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Leitura: Jogador Número 1 | Ernest Cline

Empolgue-se com Jogador Número 1

Jogador Número 1

Joguei no Facebook sem querer nada em troca que eu queria dica de livros pra ler, coisa leve, divertida e bem gostosinha mesmo. Um amigo jogou este livro fiquei intrigada, já sabia que tinha um trailer do filme rolando na internet. Não assisti o tal trailer, mas a coisa deveria ser boa já que um filme estava sendo gravado e resolvi dar uma chance, e foi a melhor coisa que eu fiz.

Sinopse

Um mundo em jogo, a busca pelo grande prêmio. Você está preparado, Jogador número 1?
O ano é 2044 e a Terra não é mais a mesma. Fome, guerras e desemprego empurraram a humanidade para um estado de apatia nunca antes visto.
Wade Watts é mais um dos que escapa da desanimadora realidade passando horas e horas conectado ao OASIS – uma utopia virtual global que permite aos usuários ser o que quiserem; um lugar onde se pode viver e se apaixonar em qualquer um dos mundos inspirados nos filmes, videogames e cultura pop dos anos 1980.
Mas a possibilidade de existir em outra realidade não é o único atrativo do OASIS; o falecido James Halliday, bilionário e criador do jogo, escondeu em algum lugar desse imenso playground uma série de easter-eggs que premiará com sua enorme fortuna – e poder – aquele que conseguir desvendá-los.
E Wade acabou de encontrar o primeiro deles.

Filme Jogador Número 1Imagem do filme

O que achei

Apesar de ser um livro YA (Young Adult), ele se mostrou de cara um livro bem divertido e LOTADO de referências da época das pessoas que estão trintando por esses tempos, tipo eu. Desde jogos de vídeo game (Atari e até pinball), filmes(Monty Phyton!) e músicas (Rush, Ac/Dc e por aí vai) até um pouco de moda. Anos 80 do começo ao fim.

No primeiro capítulo já sabemos que Wade – personagem principal – vai ganhar a corrida, mas de maneira alguma isso atrapalha a leitura e você fica simplesmente vidrado querendo saber COMO. Isso consome a curiosidade do leitor e vamos correndo com ele pelas páginas até o fim da aventura, que eu afirmo aqui: me empolgou MUITO.

A vida dentro do OASIS faz todo mundo se esconder e parecer quem quer ser, o que faz com que o livro apresente críticas sobre imposição de padrões de beleza, racismo e até machismo. Tudo de leve, mas que eu não consegui deixar de ficar feliz em ver alí num livro para jovens.

Fazia tempos que não ficava tão vidrada em uma história e não via a hora de chegar em casa ou pegar o ônibus pra ler. As referências são bem contadas, quem tem elas na cabeça vai adorar mais ainda por se identificar com tudo que está sendo mostrado. No momento que algo me deixava fazendo perguntas estranhas sobre o livro, o autor ia lá e respondia as dúvidas, assim as lacunas que surgiam pra mim já iam sendo respondidas e tudo ia ficando bem.

Se você procura um livro pra te empolgar, este pode ser uma boa opção. Se você já leu, o que achou? Ele também te empolgou tanto assim?

Assisti o trailer do filme e estou bem empolgada, ainda mais se tratando de Steven Spilberg. Só me resta esperar.

Assistir: O Justiceiro (2017)

O Justiceiro – É bruto mesmo!

Sinopse

“Depois de se vingar dos responsáveis pela morte da sua esposa e filhos, Frank Castle (Jon Bernthal) desvenda conspiração mais profunda que submundo do crime em Nova York. Conhecido agora na cidade como Justiceiro, ele precisa descobrir a verdade sobre as injustiças que afetam mais do que apenas sua família.”

O que achei?

Depois da aparição de Frank na série do Demolidor, todo mundo estava esperando ansioso pra saber como seria a série solo do personagem. Eu pelo menos estava querendo muito e a Netflix não desapontou.

A gente já sabia da história de vida sofrida e da busca de vingança que o personagem interpretado por Jon Bernthal trava por aí desde a série do Matt Murdock, mas eles explicam tudo pra quem não viu depois de uma introdução na nova vida que Frank leva. Dá pra ver que ele está desconfortável e ainda cheio de raiva, mas a temporada mostrou o que eu queria ver: evolução. Demora, mas a gente consegue ver a mudança do personagem, ele tentando seguir.

Das séries da Marvel do Netflix com certeza esta ficou entre minhas favoritas. O personagem, apesar de ULTRA violento – sim essa série é de embrulhar o estômago – me fez chorar. Enquanto ele apanhava, eu chorava. Frank consegue, mesmo com a violência toda, fazer a gente se identificar e gostar do personagem. Sentimos pena dele e até arrisco a dizer que dá pra sentir a dor que ele sente. Posso ter visto mais poesia nele do que em muitos personagens delicados? Posso, mas este personagem tá no meu coração.

E vocês, já viram? O que acharam?

Assistir: Os Defensores (2017)

Os Defensores na Netflix

Os defensores juntos na foto

Sinopse

Os Defensores é uma série americana criada para Netflix, baseada na equipe homônima da Marvel Comics. Ela está situada no Universo Cinematográfico Marvel, compartilhando a continuidade com os filmes da franquia e é a conclusão de uma série de shows feitas pela Marvel e Netflix.

O que achei

Quando a história já começa com o Punho de Ferro sendo quase um “principal” de toda a história eu já fiquei meio chateada. Ele foi, pra mim, um dos piores heróis da Marvel até hoje, felizmente o roteiro foi melhorando com o pano de fundo principal sendo o do Matt, tentando se encontrar no mundo dos heróis, o eterno dilema do “sou não sou” e “minha religião não permite”.

Acho que esse dilema dele poderia ter sido bem mais explorado, teria deixado a temporada mais densa e com mais conteúdo, mas não sei se isso deixaria a história muito mais cheia de coisa e tinham poucos episódios.

Luke, Jessica e Matt rindo no metro
Gostei muito da participação da Sigourney Weaver, foi uma surpresa e os figurinos dela estavam muito condizentes com a personagem.

Também foi bacana a reviravolta toda da história, as cenas de luta (ok, aquela da Jessica entrando e atropelando ficou meio estranha) e no geral eu gostei bastante. Pra mim a ordem ficou assim: Demolidor> Jéssica Jones > Os Defensores > Luke Cage > Punho de Ferro.

E vocês, assistiram? O que acharam?

Os quatro conversam em uma mesa

Assistir: Punho de Ferro (2017)

Punho de Ferro – Netflix

Danny fazendo cumprimento do kung fu.

Sinopse

Daniel Rand (Finn Jones) é um bilionário, herdeiro da fortuna das Indústrias Rayne. Por 15 anos, todos acreditaram que ele estava morto, após um acidente de avião no Himalaia que vitimou seus pais, Wendell e Heather Rand. Mas Danny foi salvo e viveu todo esse tempo na cidade mística de K’un-Lun, uma das Sete Capitais do Céu. Lá, Danny aprendeu a canalizar o seu chi e se tornou o Punho de Ferro. De volta a Nova York, ele vai tentar retomar seu posto na empresa, agora sob o comando de seus amigos de infância Joy (Jessica Stroup) e Ward Meachum (Tom Pelphrey). Mas ele precisa convencer a todos que é realmente quem diz ser e combater o Tentáculo, com a ajuda de Colleen Wing (Jessica Henwick).

Quem é?

Colleen de moleton branco.

Confesso que nem sabia da existência deste personagem da Marvel, muita gente reclamou da série pra mim e estava com toda a convicção de que não iria assistir, até falarem que o personagem principal lutava kung fu. O noivo foi o primeiro a querer ver tudo e tava aí o incentivo que eu precisava pra resolver dar uma chance para esta história.

O personagem de Danny Rand foi criado por Roy Thomas e Gil Kane e surgiu pela primeira vez em um quadrinho no ano de 1974. Lutador de artes marciais e possuidor de uma força mística que se chama Iron Fist (Punho de Ferro), que foca seu chi (tikon nele!) e lhe dá uma força muito grande nas mãos, ele estrelou o quadrinho Power Man and Iron Fist no qual fazia parceria com Luke Cage na equipe de super-heróis Heróis de Aluguel.

Duas cenas de Danny e Collen, uma ela está deitada no chão e ele está preocupado com ela, na outra eles fazem movimentos de taichi

O que achei?

Já vou começar dizendo que, das séries do universo Marvel na Netflix, esta pra mim é a mais fraca. Primeiro que Finn Jones não me encantou com seu kung fu nem com sua atuação, muitos movimentos repetitivos, muita falta de expressão, algumas cenas meio forçadas, talvez a edição possa não ter ajudado muito, mas ai não sei se é isso pois já gostei bastante das cenas com Jessica Henwick que mandou bem no papel de Collen. Mas as cenas de porrada mesmo, aquelas que provavelmente foram dublês, são bem boas.

Danny sumiu quando criança e foi criado por monges que ensinaram a arte do kung fu, porém ao voltar para onde a família vivia ele parece que continua uma criança grande. Apesar de atitudes corajosas e de toda a coisa de seguir o destino de proteger K’un-Lun, ainda dá pra ver várias coisas infantis no que ele faz, talvez por conta do trauma e da situação de rever amigos antigos, essas coisas tragam algo a sua memória.

Em alguns episódios vemos mesmo que o acidente deixou ele traumatizado e percebemos que ele ainda está decidindo entre ser o antigo Danny ou o Punho de Ferro, pois ele até repete sem parar suas missões, mas não vemos nas ações dele essa convicção, que descobrimos o porque alguns episódios para frente.

No meio da história ainda temos a participação de Claire, que pelo que já foi colocado vai ser a ponte de ligação entre nossos heróis todos (Luke, Jéssica e Matt). Ela tem grande importância e pra mim a melhor arma de mão (se você assistiu, sabe qual estou falando). Legal que com o passar das temporadas e das participações dela, vemos a evolução do personagem e no que ela está se tornando.

Vamos aos pontos que eu não gostei: o fato da pessoa sumir por 15 anos e voltar sabendo mexer em computadores, celulares, manjando tudo de uma vida que ele nunca viu, nem passou perto. Já é um super administrador e hacker. Esses monges eram bons mesmo, porque até dirigir ele consegue.

Outra, se o cara foi treinado por monges desde criança, dedicando-se 24h por dia para isso, o que explica ele apanhar de qualquer “zé segurança” que aparece na frente dele? Ele tinha que ser quase um Demolidor gente, o que na verdade não é.

Ao longo da história temos algumas viagens dos personagens, mas que são tão rápidas que parece teletransporte. Achei que essa passagem de tempo poderia ser melhorada, provavelmente coisa de edição e roteiro que poderiam ser melhores.

No fim das contas, Punho de Ferro não é uma série ruim, mas com o ritmo um pouco mais lento ela exige um pouco mais de paciência pra se assistir. E você, assistiu Punho de Ferro? O que achou? Conta aí nos comentários!