aventura

Leitura: Castelo de Cartas – Rei – Camila Loricchio

Capa do Livro Castelo de Cartas volume 3, Rei

Sinopse

Tensão, mistério e o tempo escorrendo como areia em uma ampulheta. Nesse último livro da Trilogia das Cartas começa a última e mais importante caçada da vida das personagens. Beatrice e Jack se encontram separados dos companheiros. Frentes de busca são formadas. O desespero permeia o ambiente enquanto o tempo se esvai e cada passo perdido pode selar um destino infeliz. Em Castelo de Cartas – Rei temos o aguardado desfecho da história; depois de 8 anos de escrita, a trilogia chega ao seu fim, e a jornada de Beatrice também. Do site da autora.

Ilustração interna do livro Castelo de Cartas volume 3, Rei - Uma sombra de um adulto com outras duas pessoas menores ao lado

O que achei do livro?

A Camila, autora do livro, é minha conhecida de muitos tempos. Já falei sobre os outros dois livros dela – Dama e Valete – por aqui há um bom tempo atrás e ano passado ela colocou em prática um Catarse para lançar o terceiro e último livro da trilogia, o volume do Rei. Claro que eu não poderia ficar de fora e entrei logo na vaquinha.

Ao longo de tantos anos Beatrice amadureceu – assim como a escritora – e fica claro este crescimento. Por meio de um ritmo bem acelerado, que gera na gente uma sensação de urgência e ao mesmo tempo dá uma dinâmica gostosa ao livro, todos os personagens começam a se reunir para achar a personagem principal da história que desapareceu e ninguém sabe onde está. Eu demorei um pouco para me situar, afinal foram anos de diferença entre a leitura do segundo volume e deste agora, mas logo peguei o jeito.

Senti muita falta de ver e ler mais sobre a Beatrice, mas no final tudo foi esclarecido e eu achei um desfecho digno para uma história de fantasia.

Se você se interessou pela história, compre os livros da Camila pelo site do Coletivo Editorial.

Assistir: Hwarang (2016)

Hwarang, o dorama cheio de beleza

Cartaz de Hwarang

Sinopse

A rainha Ji So administra Silla desde a morte do rei. Ela manteve seu filho longe do trono para garantir a segurança dele, mas a paciência do garoto e dos nobres à sua volta está acabando. Para proteger o rei dos dissimulados nobres, Ji So reúne um grupo de jovens e belos guerreiros, conhecidos pelo povo como Hwarang.

O líder dos Hwarang é Moo Myung, um jovem de família simples que se tornou um lendário guerreiro e vive como se não houvesse amanhã. Com a determinação de um cão e a liberdade de um pássaro, ele fará o que for necessário para proteger a mulher que ama.

Go Ah Ra é uma mestiça que trabalha duro para sustentar sua família, mas consegue se manter focada e animada apesar das dificuldades. Além de médica dos Hwarang, ela também é a dona do coração de Moo Myung.

Park Hyung Sik é o filho da rainha e herdeiro do trono, que viveu uma vida solitária. Ele se esconde para evitar ser assassinado, mas está impaciente para ocupar o trono, e isso o leva a se tornar um Hwarang com o objetivo de eliminar os nobres que ficarem em seu caminho.

Eles e os outros Hawang lutarão para que a ganância dos nobres de Silla não contamine o trono – isto é, se as lutas deles próprios não interferirem.

Hwarang é baseado na história real do grupo de guerreiros de elite que foi formado por volta do século X, em Silla. Embora tenham sido conhecidos apenas como belos guerreiros no começo, a lenda dos Hwarang cresceu muito na Coreia, e hoje eles são considerados como respeitados heróis.

Os Hwarang se apresentam

O que achei de Hwarang?

Apesar de ter no elenco vários atores que eu adoro, como Park Hyung Sik (Strong Woman Do Bong Soon), Hwarang foi um dorama bem fraco e ficou bem abaixo dos que eu estava assistindo. Foi até bem penoso terminar de ver, mas no fim eu até que me diverti.

A Ro foi uma protagonista muito fraca. Sem atitude e chorona demais, aqui a gente gosta é de ver mulheres que vão atrás das coisas como A princesa Sookmyung por exemplo, que apareceu lá pro meio da história e ficou mais interessante que a mocinha.

A Ro e sua amiga
A Ro e Soo Yeon

Sam Maek Jong é o melhor que acontece para o dorama. Apesar de ser um personagem mais secundário, o rei rouba a cena do nosso mocinho Moo Myung e acaba sendo uma das melhores coisas da história. Ele cresce muito como personagem e toma conta a coisa toda.

Rainha Jiso
Rainha Jiso

No resumo de tudo, até me diverti assistindo Hwarang, mas indicaria outros para as pessoas, passou longe de ser um dos meus preferidos. E você? Já assistiu?
Se você quiser assistir este e outros doramas, indico muito o Drama Fever.

Leitura: Jogador Número 1 | Ernest Cline

Empolgue-se com Jogador Número 1

Jogador Número 1

Joguei no Facebook sem querer nada em troca que eu queria dica de livros pra ler, coisa leve, divertida e bem gostosinha mesmo. Um amigo jogou este livro fiquei intrigada, já sabia que tinha um trailer do filme rolando na internet. Não assisti o tal trailer, mas a coisa deveria ser boa já que um filme estava sendo gravado e resolvi dar uma chance, e foi a melhor coisa que eu fiz.

Sinopse

Um mundo em jogo, a busca pelo grande prêmio. Você está preparado, Jogador número 1?
O ano é 2044 e a Terra não é mais a mesma. Fome, guerras e desemprego empurraram a humanidade para um estado de apatia nunca antes visto.
Wade Watts é mais um dos que escapa da desanimadora realidade passando horas e horas conectado ao OASIS – uma utopia virtual global que permite aos usuários ser o que quiserem; um lugar onde se pode viver e se apaixonar em qualquer um dos mundos inspirados nos filmes, videogames e cultura pop dos anos 1980.
Mas a possibilidade de existir em outra realidade não é o único atrativo do OASIS; o falecido James Halliday, bilionário e criador do jogo, escondeu em algum lugar desse imenso playground uma série de easter-eggs que premiará com sua enorme fortuna – e poder – aquele que conseguir desvendá-los.
E Wade acabou de encontrar o primeiro deles.

Filme Jogador Número 1Imagem do filme

O que achei

Apesar de ser um livro YA (Young Adult), ele se mostrou de cara um livro bem divertido e LOTADO de referências da época das pessoas que estão trintando por esses tempos, tipo eu. Desde jogos de vídeo game (Atari e até pinball), filmes(Monty Phyton!) e músicas (Rush, Ac/Dc e por aí vai) até um pouco de moda. Anos 80 do começo ao fim.

No primeiro capítulo já sabemos que Wade – personagem principal – vai ganhar a corrida, mas de maneira alguma isso atrapalha a leitura e você fica simplesmente vidrado querendo saber COMO. Isso consome a curiosidade do leitor e vamos correndo com ele pelas páginas até o fim da aventura, que eu afirmo aqui: me empolgou MUITO.

A vida dentro do OASIS faz todo mundo se esconder e parecer quem quer ser, o que faz com que o livro apresente críticas sobre imposição de padrões de beleza, racismo e até machismo. Tudo de leve, mas que eu não consegui deixar de ficar feliz em ver alí num livro para jovens.

Fazia tempos que não ficava tão vidrada em uma história e não via a hora de chegar em casa ou pegar o ônibus pra ler. As referências são bem contadas, quem tem elas na cabeça vai adorar mais ainda por se identificar com tudo que está sendo mostrado. No momento que algo me deixava fazendo perguntas estranhas sobre o livro, o autor ia lá e respondia as dúvidas, assim as lacunas que surgiam pra mim já iam sendo respondidas e tudo ia ficando bem.

Se você procura um livro pra te empolgar, este pode ser uma boa opção. Se você já leu, o que achou? Ele também te empolgou tanto assim?

Assisti o trailer do filme e estou bem empolgada, ainda mais se tratando de Steven Spilberg. Só me resta esperar.

Assistir: Os Defensores (2017)

Os Defensores na Netflix

Os defensores juntos na foto

Sinopse

Os Defensores é uma série americana criada para Netflix, baseada na equipe homônima da Marvel Comics. Ela está situada no Universo Cinematográfico Marvel, compartilhando a continuidade com os filmes da franquia e é a conclusão de uma série de shows feitas pela Marvel e Netflix.

O que achei

Quando a história já começa com o Punho de Ferro sendo quase um “principal” de toda a história eu já fiquei meio chateada. Ele foi, pra mim, um dos piores heróis da Marvel até hoje, felizmente o roteiro foi melhorando com o pano de fundo principal sendo o do Matt, tentando se encontrar no mundo dos heróis, o eterno dilema do “sou não sou” e “minha religião não permite”.

Acho que esse dilema dele poderia ter sido bem mais explorado, teria deixado a temporada mais densa e com mais conteúdo, mas não sei se isso deixaria a história muito mais cheia de coisa e tinham poucos episódios.

Luke, Jessica e Matt rindo no metro
Gostei muito da participação da Sigourney Weaver, foi uma surpresa e os figurinos dela estavam muito condizentes com a personagem.

Também foi bacana a reviravolta toda da história, as cenas de luta (ok, aquela da Jessica entrando e atropelando ficou meio estranha) e no geral eu gostei bastante. Pra mim a ordem ficou assim: Demolidor> Jéssica Jones > Os Defensores > Luke Cage > Punho de Ferro.

E vocês, assistiram? O que acharam?

Os quatro conversam em uma mesa