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Selkirk, el verdadero Robinson Crusoe (2012)

Depois de um breve inverno, com o computador fora de atividade, retomando as indicações de animações. Para hoje comentaremos um pouco desse longa metragem argentino “Selkirk, El Verdadero Robinson Crusoe”.


Numa noite, em uma taberna de uma cidade portuária, encontramos alguns piratas comentando sobre a busca de um tesouro perdido, o qual muitos piratas já foram atrás mas nunca conseguem atravesar o temível Cabo de Hornos. Contudo, o jovem Selkirk possuí mapas que são seu trunfo para essa empreitada.
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Um Gato em Paris (2010)

Aproveitando o feriado, um filme mais leve, e também que concorreu ao Oscar de longa-metragem animado desse ano. Vamos falar um pouco dessa produção francesa dirigida por Jean-Loup Felicioli e Alain Gagnol e que dentre as empresas envolvidas, contou com a presença France 3 Cinéma (mesma de Persépolis), essa aventura desprentensiosa: “Um Gato em Paris” (“Une Vie de Chat”).


Começamos o filme, presenciando um assalto num museu, onde o meliante tem como parceiro um gato. Nesse primeiro momento, não sei porque o ladrão me lembrou muito o “vilão” de “12 Homens e Outro Segredo”. Mas enfim…



Amanhece na cidade e percebemos que o mesmo gato mora com a pequena Zoé, mas até então não é explicado a conexão entre os personagens. O que ficamos sabendo que a criança tem problemas de relacionamento com sua mãe, e devido a um incidente, mantem-se calada o que dificulta ainda mais a situação familiar, e apenas o gato Dino parece entender a menina.


Jeanne, a mãe, é delegada de polícia e está tentando prender o assassino de seu marido, tentando capturar o criminoso Victor Costa, o qual pretende realizar uma nova tentativa de roubo do Colosso de Nairóbi. Devido a isso, a menina passa mais tempo com Claudine – a empregada – e ela não consegue dar atenção a sua filha, enquanto não se livrar dessa assombração que lhe persegue.



A narrativa se desenvolve focando, na verdade, a aventuras do Dino, já que de dia ele fica em companhia da pequena Zoé, e a noite ao lado de Nico, autor de diversos roubos que a polícia esta investigando, percebemos as diversas aventuras que podem acontecer na vida desse felino ao longo de um mesmo dia.

Quando haviam anuciando os indicados ao Oscar, lembro que não conhecia esse longa metragem, e inclusive não tinha me chamado a atenção, tanto que nem sei o que me fez assiti-lo essa semana. Mas foi uma produção que não me arrependi… Primeiramente, o que chamou a atenção foi justamente esse traço particular da animação. Já nos primeiros minutos, me senti como se estivesse lendo os livros infantis que lia na escolhinha, que ao mesmo tempo trouxe um visual tão nostálgico, como uma sensação aconchegante de assistir ao filme.




Outra questão técnica a ser comentada, é o detalhe dos contornos coloridos e não pretos como comumente são. Isso já torna mais leve o visual e confortavel aos olhos, além de mais amigável para o público infantil. Assim como a própria trilha sonora, que remete a desenhos animados antigos, algo que lembre muito um jazz.



A sequência em que Nico corta o cabo de luz da casa em que estão os bandidos, é espetacular, o modo como traduzir em traços tal situação. Sinceramente uma das boas sacadas que fazem valer, ainda mais, assistir ao filme. O que me surpreendeu no final, literalmente, foram os créditos com uma liguagem que me lembrou os créditos de “Prenda-me se for Capaz”, e uma música como a dos filmes da Marvel.


Ao começar o filme, fiquei tentando entander se o título se referia ao bichano, ou ao larapio. Mas na verdade, acho que pode se referir tanto a um, como ao outro, ou – ainda – a ambos, hehe. “Um Gato em Paris” com certeza é uma boa pedida para esse feriado, ainda mais que o filme é de apenas 1 hora, então você não tem desculpa para não vê-lo.


Bom feriado para todos.
Ateh o/

Rio (2011)

E na sexta-feira passada estreou “Rio”, a nova animação de Carlos Saldanha produzida lá nos Estados Unidos pelos estúdios Blue Sky. Os mesmo da trilogia “A Era do Gelo”.  Ao longo dessa semana já tivemos muitos comentários daqueles que gostaram, e daquela que… gostaram um pouco menos, hehe.


O longa metragem tem como protagonista o personagem Blu, o último macho da espécie de araras azuis. Ele é capturado na sua infância e levado para o Canadá, onde é criado pela humana Linda e vive numa mordomia melhor do que muita gente por aí. Tudo isso muda até a chega de Túlio (personagem dublado por Rodrigo Santoro), o qual viajou para levar o Blu devolta para o Brasil e acasalar com a última fêmea da espécie. Rola aquela discução básica de que é um absurdo, mas sabemos que ele acaba voltando. Ao chegar no centro de estudo das aves, no Rio de Janeiro, Blu conhece Jade (dublada originalmente pela Anne “Mulher-Gata” Hathaway *-*) e descobre que ela quer fugir. Contudo, antes disso acontecer, os dois são sequestrados por contrabandistas de aves silvestres e está armada a confusão.


Ao decorrer da narrativa, eles conhecem outros pássaros característicos do nosso país, e todos com sua ginga brasileira, dentre eles o tucano Rafael, o canário Nico (um dos meus personagens favorito, hehe. E foi recebeu a voz do Jamie Foxx), seu parceiro o cardeal Pedro e o vilão Nigel, uma cacatua. Os recursos gerados pelos equipamentos da Blue Sky não deixam nada a desejar e apresentam um filme de qualidade visual sensacional, cores estontêantes e vivas além de uma trilha sonora espetacular – com participação de Carlos Mendes, Will I.Am (hã?), Bebel Gilberto e outros – essa que em ambas versões, em inglês e em português, ficaram muito boas.

A animação é divertida e os pais podem levar os filhos sem preocupação nenhuma. O roteiro simples com apresentação de personagem, conflito, superação e fim mostra um desenrolar simples sem muitas reviravoltas, nada muito audacioso, talvez para terem controle da situação. No entanto, durante entrevistas na época de divulgação do filme, Carlos Saldanha disse que pretendia realizar um filme falando do Brasil, feito por um brasileiro, tratando-se do ritmo contagiante, as paisagens turistícas que fazem você realmente querer ir pra Cidade Maravilhosa, ele acertou em cheio. Não tem nada de errado em mostrar o Pão-de-Açúcar, Cristo Redentor, as praias e o desfile das escolas de samba na Sapucaí, afinal, estamos falando do Rio. Mas não é o que sempre mostram? O diretor acabou optando pela via mais fácil para representar o nosso país, apresentando algo que não inova do arroz com feijão que os estrangeiros já conhecem. As próprias reportagens nacionais ainda dão destaque para os atores estadounidenses que emprestam as vozes aos personagens animados, e no Brasil se limitam a dizer que a FOX solicitou uma equipe de dubladores profissionais. De qualquer forma, vemos, ou melhor, ouvimos Mauro Ramos (nosso já conhecido Pumba, em “O Rei Leão”; Sully, “Monstros S.A”) na voz de Pedro, Alexandre Moreno (Gato de Botas em “Shrek 2”; Síndrome, o vilão de “Os Incríveis”) interpretando Nico  e na versão brasileira a voz da Jade é de Adriana Torres (Estrela Negra, em “Jovens Titãs”; Heather, em “A Ilha dos Desafios”), dentre outros que podem ver a listagem clicando aqui http://www.adorocinema.com/filmes/rio/ficha-tecnica-e-premios/ . Uma pena porque são profissionais que dedicaram seu trabalho as nossas lembranças e damos, muitas vezes, mais atenção a alguém de fora.


Rio é uma produção muito legal, porém não foge muito da produção da Disney, “Alô Amigos” (1942), onde a equipe de animadores veio para o Brasil – também – e criaram o Zé Carioca, o papagaio malandro, alegre e que adorava pinga. Retrataram o povo da Bahia, como Saldanha retrata os cariocas, agora. Com certeza será mais um dvd na minha coleção, Carlos tem seus méritos pelos resultados de seus trabalhos, isso é inquestionável, tanto que o filme atingiu uma das melhores bilheterias de estréia no gênero. Mas, enfim, ele não foi muito além do que um diretor yankee teria ido se tivesse passado o feriado de Carnaval por aqui.


Então é isso, bom final de semana para todos. o/

Biografia, ou não, de Sandra Bullock

Nossa faz tempo que não coloco uma biografia por aqui! Bem, como adoro todos os filmes que essa atriz fez e acho ela super engraçada e simpática, resolvi falar dela, a vencedora do Oscar de melhor atriz deste ano: Sandra Bullock.

Nascida em 26 de julho de 1964, em Arlington no estado da Virgínia, filha de mãe cantora de ópera, o que levou ela e suas duas irmãs a viajarem sempre pela Europa, Sandra Annette Bullock vivia subindo nos palcos com sua mãe quando pequena, fazia pequenos papéis em que só aparecia rapidamente no palco. Quando ela fez 10 anos a família voltou para Virgínia, ela terminou o colégio, onde foi líder de torcida e ganhou prêmio como a mais simpática, e se formou em Teatro na East Carolina University, depois se mudando para New York em busca de uma carreira de atriz. Lá ela trabalhava como garçonete e fazia aulas de teatro,

Começou a carreira interpretando uma bela e assanhada sulista na produção Broadway No Time Flat, em 1988 e por causa da notoriedade que conseguiu pela crítica conseguiu um agente que batalhou para ela um primeiro papel na TV, a bordo de um programa especial reunindo a Mulher Biônica e o Cyborg, o Homem de Seis Milhões de Dólares, dois personagens ainda muito populares naqueles dias.

Depois ela se mudou para Los Angeles e pegou um papel secundário num filme para TV, The Preppie Murder, com William Baldwin. Fez ainda vários filmes de orçamentos menores, como Fire in the Amazon e Who Do I Gotta Kill.

Chegou ao cinema na comédia romântica Poção do Amor N.º 9 e fez par romântico com Sylvester Stallone em 93 em “O Demolidor”, o que proporcionou que ela conseguisse o papel em “Velocidade Máxima”, que foi um sucesso, com um faturamento de mais de 120 milhões de dólares.

Depois vieram mais filmes como, “Enquanto Você Dormia”, mais um sucesso, mostrando a todos que Sandra poderia ser bem engraçada.

Depois vieram “A Rede”, “Corações Roubados”, que foi mal criticado, e não durou muito nas telas, “Tempo de Matar”, “No Amor e na Guerra” e “Velocidade Máxima 2”, só que esse segundo filme foi um redondo fracasso. Com isso ela criou sua própria produtora, a Forti’s Films e produziu o filme “Quando o Amor Acontece”, um sucesso modesto dirigido pelo também ator Forest Whitaker.

Sandra também fez o roteiro e dirigiu o curta “Making Sandwiches”, apresentado no Festival de Cinema de Sundance. Atuou em seguida em “Da Magia à Sedução”, “Forças do Destino”, ao lado do galã Ben Affleck e emprestou sua voz a Miriam, personagem do desenho “O Príncipe do Egito”.

Em 16 de julho de 2005, se casou com o construtor de carros e motos Jesse James proprietario da oficina West Coast Choppers, que ficou famoso por ser o lider do programa Monster Garage, exibido pelo Discovery Channel. Em março de 2010 foi anunciado o divórcio do casal, após uma série de amantes de Jesse virem a público.
Em abril de 2010 a atriz revelou que adotou um bebê com Jesse em janeiro do mesmo ano, mas só revelou em abril após os escandâlos envolvendo o casal, Sandra continua o processo de adoção como mãe solteira.

Em 2009 Sandra protagonizou dois filmes que marcaram sua volta ao cinemas: “A Proposta” e “Um Sonho Possível”, que fizeram com que ela ganhasse o Globo de Ouro de “Melhor atriz (drama)” e o Oscar.

Eu simplesmente ADORO os trabalhos dela, principalmente o primeiro “Miss Simpatia” que me faz rir horrores! É visível como ela cresceu na profissão e também no modo de atuar, os papéis crescem com ela e acho isso muito legal! E vocês o que acham dela?

Fonte: Wikipédia