medieval

Viagem: Monte Saint-Michel

Conheça Monte Saint-Michel, um lugar peculiar na França.

Sobre o Lugar

O Monte Saint-Michel é uma ilha rochosa na foz do Rio Couesnon na França, local onde foi construída uma abadia em homenagem em homenagem ao arcanjo São Miguel. É um dos pontos mais visitados da França com mais de 3 milhões de visitantes por ano e faz parte do Patrimônio Mundial da UNESCO.

Eu segurando Monte Saint-Michel
Monte Saint-Michel e eu, há 2 anos atrás.

Na época de Luís XI, a ilha se tornou uma prisão, recebendo prisioneiros até 1860. O lugar foi restaurado em 1922, porém só começaram a existir visitas a partir de 1966 (celebração de 1000 anos da abadia). Em 2001, monges e irmãs da Fraternidade Monástica de Jerusalém se instalaram e atualmente organizam celebrações todos os dias por lá.

Monte Saint-Michel

Passeio pelo Monte Saint-Michel

Depois que vi este lugar em um canal do YouTube, posso dizer que ele estava entre os lugares que eu adoraria ver no mundo. Uma ilha que é ligada ao continente que durante a maré alta fica isolada da terra e que no topo tem uma cidade? Claro que todos deveriam conhecer o Monte Saint-Michel!

Algumas pessoas fazem bate-volta com companhias de turismo saindo de Paris, mas fomos de carro com meu irmão, cunhada e irmão dela para a ilha e chegamos em pouco mais de 4 horas.

Casinhas em Saint-Michel.
Casinhas em Saint-Michel.

Dá pra ir do estacionamento até Saint Michel de ônibus gratuito ou andando, preferimos aproveitar e movimentar o corpo com o frio que estava fazendo, e com isso ir aproveitando a vista do lugar ficando cada vez mais pertinho de nós.

Existe um ponto de apoio com informações sobre o lugar e banheiros bem próximo ao estacionamento, caso você precise.

Ruas de Monte Saint-Michel
Ruas dentro de Saint-Michel.

Chegando lá, as ruas se encontravam bem vazias, com bastante espaço para curtir cada lojinha, já que fomos em uma época mais tranquila. Parecia que acabávamos de entrar em um filme medieval e todos ficamos encantados com tudo que víamos por lá.

Uma rua pequenininha e uma porta legal em Monte Saint-Michel
Uma rua (sim!) e portinha pequenininha em Saint-Michel.

Andar pelo lugar já é uma atração: ruas incrivelmente minúsculas, portinhas fofas, vistas lindas do mar, casinhas e muitos lugares lindos pra tirar foto.

Vista do mar e das casas de Monte Saint-Michel
Belas vistas andando por Saint-Michel.

Escolhemos o passeio da abadia com um guia em inglês e foi muito legal, pois aprendemos sobre as salas e como tudo por lá funcionava. Apesar do frio congelante, adoramos conhecer tudo por lá. No verão/primavera os jardins são incrivelmente floridos e verdinhos, pelo que vimos em fotos, então se você quiser algo mais quentinho vale a pena programar o passeio para outra época.

Interior da abadia de Saint-Michel
Um dos salões da abadia e a vista de uma roda que era utilizada para transporte de comida e mantimentos.

Se você quiser uma experiência bem diferente, escolha ir em época de maré alta e se hospede na ilha, isso com certeza deve ser incrível.

Saida da Abadia de Saint-Michel
Saída da Abadia de Saint-Michel depois da visita guiada.

O dia foi muito divertido, todos adoramos o passeio e logo seguimos viagem para Nantes, que em breve conto mais detalhes por aqui.

ONDE FICA?
O Monte Saint-Michel fica numa distância de 350 km de Paris, bem na fronteira da Normandia com a Bretanha.

QUANTO CUSTA?
Para entrar na ilha não é necessário pagar nada, apenas na abadia (9 euros).

HORÁRIOS
A ilha é de livre passagem, mas se você for ir e voltar no mesmo dia é importante ver o guia das marés para não ficar preso por lá. A abadia funciona assim:
Baixa: das 9h30 às 18h, de 1 de setembro a 30 de abril
Alta: das 9h às 19h, de 2 de maio a 31 de agosto

Mais informações?
Visite o site oficial do Monte Saint-Michel, com lista de marés e tudo mais!

Sucker Punch – Animated Shorts (2011)

Aproveitando que está rolando nos Estados Unidos a “San Diego Comic Con”, um dos eventos mais esperados pelos fãs de quadrinhos – senão o mais – que também vemos novidades de séries animadas, filmes, toys… Cerca de 1 ano atrás comentavam do filme que viria a estreiar só nesse ano “Sucker Punch – Mundo Surreal” (como foi divulgado no Brasil), produziram 4 curtas que iremos comentar um pouco sobre eles, hoje, aqui no Chocottone.

“As Trincheiras (The Trenches)”


No meio da guerra, o que sempre vemos é um inimigo que deve ser vencido a todo custo. Nesse campo de batalha vemos que soldados enfrentam um pelotão nazista lembrando muito zumbis. O ponto interessante desse curta, são os pontos focados no personagem apresentado, de suas particularidades, e também, como é apresentado o recrutamento do exército inimigo.


“Dragão (Dragon)”

 


Esse segundo curta lançado, é voltado aos fãs que curtem histórias medievais com direito a cavaleiros de armaduras, orcs, duelos, castelos e claro: dragões! A narrativa de um guerreiro ira apresentar a história e seus conflitos. Acaba sendo uma idéia em a pessoa ser corrompida por um poder desconhecido e acreditar que irá poder controla-lo.

“Planeta Distante (Distant Planet)”

 


A divisão entre riqueza e propreza, elite e proliteraiado, fraco e forte… Não existem humanos, apenas robôs nesse lugar. Os quais numa tentativa de vencer uma opressão, de tentar fazer algo diferente. Mudar o mundo. Algo que as vezes parece e chega a ser utópico, e o questionamento de será que eu estou certo ou errado? E a lembrança daquilo que deixamos para trás quando fazemos nossas escolhas.


“Guerreiros Feudais (Feudal Warriors)”


Para aqueles que se interessam por confrontos de samurais… É, mas não samurais comuns. E sim demôniacos e com metralhadoras giratórias.


Os quatro curtas animados por Ben Hibon, baseados no filme do diretor Zack Snyder, são apresentados como um complemento para a produção cinematográfica. Ao assistir, encarei muito como quando sonhamos: podemos estar num lugar – sem saber como chegamos – mas temos consciencia que ali é onde deveríamos estar, e ao ver uma fila ninguém nos explica mas sabemos para onde vai a mesma, contudo, os curtas teria o papel de nos apresentar o que existe além desse nosso devaneio. Se estou debaixo d’agua, como cheguei lá e porque não tem tubarões por aqui, para onde foram?
A arte tem um ar bem de motion graphics por trabalhar com vetores texturizados animados, alguns momentos lembrando bastante sketchs, algo que destoa bastante com o resultado estético do filme, o qual é carregado de efeitos especiais. O que achei interessante, justamente, para ter um contraste entre as produções.

Particularmente, esse trabalhos em outras mídias de divulgação, acredito ser uma boa aposta para divulgação do carro chefe, como falamos em semanas anteriores de desenhos animados feitos no embalo de jogos de vídeo-game, e aqui comentamos sobre animações para o lançamento de um filme live-action. Esse tipo de trabalho, além de gerar conteúdo de discussão para o fãs, também favorece profissionais dessas áreas a se envolverem com produções diferenciadas.

Enfim, por hoje é só pessoal…
Logo mais tem mais,
Ateh o/

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