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Três Espiãs Demais! O Filme (2009)

Sim, é isso mesmo. Hoje iremos comentar aqui no Chocottone sobre esse longa metragem que foi baseado em uma série de animação. Para o cardápio de hoje: “Três Espiãs Demais! O Filme” (Totally Spies! Le film).


O filme começa contando como as três jovens: Sam, Alex e Clover, chegaram a Beverly Hills. As jovens começam a passear procurando lugares de seus interesses particulares, como livraria, academia e lojas, e se familiarizarem com o lugar. No entanto, escondido, Jerry resolve testa-las para ter certeza que serão ideias para receberem o treinamento e se tornarem espiãs, definitivamente. Então é iniciada a “Operação Sushi”. Nesse momento, fazia tempo que não assistia aos episódios, lembrei como aconteciam situações non-sense.
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Diablo III: Wrath (2012)

Semana fervendo no país, greve nas instituições federais de ensino coincidindo com o lançamento do game Diablo III… Bom, teorias da conspiração a parte, e não cabe o mérito da discussão sobre a situação acadêmica – nesse momento – o assunto aqui é mais uma animação que foi realizada para divulgação de uma jogo digital, hoje no blog: “Diablo III: Wrath”.

A narrativa nos apresenta o duelo entre anjos e demônios, onde deixam de ter aquela aparecia de seres belos com asas de plumas, para serem praticamente paladinos voadores. São apresentados alguns dos principais anjos dos primórdios do confronto entre a luz e as trevas, até enfrentarem o próprio Diablo.

A dinâmica do curta, e esse ritmo de prequel, é um dos fatores que fazem você entrar no clima da batalha e querer saber as consequências após a conclusão da batalha principal.



A parceria entre a empresa do jogo Blizzard e o estúdio Titmouse Inc. (“Avatar – A Lenda de Aang” e “G.I. Joe: Resolute”), com a direção do sul coreano Peter Chung, que já trabalhou em “Rugrats – Os Anjinhos” (nossa… que contraste para as outras produções), “Transformers – O Filme”, “Æon Flux”, na série animada original das Tartarugas Ninja, entre outras produções animadas seriadas, mostra esse resultado que acabou empolgado toda a equipe, que mesmo em tempos de tantos efeitos especiais, é bacana ver no Making Of, diversos desenhos rabiscados, e animatic ilustrados – mesmo que alguns diretamente no meio digital.



Não é de hoje que comentamos sobre produções animadas que foram lançadas paralelamente com o intuíto de promover algum game, que muitas vezes acabam sendo muito bacanas, como visto em “KOF: Another Day” ou “(Super) Street Fighter 4”. No caso, Diablo III: Wrath me lembrou – e muito – “O Inferno de Dante – Uma Aventura Épica” que comentamos em outra ocasião, sejam por seus traços, por sua paleta de cores, ou mesmo sua temática. Creio que essa proposta possa ser bastante desafiadora, a quem se propõe a produzir por questões de como lidar com essa adaptação da narrativa, uma vez que no game você que conduz o decorrer da história, enquanto numa animação o expectador torna-se quase que um cúmplice dos acontecimentos.


Enfim, não sou fã do game e por isso estou fora dessa vibe toda que está acontecendo… No momento, quando surge algum momento de entretenimento minhas horas são voltadas aos jogos “Street Fighter x Tekken” e “Rayman: Origins”, haha!

Para quem estiver em Curitiba, semana que vem, estarei apresentando a palestra de Animações Brasileiras e ministrando a Oficina de Stop-Motion, no Algures 7 – A Semana Acadêmica de Design da UTFPR, que acontecerá mesmo com a greve dos professores.

De resto, bom final de semana para todos!
Ateh o/

The King of Fighters: Another Day (2005)

Final de semana, com feriado prolongado, pelo menos por aqui. Então vamos falar um pouco sobre esse mini-série animada que curti bastante: “The King of Fighters – Another Day”.


Como noutras animações comentadas aqui no Chocottone, essa animação é baseada, também na série de jogos de luta (fighting games) de mesmo nome King of Fighters, ou simplesmente KOF. A franquia iniciou-se em 1994 sendo um grande crossover de personagens de diversos games da SNK, onde ao invés de lutas um contra outro, eram compostos trios que se enfrentavam. O bacana são as particularidades entre alguns personagens, que quando se confrontam, antes das lutas possuem diálogos pessoais com o oponente.

Screenshots dos jogos: KOF’94, KOF’2000 e KOF’XIII

Bom, a história da mini-série animada acontece entre os games KOF: Maximum Impact e KOF: Maximum Impact 2, interligando os jogos, porém, segue uma linha paralela da cronologia original. Enfim, é bem vinda de qualquer forma por ter diversos personagens clássicos dos jogos. Detalhe, que o game é em 3D e a animação em 2D, que ficou muito bom.

Comparação de estilos dos personagens Soiree e Alba


Todos os acontecimentos, divididos nos 4 episódios, são simultâneos, porém, cada capítulo tem a narrativa em algum local da cidade “South-Town”. O primeiro foi lançado em Dezembro de 2005, e os seguintes vieram mensalmente até março de 2006. Logo, temos o episódio1, All Out, onde a cidade aparece em chamas devido a um incêndio clandestino, de cara vemos os protagonistas da linha Maximum ImpactAlba e Soiree – e os personagens tradicionais: Iori Yagami, Mai Shiranui e Athena. No episódios 2, Accede, o foco é no personagem Rock Howard, que vem a ser um filho adotivo de Terry Bogard. Poderia escrever um post apenas sobre essa relação entre o herói de Fatal Fury, e o filho de seu arqui-inimigo, Geese Howard, mas não vem ao caso. Já o episódio 3, In The Dark, tem a presença dos meus trios favoritos, o Ikari TeamRalf Jones, Clark Steel e Leona – e o time do KMaxima, Whip e a Kula. Por fim, no episódio 4, com a presença de Kyo Kusanagi e Ash, All Over, como o próprio título sugere, tudo se resolve: as causas do incêndio, o porquê de estarem na cidade, mas não chega a ser um desfecho completo, justamente por ser um prelúdio do próximo jogo.


KOF: AD, tem uma abordagem interessante e ritmo de aventura bem dosado. Aos fãs dos jogos, é muito legal vê-los aplicando os golpes que fazemos nos joysticks (ou mesmo nos manches do arcade, porque joguei muito desses em casas de fliperamas no final dos anos 90). Cada capítulo tem, aproximadamente, 10 minutos, então, ao final de assistir a todos você fica com aquele gostinho de quero mais.


Bom, o tema fica por conta da música “Regret” – Dakota Star, que não deixa devendo nada. E é isso ae, minha gente, bom final de semana para todos.
Logo mais tem mais.
Ateh. o/

(Super) “Street Fighter IV (2009)” (2010)

Street Fighter IV (2009)

Como vimos com o jogo “Dante’s Inferno”, quando Street Fighter IV foi lançado para os consoles dométicos em 2009, aproveitaram para lançar um longa metragem animado “Street Fighter IV – Arata Naru Kizuna”, produzido pelo Studio 4ºC ( “Memories (1995)”, “The Animatrix – Kid’s Story (2003)”, “Transformers Animated (2008)”), para introduzirem a nova personagem da série Crimson Viper.


A introdução da animação tem um suspense digno dos bons tempos de LOST! O que vemos é uma misteriosa emissão de energia, a qual o departamento militar que a Cammy é integrante, o Delta Red, detecta e pretendem descobrir do que se trata. Em paralelo, Guile e Chun-li também está investigando um misterioso desaparecimento de lutadores mundiais. Logo, desconfiam da Shadaloo, a qual não havia confirmação de ter sido destruída (após os acontecimentos de SFII).

Enquanto isso, Ryu, confronta seus próprios temores em relação ao chamado “Satsui no Hadou”, o qual é conhecido nos jogos como “Dark Hadou”, que é algo quando eles ficam possuídos por uma força maligna, porém, gerando um poder ilimitado (nos games é quando o Ryu apareceu com um kimono cinza, olhos vermelhos, …). É o tipo de força que fez o Akuma/Gouki ser quem como é (como é apresentado noutra animação “Street Fighter Alpha (Zero): Generations (2005)”, mas não vamos discutir sobre isso). Bom, particularmente, esse tipo de coisa acho que é quando os caras azedam o molho e improvisam algo por falta de coisa melhor… Mas enfim… Sou mais os conflitos amorosos do Ken as eternas dúvidas da vida do Ryu, haha!

Voltando ao que interessa, esse poder é necessário para completar o projeto BLECE – o qual serve para expandir o ki do lutador –  que cientistas, coordenados pelo (novo) vilão Seth, chefe da organização S.I.N. , vem usando lutadores desaparecidos como cobaias. Logo, Guile, Chun-li e Cammy resolvem partir em busca de Ryu – já que ninguém nunca sabe onde ele está.

A trilha sonora do desenho é muito legal, a composição das faixas se aproximam bastante das do game, fazendo um elo perfeito e complementar entre as narrativas.

Super Street Fighter IV (2010)


Apostando na mesma receita, ao ser lançado o upgrade do jogo intitulado como Super Street Fighter IV, a produtora Gonzo lançou outro OVA – com o nome homônimo ao do game – que saiu exclusivamente para os possuidores de XBOX 360, pois esse era baixado pela LIVE, o qual, por sua vez, apresentaria a história da personagem Juri.
Animação tem cerca de 30 minutos de duração, e pelos trailers deixou um pouco a desejar. Na história vemos a personagem recebendo o implante do olho-cibernético, para ela ter controle da sua BLECE (dessa vez via o projeto Feng-Shui)o qual eleva sua força de ataque, tornando-a com uma percepção mais rápida em relação os movimentos do adversário além das famosas magias, hehe.


Sob as ordens de Seth, Juri é enviada para atacar o QG de M. Bison e sequestrar as seguranças pessoais para que sejam cobaias de experiencias. Nesse confronto, o trio Guile, Chun-li e Cammy, perseguem a desordeira a fim de descobrirem do os planos maquiavélicos e, também, de onde ela veio.


O desenho animado deixou a desejar, tanto na história como no resultado gráfico. Enquanto SFIV tem um bom resultado em quadro chaves e poucas falhas na interpolação, o seu sucessor foram poucas cenas que ficaram com uma qualidade realmente boa. Numa avaliação nesse sentido, 1 a 5, o primeiro poderia ficar com 4,5 (no geral) o segundo com 3, quando muito 3,5. No que vale a pena? É bacana nesses sentido de compreender um pouco a história dos novos torneios…

Jogos de lutas sempre me falaram que não precisa de história, afinal, é pancadaria do começo ao fim, hehe. Mas acho que esse tipo de projeto pode ser legal pra mudar esse quadro e enriquecer um pouco as franquias para os fãs, afinal, SFII já completou 20 anos…

Enfim, sugestões pro final de semana.

Logo mais tem mais, ateh! o/