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Filme: Clube de Compras Dallas (2013)

Club de Compras Dallas[rating:5/5] “Em 1986, o eletricista texano Ron Woodroof (Matthew McConaughey) é diagnosticado com AIDS e logo começa uma batalha contra a indústria farmacêutica. Procurando tratamentos alternativos, ele passa a contrabandear drogas ilegais do México…”

Quando fui assistir este filme não sabia muito bem sobre o que se tratava, apenas conhecia o fato de que McConaughey e Leto haviam recebido estatuetas por suas atuações. Foi realmente chocante ver os dois em magrezas tão excessivas e é até inacreditável saber que eles ficaram daquele jeito para as gravações. Ainda quero acreditar que foi efeito especial.

Tirando o fato de toda esta mudança física, a história é bem interessante. Logo no começo do filme você percebe que Ron é um cowboy machista ao extremo, tanto que é comparado a um touro bravo no começo do filme. Um dia ele sofre um acidente e em seu exame de sangue descobrem que ele tem AIDS. Nos anos 80 ter esta doença não era assim tão simples, associavam o HIV ao homossexualismo, então imaginem a situação de um machão com isso? É bem interessante ver que o personagem corre atrás de informação e que com o passar do tempo ele vai mudando, principalmente depois de passar a conviver com Rayon, uma travesti interpretada por Jared Leto. Só saquei que era ele depois de algumas aparições e de lembrar de cenas do Oscar. Simplesmente ótimo e divah.

Um drama que eu achei leve, com discussões válidas até hoje e que faz pensar na vida. Uma boa idéia pra sábado à noite.

 

Sinopse do Adoro Cinema.

Filme: Uma Aventura Lego (2014)

 [rating:4/5] “Emmet (Chris Pratt) é um Lego comum, até o dia em que é confundido com o Master Builder, o grande criador deste mundo de brinquedo, por ter encontrado a famosa peça de resistência. Este peça, procurada por todos há séculos, seria capaz de desarmar uma poderosa máquina criada pelo presidente do país, o perverso Sr. Negócios, que pretende colar todas as peças e impedir as mudanças no sistema. Mesmo sem ter grandes habilidades como criador, Emmet gosta de ser considerado um Lego especial, e faz de tudo para merecer a confiança de seus amigos, que incluem a rebelde Mega Estilo, o sábio Vitrúvius, e o gato-unicórnio UniKitty.”

Se considerarmos que este filme sai da linha de montagem de animações, não sendo produzido pela Dreamworks nem pela Disney-Pixar, podemos dizer que é impressionante o que fazem aqui. Você é jogado com Emmet, o construtor, em um mundo onde todos são condicionados a pensar que tudo é incrível. Mas além de condicionado, Emmet parece ser o menos pensante de todos até que tudo muda. Achei bacana demais os cenários e tudo mais feito em LEGO, pois brinquei muito com essas peças quando era criança, então as nostalgia foi completa, principalmente quando percebi que a água e a fumaça também eram feitas com o brinquedo. A história é bem diferentinha do que vemos por aí e o final me surpreendeu bastante. Cheio de referências sobre Harry Potter, DC Comics, Senhor dos Anéis e mais coisas “nerds” por assim dizer, o filme é bem engraçado e diverte bastante.

 

 

Sinopse do Adoro Cinema.

Filme: Planeta dos Macados – A Origem (2011)

[rating:3/5] “San Francisco. Will Rodman (James Franco) é um cientista que trabalha em um laboratório onde são realizadas experiências com macacos. Ele está interessado em descobrir novos medicamentos para a cura do mal de Alzheimer, já que seu pai, Charles (John Lithgow), sofre da doença. Após um dos macacos escapar e provocar vários estragos, sua pesquisa é cancelada. Will não desiste e leva para casa algumas amostras do medicamento, aplicando-as no próprio pai, e também um filhote de macaco de uma das cobaias do laboratório. Logo Charles não apenas se recupera como tem a memória melhorada, graças ao medicamento. Já o filhote, que recebe o nome de César, demonstra ter inteligência fora do comum, já que recebeu geneticamente os medicamentos aplicados na mãe. O trio leva uma vida tranquila, até que, anos mais tarde, o remédio para de funcionar em Charles e, em uma tentativa de defendê-lo, César ataca um vizinho. O macaco é então engaiolado, onde passa a ter contato com outros símios e, cada vez mais, se revolta com a situação.”

Nunca havia assistido a nenhum filme desta franquia, então como este tinha “origem” no nome, achei que deveríamos começar por ele. Nada mais lógico, não? Os efeitos especiais são muito bem feitos, só de imaginar que Andy Serkis fez o macaco César, é de arrepiar. Aliás, criem logo uma categoria pra esse tipo de trabalho no Oscar! Mas olhando pra alguns momentos do filme, eu preciso falar que ele não é tão bom assim. Comecei a me questionar “GZUZ, como assim? Não faz sentido” em várias horas. Claro que um macaco que anda e pensa não é normal, mas haviam coisas marmelada e zoeira demais, mesmo pra história. Um filme que passa como bacanudo numa sessão da tarde, mas que faltou alguma coisa ali pra me encantar mais, mas pelo menos me motivou a buscar os outros pra assistir. Agora que venham os outros da franquia!

Sinopse do Adoro Cinema.

Filme: As Mil Palavras (2011)

[rating:2/5] “Depois de trapacear num acordo, Jack McCall descobre uma árvore em seu jardim. Ele percebe que, a cada nova palavra que pronuncia, uma folha cai. Quando a milésima folha cair, Jack morrerá. Começam as preocupações para economizar cada palavra…”

Assisti este filme depois da indicação de uma amiga do trabalho e achei bem legal. A história é meio clichê sim, mas um filme que faz você ficar mudo e com medo de falar demais vale a pena ser visto. Tem alguns furos, situações pastelão e Eddie Murphy com certeza mesmo vive no formol e não muda nunca. Sessão da tarde com direito a pipoca, chuvisco e cobertas pra ver o filme.

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