turma da mônica

HQ: Mônica Força | Bianca Pinheiro

Mônica Força

“Sempre que é preciso, a Mônica usa sua força para resolver os problemas. Agora, terá que enfrentar o maior deles. E não poderá ser na base da coelhada. Em Força, Bianca Pinheiro faz a principal personagem de Mauricio de Sousa (e do quadrinho brasileiro) encarar o grande desafio de sua vida, numa história tão dolorida quanto emocionante.”

Acho que posso considerar este MSP um dos meus preferidos. Não sei se pegou muito no meu coraçãozinho ou se eu ser fã da Bianca Pinheiro me levou a isso, mas posso dizer que sim, me ganhou por completo. Já conheço o trabalho dela por conta das webcomics “Bear” e “As Incríveis Aventuras de Pile”, histórias que gosto bastante, e sabia que com “Força” não seria diferente.

Além de easter-eggs escondidinhos pela história, com personagens da Bianca, temos uma Mônica chateada por não conseguir usar a sua força pra resolver todos os problemas dela, e quadros e passagens lindamente desenhados. A parte em que Mônica tenta concertar a torneira pra mim é a melhor!

Fica então a dica de um quadrinho muito bacana, bem feito e cheio de sentimento.

Mônica Força

Mônica Força

Conheça os outros quadrinhos da série:

Louco | Turma da Mônica: Lições | Bidu – Caminhos | Chico Bento – Pavor Espaciar | Turma da Mônica: Laços | Astronauta Singularidade | Astronauta Magnetar

A Princesa e o Robô (1983)

Mais um filme vindo direto do túnel do tempo, e uma produção nacional dessa vez. Essa vai para os fãs do Maurício de Sousa e suas produções clássicas da Turma da Mônica, filme datado de um tempo muito distante, para alguns, mas isso não vem ao caso, afinal, hoje é dia de “A Princesa e o Robô”.


Primeiramente, nos créditos, algo que chama a atenção são os letreiros: “Coordenação de cópias em acetato” (!!!) fazem idéia de quão lindo é ler algo assim? E ao mesmo é perceptivel como os personagens animados se distiguem bastante do cenários de fundo, e como nesse segundo longa-metragem a qualidade de animação se destaca em relação ao filme anterior de 1982, “As Aventuras da Turma da Mônica” (composto por 4 curtas menores).


No filme conhecemos a história do Robôzinho que ao ser atingindo pelo raio, nascido das lendárias pedras Pulsar, nunca mais seria o mesmo. Logo ele se apaixona pela princesa Mimi, e tenta vencer o torneio participando como “Coelho Negro”. Quando assisti, lembro que tinha medo do tal Lorde Coelhão – que é o vilão da história e usa um capacete que lembra muito o do Darth Vader – e ficava me perguntando quem seria o tal do coelho misterioso, haha!


Em possse do seu raio “empacotador”, Lorde Coelhão ataca o Robôzinho, que ao ser atingido se transforma num pacote de presente, e é jogado na Terra para que, então, não possa se casar com a princesa coelha. Um plano muito maquiavélico. Porém, não contavam que a turminha ira se juntar para ajuda-lo a ter um coração e voltar para Cenourando, o seu planeta natal.


No entanto, Zoiudo – uma espécie de libélua – um espião do Lorde Coelhão, que havia chegado a Terra também, para averiguar se tudo correria bem com o exílio do Robôzinho, avisa o vilão que prapara suas artimanhas para atrapalhar nossos amiguinhos. A produção fica mais dinâmica após o longo trecho inicial, acho que é o principal revés para a produção que torna cansativo, de resto, para época acabou sendo bem finalizada.


Maurício de Sousa tem um destaque particular nas produções animadas do Brasil, pelo fato de ter sido um dos primeiros a encarar a tentativa mercadológica de desenhos animados por aqui, visto que inicialmente eram muito utilizados apenas em meios publicitários. Apesar de tudo, mesmo com o estúdio realizando diversos filmes para cinema, o desenhista comentou em entrevista que o apoio atual desfavorece o produtor, dessa maneira, prefere investir em séries de animação para tv.

De qualquer modo, “A Princesa e o Robô” é um produção infantil que vale a pena para crianças de qualquer época, com uma história bonita de amor e amizade. Mesmo sendo esquecido pelo mercado nacional, já que só foi lançado em VHS, compensa sentar ao lado do irmãozinho, sobrinho, primo e se divertir também.

Por hora é isso, logo mais tem mais.
Ateh. o/

Turma da Mônica Nerd

Ah, eu sempre achei divertido os quadrinhos da Turma da Mônica. Primeiro porque tem umas tirinhas que são divinas, segundo porque eles vivem pegando temas altamente nerds pra brincar em suas histórias.

Um exemplo disso são as edições de outubro dos Clássicos do Cinema da Turma da Mônica, que conta a saga de Cascão Caiuóqui(eu sou lerda e demorei pra entender haha), e a edição de novembro da revistinha do Cebolinha, que tem um plano de convidar a Mônica para uma sessão de “Vacatar” na casa dele.

As edições parecem ser uma delicinha!

Mônica e Cebolinha no Mundo de Romeu e Julieta

É uma adaptação de Romeu e Julieta, de William Shakespeare e estrelada pela Turma da Mônica. Foi originalmente encenada no teatro em 1978, com uma adaptação em quadrinhos e outra em LP pela Editora Abril saindo no mesmo ano. Em 1979 foi lançada uma adaptação em longa-metragem da peça, filmada em Ouro Preto, como um especial de Dia das Crianças na Rede Bandeirantes. Junto com A Rádio do Chico Bento, é um dos dois únicos filmes inspirados em Maurício de Sousa feito completamente em live-action. A história é tanto uma adaptação quanto uma paródia – a cena do balcão é interrompida pelos roncos do pai Capuleto, e Mônica não gosta do final trágico usado por Shakespeare, e vai atrás do Príncipe de Verona para conseguir um final feliz. Em a Turma da Mônica Jovem no gibi nº9 Mônica e Cebola também fazem estes papéis mas alguém entra na conversa e muda os planos.

Quando eu era pequena lembro de assistir um filminho em que a Mônica fazia a Julieta e o Cebolinha o “Lomeu”. Lembro de musiquinhas fofas e divertidas (eu era CRIANÇA!) e não é que achei no You Tube?

Fonte: Wikipédia

%d blogueiros gostam disto: