Categorias: Leituras, Maternidade

Livros para crianças de 1 ano

… ou os livros preferidos da Aurora

livros para crianças de 1 ano

Quem me segue no Instagram sabe que a Aurora, minha filha que tem 1 ano, adora livros. Sempre lemos e demos livrinhos pra ela desde menorzinha, mas agora ela vem pedindo algumas histórias com mais frequência, e também tem pegado os livros pra folherar sozinha. Fofa, né?

Pensando nisso, vim mostrar alguns livros para crianças de 1 ano que fazem sucesso aqui em casa e deixar o link pra vocês pedirem o de vocês e incentivarem a leitura por ai.

O livro das virtudes
O Livro das Virtudes para Crianças

O Livro das Virtudes para Crianças – William Bennett

Comprei esse livro por indicação do perfil Os Livros do Antônio, que sempre indica muita coisa boa! Ele vem com várias histórias, algumas mais longas, outras menores, alguns poemas também (gosto do ritmo pra ler eles), e todas têm alguma virtude em foco, como persistência, generosidade e amizade, por exemplo. Com isso temos um vasto repertório de histórias pra hora de dormir.

Minha crítica ao livro é que algumas histórias têm uma pegada mais religiosa, que eu gosto de evitar, e outras com uma visão mais antiga de criança “comportada”, mas acho que tudo bem por enquanto. Apesar disso, achei as ilustrações bem legais e a Aurora tem se divertido bem com elas.

Vale lembrar que esse livro é em folhas de couchè com gramatura média, ou seja, o neném pode rasgar mais fácil e amassar bastante, então requer um certo cuidado.

Gostou? Compre aqui!

Vejo você na fazenda - livros para crianças de 1 ano
Eu Vejo Você: Na Fazenda

Eu Vejo Você: Na Fazenda – Girassol

Ilustrações bem coloridas, projeto gráfico bem fofo com cortes, páginas e capa duras. Além disso, olhinhos que chacoalham e se mexem. Que criança não curte isso?

Esse livro é o 4º de uma série toda do mesmo tamanho, cartonadinha e que a Aurora ama. Temos o da fazenda, que os animais falam os sons que produzem, e o da floresta, que ensina a contar até 5. Apesar de ter dois, sei que existem os animais do mar e do zoológico, que logo mais devo adquirir por aqui pois é sucesso na hora de trocar fraldas, já que rola deixar na mão das crianças pra brincarem bastante – apesar que a Aurora as vezes querer comer.

Esses são meus xodozinhos por aqui! Quer comprar essa fofura? Vem aqui e pede o seu!

Não curtuque o dino - livros para crianças de 1 ano
Não Cutuque o Dino!

Não Cutuque o Dino! – Sam Taplin

Não sei porque, mas eu sou toda empolgada com coisas de dinossauro pra crianças: compro pra dar de presente brinquedos, roupas e tudo que tiver! Então quando a Aurora ganhou esse livro da minha mãe eu adorei. Ela aos poucos foi aprendendo onde apertar pros bichos fazerem barulhinho, gosta de sentir as texturas deles e adora a bagunça no final.

Porém, apesar de ser cartonado – o que é ótimo – ela aprendeu a cutucar algumas partes e estava começando a destruir alguns chifres do tricerátops, então é um livro que ela só manuseia com gente por perto pra ver se ela vai manter o coitado vivo por um pouco mais de tempo.

É um livro curtinho, que conta sobre espécies de dinossauros e os barulhos que faziam, faz a criançada se divertir um bocado no final com uma música bem doida.

Quer um dino pra você? Compre aqui!

Barulhinhos da Noite - livros para crianças de 1 ano
Barulhinhos da Noite

Barulhinhos da noite – Federica Iossa, Luciano Campelo, Sam Taplin

Depois que descobri as Edições Usborne eu virei fã e comprei mais esse livro. Apesar de ter capa cartonada, as páginas internas não são, mas são cheias de relevos com uma espessura boa e a Aurora sempre passa a mão por eles e fica cutucando. Ela tirou um pedaço do caracol sem a gente ver? Sim, mas foi coisa pouca e ele segue bem vivo!

Eu sou apaixonada nas ilustrações e nos detalhes desse livro que mostra o que acontece de noite numa cidade, desde os bichinhos até os carros e as pessoas. Além disso, os barulhinhos são bem gostosinhos e a Aurora já sabe bem onde cutucar pra poder fazer a coruja piar, se divertindo um montão.

Quer essa lindeza? Compra aqui!

Onde está Tomás? - livros para crianças de 1 ano
Onde está Tomás?

Onde está Tomás? – Micaela Chirif e Leire Salaberria

Presente super querido do titio Tavo para Aurora, esse é o livro preferido dessa pequena. Não tem textura, não tem sons, não tem folhas cartonadas, mas ela ama de um tanto que eu acho lindo ver ela ir na estante, buscar e trazer pra gente ler.

Indicação da querida Nounou Livreira, que também envia livros da forma mais fofa do mundo, esse livro mostra como a imaginação do menino Tomás leva ele pra longe de casa, desde florestas tropicais até pra lua. E o que acontece quando a mamãe entra na brincadeira? Só lendo pra saber =P

Ele tem capa dura, e as páginas internas são de um papel couchè bem incorpado, a Aurora deu umas amassadinhas já, mas ele é bem tranquilo pra ela virar páginas com supervisão.

Quer achar Tomás? Clica aqui e leva pra casa!

E ai? Curtiu as indicações de livros para crianças de 1 ano?

Mostrei alguns dos livros mais legais da Aurora por aqui, e se quiserem, quando tivermos novos títulos a gente mostra de novo. Comprando pelo link vocês apoiam essa blogueira aqui.

Categorias: Maternidade, Vida Real

Meu primeiro ano como mãe

Quando o bebê chega…

… estamos lá nos acostumando a toda uma nova forma de viver. Mas mais do que comemorar um ano da Aurora, eu vi que eu e meu marido também precisamos comemorar nosso primeiro ano como pais, afinal, ela só está ai toda serelepe porque nos dedicamos 365 dias das nossas vidas pra ela também. Pensando nisso vim contar como foi meu primeiro ano de mãe.

Os três primeiros meses

Aurora nasceu de uma cesárea – como contei na nossa história de tentativa de um parto normal por aqui – e minha primeira semana foi intensa. Tive MUITA dor, tivemos que mudar os planos de ninguém vir pra cá (moramos longe das nossas famílias) e minha mãe veio pra acudir na primeira semana, logo depois a sogra também nos deu suporte. Os dias desse começo são quase que palpáveis pra mim hoje, a lembrança ficou tão viva que posso sentir até os cheiros e o frio daqueles primeiros dias de junho com Aurora no colo. E é fofo, mas é um saco. O que a gente vê de mulheres desesperadas nos grupos, não dá pra contar. Eu tava lá também.

Além de tudo isso, os três primeiros meses são marcados pela exterogestação, período que o bebê é praticamente gerado do lado de fora e demanda colo, peito e muita paciência. A gente, mãe, fica praticamente o dia todo com essa fofura no colo.

A privação de sono tira a gente da caixinha, dói o início da amamentação (lembro do primeiro mês que cada pegada da Aurora eu me contorcia), sorte que continuei meus atendimentos de terapia nesse período, aliás, indico fortemente se você puder fazer isso, a gente pode se perder no caminho porque o bebê realmente suga toda a nossa existência.

Nesse começo uma BOA rede de apoio pode ser a diferença de tudo.

Uma mãe que cuidava de uma bebê e ainda fazia pós-graduação.

Dos três aos seis

No quarto mês o neném já começa a ficar mais firminho, responde cada vez mais nas brincadeiras e parece que vai ficando mais e mais gostoso. JM (vulgo, meu marido), começou a curtir muito mais depois desse período.

As carinhas, os jeitinhos fofos, eles começam a ficar de bruço, rolam… Aurora levou o primeiro capote da cama em uma soneca nesse período. Foi tranquilo, nada grave, mas levamos o maior susto já que o neném tava na cama e ouvimos choro e… CADÊ? Tava lá no chão coitada.

Nesse período eu ainda estava de licença, a empresa que trabalho me deu 6 meses de licença + um mês de férias. Com isso, pude me doar muito pra Aurora, até o início da Introdução Alimentar. Só que, no meio disso estava fechando minha pós-graduação e tive ainda que escrever a monografia. Foram dias de muito nervoso, estresse, mas eu consegui fechar e ainda tirar nota máxima. #MomPower

Dobrinhas fofas que hoje não existem mais.

Dos seis aos nove

No sexto mês começamos a dar comidinhas, sempre uma loucura esse começo, muita informação, neném quase não come, ai de repente come. Altos e baixos na alimentação, mãe e pai lidando com “será que vai comer hoje?”. Aí vêm aqueles dias que a gente faz comidas lindas e cheirosas e o neném recusa tudo e não quer saber. Eles sempre ensinando a gente que criar galinhas é mais certeiro que criar expectativas. :´D

Meu retorno ao trabalho com sete meses da Aurora me trouxe muito coração apertado, muitas dúvidas: “vai dormir sem mim?”, “mas só dorme no peito, e agora?”, “será que eu aguento?”, “será que vai ficar bem?”.

No fim das contas, resolvemos deixar ela em casa com uma babá, já que estamos eu e JM em casa, deu super certo e no primeiro dia ela dormiu sem mim. Fiquei mais tranquila e aceitei que esse foi o primeiro passo pra ela ficar mais independente de mim. Com o tempo a rotina se concretizou e consegui me equilibrar entre os papéis de profissional e mãe.

Ser mãe é uma coisa violenta de doida. Li uma vez que a gente quer fugir e levar o bebê junto, e é essa sensação mesmo.

Nesse período ela também começou a engatinhar e o tatame que ela brincava ficou pequeno. A casa se abriu pra ela e a gente começou a ter mais trabalho? Sim, mas fica mais gostoso interagir e ver ela brincando com tudo.

“Mamain mi feizi um pentiadu”

Dos nove aos doze

Com seus 10 meses Aurora já ensaiava escalar e andar, o mamá também começou a ganhar poses diferentes e as brincadeiras começaram a ficar cada vez mais interessantes. Só que eu estava bem esgotada. Até os 3 meses Aurora dormia bem. Tinha um sono mais profundo até umas 00h e depois acordava mais algumas vezes. Acontece que depois dos 4 meses tudo mudou e eu acordava a noite toda. Só eu conseguia acalmar ela pra que pudesse voltar a dormir e eu estava esgotada.

O “fazer dormir” foi meu ponto fraco como mãe. É até hoje meu calcanhar de Aquiles, o que eu não gosto de fazer, que me tira a paz. Faz parte. Amo menos minha filha? Nem um pouco! Com toda essa questão eu chamei uma consultora de sono e ela me salvou!

As sonecas e os sonos noturnos foram se ajustando, começou a ficar mais fácil e eu consegui me sentir melhor. Hoje estamos BEM melhores! Alguns dias são complicados? (Oi dentes nascendo!) Sim! Mas sei que são pontuais. Mantendo a rotina dela organizada tudo se ajusta e aos poucos consiguimos nos ajustar.

AH! Ela começou a andar com 10/11 meses e …que delícia ver ela cambaleando, mas boas-vindas ao cai-cai do neném rsss

“Eu mamu assim gotosu mamain”

E passou…

E ai lá vamos nós sendo pais por um ano todo. Sinto que a vida ainda tá voltando aos trilhos. Vejo que a pandemia que estamos passando atrapalha demais, pois ainda estou longe de amigos, rotinas, passeios que costumava fazer, e sim, isso faz a gente se sentir sozinho em alguns dias. Isso também atrapalha a gente a voltar a ser a gente, já que não voltamos. Não engravidei na pandemia, não imaginei que seria assim.

Sinto que meu parto poderia ter sido diferente, tudo estava no começo, não podia nada. Queria ter dividido mais minha gravidez e meu pós-parto com pessoas queridas, ainda gostaria de ter mais gente por perto, mas com a vacina chegando posso levemente ver uma luz no fim do túnel e pensar que logo estaremos bem pra eu apresentar o mundo do jeito que ele deve ser apresentado pra uma criança.

O que vejo de positivo é que tivemos que aprender a sair mais de casa pra parques, praças e ruas pra que a Aurora pudesse ver alguma coisa do mundo, e com isso a gente teve que sair também. Vitamina D mandou um abraço.

Ser mãe é uma das coisas mais difíceis que fiz na minha vida. Eu não fazia ideia do trabalho que daria, mas a sensação de orgulho que eu sinto quando vejo Aurora é tão grande que só me vem na mente uma frase que li da médica Ana Bárbara Jannuzzi: “É justo que muito custe o que muito vale”.

Eu ando e saio correndo!

Não quero de maneira alguma romantizar a maternidade. A coisa pega mesmo. A gente se sente sozinha muitas vezes. “Vai passar”, “é assim mesmo”, as pessoas falam isso e na verdade não ajuda em nada. Reclame, sinta, chore, pode xingar, porque tem dia que é osso mesmo. Um abraço quentinho em você, se estiver lendo esse texto e se sentir sozinha.

Categorias: Maternidade

O banho do neném

Uma das coisas que mais dá medo nos novos pais é a hora do banho do neném, né? Aquele pedacinho de gente tão indefeso e molinho deixa a gente desconfortável pra fazer tantos malabarismos, tira roupa, tira fralda, esfrega, limpa cabeça, volta, veste… UFA!

Mas depois que a gente se acostuma, tudo fica uma delícia e esse momento vira a hora de maior interação e proximidade que temos com eles. Água pra todo lado, risadas e muita diversão pra todo mundo.

Como foi o banho com a Aurora?

Eu consegui dar o primeiro banho na Aurora com 14 dias (oi cesárea!) e depois também tomamos coragem e começamos com os banhos de chuveiro. Muitos banhos no colo, tetê debaixo d`água quentinha e neném saía de lá super calma e tranquila.

Uma das minhas maiores chateações foi não ter tirado uma foto sequer desse momento dela mamando no chuveiro. Era tão bom, e agora já foi! Então fica o conselho: tirem fotos dos bebês tomando banho! =P

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Quais produtos usamos na hora do banho do neném?

Pra completar esse momento todo especial a gente escolheu desde o início produtos da Johnson & Johnson por serem mais baratos já que o marido compra com desconto por trabalhar lá serem velhos conhecidos de todas as mães, avós e gerações.

O sabonete sempre foi algum de bebê da marca, desde o básico, até o com óleo de amêndoas e até o que diz ajudar a dormir por mais tempo – o Hora do Sono. Cheirinhos sempre bem suaves e fórmulas que não agridem a pele do bebê.

O shampoo sempre foi o Johnson`s Baby original e contei mais sobre ele lá no site mybest Brasil, um site de recomendação de produtos com ranking dos melhores e indicações de especialistas e influenciadores. Aliás, vale seguir eles no Instagram.

Só vale ressaltar que a Johnson & Johnson não realiza teste em animais, exceto em situações em que sejam exigidos por lei de fazer, mas no site não fica claro se fazem ou não na linha Baby.

Categorias: Maternidade

Relato de parto: A Chegada de Aurora

Aurora, hoje vou te contar como foi que você nasceu. Está pronta?

Em casa

No dia 4 de junho papai estava trabalhando e eu senti uma vontade enorme de dormir e ficar encolhidinha no sofá. Eu mal sabia, mas começava ali sinais do meu corpo de que você queria vir ao mundo.

Naquela quinta-feira de noite eu comecei a sentir cólicas ritmadas. Fui tentar dormir seguindo a orientação de todos que nos ajudavam. Papai acordava a todo instante preocupado comigo e eu abraçava cada vez mais forte os travesseiros. Aquele ar de ansiedade começava a tomar conta da gente: seria hoje? Estava na hora?

Depois de uma noite de contrações, segui num ritmo até a hora do almoço de sexta, quando elas começaram a vir mais fortes.

A equipe toda veio em casa: Jana (a nossa doula), Jeanne (nossa obstetriz) e a Jaque (a fotógrafa que ia registrar sua chegada), todo mundo pronto pra ajudar e apoiar. Estava com 1 centímetro de dilatação e as coisas começavam a esquentar, a obstetriz disse que naquele ritmo, até o fim da tarde você nasceria.

Só que então, tudo se acalmou. As contrações começaram a parar, foram ficando cada vez mais espaçadas e até meu rosto voltou a ter cor.

No fim da tarde, depois de tanto tempo, estava com só 2 centímetros de dilatação. Só que seu coraçãozinho começou a bater muito mais rápido e fomos orientados a ir para o hospital fazer um cardiotoco e saber como você estava.

No hospital

Chegando no hospital eles não deixaram a Jana nem a Jaque entrarem, que droga de pandemia bem na nossa vez, né?

Muitas contrações depois, seu coração não dava sinais de diminuir o ritmo. A médica sugeriu romper a bolsa pra saber se você acalmava e assim foi feito. Tudo começava a ficar mais intenso, hoje não tenho mais lembranças de dor, mas sei que eram fortes.

“Aurora está com os batimentos muito acelerados, ela tá alta, defletida e seria prudente a cesárea.”

Nesse momento, o medo daquela cirurgia me invadiu, não era aquele plano inicial. Tinha estudado, procurado tanta informação, preparado meu corpo tão profundamente, queria tanto que você viesse de maneira natural, mas eu queria o melhor pra gente e lá fomos nós: uma cesárea intraparto humanizada.

Você já chegou ensinando pra gente que não temos o controle de tudo e que as vezes temos que ser flexíveis.

A pediatra escolhida, Paula, estava chegando pra te recepcionar da melhor maneira e tudo estava sendo preparado. Papai se vestia, me ajustavam e ligavam cabos. Lembro das contrações, da Dani me ajudando a levantar pra levar anestesia.

Aliás, o anestesista, único que não era da equipe que escolhi, resolveu me amarrar e atrapalhar um pouco na hora que você nasceu, mas ainda bem que nossa equipe tava preparada e logo me soltaram e fizeram tudo como a gente escolheu.

E ai você chegou

Às 21h da sexta-feira, dia 5 de junho, você veio pro mundo. Era lua cheia de morango (o que isso significa? não sei) e nosso mundo tinha acabado de se transformar pra sempre. Agora eu, você e papai viramos um time de três.

Tivemos nossa hora de ouro, eu não conseguia parar de tremer. Queria tanto ter aproveitado mais aquele momento, mas foi o melhor que tivemos e foi incrível sentir seu calor em mim, ver seus cabelinhos sujos e sentir sua respiração. Logo depois papai foi te recepcionar, ajudar a te vestir e te conhecer. Então você veio mamar e fez isso como se sempre soubesse.

A cirurgia foi tranquila, com a equipe que escolhemos, a mamãe estava muito nervosa, mas deu tudo certo. Estávamos bem. Ali estava você. Ali nascíamos pai e mãe.

Suas roupinhas já estavam pequenas, pés e mãos cumpridos e uma carinha bem misturinha entre papai e mamãe. Escolhemos não te dar banho, assim você aproveitaria o máximo do vérnix que vinha com você.

E assim foi seu nascimento Aurora, e também o da mamãe Chell e do papai João.