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Viagem: Hotel de Selva | Amazônas

Quatro dias em um hotel de selva na Floresta Amazônica.

Eu e marido na piscina do Anavihanas Jungle Lounge.

Como contei aqui em post anterior, depois de três dias na capital Manaus fomos para um hotel de selva. Esse tipo de hotel fica bem distante da cidade, bem embrenhado na floresta. O que ficamos, o Anavilhanas Lodge, está há 2 horas de distância de Manaus, sendo o último acesso da estrada. Dalí pra frente, só de barco! E não pense que as pessoas vivem só por alí não, alguns guias contaram que moravam há 9 horas de barco dali, diferente né?

Quando se vai para um hotel assim, tudo está incluso, de comidas até passeios, afinal, você está no meio da floresta. O hotel também é uma atração, bangalôs lindos, integrados com a natureza e podem acreditar: ZERO mosquitos! O pessoal explica que no Rio Negro o ph da água não favorece a reprodução de pernilongos e afins, então não tem um mosquito sequer, não usei repelente nenhum dia, nem nas trilhas dentro da floresta.

Anavilhanas Lodge

Acho que nem preciso dizer que lá fizemos os melhores passeios pela Amazônia. Eles eram com no máximo para 6/8 pessoas e por isso conseguíamos conversar e perguntar livremente para os guias. Vou contar rapidinho sobre cada um pra vocês saberem como foi!

Rio Negro

Trilha “seca” e trilha “molhada” – Anavilhanas é uma unidade de conservação brasileira de proteção integral da natureza que tem em sua extensão 400 ilhas (sim! Ilhas no rio! ) e como nesta região do país não existe muito bem um inverno e sim época de seca e época de cheia, durante a cheia algumas ilhas ficam submersas. Fomos na seca e por isso fizemos uma trilha no continente e uma nas ilhas. A vegetação muda BASTANTE e as árvores das ilhas tem raízes imensas! Aprendemos MUITO com os guias que são moradores da região e ainda vimos aranhas enormes, colocamos a mão em um formigueiro amigável e ouvimos pássaros diferentes. Valeu a pena fazer as duas.

Arara solta na comunidade ribeirinha.

Workshop de arco e flecha – Um passeio que fizemos sozinhos com o guia porque ninguém quis fazer e foi super legal! Descobrimos muitas coisas sobre os índios e a cultura deles, como fazem os arcos e as flechas, como atirar e ainda que existe até olimpíadas de jogos indígenas.

Comunidade ribeirinha às margens do Rio Negro.

Visita em uma comunidade ribeirinha – Além de entender mais sobre o modo de vida das pessoas que moram alí, como restrições de plantio e pesca por ser uma área de proteção, foi onde vimos mais animais! Preguiça, arara, gavião e outras aves fofas.

Passeio de canoa por igarapés – Na seca fica complicado andar por eles, mas foi uma lição incrível de parceria remar com o marido numa canoa indígena. Tivemos momentos de paz curtindo a natureza no barquinho boiando pelo Rio Negro. Uma delícia!

Focagem de jacarés de noite – O guia vai a frente do barco com uma luz procurando por animais na noite da Amazônia. Vimos jacarés, cobras, sapos e preguiças, todos em seu habitat. Pra mim um dos mais lindos passeios que fiz na vida, com uma noite incrível naquele rio tão grande que a gente se perde e um céu maravilhoso.

Nascer do sol no Rio Negro.

Nascer do sol no Rio Negro – Indescritível e eu vou contar pra vocês, MUITA gente não vai pra esse passeio porque é muito cedo. O barco saiu 5 da manhã para nos posicionarmos no melhor lugar, mas eu faria isso de novo com certeza. O silêncio da manhã, o fresquinho, uma vista incrível de marejar os olhos.

Pier do hotel

Fora os passeios, o hotel ainda disponibilizava boias e pranchas de Stand Up Paddle pra brincar nas margens do Rio Negro. Todos os dias que voltávamos dos passeios ficávamos pelo pier já para refrescar do calorão úmido de lá.

O lugar é incrível, com uma comida maravilhosa e aproveitamos cada segundo. Não é um passeio muito barato, mas para uma lua de mel pra um casal que não fez casório, acredito que merecemos. Fora que foi uma experiência única, com muuuuuuuuito aprendizado. Os guias são fantásticos e ensinam muito para os visitantes.

Vimos por lá pessoas de vários lugares do mundo, mas poucos brasileiros. A maioria do hotel era de alemães, italianos, chineses, franceses e norte americanos. Cadê povo BR curtindo o que tem de mais lindo nesse país?

E nesse segundo post acabo de contar – um ano depois #shame – como foi essa viagem incrível para esse lugar tão grandioso. Gostaram? Pode comentar com dúvidas e curiosidades que eu respondo =D

Parque Ribeirão Vermelho | Passeio em São José dos Campos

Conheça o Parque Ribeirão Vermelho em São José dos Campos.

Marido e eu no Parque Ribeirão vermelho

Já contei aqui no blog várias vezes que eu e marido adoramos explorar a cidade e vira e mexe estamos andando por algum canto pra descobrir algum lugar. Aí que há um tempo vi nos Stories de pessoas que conheço em São José dos Campos um parque bem diferente que eu não reconhecia. Deu o que fazer, mas descobri que se tratava do Parque Ribeirão Vermelho que fica na região do Urbanova.

Este bairro é meio longe de casa, mas em um dia de tédio resolvemos encontrá-lo. Jogamos no app de mapas e chegamos sem problemas.

Parquinho do Pq. Ribeirão Vermelho

Sobre o parque

O Parque Ribeirão Vermelho tem uma área de aproximadamente 250 mil metros quadrados e foi inaugurado em fevereiro de 2017, novinho né? Lá da pra jogar tênis, basquete, fazer caminhadas, andar de patins, skate e bicicleta (muita gente andando lá dentro com aquelas de locação, sabe?). Além disso, foi o único parque que vimos aparelhos de exercícios adaptados para cadeirantes.

Quiosques

O parque ainda tem alguns quiosques (piqueniques!) e parquinho para crianças. Para deixar ainda mais bacana, ele ainda tem “piscinas verticais”, que são nada mais que fontes que ficam com água para cima e para baixo para refrescar o pessoal em dias de calor. Achei super divertido! Em algumas fotos da internet da pra ver que a criançada grande e pequena se diverte muito!

O dia que fomos estava gelado, porém lindo! Sol bem gostoso e céu azul e adoramos conhecer mais esse lugarzinho de Sanja. Para completar o passeio vimos um tatuzinho cavando buraco para comer bichinhos, muito fofinho!

Quadras de tênis

Onde fica?
Avenida Maria de Lourdes Friggi, Urbanova

Horário
Segunda a sexta-feira, das 7h às 22h
Sábados, domingos e feriados, das 7h às 18h

Fonte – Finais de semana, das 10h às 17h

Turismo Pela Escócia: Arthur’s Seat | Ediburgo

Arthur’s Seat: Fazendo trilha em Edimburgo

Arthur's Seat visto de cima

Logo quando cheguei em Edimburgo, a ideia era aproveitar algum dia de céu meio limpo – o que é bem difícil por lá – para fazermos uma trilhazinha. Se você me segue por aqui há algum tempo sabe que a gente é bem fã de trilhas e por isso não podia perder a oportunidade de ver Edimburgo de cima.

Vista do castelo de Edimburdo do Arthur's SeatCastelo de Edimburgo visto do Arthur’s Seat.

Sobre o Arthur’s Seat

Arthur’s Seat é um pico famoso da cidade de Edimburgo por ser facilmente avistado de vários pontos da cidade. Ele tem origem de elevação vulcânica, tem 251 metros de altura e fica um pouco mais de um quilômetro de distância do Castelo de Edimburgo. Ele também faz parte do parque do Palácio de Hollyrood, que é administrado pelo Historic Scotland.

O nome, Assento de Arthur, faz referência ao trono do Rei Arthur, sim aquele da Távola Redonda.

Cheguei no topo!Subindo!

Castelo de EdimburgoVista do Castelo de Edimburgo.

O que achei?

A subida é bem tranquila, trilha bem marcada e bem cheia e gente subindo. Tem gente subindo sozinha, gente acompanhada, de grupo, correndo, com cachorro, algo bem natural e popular na cidade. Demos sorte do dia estar bem limpo para os padrões de lá – nem por isso menos frio – e conseguimos aproveitar bastante.

Lá de cima é possível avistar muitos pontos turísticos da cidade como o Castelo de Edimburgo, Calton Hill, Balmoral Hotel, Palácio de Hollyhood (residência oficial da Monarquia Britânica) e até o mar ao fundo.

Na descida é possível passar pelas ruínas da St Antony’s Chapel.

Balmoral HotelBalmoral Hotel

Calton HillCalton Hill

Topo do Arthur's Seat

Como visitar?

Fomos andando do centro de Edimburgo até o topo do pico e voltamos. Você chega lá seguindo a Royal Mile até o final, passado pelo Hollyrood Palace de onde saem as trilhas para o Arthur’s Seat. Você pode subir por vários lados, todos com vistas lindas de tudo ao redor.
Quanto custa? O passeio é gratuito
Tempo de passeio: Pode separar uma manhã toda, ou uma tarde toda para subir com calma, tirar muitas fotos e curtir a vista, mas a subida demora 50 minutos.

Turismo em Edimburgo: Jardim Botânico Real | Escócia

Viagem pela Escócia: Jardim Botânico Real em Edimburgo

turismo em edimburgo

Quando o noivo decidiu por Edimburgo como cidade pra fazer o intercâmbio rápido que ele ia fazer, eu logo dei um jeito de ir me encontrar com ele. Foi tudo sem esperar, eu ia usar a pouca economia que eu tinha feito, mas sabia que tinha que conhecer este novo lugar. Saí de Paris, onde estava com meu irmão e fui de avião pra lá. Eu e o noivo ficamos em uma Guest House – isso tudo vou contar em outro post – e o primeiro passeio que ele me levou pra fazer foi o Royal Bothanic Gardens (Jardim Botânico Real).

Sobre o Jardim Botânico Real

Surgiu em 1670 como um lugar para cultivo de plantas medicinais. É agora um renomado centro de ciência de plantas, horticultura e educação. Existem quatro destes parques espalhados e eles estão em Edinburgo, Benmore, Dawyck e Logan, e possuem uma quantidade riquíssima de plantas.

O que achei?

Eu fui sem esperar em todos os passeios que fiz na Escócia. O noivo ficou dois meses lá e tinha a missão de me impressionar, mas depois que se chega em Edimburgo, tudo que você faz é impressionante.

O jardim é bem grande e tem várias áreas temáticas: tem um jardim meio japonês, uma fonte, lago, flores de vários jeitos, inclusive suculentas que eu fiquei apaixonadíssima! Pra mim, conhecer lugares deste jeito abre minha cabeça para novas faunas e floras, o que vejo que pode me enriquecer muito como profissional das artes. Imagino que em temporadas de flores, como verão e primavera, o parque fique bem mais deslumbrante, e no inverno com a neve e os enfeites de natal seja de tirar o fôlego.

Uma das coisas que mais achei legal foi uma parte do parque dedicada a Rainha Elizabeth e que tem uma casa com o interior todo feito em conchas e pinhas. Coisinha linda e chuchu de se ver.

Como visitar?

Entrada: Grátis. Apenas algumas exibições cobram ingresso.
Horário de visitação: Varia e acordo com a estação do ano e condições climáticas, então vale olhar diretamente no site deles para saber melhor.
Como chegar? Fomos a pé mesmo da Princess Street.
Tempo de Passeio: Vai do grau de entusiasmo por plantas. O lugar é bem grande e ficamos umas duas horas por lá.

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