“Durante 20 anos, Walt Disney (Tom Hanks) tentou adquirir os direitos de Mary Poppins da escritora australiana P.L. Travers (Emma Thompson), que sempre se recusou a vendê-los para que Disney fizesse “um de seus desenhos bobos”. Entretanto, a crise financeira faz com que ela tenha que negociar. Desta forma, Travers viaja até os Estados Unidos e passa a trabalhar juntamente com a equipe escolhida por Walt Disney para que Mary Poppins possa chegar às telas. Minuciosa e com muita má vontade, ela começa a encontrar problemas de todo o tipo. Como o contrato lhe dá o direito de cancelar a cessão dos direitos caso não concorde com a adaptação, Disney e sua equipe precisam aceitar seus caprichos para que o filme, enfim, saia do papel.”

Já vamos começar dizendo que esta tradução do título é ridícula. O original “Saving Mr. Banks” (Salvando Sr. Banks) diz muito mais sobre a história do filme do que o que foi utilizado no Brasil, mas isso não significa que o filme seja ruim, muito pelo contrário. Temos aqui um drama sobre a vida da Srta. Travers, uma mulher sempre mal humorada e que há 20 anos recebe propostas de Walt Disney para que um filme seja feito sobre seu livro. Achei bem bacana o esquema de flashbacks do filme, que tentam fazer você entender o porque de toda essa angústia e rancor que ela sente. Com uma fotografia agradável e com Tom Hanks assustadoramente bem parecido com Walt o filme me agradou bastante e me fez chorar. Se você pensou que poderia ser uma comédia por ter Disney no meio, veja com carinho.

 

 

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