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Viagem: Museu de História Natural – Londres

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Entrada antiga com esqueleto de dinossauro.

O National History Museum (Museu de História Natural) de Londres, tem mais de 80 milhões de espécimes, muitos com até milhões de anos, e recebe mais de cinco milhões de visitantes anualmente. Foi fundado em 1881 e conta com muitas coleções de grande valor histórico, como as espécimes coletadas por Darwin. A arquitetura do lugar é maravilhosa, cheia de motivos botânicos e animais, combinando perfeitamente com o que tem ali dentro. A parte mais nova faz babar só de ver a escada rolante passar por um planeta.

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Planeta na área nova. Foto do Google.

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Esqueleto de dino da entrada.

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Fóssil gigante.

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Esqueletos de baleias e tubarões e simulações em tamanho natural de mamíferos.

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Detalhes da arquitetura do lugar.

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Esse dino fofo respirava e mexia as patinhas como se estivesse mesmo dormindo.

Sobre o passeio: Sabe criança no natal? Toda empolgada, maluca, ligada no 220v? Então, essa era eu dentro desse lugar. Tanta coisa magnífica, o lugar maravilhoso, cheio de dinossauros, fósseis, reproduções fiéis, coisas gigantes, crânios de homens pré-históricos, pedras vindas da lua… é de outro mundo. Fiquei imaginando eu criança em um lugar desse aprendendo sobre essas coisas, ia ter sido muito fácil de guardar.

Preço: Por incrível que pareça, é de graça!

Tempo de passeio: Gastamos uma tarde IN-TEI-RA, umas 3/4 horas e não deu pra ver tudo decentemente, mas já dá pra ficar maluco. Se quiser ver tudo direitinho, aconselho dividir o passeio em dois dias.

Estação de metrô próxima: Gloucester Road ou South Kensington.

Mais informações: http://www.nhm.ac.uk/.

Deu pra perceber que sou a doida dos museus, né? O que acharam desse? Foi um dos meus prediletos de Londres.

The Tudors – 1ª Temporada


The Tudors – Primeira Temporada – Rating: ★★★★☆
Eu sei que a série já foi, já acabou, mas eu estou vendo essa maravilha só agora. Na época(2007) não dei nada pra ela, mas aí, em um feriado chuvoso assisti 2 episódios da quarta temporada, e como sou ficcionada por história, eu TIVE que começar a ver!

The Tudors é uma série de drama baseada na história de Henrique VIII da Inglaterra. A série foi criada por Michael Hirst e é exibida nos Estados Unidos pelo canal Showtime, no Brasil é transmitida pelo Liv.

A série é produzida pelo canal Showtime, ou seja, canal pago nos EUA como andei lendo em um dos posts do Gabriel, com isso vários tipos de sensura não são feitos e cenas mais fortes de sexo e violência são exibidas na série, mas nada exagerado.

No começo vamos conhecendo os personagens, Henrique VIII é o rei da Ingleterra interpretado por Jonathan Rhys Meyers, como eu adoro ele desde que o vi em “O Som do Coração” e como assisti primeiro o filme, isso contribuiu pra que eu me interessasse na série. Henry Cavill, o cara mais lindo dessa temporada, faz o amigo de Sua Majestade, o personagem Charles, mais tarde se casando com a irmã do rei. Maria Doyle Kennedy faz Catarina de Aragão, rainha da Inglaterra e como faz bem!! Ela realmente me convenceu que era uma rainha espanhola sempre altiva em suas ações. Natalie Dormer faz Ana Bolena, mais um motivo pelo qual resolvi assistir a série. Depois do filme “A Outra” fiquei viciada na história dela e da irmã. Sam Neill faz o cardeal, chanceler e Lorde Arcebispo de York, Thomas Wolsey e faz o papel com extrema perfeição.

Os cenários, as roupas, as cores, TUDO nessa série me encanta. A riqueza de detalhes é simplesmente exuberante, principalmente as roupas em tom MEGAMENTE vermelho dos cardeais, acho que nunca vi roupas TÃO vermelhas! hehe. Algo que me deixou surpresa foi ver uma relação homossexual na série, entre Tallis e William Compton, será que esses relacionamentos existiam nos anos de 1500-e-bolinha?

Meus episódios preferidos foram o sétimo (“Message to the Emperor”), em que mostra o sofrimento do reino e do rei com a propagação da “doença do suor” e o último, que tem a melhor cena de toda a temporada, a que Wolsey reza diante da cruz antes de seu final na série.

E vocês? Já viram? O que acharam?

Caderninho de Quinta #70

Hoje vou colocar duas historinhas! É que tenho muitas historinhas então, melhor começar a postar, né? Se não daqui a pouco terei mais historinhas que dias no blog! hahaha E como vocês estão gostaando delas, vou ver se posto mais de uma!

Pessoas que eu vi na praia e que eu desenhei enquanto pegava uma cor.

Os bichinhos que existem nas areias de Floripa

História das HQs

A história das HQs (Histórias em Quadrinhos) está diretamente ligada à evolução dos meios de reprodução da imprensa. Quando a reprodução de imagens começou a ficar mais fácil, começam a surgir ilustradores para trabalhar em jornais e revistas da época. Com a chegada do cinema, surgem as imagens quadro a quadro, e alguns ilustradores resolvem utilizar desta mesma idéia no papel, então algumas ilustrações começam a aparecer em sequência, dando idéia de ação e movimento. Os balões só surgem em anos depois.

É considerada a primeira História em Quadrinhos o “The Yellow Kid” de Richard Fenton Outcalt em 1896. A maioria dos desenhos dele era sobre o que acontecia no mundo e na política. As falas e textos eram na maioria das vezes escritas na camisolona amarela que o menino usava.

Os quadrinhos eram na maioria das vezes humorísticos, o que fez com que levassem o nome, nos EUA, de comics ou comic book. Nesta época surgiam quadrinhos como “Popeye” de E.C. Segar e “Krazy Kat” de Georges Herriman.

Popeye
Com a quebra da bolsa em 29 surgem os gêneros de aventura e com isso “Flash Gordon”, de Alex Raymond e “Tarzan”, de E.R. Borroughs, adaptado por Hal Foster. Esses quadrinhos marcam o início da Era de Ouro.

Superman surge no final da década de 30, como o primeiro super herói com identidade secreta. Porém com o início da Segunda Guerra, esquerdistas começaram a acusá-lo de ser um símbolo imperialista norte-americano e da arrogância fascista. Já para Hitler, o Superman não passava de um judeu.

Superman
Entre 40 e 45 surgem mais de quatrocentos super-heróis, mas só alguns sobreviveram, entre eles Batman, criado em 1939 por Bob Kane, e o Capitão Marvel. Nestes anos, os super-heróis tornam-se armas ideológicas para elevar a moral dos soldados e do povo. O exemplo disso é o Capitão América de Jack Kirby e Joe Simon, que na primeira capa do quadrinho combatia Hitler.

Nos anos 50 um psiquiatra chamado Frederic Wertham escreve um livro chamado “A Sedução do Inocente”, acusando os quadrinhos de corromper os jovens, tornando-os agressivos e violentos. Foi criado então com Código de Ética para dizer o que se podia e o que não nas HQs. Surge nesse período a turma de crianças “Peanuts”, ou a turma do Snoopy, marcando o começo da era intelectual dos quadrinhos com uma maior valorização do texto.

Peanuts
Na década de 60 começa a Era de Prata, iniciada com o novo Flash da DC Comics. Depois disso voltaram Superman, Mulher Maravilha, Batman e outros. Em 61 Jack Kirby e Stan Lee são contratados pela Atlas Comics para criar super-heróis para concorrer com a Liga da Justiça da América da DC, surgindo o Quarteto Fantástico da Marvel Comics.

Batman
Com o sucesso, outros quadrinistas como Steve Ditko, Don Heck, Gene Colan, John Buscema e John Romita criam heróis que existem até hoja, como o Homem-Aranha, Hulk, Thor, Homem de Ferro, X-men e outros.

Nos anos 80 surgem as “graphic novels”, direcionadas para o público adulto, aí destaca-se Batman, de Frank Miller, violento, amargurado e sombrio. Surgem também “Elektra Assassina”, de Frank Miller, “Watchmen”, de David Gibbons e Alan Moore, e “Sandman” de Neil Gaiman, com violência, sensualidade e insanidade presente nas obras.

Fonte: Trabalho de Rene Gomes Rodrigues Jarcem – Faculdade Maurpicio de Nassau