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Coisas que aprendi com Sailor Moon

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falei sobre as marinheiras da lua aqui algumas vezes, porque cresci assistindo este anime e até hoje ele é um dos meus favoritos, pelo tema, personagens e pela nostalgia. Algumas pessoas podem se perguntar o que tem demais, então hoje vim contar pra vocês coisas que aprendi com Sailor Moon.

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Enfrentar os problemas de frente

Quando algum vilão vinha para destruir com a Terra ou a prova de matemática estava perto, não dava pra começar a chorar. O melhor a se fazer é analisar a situação e enfrentá-la, com coragem e determinação.

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Dá pra ser forte e feminina

Quem disse que ser mulher é sinal de fraqueza? Nossas guardiãs provaram em todos os episódios que dá pra usar salto, saia, presilhas no cabelo e esmalte pra salvar o dia.

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Cultivar amigos é importante

Sozinhos não fazemos muita coisa neste mundo, então tenha sempre amigos por perto. Eles te dão ânimo e força para lutar todos os dias um pouco mais.

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Confie em você

Pode ser difícil, pode exigir demais de nossa cabeça, mas confie em você! Uma boa auto-estima faz bem e te leva mais longe.

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Ser bobo é bom

Encarar a vida de maneira séria demais é uma besteira. Tudo passa, tudo faz parte dessa jornada, então porque não rir da vida e dos nossos tropeços?

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O amor nos deixa mais fortes

Acho que não preciso nem comentar este né?

E vocês? Já assistiram Sailor Moon? O que vocês aprenderam com nossas queridas guerreiras?

Ilustração de Quinta – Black Lady

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Quando eu coloco que quero desenhar alguma coisa específica na cabeça, a ideia fica lá até eu conseguir jogar pro papel. Foi o caso dessa Black Lady (personagem do mangá da Sailor Moon). Depois de alguns testes de posição e mais de três horas pra finalizar até o último pontinho branco, olha ela aí prontinha.

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Ainda estou brigando muito com essa coisa de “achar um estilo”. Leio muito sobre ilustração e busco referências com muitos artistas, mas a coisa é difícil viu? Apesar disso, sigo firme da luta e desenhando sempre.

Materiais utilizados: Aquarela (Windsor & Newton e Lukas), brush pen da Pentel, lápis de cor Prismacolor e caneta gel branca. O papel é um Lukas 180 g pra aquarela.

Interessou? Pode comprar a ilustra pronta ou fala comigo e faz sua encomenda. É só mander e-mail para chell.cottone@gmail.com.

Ilustração de Quinta #156

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Já faz um bom tempo que fiz este desenho, mas só agora vocês vão conferir ele inteirinho. Fiz em um resto de papel que tinha aqui em um dia que estava a fim de desenhar alguma fanart. Quero muito tentar sair de referências de mangá nos meus desenhos, mas como é difícil! Tento pegaar referências, soltar mais o traço e usar sketches rápidos pra sair desse vício, quem sabe um dia?

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Pra fazer essa ilustração eu usei aquarelas e pincéis da Windsor & Newton, guache branco da Lukas e caneta gel branca. O papel também é da Lukas e é próprio pra aquarela. O que vocês acharam?

A Princesa e o Piloto (2011)

Ainda no ritmo de “Anima Mundi”, que encerrou sua edição itinerante, aqui em Curitiba, vamos comentar sobre o longa-metragem exibido ontem ao final do evento. Hoje, no Chocottone, vamos falar um pouco sobre “A Princesa e o Piloto” (To Aru Hik?shi e no Tsuioku).


Com a proximidade da guerra entre dois reinos, após um ataque em seu castelo, a Princesa Fana Del Moral, numa missão ultrasecreta, é enviada a uma viagem de aérea para um local seguro. Encarregado desse trabalho, o piloto mercenário Charles Karino conduzira o hidroavião de reconhecimento Santa Cruz, um dos modelos mais rápidos.


No entanto, para alcançarem o seu destino, onde a Princesa encontraria seu noivo, o trajeto consiste em atravessar 12 mil quilômetros em território inimigo, desse modo, apenas havendo a cooperação entre os dois, conseguirão concluir a viagem. Nesse momento você pensa que a Fana poderia ser alguém mimada, como muitas personagens assim de filmes de Sessão da Tarde, no entanto, é justamente o contrário, ela é bem colaborativa, e até um pouco atrapalhada.


O foco da narrativa acaba sendo mesmo nas conversas entres os dois sobre as imposições de colocações sociais, o que a incomoda muito, e ele que tem por habito tolerar as zombarias que sofre pelas suas origens não nobres, como se fosse de uma casta muito baixa. De certo modo, o filme me lembrou muito o livro “A Última Princesa”, do Fábio Yabu, mas de um modo mais generalizado dados os personagens da animação.


Mesmo sendo um às dos ares, Charles acaba sendo atingido durante uma das perseguições, o que acaba ocasionando um ponto de virada interessante na história, que mostra um lado de Fana, o qual ela gostaria de poder viver mais aquela maneira. É uma sequência bem bobinha, mas bonita, enquanto estão na ilha, e creio que também uma das partes mais divertidas.


Jun Shishido já trabalhou como animador no anime “Sakura Card Captors”, Diretor em “X”, além do trabalho em “Rizelmine”. A produção tem todas as características desse tipo de produção, com cenários de beleza ímpar para sua finalização, além da narrativa dramática. O filme mostra muito sobre preconceito, e lições de dignidade, principalmente quando a princesa comenta sobre sua infância, e o que aprendeu com a mãe do piloto. Mas no geral, achei bem raso tudo isso. Sobre as cenas das batalhas áreas, ficaram bem intensas, e me lembraram muito “Sky Crawlers” e até “Macross Plus”.


“A Princesa e o Piloto” foi baseado na fantasy light novel – de nome homônimo – com autoria de Kokuro Inamura, tendo a produção pela parceria entre os estúdios TMS Entertainment e MadHouse (que já comentamos aqui, quando falamos de “Redline” e “A Garota que Conquistou o Tempo”). Ficou em 3º lugar, no Rio de Janeiro e em São Paulo, na categoria Melhores Longas Adultos. É um desenho de visual muito bonito, uma história simples onde você fica torcendo pela união dos protagonistas, trilha bacana, e fica por aí mesmo.


Por hora, encerramos por aqui, e um bom final de semana para todos.
Ateh!