Resenhas

Vício em cinema, gosto por doramas, paixão por animes e aquela quedinha pelo teatro.

Pot Pourri | Isadora Zeferino

Conheça o livro Pot Pourri com artes de Isadora Zeferino.

Capa do livro Pot Pourri de Isadora Zeferino
Capa do livro.

“Você poderá ver todas as minhas peças e séries favoritas, combinadas com novas e exclusivas artes e notas que esclarecem não apenas o passo a passo do processo, mas também o que está em minha mente quando tento abordar certos tópicos de forma criativa! E por mais que eu tenha tentado abordar este tópico antes, esta será a primeira vez que eu poderei falar sobre o meu processo de criação de forma tão completa.” Isadora Zeferino

Página do livro Pot Pourri de Isadora Zeferino
Página interna do livro Pot Pourri.

O que achei de Pot Pourri?

Desde quando Isadora lançou o projeto para financiamento coletivo eu estava de olho na publicação. Como boa fã da artista, eu desejava ter este trabalho em mãos com toda a minha vontade, porém só adquiri um exemplar na Comic Con Experience de 2018 em São Paulo, que consegui ir por ter vencido um concurso do evento.

Demorei a sentar e ler o livro pois este é um material que deve ser degustado, apreciado bem devagar. Então me dei conta que ele estava na minha prateleira e que merecia a devida atenção, então peguei ele em uma tarde gostosa e li. Como fiquei feliz em fazer isso desta maneira.

Um dos meus preferidos, as mulheres com obras de artistas famosos.

Além de conhecer melhor sobre Isa (agora tô íntima), pois ela conta sobre as coisas que mais gosta de desenhar no livro, podemos acompanhar o processo criativo dela, sketches e tudo isso com comentários da própria ilustradora.

Aliás, os rabiscos são minha parte preferida. Alí, bem crus eles conseguem já dizer tanta coisa e fazem com que a gente veja o nascimento de uma ideia.

O que mais me encanta em todo trabalho dela, é como as sensações e sentimentos são transmitidos, muitas vezes em formas mais simples. Nada de realismos aqui, e sim muita expressão.

Com certeza uma pequena relíquia, que me inspirou muito voltar a dar atenção para meus desenhos e entender que o importante é o que você transmite com eles.

Dorama: Hello, My Twenties!

hello my twenties

Sobre Hello, My Twenties!

“Hello, my twenties!” ou também conhecida como “Age of Youth”, este dorama sul-coreano é recheado de comédia, romance, drama e um pouquinho de mistério.

A história começa quando a estudante Yoo Eun-Jae chega para morar em uma república de mais quatro meninas. Cada uma com seu estilo, jeito de ser e manias estas meninas têm que aprender a se entender e conviver.

Além de desentendimentos pessoais o plano de fundo da história são os segredos que cada uma guarda para si, que podem sim ser bem pesados.

Você pode gostar também de “Answer me 1994”.

Jung Ye Eun (Han Seung Yeon) é toda certinha, mimada, pensa que é perfeita, mas tem um namorado abusivo. Yoon  Ji Myung (Han Ye Ri) é a forte, determinada e solitária estudante que tem que trabalhar em vários empregos para se sustentar. Han Ye-ri (Han Seung-yeon) é descolada, linda, uma mulher exuberante que sempre tem dinheiro, mesmo sem emprego. Yoo Eun-Jae (Park Hye-Soo) é a tímida novata que chega na casa cheia de segredos e Song Ji Won (Park Eun Bin) é a extrovertida, cheia de sonhos e empatia.

O que achei?

Como temos 5 personagens tão distintas, facilmente uma vai ser a sua preferida. As minhas são Song Ji Won e Yoon  Ji Myung.

A história toda me lembrou meus tempos de faculdade e república, então me diverti muito com algumas passagens dessa temporada (SIM! Tem a segunda!).

Aos poucos os segredos de todas vão sendo revelados e percebemos que todas têm suas dificuldades e tristezas, assim como todo mundo. Quando elas resolvem dividir suas lutas, a amizade vai aumentando, e podemos perceber como ter amigos por perto pode tornar tudo mais leve.

Uma série que fala de amizade, sexo, namoro, romance, relações abusivas, culpa e tolerância com aquele toque fofo de novelas coreanas que a gente adora. As duas temporadas estão no Netflix! Se joga!

Quadrinho: O Guia da Flórida para Crianças Grandes | Bianca Nazari

Capa do Guia da Flórida para Crianças Grandes
Capa do Guia da Flórida para Crianças Grandes

Sinopse

“Um diário de viagem ilustrado que conta as experiências que a autora teve quando viajou para os Estados Unidos em julho e agosto de 2018. O diário tem historinhas autobiográficas engraçadas passadas na viagem, aspectos culturais dos americanos, muito sobre a comida de lá e outras informações e dicas sobre a Flórida e a Disney. “

Feijoada nos EUA - O Guia da Flórida para Crianças Grandes
Como fazer feijoada nos EUA.

O que achei do quadrinho?

Tive o prazer de conhecer a Bianca ano passado em uma palestra aqui em São José dos Campos. Depois disso encontrei ela novamente na CCXP em São Paulo, não aguentei, e comprei o quadrinho, pois ele é mais fofo ainda ao vivo.

O capricho e o cuidado da Bianca com a produção do material é visível. Ela escreveu à mão todos os textos internos, além de – claro – ilustrar cada passagem.

Adorei como ela conta de maneira leve e divertida as experiências gastronômicas e os passeios que fez na Flórida. Quem segue ela em mais lugares vai entender como comida tem TUDO a ver com Bianca, então esta parte não poderia faltar!

Além das experiências, a ilustradora ainda deixa gravado todo o carinho pelas pessoas que conheceu no lugar e dá pra sentir toda felicidade e gratidão dela pela viagem que fez.

O Guia da Flórida para Crianças Grandes pode te ajudar com algumas palavras em inglês, como descobrir que collard greens é couve (não sabia) e te deixar morrendo de vontade de experimentar um impossible burger, mas o mais gostoso vai ser ler essa história fofa.

Dedicatória no quadrinho feita pra mim pela Bianca.
Dedicatória que a Bianca fez na CCXP pra mim.

Eu e o tecido acrobático

Força, definição de músculos, elasticidade e muita diversão é o que o tecido acrobático vai te trazer.

Eu com os pés amarrados em um espacate no ar entre as árvores. Tecido acrobático.
Nem tá doendo.

Sobre o tecido acrobático

Originado no circo, o tecido acrobático é um esporte no qual a pessoa, sem linhas de segurança, realiza acrobacias em um tecido que fica suspenso e preso no alto de alguma estrutura. A pessoa usa o tecido para se enrolar, dar travas e nós para realizar figuras no ar.

Duas fotos. Na primeira realizo a posição bali: com os dois pés presos as pernas são dobradas em 90 graus, uma para frente e outra para trás, a colubna se curva para trás e o corpo forma uma letra N. Na segunda a posição flamingo: pernas trançadas em uma ponta, o corpo fica de ponta cabeça e as mãos ficam livres.
Posições Bali e Flamingo.

Como tudo começou

Eu sou muito a louca de descobrir atividades físicas, né? Já contei aqui minha experiência com a dança do ventre, com a corrida, com o pilates, com o kung fu e agora eu trago pra vocês o tecido acrobático! Porque o importante mesmo é a gente se manter sempre exercitando o corpo, né?

Ano passado queria experimentar algo novo e aí uma amiga que já praticava o tal tecido me levou pra conhecer uma aula. Posso dizer que meu lado criança-que-trepa-em-tudo se realizou e eu resolvi trocar um pouco as artes marciais pelos tecidos.

Então desde novembro do ano passado eu me encontro nas aulas de tecido e queria muito contar como está sendo esta experiência pra vocês.

tecido acrobático
Caixinha de música e Amazon.

Eu e o tecido acrobático

Uma das coisas que mais estou amando no tecido é a força que eu estou ganhando. Braços, pernas e PRINCIPALMENTE meu abdômen, minha pior parte pra ganhar força, estão ficando melhores a cada dia e isso é visível.

Muita gente fala que precisa de força pra começar as aulas, mas eu digo: você ganha a força conforme as aulas vão acontecendo, e ver isso se refletindo nas posições que você faz é incrível.

A cada aula somos levados para mais um desafio e quebrá-los se torna maravilhoso, ainda mais com as turmas super animadas que encontrei no estúdio que pratico. As colegas de classe e a professora são pessoas incríveis e todas as vitórias, de todo mundo, são comemoradas.

Tecido acrobático.
Grega e Grande L.

Em sete meses treinando tecido além de toda a força que ganhei – e pessoas queridas ao meu redor – consegui vencer desafios pessoais, como o medo de algumas quedas que tenho começado a aprender. Afinal, cair faz parte da vida, né? Ainda mais no caso das quedas que são controladas e que ficam LINDAS pra quem assiste.

O tecido me deu um senso de quebrar meus limites além dos que eu achei que conseguiria e estou me descobrindo mais capaz do que nunca. Estar lá em cima entre as “minhas cortinas”, como diz o marido, é de uma paz incrível, uma sensação de leveza e poder sem igual.

A cada dia me apaixono mais por esta prática, que só tem um defeito: não dá pra fazer em todos os lugares.

Quer saber mais? Fazer uma aula teste? Onde eu faço?
As aulas são no Studio Thais Holiveira que fica na Blackfit do Shopping Vale Sul. Segue no Insta! @studio.thaisholiveira.

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