terror

O Iluminado (1980)

O Iluminado [rating:4/5] Durante o inverno, um homem (Jack Nicholson) contratado para ficar como vigia em um hotel no Colorado e vai para lá com a mulher (Shelley Duvall) e seu filho (Danny Lloyd). Porém, o contínuo isolamento começa a lhe causar problemas mentais sérios e ele vai se tornado cada vez mais agressivo e perigoso, ao mesmo tempo que seu filho passa a ter visões de acontecimentos ocorridos no passado, que também foram causados pelo isolamento excessivo.

O filme é dirigido por Stanley Kubrick, mesmo cara que dirigiu “Laranja Mecânica” e “2001 – Uma Odisséia no Espaço” e devo dizer que os filmes de Kubrick tem sacadas boas demais e tomadas lindas, como a cena em que Danny anda de triciclo pelo hotel, que é a minha cena predileta principalmente pela trilha sonora, que é apenas do triciclo no chão alternando entre tapete e chão o que causa um efeito BEM interessante. Shelley Duvall (minha conhecida de “Contos de Fadas” da Tv Cultura) está MEGA HIPER escandalosa e me arrancou boas risadas, principalmente na cena do bastão. Não sei se foi a dublagem ou a situação, já que assisti o filme em uma exibição ao público no parque aqui da cidade. Sei que Nicholson me deixou confusa com suas caras e bocas, deixando o personagem maravilhosamente perturbador, mas não sei se foi o personagem ou era Nicholson mesmo, já que ele bem tem cara de maluco.

Filme que todos devem assistir por se tratar de um clássico do cinema, de Kubrick e de Jack Nicholson.

 

Sinopse: Adoro Cinema

Walking Dead – 3ª Temporada

Walking Dead
Oi genten! Cêis tãum bein?
Depois de 16 episódios, muito crânio esmagado e pessoas sendo mortas, acabou-se esta semana mais uma temporada de Walking Dead e eu vim aqui pra falar o que eu achei desta temporada.

Que a série e os quadrinhos são BEM diferentes isso todo mundo que leu o post sobre a HQ sabe, mas esta temporada resolveu ir para lados bem diferentes do quadrinho. Alguns condenam, o que não é meu caso, já que assim fica tudo diferente e eu me empolgo de assistir 16 episódios de mais de 40 minutos sobre algo que eu ainda não sei, não é verdade?

Rick está bem mais instável na série, Carl ficando “modafócar” e quem sabe mais sem coração? Enquanto a prisão veio para ser a personagem principal desta temporada, os zumbis mostram que eles são apenas um problema bem pequeno no mundo em que as pessoas estão sem leis e organização. Neste mundo agora o verdadeiro perigo não é quem morreu, mas quem está vivo e vamos descobrindo isso aos poucos.

Walking Dead
UH PAPAI CHEGO! UH UH PAPAI CHEGO
Durante esta nova temporada eu chorei. Nunca imaginei que pudesse chorar em uma série que fala de zumbis, mas mais de uma vez meus olhos suaram, pulei de susto e fui surpreendida tanto com a morte de algumas pessoas quanto com a sobrevivência de outras que no quadrinho partiam dessa para a melhor sem o menor remorso. Mas a série é diferente, você se apega demais aos personagens pra fazerem isso com eles, né?

Walking Dead
Chama a Super Nanny!
Agora que venha a quarta temporada!

Um Drink no Inferno + Vanilla Sky

Final de semana de filmes com mais de 10 anos, mas que nunca havia assistido. As vezes é bom sair dos filmes novos, né?

Um Drink no Inferno (1996)[rating:3/5] “Os irmãos Seth (George Clooney) e Richard Gecko (Quentin Tarantino) são procurados pela polícia por 16 mortes. Eles seqüestram um ex-pastor e seu casal de filhos, para poderem atravessar a fronteira com o México e lá se dirigem à uma casa noturna freqüentada por caminhoneiros e motoqueiros, que é uma mistura de cabaré e prostíbulo. Porém, ao chegar lá a dupla se depara com algo totalmente inacreditável.”
(mais…)

HighSchool of the Dead (2010)

Isso ae pessoal, para essa semana ao invés de um longa metragem iremos comentar um pouco dessa série de animação japonesa: “HighSchool of the Dead”.


Particularmente nunca fui muito fã dessa onda de filmes de zumbis e tudo o mais, o máximo que curti foram alguns games da franquia “Resident Evil”… por assim dizer. Mas enfim, resolvi arriscar e não me arrependi. A trama gira em torno de um grupo de alunos do 2º Grau que terão que sobreviver em meio a um surto de zumbis que atinge, inicialmente, sua escola e descobrem que esse mal se alastrou por toda a cidade. São apresentadas, explicitamente, muitas referencias sobre games e filmes do assunto por parte do protagonista Takashi, em suas falas, como a clássica de que se é mordido você tornar-se-á um zumbi também, algo que acontece com o seu melhor amigo e ele acaba tendo que estourar o crânio do camarada ao final do episódio 1.


Takashi
é o garoto que presencia quando o 1º zumbi chega a escola e tenta entender o que está acontecendo; Rei é sua paixão de infância e praticante do clube de lança; Saya é amiga desde o maternal de Takashi, uma garota gênio; Saeko é a senpai dos jovens, ela domina técnicas de espada e está na maior parte do tempo séria; Kohta é o gordinho nerds que é zoado por todos, porém perito em armas; e Shizuka é a enfermeira bonitona da escola, e a personagem destrambelhada de plantão; e Alice e Zeke são sobreviventes que o grupo encontra durante a empreitada.


A peregrinação dos estudantes, que acabam se reunindo meio que ao acaso, apresenta que terão que se preocupar não apenas com os monstros que assolam a cidade, mas com os demais sobreviventes na cidade. Série de tumultos, rebeliões, caos na Terra, dentre muitas situações de anarquia e mostrando como cada um acaba mudando sua natureza em meio a esse cenário apocalíptico.


O objetivo dos jovens é encontrar suas respectivas famílias, e dessa forma percebem que juntos terão mais chances de sobreviver ao invés de cada um seguindo por si. Esse ponto da amizade é algo que achei bem bacana, visto que quando se separam num dado momento, não pensam em deixar o camarada pra trás, mas sim em como se reencontrarem em outro local. Assim como questões de valores que os mantém juntos, mesmo perante, mais tarde a presença de adultos, e militares, que menosprezam eles por serem jovens e que deviam esquecer tudo isso. E no final mostrando que, infelizmente, nessa luta todos devem enfrentar juntos esse desastre em comum.


Em tempo, como alguns animes H.O.T.D. possuí diversas cenas de fan-service (na verdade até em demasia), o que associado ao tema de filmes de mortos-vivos – que também fazem uso de cenas dessas características, que nunca vi muito sentido – acabam sendo bastante exageradas e desconfortantes, mas enfim, o restante se salva. A trilha sonora composta por Wada Takafumi gera todo o clima adequado ao suspense da série, recomendo.


H.O.T. D. é baseado num mangá, que foi lançado em 2007 e ainda está sendo públicado… No Brasil é distribuído pela Panini (apesar de não achar nenhum a venda). A série possuí 12 episódios, o que da pra se assistir numa maratona, e tem um ova com 1 episódio que foi lançado em blu-ray acompanhando o volume 7 do mangá, entítulado como “Drifters of the Dead”, lançado em abril desse ano, no Japão. Não acrescenta muito na trama e bastante apelativo, infelizmente.


Enfim… dica para o final de semana.
Desculpem ficar devendo uma sugestão semana passado, mas é #TCC na cabeça… então acho que nem preciso terminar a frase, né? XD

Logo mais tem mais.
Ateh!

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