Passeio: Eataly | São Paulo

Eataly, pra comer muito bem em São Paulo

Fachada Eataly São Paulo

No começo do ano eu e o marido fomos assistir a peça “A Pequena Sereia” com a maravilhosa Fabi Bang no papel de Ariel. Este desenho era meu preferido quando criança, então não poderia perder a apresentação que estava acontecendo em São Paulo. Mas antes de aproveitar a peça, que foi maravilhosa, resolvemos visitar o famoso Eataly.

Eataly São Paulo

Sobre o Eataly

O nome Eataly nasce da fusão de duas palavras: EAT, comer, e ITALY, Itália,em inglês. A ideia por trás do Eataly é muito simples: reunir todos os alimentos italianos de qualidade sob o mesmo teto, um lugar onde você pode comer, comprar e aprender. O conceito do Eataly foi criado em 2004 e, depois de 3 anos de pesquisa e planejamento, o Eataly abriu sua primeira loja em Turim, na Itália. Existem 38 lojas do Eataly espalhadas por 4 continentes.

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Eataly São Paulo

O que achamos

Se você estiver procurando por ingredientes diferentes e de ótima qualidade, está aqui um lugar para comprar tudo que deseja! Vinhos, azeites, massas, molhos, chocolates, frutas e até utilitários pra cozinha, com certeza vai adorar o passeio. Porém, além de um empório maravilhoso, o que atrai muitas pessoas para o Eataly são os restaurantes, e era por isso que estávamos ali. Pedimos um ravioli de queijo ao molho de manteiga e pistache e uma sobremesa de baunilha que acho que saíram do céu.

Nunca imaginei que comeria um prato tão gostoso assim. Sonho com ele até hoje! O preço é um pouco além do que estamos acostumados (pra duas pessoas com a sobremesa saiu R$200), mas para uma vez ou outra (beeeem vez ou outra) vale cada centavo. Não é a toa que saimos falando muito bem do lugar e indicamos muito pra todo mundo.

Para evitar tumultos, a dica é chegar cedo para pegar o lugar tranquilo e não pegar filas. Como chegamos por volta das 11:30, estava começado a chegar gente e almoçamos bem tranquilinhos, mas na saída pudemos perceber como a coisa pode ficar cheia.

Ravioli e Mousse de baunilha

ONDE FICA?
Av. Pres.Juscelino Kubitschek, 1489 – São Paulo
De Domingo a Quinta das 8h às 23h, Sexta e Sábado das 8h às 24h.
Mais informações no site.

Viagem: Giverny | França

Giverny – a terra de Monet

Desconfio que este será um dos posts mais floridos da história de dez anos deste blog, então prepare-se para fotos cheias de verde!

Ano passado durante meu mês na França com meu irmão, tive a oportunidade de visitar Giverny, a comuna francesa onde viveu Monet, um dos pintores impressionistas que eu mais amo neste mundo. O trabalho com pinceladas e os quadros gigantes, como as Ninféias, são minhas características preferidas do trabalho dele.

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Claude Monet nasceu em Paris, mas viveu em Giverny entre 1883 até 1926, quando faleceu. Visitando a casa do artista e os jardins, dá para entender como ele ficava tão inspirado para pintar.

Dália
Uma das flores mais lindas que vi por lá: Dália

Café em Giverny
Café nas ruas de Giverny.

Giverny

A namorada do meu irmão deveria chegar cedinho em Giverny para um trabalho, por isso saímos ainda com tudo escuro de Paris. Demoramos um pouquinho mais de uma hora para chegar até a comuna que fica na região da Normandia e chegamos com o sol começando a da as caras por lá. Tudo ainda estava fechado e a cidadezinha estava vazia. As casas e as lojas de flores todas super fofinhas e tudo muito verde, estavam com portas e janelas fechadas, dava pra se sentir em um filme de época.

Lá estava bem mais frio que em Paris – oi, meio do mato – e não estava preparada pra toda a friaca, por isso eu e o meu irmão voltamos pro carro para esperar esquentar um pouco mais o dia. Quando alguns carros começaram a cegar, o museu abriu e resolvemos entrar.

Flores

Casa de Monet

Dá para entrar na casa de Claude Monet e nos jardins. A casa dele era bem grande, cheia de obras na parede (pra minha loucura, a maioria japonesas) e toda colorida. Incrível a luz que entra pelas janelas, deixando cada cômodo extremamente iluminado e aconchegante.

Dentro da casa de Monet
Eu subindo para o andar de cima da casa.

Casa do MonetCasa de Monet.

Casa do monetCasa de Monet.

Jardins de Monet

Nos jardins, mesmo estando no outono, muitas flores e verde. Chegando próximo ao lago conseguimos identificar elementos de pinturas do artista e dá pra imaginar que estamos entrando nos quadros que ele pintou. Nesta hora o lugar já estava enchendo de turistas chineses e de outras partes da França, e como as passagens são bem estreitas acredito que em temporada de primavera aquilo vire um pequeno caos, então vá cedo se você quer boas fotos.

Jardins de MonetEu na pontezinha famosa.

Barcos no lado dos Jardins de MonetParece pintura, mas é real.

Estava em meus planos visitar o lugar, já que da outra vez que fui era novembro e o lugar fecha na época mais fria, então poder visitar aquela lindeza de lugar com meu irmão foi demais. Agradeço a Alex – namorada dele – pela graça alcançada, pois foi lindo demais. Um pequeno sonho tornado realidade.

Pés e floresPés gelados e flores.

Jardins de MonetMais uma pontezinha.

Como visitar?

Dá para ir de trem até Giverny pegando uma linha até Vernon (€14,70) depois até Rouen. De lá saem ônibus para Giverny.
Aberto todos os dias de 23 de março até 1º de novembro, das 9h30 até as 18h00 (última entrada às 17h30). Animais não são permitidos.
Ingressos: €9,50 Adultos, €5,50 Crianças (maiores de 7 anos) e estudantes.
Compra de ingressos on-line e mais informações no site: http://fondation-monet.com/informations-pratiques/

Assistir: Nanette | 2018

Nanette - Hannah Gadsby

O que é Nanette?

Nanette é um ato de comédia stand-up escrito e interpretado pela comediante australiana Hannah Gadsby, que estreou em 2017. O trabalho inclui comentários sociais, especialmente sobre questões LGBTQ. Em junho de 2018, a Netflix divulgou um vídeo da performance de Gadsby no Sydney Opera House. Wiki.

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Hannah Gadsby

O que achei?

Fui assistir este show por indicação de várias pessoas na minha timeline. Indicações para ver Nanette pulavam na minha frete praticamente todos os dias e eu ficava pensando:”preciso assistir isso!”. Até que um dia consegui.

Hannah Gadsby começa o show nos fazendo rir, mas ao mesmo tempo começa a nos fazer refletir sobre como é ser LGBT+. No caso dela mais especificamente, lésbica. Ela começa a fazer várias piadas que fazia em shows antigos, conta como brincava com o fato de sua sexualidade e como a família dela lidava com isso, porém em um determinado momento ela começa a mudar o rumo da conversa. Não deixa de ser engraçado em algumas passagens, mas histórias começam a ser contadas de outro ponto de vista e começamos a perceber, como o mundo é. O que o mundo faz com pessoas diferentes.

Na metade do show Hannah começa a nos fazer pensar e refletir. Piadas antigas não têm mais graça, pois degradavam sua vida, quem ela era e pessoas que são como ela. Lá pro final do show, começo a chorar. Chorar com os relatos da via de Hannah, com o fato maravilhoso de vê-la se desculpar com fãs e com a pessoa mais importante pra ela: ela mesma.

Nanette, mais que um show de humor, é um show de reflexão sobre o humor, os limites dele e como podemos fazer rir sem machucar, estereotipar e reforçar preconceitos. Eu ri, chorei, senti raiva e empatia durante os quase 50 minutos deste show que mostra uma mulher forte, maravilhosa e super talentosa.

E você, já assistiu? O que achou? Conta pra mim!

Tiquin de Mim: Coleção de Chaveiros de Viagem

coleção de chaveiro de viagem

Depois de contar pra vocês sobre meu perfume super especial que ganhei de presente, resolvi dividir mais um “tiquin” de mim. Desta vez vim mostrar a coleção de chaveiros de viagem que eu e o marido temos.

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chaveiros de viagem

Colecionando coisas

Quando eu era pequena eu tinha coleção de cartões telefônicos. Talvez se você cara leitora – ou leitor – tiver menos de vinte anos, possa não se recordar desta tecnologia toda utilizada para ligar para pessoas, os famosos telefones públicos, mas na minha infância e metade da adolescência esses cartões eram muito utilizados e tinham figuras bem diferentes e bonitas, por isso muita gente colecionava. Já o marido é o doido das coleções: latinhas de refrigerante/cerveja, cartões telefônicos e maços de cigarro estão entre as coisas que ele ainda tem na casa da mãe dele.

Colecionando Chaveiros

Quando começamos a trabalhar e por isso passear mais, começamos a querer ter uma lembrança de cada lugar que nós íamos. Globinhos de neve não são facilmente encontrados no Brasil, shots de bebida você não vai encontrar em Poços de Caldas, mas uma coisa que temos em quase todos os lugares é aquele ítem que toda tia traz das viagens e são super baratinhos: chaveiros. Estava aí então determinado o item obrigatório de toda viagem e passeio que faríamos.

chaveiros de viagem

Nossa coleção de chaveiros

O primeiro chaveiro que compramos foi do musical Mamma Mia, que o marido da minha mãe levou a gente pra assistir. Estávamos na faculdade e foi o primeiro musical que João Manoel (vulgo, meu esposo) assistiu. Depois dele vieram tantos outros como Rei Leão, que também está na nossa coleção.

Em cada cidade ou evento marcante que vamos – OI ROCK IN RIO! – compramos o chaveiro mais diferente e que tem a ver com o lugar que estamos. O da Argentina, quando viajamos pra Foz do Iguaçu é um apitinho de cerâmica mega fofo com uma lhama, o de Penedo é um pedaço de madeira gravado com aquela caneta quente, Londres tem um ônibus de dois andares e Ubatuba uma tartaruga super fofa pra lembrar a visita ao Projeto Tamar.

chaveiros de viagem

Decidimos há algum tempo colocar todos eles em um painel e pendurar na parede. O painel é de cortiça e colocamos pins pra poder arrumar quando um novo chaveiro chega pra coleção, assim sempre fica organizado. É uma delícia ter algo assim em casa, pois cada um desses objetos nos lembra momentos muito especiais e dá mais ânimo para pensar em novas viagens.

E vocês, tem algum jeitinho de manter lembranças gostosas sempre vivas? Conta pra mim!