força

Download: Wallpaper de Abril – Corpo e Mente

Papel de Parede – wallpaper – com lettering

Computador com wallpaper do lettering aplicado

Das voltas que a vida dá

Nos primeiros meses deste ano as coisas foram muito intensas e diferentes pra mim. Voltei a trabalhar fora de casa, enfrentei monstros enormes dentro de mim, comecei a me cuidar, não só do corpo, mas também de minha cabeça. Voltei para a terapia firme para conseguir controlar melhor minha ansiedade e meus pavores, e no meio de tudo isso conheci muita gente bacana!

Uma dessas pessoas tem no computador esta frase, uma moça forte, determinada, muito dona de si, e para ela resolvi fazer um lettering novo de presente. Pronto Ana, agora seu computador vai ficar direitinho com sua frase preferida.

Corpo e Mente

Resolvi então disponibilizar pra todo mundo que segue meu bloguinho esta arte, que fiz em lápis de cor. Um lettering bem motivacional e inspirador, pra você colocar no celular, tablet ou computador mesmo. Gostou?

1920 x 1080 | 1600 x 1200 | Celular

Lettering escrito o corpo alcança o que a mente acredita para wallpaper

Creative Commons

Zilda Arns – Força Feminina

 

Nascida 25 de agosto de 1934, em Forquilhinha, Santa Catarina, Zilda Arns se formou em Medicina em Curitiba, e partiu para especializações, que envolveram desde a Educação Física, a cursos de Pediatria Social, encaminhando-se então a outros cursos de aperfeiçoamento. Começou trabalhando como médica na Pediatria do Hospital de Crianças Cezar Pernetta, em Curitiba. Em 1983 é a Fundadora e Coordenadora Nacional da Pastoral da Criança da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, e assim era até sua morte em 2010 no Haiti. Ela era viúva e mãe de cinco filhos. Para chegar até a indicação ao Prêmio Nobel, Zilda Arns percorreu um longo e dedicado caminho. Suas participações em eventos internacionais são diversas, da Angola a Indonésia, Estados Unidos e Europa, Zilda Arns representa a Pastoral, palestra, acompanha Comitivas Brasileiras a outros países e leva a Pastoral da Criança para o mundo. Participa ainda de eventos Latino Americanos, principalmente apresentando e divulgando o trabalho da Pastoral da Criança. Sua participação em eventos nacionais é praticamente incontável, desde 1994 são aproximadamente 27 eventos ligados à Pastoral da Criança e ainda inúmeros outros pela Pediatria. Tanta dedicação tem seu reconhecimento. Desde 1978, são diversas menções especiais e títulos de cidadã honorária. E da mesma forma, a Pastoral da Criança já recebeu diversos prêmios pelo trabalho que vem sendo feito desde a sua fundação.

Foi uma mulher que lutou pelos ideais dela, e pelo bem de muitas crianças pelo mundo. Morreu fazendo o que amava fazer: ajudar o próximo, por isso ela é mais uma homenageada desta semana.

Fonte: E-Biografias

Semana em Série: Força Feminina III

Valéria Piassa Polizzi, nascida em 1971 em São Paulo é uma escritora brasileira, autora do livro Depois Daquela Viagem, uma auto-biografia publicado em 1997, na qual relata ter contraído o vírus da Aids aos 16 anos de idade. O livro teve mais de trezentos mil exemplares vendidos no Brasil, e já foi lançado na Itália, em Portugal, na Alemanha, na Áustria, na Espanha, no México e em outros países da América Latina.

Valéria foi cronista e colunista da revista Atrevida, por oito anos, escrevendo a coluna da última página, intitulada Papo de Garota . Em 2007 se formou em Comunicação Social, jornalismo. Atualmente continua escrevendo e dando palestras. Em 2007 e 2008, passou uma temporada no México dando palestras em diversas escolas devido à adoção de seu livro Depois daquela viagem, traduzido para o espanhol com o título ¿Por qué a mí?. No México sua obra já vendeu mais de cem mil exemplares.

Assumir que tem AIDS, ainda mais em 1997, quando esta era taxada como uma doença de homossexuais, não foi fácil. Aliás, acho que até hoje não é fácil pra ninguém que contrai a doença. Por isso escolhi a Valéria. Ela teve a cara e a coragem de dizer ao mundo o que aconteceu com ela, e assim com o seu livro ela passa essa mensagem de que os jovens deve pensar muito bem antes de fazer qualquer coisa até hoje. Lí o livro dela com 13 anos, e ao mesmo tempo que ele te faz rir, te faz querer chorar.

Além do “Depois Daquela Viagem” ela também tem mais duas publicações, o “Enquanto Estamos Crescendo” e o “Papo de Garota”.

Joana d’Arc – Força Feminina


Joana d’Arc. Nascida em 1412, em um vilarejo chamado Domrémy, na França sempre foi criada para ser uma boa esposa. Seus pais eram camponeses simples e por isso era analfabeta. Quando completou 13 anos começou a ouvir as vozes de São Miguel, Santa Catarina e Santa Margarida. As vozes passaram a orientá-la sobre política, dizendo que deveria coroar o príncipe herdeiro do trono, Carlos, mais conhecido como delfim, e salvar a França dos ingleses.

Com a França em decadência, a Igreja optou por aliar-se à Inglaterra, que até então era a mais forte. Com isso, as terras da família d’Arc passaram a sofrer constantes ataques. Quando os borguinhões se apossaram de Domrémy, em 1428, Joana tinha 16 anos de idade. Com os conselhos das vozes, decidiu que iria coroar o rei. Joana convenceu o padrinho, um soldado que já havia se aposentado, a acompanhá-la até a cidade de Vaucouleurs. Lá ela persuadiria o chefe militar e senhor local, a lhe conceder um exército. No primeiro encontro ele se impressionou com a força e a coragem da jovem, mas não cedeu um exército. Esperando pela resposta, Joana ficou vagando por Vaucouleurs, e neste tempo convenceu muitos soldados a se unirem a ela.


Ao tomar conhecimento desta lealdade dos soldados, Baudricourt não teve alternativa. D’Arc partiu para o quartel-general do delfim Carlos, com os cavaleiros que havia convencido e com os soldados que lhe foram concedidos. Ao chegar ao quartel, Carlos já havia sido informado sobre a jovem camponesa, provavelmente louca, que dizia ouvir vozes sagradas. Ficando meio receoso, permaneceu dois dias recluso, discutindo com a corte se deveria ou não recebê-la. Por fim d’Arc convenceu Carlos de que estava ali com um propósito e que era digna de ser recebida por ele. Com tudo, delfim equipou e abençoou Joana em sua Marcha até Orléans. Apesar de estarem em menor número, os franceses contavam com a força, coragem e garra de Joana. A batalha durou alguns dias e os ingleses recuaram.

Em maio de 1429, a França obteve sua primeira grande vitória militar. Joana d’Arc estava pronta para sua missão. Sendo assim, em julho de 1429, Carlos recebeu a coroa do rei. Com isso, Joana havia atingido seu objetivo maior, só que sua ambição militar falou mais alto. Partiu para Paris a fim de expulsar os ingleses, em setembro de 1429, porém foi derrotada. Joana foi capturada, levada para a fortaleza de Beaulieu e, logo em seguida, para o castelo de Beaurevoir. Tentou escapar de ambas as prisões, mas não obteve êxito, Joana foi vendida pelos borguinhões por 10 mil libras aos ingleses. Em 1430, foi levada a julgamento no tribunal inglês. Todas as acusações eram de ordem religiosa: bruxa, herege, idólatra, entre outras. Martírio que durou seis meses, sua sentença foi ser queimada viva.

Cumpriu-se então a sentença, Joana foi queimada viva em uma fogueira aos 19 anos de idade. Republicanos e nacionalistas exaltaram aquela que deu sua vida pela pátria.

Foi canonizada em 1920 pelo Papa Bento XV – era a Santa Joana d’Arc. Em 1922 foi declarada padroeira de França.