Disney

Vídeos: Mashups Disney

Não tem novidade nenhuma se eu contar que sou uma fã incondicional de desenhos da Disney, pois bem, este fim de semana comecei a procurar alguns vídeos das músicas pra ouvir enquanto trabalho e achei uma coisa muito legal. Pessoas que fazem mashups de músicas da Disney e cantam SOZINHAS tudo! Com percussão, segunda voz e interpretação, simplesmente fantástico.

Interessou? Aí vão alguns que achei mais legal pra vocês!

Aqui a linda Heather Traska arrasa com figurino, maquiagem e uma montagem DEMAIS das princesas e também príncipes da Disney,dá pra creditar que ela só tem 17 anos?

Demais de engraçado este vídeo. Nick faz interpretações muito boas e divertidas, além de interações muito legais entre os vídeos.
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Pateta 2 – Radicalmente Pateta (2000)

Para esse final de semana, um longa metragem com muita diversão para você, para mim, e para toda a família. Para hoje, aqui no Chocottone, vamos falar um pouco dessa animação com qualidade Walt Disney, e com um dos meus personagens favoritos, é hora de “Pateta 2 – Radicalmente Pateta” (An Extremely Goofy Movie).


Dando continuidade a trajetória de paizão solteiro, Pateta chega agora no momento da vida em que tem que se separar de Max, pois o jovem vai para a universidade. No caso ele ira se mudar totalmente naquela esquema de viver no próprio campus e tudo o mais. Antigamente achava isso até impressionante, mas hoje boa parte dos meus amigos são de outras cidades, dividem AP, então já perdeu aquele brilho de vida independente, digamos assim. Voltando…
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A Bela e a Fera (1991)

Em especial para a semana do Dia dos Namorados, aqui no Chocottone, é dia de falar do 31º Clássico Disney: “A Bela e a Fera” (The Beauty and the Beast).

A Bela e a Fera 1991
O filme tem um prólogo mostrando como surgiu a Fera, que já denota uma arte muito bonita por meio de vitrais que ilustram a narração por Márcio Seixas, na versão dublada. Esse tipo de apresentação já proporciona ao público entrar no clima de um conto de fadas, como é a estrutura da narrativa.


Numa pequena aldeia, conhecemos a jovem Bela, uma garota fascinada pelo universo permitem leva-la, tanto que todos os dias vai até a livraria para saber se tem alguma novidade. Contudo, esse modo de agir soa muita estranheza para os demais moradores do lugar, tanto que seu pai já tem fama de ser meio matusquela por ser um inventor.
Durante seu passeio matinal, ela acaba se encontrando com Gaston, o personagem bonitão, machista e prepotente, que todas as menininhas correm atrás, mas ele só tem olhos para Bela, que por sua vez, não faz questão nenhuma da companhia do rapaz.

A Bela e a Fera
A Bela 1991

Após terminar sua última invenção, um tipo de cortador de madeira a vapor, o pai de Bela parte para participar de uma feira. Contudo, durante sua viagem, com o cavalo Philip, eles acabam se perdendo e sendo atacados por lobos. Durante a correria, o pai de Bela, Maurice, encontra um castelo e tenta se proteger da chuva e dos animais selvagens. Inesperadamente, ao entrar, um pequeno candelabro e um relógio começam a conversar com ele, e todo os objetos que normalmente seriam inanimados num castelo, são cheios de vida: xícaras, armários, vassouras, sofás.. No entento, como nem tudo é bonito, surge a Fera, que é um ser de aparência medonha, e sem dar chance de explicações, joga Maurice no calabouço do castelo. Somente quando Felipe volta sozinho pra casa e Bela o vê, vão atrás de seu pai, e por ele ser uma pessoa de mais idade e estar doente, a jovem se propõe a ficar no lugar dele… para sempre.



A Bela e a Fera
Apesar da maneira de como se desenrolou esse encontro, todos no castelo ficam ansiosos para que ela seja a garota que possa quebrar a maldição lançado pela feiticeira tempos atrás, que transformara o príncipe nessa criatura, e todos os serviçais em objetos. A expectativa que gira entre os dois, lógico que é grande, e alternada entre as brigas, desentendimentos e posteriormente, uma compreensão por parte de ambos. Enquanto, que na aldeia, Gaston tenta de todas as maneiras conquistar Bela, nem que para isso tenha que matar a Fera.




A Bela e a Fera o filme

Entre tantos dos detalhes do Making of, algo que me chama a atenção é o modo que diversos animadores com estilos distintos, conseguiram produzir algo tão harmonico e único, cheio de energia e divertido. Na versão estendida está incluído os outros dois músicais “Seja Nossa Convidada” e “Humano Outra Vez”. Outro detalhe importante é justamente a pesquisa de refências, algo que acredito e apoio muito, o de conhecer lugares (como as viagens que realizaram para o interior da França), imergir naquilo que será a base para a excência da animação, do mesmo modo o desafio que foi realizar a personificação de tantos objetos do interior do castelo ao ponto de terem características específicas e se destacarem um dos outros e possuírem tanto carisma. O reflexo disso foi visto quando exibiram uma versão inacabada, que além de mostrar uma história, mostrou à aquele público, a magia que existe na produção de um desenho animado.






Fifi, Madade Samovar, Horloge, Zip e Lumiere.

“A Bela e a Fera”, entre os diversos prêmios que foi indicado, ganhou o “Globo de Ouro 1991 – Melhor Filme”, “Oscar de Melhor Trilha Sonora Original” (composta por Howard Ashman – a quem o filme foi dedicado, pois falecu antes do mesmo ficar concluído – e conduzida por Alan Menken), “Annie Awards: Best Animated Feature”, apenas para citar alguns, além de ter sido também indicado o “Oscar de Melhor Filme”, sendo o primeiro longa metragem animado a ter esse reconhecimento, que se repetiu apenas em 2010 com UP – Altas Aventuras. Essa valorização do trabalho desses profissionais impulsionou a carreira de diversos talentos presentes na equipe, que vieram, posteriormente a participarem de produções como Roger Allers, o supervisor da história e veio a ser o diretor de “Rei Leão”; Kevin Lima, que foi character designer e mais tarde tornou-se p diretor de “Tarzan”; Brenda Champman, que foi importante para intercalação da história e depois dirigiu o “Príncipe do Egito“, e todos derivados de um único projeto, dentre tantos outros.



E por se tratar de um filme Disney, lógico que tem uma lição de moral, e todos, bem sabemos, que nesse é que existe muito mais que os olhos podem ver. E como os pequenos detalhes fazem diferença. Mas muito mais do que mostrar esse lado mágico do amor, uma das cenas que sempre me marcou é quando os aldeões resolvem ir para o castelo, e vão cantando “…não gostamos daquilo que nunca entendemos, e esse monstro pode até nos devorar…” Creio que essa, entre tantas, críticas são algo que fazem o filme agradar tanto um público infantil, quanto espectadores menos jovens por apresentar esses sútis detalhes.


Em 1993, foram lançados alguns títulos para os consoles domésticos baseados no longa animado, um deles foi “Disney´s Beauty and the Beast” (SNES), “Beauty and the Beast: Roar of the Beast” (Mega Drive), onde você controla a Fera, em ambos vídeo-games, contudo com diferenças de interface e narrativa, além dos gráficos que aproveitaram melhor os recursos do Super Nintendo. Também foi lançado o game, considerado popularmente a versão para meninas, apenas para o Mega Drive, “Beauty and the Beast: Belle’s Quest”, onde, nessa adaptação, os acontecimentos são do ponto de vista da Bela, a qual também é sidescrolling, mas na jogabilidade ela deve se abaixar e pular obstáculos, e enfrentar labirintos para no final encontrar a Fera. No game você conversa com os personagens para que te ajudem em alguns trechos, enfim, achei meio monótono perto da outra versão. Houveram também uma versão para NES (Que a Michelli já falou aqui), GameBoy Color, além da participação dos personagens e cenários no crossover “Kingdom Hearts”.

“Disney´s Beauty and the Beast” (SNES), “Beauty and the Beast: Roar of the Beast” (Mega Drive) e “Beauty and the Beast: Belle’s Quest” (Mega Drive)

Kigdom Hearts (1992) / Sony Playstation 2

Bom, eu tenho a versão que saiu DVD duplo + cd da trilha sonora, e é um absurdo de tempo que você deve ter para usufruir na integra de todo o material, contudo, vale – E MUITO – a pena! Assistir “A Bela e a Fera”, seja a época que for, é algo que sempre irá impressionar, seja pelo seus desenhos, paleta de cores; emocionar, pela sua história, cantorias, tanto que ouso dizer que esta entre os TOP 5 filmes da Disney, e pq não falar entre os melhores longas animados do cinema.

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Enfim, esperamos que aproveitem caso não conheçam.
Bom final de semana para todos.
Ateh

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Pinóquio (1940)

Vamos à recomendação da animação semanal nesse feriado, e o escolhido dessa vez, aqui no blog foi o 2º Clássico Disney: “Pinóquio” (Pinocchio).

pinóquio filme

Adaptado de um periódico de autoria do italiano Carlo Collodi, Pinóquio foi transformado numa das animações mais citadas de exemplo para as crianças se comportarem e não contarem mentiras, ou aprontarem travessuras. Começamos nossa história, com o pequeno Grilo Falante contando de como conheceu o jovenzinho, numa noite fria, num pequeno vilarejo.


Lá, ele observa o velho e bondoso Gepeto, acompanhado do gato Fígaro e a sua peixe Cléo, terminando de construir a marionete. Que após detalhes de pintura, começa a dançar com o bonequinho antes de ir dormir. No entanto, ele acaba ficando tão fascinado com sua criação que antes de cair no sono, ao ver a Estrela dos Desejos, faz o pedido para que ele se transformasse em um garoto de verdade.

pinoquio


Eis que surge a Fada Azul, que com seu toque de magia, torna isso possível em partes. Pinóquio, ao acordar, fica ciente de que para se tornar um garoto de verdade por inteiro, deveria ser valente, generoso e verdadeiro. Para isso, o Grilo Falante teria o papel de ser sua consciência e lhe mostrar o que é certo e errado. Algo bem interessante, que vai além daquelas simbologias usadas mais tarde do anjinho e do diabinho nos ombros do personagem, mas no final dando o livre arbítrio ao personagem.

pinoquio disney


Na manhã seguinte, Pinóquio vai a aula, mas no caminho conhece João Honesto e Gideão, o qual quer vender o menino de madeira para o circence Stromboli. Contudo, ele é enganado, achando que seria um ator feliz e de sucesso, e acaba sendo preso e sequestrado. O Grilo tenta ajuda-lo, mas infelizmente não consegue. A Fada Azul aparece novamente, mas o nariz de Pinóquio começa a crescer cada vez que ele conta uma mentira para ela. Ele promente apenas falar a verdade, e ela da uma nova chance e liberta os dois.





Porém, ele acaba caído de volta nas armadilhas de João Honesto, o qual agora esta incumbido de levar o garoto para o Cocheiro, o qual levaria as crianças desobedientes para a Iha dos Prazeres, onde eles viram burros. Tento uma das cenas mais aterrorizantes da narrativa entre o garoto e seu amigo Espoleta. Realmente, mesmo a essa altura da vida, foi algo que fiquei pensando como as crianças reagiriam ao assisti-la.


Felizmente, mais uma vez eles conseguem escapar, e tentam voltar para casa… Porém, Gepeto, com o passar dos dias, estava numa busca pelo garoto, acabara sendo engolido, em alto mar, pela baleia Monstra. Pinóquio, sem pensar duas vezes resolve ir atrás de seu “pai” e resgata-lo já que parte da confusão era culpa sua. A sequência que se segue no mar, e depois com a baleia, é muito boa, considerando os desenhos, os efeitos sonoros, a dramaticidade apresentada, que com certeza nos fazem sentir aquele desespero e torcer pelos personagens.




“Pinóquio” apresenta muito mais do que a própria história da marionete que queria ser um menino de verdade, mas sua arte foi algo que a equipe de produção de Walt Disney quis superar em relação ao seu projeto anterior “A Branca de Neve e os 7 Anões”. Atualmente, trabalhando com ilustrações de cenários, animação, não tem como não ficar impressionado com os resultados obtidos, naquela época  um tanto quanto rudimentares – lógico que comparando a hoje. A colorização das cenas, como foram registrados o movimento de células para a sensação de profundidade, para que no final, transmitissem visualmente todo o propósito da narrativa.


Ao assistir o disco 2 dos extras, é consideravelmente uma linda aula de animação em todos seus âmbitos, desde como chegaram as idéias dos personagens, as suas personificações ilustradas, as escolhas dos dubladores – e algo que favoreceu muito na definição e adequação da personalidade de cada personagem que seria visto em cena.




O filme também recebeu 2 prêmios da acadêmia nas categorias de “Melhor Trilha Original” e “Melhor Canção” com “When You Wish Upon A Star” (que mais tarde passou a ser o tema oficial dos estúdios Disney). E teve uma versão de jogo de plataforma para Super Nintendo, Mega Drive e GameBoy, em 1996, e mais tarde o personagem apareceu em Kingdom Hearts, também (além de tantos outros personagens nesse crossover da Disney e Square).


“Pinóquio”, é um bonito filme que mesmo assistindo a diversos longas animados japoneses, ou filmes cheios de efeitos especiais, ainda deslumbra os olhos pela sua riqueza particular de um trabalho manual que hoje, infelizmente, é se visto muito pouco, ou não dado seu devido valor. Fico feliz por ter assistido e ainda hoje me divertir, sentir medo e sonhar com essa magia única do mundo Disney.

Até e bom feriado a todos, por aqui será prolongado, pelo menos. 🙂

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