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Tower Bridge.

Já mostrei aqui no blog todos os lugares que tive oportunidade de conhecer durante meus seis dias de viagem que fiquei na cidade de Londres, todos arrumadinhos dentro da página que fiz pra cidade, assim fica mais fácil de achar, né? Hoje vim contar então sobre o restinho da viagem e como foi andar por lá.

Hospedagem

Quando fomos pra lá já sabíamos que algum lugar pra cair e deitar teria que estar no roteiro, mas pra economizar começamos procurando por hostels. Os preços estavam em média $40/$50 libras por dia nos que estávamos vendo, pra ter um quarto só pra gente (porém beliche) e banheiro comunitário. Queríamos um quarto só nosso pra podermos dormir em paz e ainda poder largar as coisas lá, já que ficávamos o dia todo na rua. Um dia contei isso pra minha madrinha, que é viajadeira que só, e ela deu a ideia de ver um Ibis, que o valor não mudava tanto, e não é que era verdade? Na realidade o Ibis Budget que ficamos saiu mais barato no final que os hostels que tinha cotado, isso com quarto só nosso e banheiro também. Lucro? MUITO! Além disso aproveitamos o café da manhã deles que era ótimo e por um preço aceitável, na época saiu 362,90 libras e reservamos com 2 meses de antecedência.

Ficamos no Ibis Whitechapel, que estava num lugar mais próximo de metrô e uma walking distance bacana da Tower Bridge, assim conseguimos pegar os últimos dias da exibição “Blood Swept Lands and Seas of Red” do artista de cerâmica Paul Cummins com colaboração do cenógrafo Tom Paper e que aconteceu na Tower of London. Nela tinham 888.246 papoulas de cerâmica, cada uma simbolizando uma morte de um soldado britânico durante as guerras. Era lindo e triste sabe? Dessas coisas que você pega pra pensar e fica meio sem saber como agir. Já falei por aqui que o que me marcou muito na viagem, principalmente por estarmos por lá próximo ao Remembrance Day, é como a guerra é algo muito presente na vida dos Europeus.

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Exposição das papoulas de cerâmica.

Transporte

Uma verdade é: em Londres andar de metrô é super simples, mas sai caro. Lá eles cobram por distância percorrida, o que ajuda demais, mas também pode atrapalhar se você fizer um roteiro maluco. Assim que chegar lá compre seu cartão Oyster, vende em qualquer lojinha de revista e na época pagamos 5 libras em cada e sim, cada pessoa tem que ter o seu porque você passa ele na entrada e na saída (lembra? ele cobra por distância percorrida). Aí você coloca créditos nele nas máquinas que parecem caixas eletrônicos e pronto! Saia andando!

Uma coisa é boa, as coisas são mais próximas do que você pode imaginar. Fomos com base no que vimos nos mapas e quando se chega lá se descobre que muita coisa é perto! Por exemplo: Sea Life, London Eye, Big Ben, Westminster Abbey, tudo grudadinho! E achávamos que teríamos que pegar vários metrôs pra chegar neles. Então aproveite o pique e ande! Assim você descobre coisas novas, mesmo que se perca um pouco. Aliás, todas as vezes que nos perdemos um pouco, achamos algo bem bacana!

Aqui deixo alguns lugares que você visita só pra tirar fotos, o Big Ben, o Palácio de Buckingham e a vista da linda Tower Bridge vista da London Bridge. Também o Apple Market, que descobrimos quando resolvemos sair umas estações antes do metrô e andar um pouco. Ainda bem! Estava tendo uma feitinha gastronômica e comemos por lá.

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Big Ben.

Palácio de Buckingham
Palácio de Buckingham.

estatua
Pessoal curte uma estátuazinha.

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Tower Bridge vista da London Bridge.


Apple Market em Covent Garden.

Impressões

* No começo eu sofri na hora dos trocos e de pagar as coisas, malditas moedas de tamanhos malucos e cores doidas, aí na hora que fiquei boa, fui embora.

* Os bares fecham bem cedo, pelo menos mais cedo que na minha cidade natal, lá a galera sai de casa 23h da noite.

* Não importa a roupa ou o cabelo que você tem, a variedade de nacionalidades e estilos é tão grande que ninguém se importa com isso. Eu com meus cabelos cor de rosa nunca me senti mais normal na vida.

* Você passa sua própria compra e paga tudo no caixa. Sozinho. Tipo self-service. E ninguém confere nada! Fiquei chocada.

* De acordo com a cerveja que você pede no pub ela vem num copo diferente.

* No Reino Unido é normal as pessoas agendarem pra passar o natal em restaurantes e todos tem cardápios especiais para essa época do ano.

* Londres é uma cidade e tanto. Cheia de gente, cheia de sotaques, idiomas e coisas lindas pra se ver e aprender.

* Lá não tem self-service e comemos lanche praticamente todos os dias. Estava suspirando pra comer um prato de comida.

* Nos supermercados, no fim do dia eles remarcam produtos que iriam pro lixo ou estragariam, como sanduíches e frutas, e fica tudo mais barato. Era quando a gente ia e comprava frutinhas e coisas pra comer de noite no hotel.

* Lá vende chá Twinings no Burger King.

libras
Moedinhas do mau.

Pra quem se interessar, estão aqui os links do hote Ibis Budget Whitechapel que ficamos e o roteiro com pontos e passeios de Londres que fizemos. Espero que tenham gostado dos posts de Londres e até os próximos, pois agora vamos para Paris!

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19 Comments on Viagem: Londres – Transporte, Hospedagem e Impressões

  1. Gente, to aqui hipnotizada nesse apple market!!! Quero conhecer :O
    Mas o que eu achei mais legal aqui foi descobrir que vende chá no BK HAUHUAHUAHAUHAUHAUHA isso sim que é vida!

    Beijocas

  2. Nossa, ótima dica essa do Ibis rs E bom saber que andar em Londres é de boa, porque das duas vezes que eu e o Rafa viajamos andamos a pé rs Twinings no Burger King? Não sei o que pensar sobre isso hahahahaha
    Beijos! =**

  3. pagar coisas em caixa self service é maluco! Em alguns mercados/farmácias nos EUA é assim tbm. E eu não conseguia parar de pensar “gente, imagina esse troço no brasil?”. Ficar chocados com isso é uma pena né. Acho tão lindo a honestidade ser o mais comum em alguns lugares.
    Lindas fotos! Bjão

  4. Eu fiquei em um hostel incrível em Lodnres, o Palmers Lodge. Mas reservamso um quarto com mais 20 camas (!). Quando chegamos a atendente deu um upgrade pra gente pro de 12 camas, com banheiro dentro do quarto. Foi super tranquilo, aprovei muito.
    Essa questão de a guerra ser muito presente na vida dos europeus tbm me marcou muito. Não lembro se vc já falou, mas você cegou a ir no Imperial War Museum? Muito foda!
    Tbm fiquei doida com as moedinhas rs E os caixas “self-service” me deixaram impressionada. Ninguém confere e ninguém tenda dar o olé.
    Adorei o post, Chell. Londres se tornou minha cidade favorita do mundo inteiro <3 (não que eu conheça muitas mas, né) Quem sabe um dia não volto pra ficar por lá, hein? *-*

  5. HAHA, ingleses são tão incríveis que colocam chá no Burger King! AMEI saber dessa – e salvei teu post para consultas futuras, super útil. ?

  6. Adorei o post! Com certeza optaria por caminhar mais (nos locais próximos), porque dá pra aproveitar infinitamente melhor, os lugares. Isso da diversidade de estilos deve ser ótimo também. Aqui ainda é meio chato, em relação a isso. Quando tem alguém mais “diferente”, sempre vejo os outros olhando torto, questionando sexualidade e até caráter. O que uma coisa tem a ver com a outra, eu não faço ideia. Adoro gente com estilo próprio, que não faz questão de andar igual a todos. Muito mais legal. E quando isso é respeitado, então, é perfeito. 😀 Quero ver o post de Paris! Beijão!!

    http://desapegomental.com/

  7. Chell que delícia poder “viajar” nesse teu post!
    Acabei de encontrar seu blog e quando vi viagens – Londres corri pra ler e amei muito
    Meu sonho é conhecer Londres e confesso que sonho mais alto e penso em morar por lá, quem sabe neh?
    Gostei das dicas e vou começar a calcular os custos e pesquisar sobre tudo, espero muito realizar esse sonho EM BREVE..!

    Bjs bonita!

    http://www.missneilarios.com.br

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