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Os Amores Platônicos da Minha Infância

Hoje sou uma moça grande e crescida de 23 anos, tenho meu namorado e sou correspondida, mas quando eu era pequena eu sofria de várias paixõezinhas. Toda menina tem seus amorzinhos quando pequena, aqueles imaginários, cheios de suspiros e que você nem sabe o que é… Então hoje eu vim apresentar pra vocês a lista dos meus amores platônicos:

Aladdin – Eu sempre gostei de meninos na escola também, mas porque sempre escolhia os pestes? Acho que tudo começou com o Aladdin, ou Ali para os íntimos. Ele é todo maroto, esperto e eu sei que é um desenho, mas pra mim ele era bonitinho demais. Magrinho sim, mas eu odeio “Homens-Hércules” que parece que vão te esmagar no primeiro abraço.

Seya – Não me perguntem porque, hoje eu odeio o personagem, mas quando menor eu era apaixonada no Seya. Lembro que adorava me fingir de Atena (outra que eu odeio hoje em dia também) e “namorar” o Cavaleiro de Pégasus. Adorava ser a Atena a ser resgatada por Seya. Eu sei que não tem nada a ver, mas eu criei isso na minha cabeça infantil.

Darien/Tuxedo Mask – Ah… o cara mais irritante, bobo, chato e LINDO dos animês que eu assistia quando pequena. Incrível como eu tinha o mesmo sentimento de ódio e amor que a Serena (Sailor Moon) tem por ele. E ele era outro a sempre me salvar nas minhas brincadeiras imaginárias com as rosas que ele lançava.

Lantis – Esse era frio de tudo, mas eu simplesmente era uma menina muito fácil e logo caí nos braços imaginários desse personagem das Guerreiras Mágicas de Rayearth. Ok, na época sem a zona que é a infância de hoje eu mal sabia o que era namorar, então ele sempre me salvava dos perigos e ouvia os suspiros, hehehe.

Gambit – O meu predileto no desenho que passava na Globo, e eu sempre era a Vampira, lógico, assim ele sempre me salvaria do Magneto e dos Robôs enormes. Não me salvaria não, porque a Vampira é forte e sabe lutar! E nessa época eu já estava ficando meio “feminista”.

Wolverine – Minha última paixonite de criança. Cara mau, forte, bonitão, nervozinho… Ah vai! Com Hugh Jackman no papel quem não se apaixona?

E vocês meninas? Quais suas paixonites de criança?

Uma Prova de Amor + Yokka Kan no Kiseki


Uma Prova de Amor
Rating: ★★★★★ Sara (Cameron Diaz) e Brian Fitzgerald (Jason Patric) são informados que Kate (Sofia Vassilieva), sua filha, tem leucemia e possui poucos anos de vida. O médico sugere aos pais que tentem um procedimento médico ortodoxo, gerando um filho de proveta que seja um doador compatível com Kate. Assim nasce Anna (Abigail Breslin), que logo ao nascer doa sangue de seu cordão umbilical para a irmã. Anos depois, os médicos decidem fazer um transplante de medula de Anna para Kate. Ao atingir 11 anos, Anna precisa doar um rim para a irmã. Cansada dos procedimentos médicos aos quais é submetida, ela decide enfrentar os pais e lutar na justiça por emancipação médica, de forma a que tenha direito a decidir o que fazer com seu corpo. Para defendê-la ela contrata Campbell Alexander (Alec Baldwin), um advogado que cuidará de seus interesses.

Já tinham me falado que eu ia chorar rios, e foi pura verdade. Não sei se me identifiquei com algo no filme, vai ver foi isso. Mas a história é simplesmente linda. A fotografia eu achei super, passa uma calma e uma tranquilidade deliciosa. Trilha sonora, adorável. E eu babei nas artes do caderno de colagens da Kate. Foi uma história emocionante.

Yokka Kan no KisekiRating: ★★★☆☆ Keisuke Kisaragi é um talentoso pianista, mas em um acidente tentando proteger uma menina de um assalto, ele acaba levando um tiro na mão e a menina acaba ficando surda.
Os pais da menina não tinham mais condição de criá-la, então Keisuke a adota.Chiori-chan mesmo surda e com extrema dificuldade para falar, após ver o pai adotivo tocar piano, quis aprender e ela tem um enorme talento apesar de sua deficiência. Keisuke vai até um clínica especial num lugar distante procurar uma reabilitação para Chiori-chan e nesta clínica algo fantástico irá acontecer

Traduzindo, “O Milagre de 4 Dias”. Achei bem simples a produção, a fotografia, mas a história é bonita. Nem sempre o filme tem que ser caro pra ser bom, e nesse caso, eu indico. Um tema bem espiritual, que faz agente pensar.