pirei! Tinha umas 10 carinhas sempre salvas pra mudar. Achava ele uma graça e os toques eram fofinhos, mesmo sendo polifônicos.

3. Sony Ericsson W300 – a paixão da minha vida. Ele era meu MP3, meu rádio, e além disso: LINDO. Acho que foi o melhor celular que tive até hoje. Design magnificamente diferente e fofo, e tem o som mais potente do mundo. Fones de ouvido perfeitos (uso até hoje). Interface alegre e divertida e fácil controle de MP3.

4. LG KF600 – design lindo, tela touch e câmera de 3.0 megapixel.  Tá, ele é bom, mas os toques são muito baixos, e não tem como trocar o toque de mensagem, o que me deixou triste a beça! A câmera é maravilhosa, e os joguinhos são uma delícia! Pega vírus que é uma beleza, e a bateria não dura muito.
LG KE990 (Viewty)

Celular novo, que ainda nem sei como é. Queria um N95, mas a “querida e amada” Claro, depois de mais de um mês me enrolando não disponibilizou o aparelho, e tive que pegar um LG de novo, mesmo não querendo. Agora é rezar pra pelo menos o toque de mensagem eu poder mudar.

Livro: O Incêndio de Tróia – Marion Zimmer Bradley

“O que está Páris a fazer aqui entre as mulheres numa ocasião como esta? Cassandra sabia que Heitor se comportara corretamente; no entanto, naquele momento, ela sabia, todas as mulheres de Tróia invejavam a Helena o seu marido.”

O Incêndio de Tróia é mais um livro de uma das autoras que eu mais adoro, Marion Zimmer Bradley. O livro conta basicamente a história de Tróia, com Aquiles, o super soldado com sede de sangue, Paris como filho abandonado e raptor de Helena, Helena como mulher apaixonada e todos os personagens que conhecemos de filmes, mas como a maioria dos livros de Marion Zimmer, a história é contada pelo lado da mulher, que neste caso é Cassandra, irmã gêmea de Paris (no filme o Orlando Bloom) e filha de Príamo, rei de Tróia. Ela tem o dom da visão, o que a faz prever a queda de Tróia ainda muito jovem.

História super empolgante e suas 543 páginas passam voando. Me apaixonei por Cassandra, em como ela é jovem, bonita e ainda assim mantém seus ideais, mas muitos deles são tolidos pela sociedade patriarcal.

Me apaixonei, e recomendo à quem adorou Brumas, ou qualquer livro dessa autora maravilhosa.

Biografia, ou não, de Jackie Chan

Resolvi começar uma nova tag de posts aqui no blog, que vai se chamar “Biografia, ou não”. Não é de hoje que todo mundo que visita o site com regularidade sabe que eu adoro cinema, e por isso resolvi falar de celebridades que eu admiro,ou gosto de ver na telona. Hoje o escolhido é meu amado de olhinhos puxados: Jackie Chan!

Chan Kong-Sang(que significa “nascido em Hong Kong”), ou Jackie Chan, como conhecemos, nasceu dia 7 de abril de 1954 pesando 6 kilos, isso mesmo, você não leu errado! A família dele era tão pobre, que pediram dinheiro emprestado para poderem pagar pelo parto.

Ainda jovem, o pai de Jackie, começou a lhe ensinar Kung Fu, pois ele achava que com isso Jackie aprenderia a ter paciência, força e coragem. Mais tarde matriculou-o na Academia Chinesa de Artes Dramáticas, onde Jackie viveria por 10 anos, atuando em peças e participando de grupos. Esta academia treinava artistas para a Ópera de Pequim e lá se ensinava artes marciais, acrobacia, canto e atuação, exceto ler e escrever, por isso quando Jackie se formou aos 17 anos, a Ópera de Pequim já não era mais tão conhecida e todos os estudantes encontravam dificuldades em trabalhar.

Com muitos filmes sendo rodados em Hong Kong, eram necessários jovens fortes para servirem de figurantes, foi quando Jackie começou a fazer participação em filmes e com toda sua criatividade e força ele foi ganhando reconhecimento por não ter medo de fazer as cenas.

Com a indústria de cinema falindo em Hong Kong,  Jackie teve que ir para a Austrália morar com seus pais e trabalhar em contruções e restaurantes,  foi quando recebeu o nome Jackie: um trabalhador não conseguia pronunciar Kong-Sang e começou a chamá-lo assim.  Mas o trabalho nas construções era chato e pesado,  foi quando um telegrama de Willie Chan, que trabalhava na indústria de cinema de Hong Kong mandou um telegrama a Jackie chamando-o para participar de um filme. Assim ele gravou “A Nova Fúria do Dragão” (“New Fist of Fury”) com 21 anos.

O filme que fez Jackie Chan ser conhecido na américa foi “Arrebentando em Nova York” (“Rumble in the Bronx”) lançado em 1994, 33 anos depois do primeiro filme dele.

Seus trabalhos sempre são conhecidos pelo tom de humor e descontração, e ele sempre se recusa a utilizar dublês em suas cenas de ação(o que leva a muitos dedos e tornozelos quebrados).

Casado desde 1982 com Ling Feng Jao, tem um filho, ator e cantor Jaycee Chan.

Jackie Chang também fundou fundou, em 1988 , uma instituição de caridade chamada Jackie Chan Charitable Foundation, que repassa fundos a instituições de caridade e também para  UNICEF.

Site Oficial Jackie Chan