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Eu, a Disney e Minha Paixão

Disney

Acho que não tem uma criança da face da terra que não ame a Disney. Eu sou uma dessas. Sim, tenho 23 anos e sou fã alucinada por cada obra, cada espetáculo da Broadway adaptado e cada musiquinha que leva a assinatura do tio “Valter”. Como hoje é dia das crianças venho declarar meu amor pela coisa que mais me dá vontade de ser criança de novo: Disneyland.

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Quando eu era criança eu adorava os desenhos, mas sabe o que eu mais gostava da minha fita da Pocahontas? Os créditos finais que anunciavam um tour pelos parques da Disney e me faziam desejar visitar cada canto do parque, restaurantes, atrações, brinquedos… TUDO! Cada vez que assistia DisneyCruj e tinha promoção, cada vez que alguma coisa dava viagem pra Disney, eu tentava. Passava horas, e ainda passo, visitando o site só pra ver como são os lugares. Curti cada segundo da viagem do Jovem Nerd e família que mostravam a viagem deles pra Disney e como uma criança grande meu maior sonho de viagem é ir pra Orlando e ver a Pequena Sereia na minha frente. E o dia que eu ganhar/comprar minha viagem eu vou ficar assim:

Portanto, quem tiver uma passagem sobrando, #meleva.

Vídeo via B9

Os Amores Platônicos da Minha Infância

Hoje sou uma moça grande e crescida de 23 anos, tenho meu namorado e sou correspondida, mas quando eu era pequena eu sofria de várias paixõezinhas. Toda menina tem seus amorzinhos quando pequena, aqueles imaginários, cheios de suspiros e que você nem sabe o que é… Então hoje eu vim apresentar pra vocês a lista dos meus amores platônicos:

Aladdin – Eu sempre gostei de meninos na escola também, mas porque sempre escolhia os pestes? Acho que tudo começou com o Aladdin, ou Ali para os íntimos. Ele é todo maroto, esperto e eu sei que é um desenho, mas pra mim ele era bonitinho demais. Magrinho sim, mas eu odeio “Homens-Hércules” que parece que vão te esmagar no primeiro abraço.

Seya – Não me perguntem porque, hoje eu odeio o personagem, mas quando menor eu era apaixonada no Seya. Lembro que adorava me fingir de Atena (outra que eu odeio hoje em dia também) e “namorar” o Cavaleiro de Pégasus. Adorava ser a Atena a ser resgatada por Seya. Eu sei que não tem nada a ver, mas eu criei isso na minha cabeça infantil.

Darien/Tuxedo Mask – Ah… o cara mais irritante, bobo, chato e LINDO dos animês que eu assistia quando pequena. Incrível como eu tinha o mesmo sentimento de ódio e amor que a Serena (Sailor Moon) tem por ele. E ele era outro a sempre me salvar nas minhas brincadeiras imaginárias com as rosas que ele lançava.

Lantis – Esse era frio de tudo, mas eu simplesmente era uma menina muito fácil e logo caí nos braços imaginários desse personagem das Guerreiras Mágicas de Rayearth. Ok, na época sem a zona que é a infância de hoje eu mal sabia o que era namorar, então ele sempre me salvava dos perigos e ouvia os suspiros, hehehe.

Gambit – O meu predileto no desenho que passava na Globo, e eu sempre era a Vampira, lógico, assim ele sempre me salvaria do Magneto e dos Robôs enormes. Não me salvaria não, porque a Vampira é forte e sabe lutar! E nessa época eu já estava ficando meio “feminista”.

Wolverine – Minha última paixonite de criança. Cara mau, forte, bonitão, nervozinho… Ah vai! Com Hugh Jackman no papel quem não se apaixona?

E vocês meninas? Quais suas paixonites de criança?

Até onde vai?

Criança adulta
Quando eu era pequena eu adorava assistir filmes da Sessão da Tarde. Adorava os filmes de luta com Van Dame e Stallone, via Rambo, Robocop, Exterminador do Futuro, Lagoa Azul, Garotos Perdidos, meu primeiro filme de vampiro… hoje eu acompanho o que se passa na mesma Sessão da Tarde todos os dias, e posso afirmar 90% dos filmes são com animais, 95% são com crianças e 100% são frouxos. Me desculpem, mas eu, assistindo todos esses filmes de tarde não me tornei uma pessoa pior por isso.

Hoje em dia está havendo uma super proteção das crianças. Mas eu me pergunto, que super proteção é essa que “quer que crianças sejam crianças”, mas ao mesmo tempo proíbe de assistir um filme 1000 vezes mais legal, de ler um livro e valoriza um crescimento mais rápido delas?

Fui a um shopping na cidade de Santos mês passado e não só eu, mas mãe, irmão, namorado, todos ficamos pasmos ao ver meninas de 12/13 anos, meninas que não tem nem corpo formado ainda, usando roupas de executiva, saltos altíssimos e bolsas caras. Ou então meninas no banheiro trocando band-aid da Pucca pra colocarem no pé que estava sendo massacrado pelo salto. Cadê a infância que tanto querem proteger? Pra mim ela não existe mais.

Criança AdultaAcho que com essa proibição, leis etc só serve para deixar a criança/adolescente mais ansioso e mais interessado naquilo. Será que todos já se esqueceram do que é ser criança? Que tudo que não podia era mais legal? Quando eu tinha 12 anos eu era mais inocente do que qualquer menina de 10 nos dias de hoje. Só pensava em brincar de boneca, massinha, carrinho com meu irmão. Hoje meninas de 12 anos usam salto e passam batom. “Mas os tempos são outros”… OK. Concordo que tudo mudou, que as crianças ficam “grandes” mais cedo, mas se é assim, parem de proteger uma infância que não existe mais. Pra que tirar filmes como “10 Coisas que Odeio em Você” da sessão da tarde, ou picotá-lo inteirinho tirando qualquer parte que remeta ao tema sexo, sendo que comecei a ter aula de educação sexual na 6ª série porque a cada dia que passa meninas ficam grávidas mais cedo?

O que me marcou foi essa notícia do G1 de sexta-feira. Pais pediram o recolhimento do livro de Loyola Brandão das escolas porque acharam a ‘linguagem inapropriada’. Nota, este livro vai para “crianças” do ensino médio. Alguém explica pra esses pais que “Sagarana”, “Noite na Taverna”, “Iracema” ou qualquer outro livro brasileiro, muitas vezes obrigatório para vestibulares, tem também partes eróticas ou que remetem ao tema sexo? No segundo livro tem até caso de NECROFILIA e ninguém nunca sequer deu a menor importância pra isso! Claro, você acha que seu filhinho de 16 anos não fala palavrão e não sabe pra que que aquilo serve, né? Aham cháudia, senta lá!

E você acha que aquele livrinho que você deu de natal é inocente?“Gossip Girls” ou “Crepúsculo” também é inocente, né? Ah, que que tem o livro ser cheio de drogas, bebida, gente esnobe e sexo, ótimas referências para qualquer pessoa. E Edward acordar com o quarto todo detonado e com a Bela toda machucada? Vai ver eles brincaram de “pique-esconde”. Mas eu e muitos outros, incluindo seus filhos, vão concordar que foi mais um “pega-pega”.

Acho que uma pessoa que foi REALMENTE educada com valores, ideais e conceitos corretos nunca vai se deixar influenciar por qualquer livro/filme/conto/whatever que ela for ler ou assistir. Os problema de hoje são os pais ausentes que cada vez mais dão liberdade aos filhos, e esses vão ficando sem controle, então esperam que as leis cuidem dos filhos deles enquanto eles saem de casa.

Mas será que ainda tem jeito de concertar isso?

Mônica e Cebolinha no Mundo de Romeu e Julieta

É uma adaptação de Romeu e Julieta, de William Shakespeare e estrelada pela Turma da Mônica. Foi originalmente encenada no teatro em 1978, com uma adaptação em quadrinhos e outra em LP pela Editora Abril saindo no mesmo ano. Em 1979 foi lançada uma adaptação em longa-metragem da peça, filmada em Ouro Preto, como um especial de Dia das Crianças na Rede Bandeirantes. Junto com A Rádio do Chico Bento, é um dos dois únicos filmes inspirados em Maurício de Sousa feito completamente em live-action. A história é tanto uma adaptação quanto uma paródia – a cena do balcão é interrompida pelos roncos do pai Capuleto, e Mônica não gosta do final trágico usado por Shakespeare, e vai atrás do Príncipe de Verona para conseguir um final feliz. Em a Turma da Mônica Jovem no gibi nº9 Mônica e Cebola também fazem estes papéis mas alguém entra na conversa e muda os planos.

Quando eu era pequena lembro de assistir um filminho em que a Mônica fazia a Julieta e o Cebolinha o “Lomeu”. Lembro de musiquinhas fofas e divertidas (eu era CRIANÇA!) e não é que achei no You Tube?

Fonte: Wikipédia