drama

Scarface + Magnólia

[rating:3/5]Scarface (1983) “Um criminoso cubano exilado (Al Pacino) vai para Miami e em pouco tempo está trabalhando para um chefão das drogas. Em pouco tempo ele ganha mais dinheiro do que jamais sonhou. No entanto ele está na mira dos agentes federais, que o pegam quando ele está “trocando” dinheiro. Porém, a missão toma um rumo inesperado quando, para concretizá-la, ele precisa matar crianças.”

Al Pacino faz um cara realmente durão nesse filme. Esse aí morde abelha! *haha* É incrivel como ele sabe fazer o rapaz ser prepotente ao ponto de incomodar até quem está assistindo, o cara era um doido. O filme tem bastante tiro, ação, muita droga (tanta que o filme poderia se chamar “O Aspirador”), mas ao mesmo tempo é meio parado, talvez por ele ser longo demais. Gostei, mas tem que ser daqueles que agente assiste em dias de inspiração.

[rating:4/5]Magnólia (1999)“O filme narra com habilidade a trajetória de nove personagens durante um dia incomum em uma cidade californiana. Entre as atuações destacadas, estão a de Tom Cruise – como um palestrante de cursos ultramachistas – , que concorreu ao Oscar como coadjuvante; e a de Philip Seymour Hoffman, no papel de um terno enfermeiro. O filme descreve a vida de nove pessoas que moram nos arredores da Rua Magnólia, que tem suas vidas entrelaçadas num intervalo de tempo de vinte e quatro horas.”

E este é o tão comentado filme de Maurício Saldanha, um dos participantes do Rapaduracast e criador do Cabine Celular. E eu digo simplesmente: “FOD*”. Desculpem o termo, mas este filme, que é um drama de pouco mais de três horas (sim, 3 horas de drama), foi um filme que me prendeu na tela do computador. As nove pessoas se entrelaçam com uma rede e o principal do filme é apresentar que “nada é por acaso”. Depois que li esta crítica, aí que surtei mais ainda! Esse é pra quem gosta mesmo. Tom Cruise faz uma atuação surpreendente, achei até meio caricato demais, mas não duvido que hajam pessoas assim no mundo.

Desejo e Reparação

Desejo e ReparaçãoUma jovem usa a imaginação para acusar o filho do caseiro de um crime que ele não cometeu, o que muda a vida dele e também de sua irmã mais velha.

Fotografia adorável, trilha sonora super original (merecido Oscar), adorei os figurinos (o vestido verde, AH o vestido verde!) e gostei da história! Foi uma história simples, bem contada, nada de choro, por mais que seja triste, mas achei um filme bom de se ver por mais que não tenha nada de extraordinário.

Benjamin Button e O Leitor

O Curioso Caso de Benjamin Button
Sinopse-“” “Eu nasci em circunstâncias incomuns.”Assim começa O Curioso Caso de Benjamin Button, adaptação do romance de 1920 de F. Scott Fitzgerald sobre um homem que nasce com oitenta e poucos anos e rejuvenesce a cada dia que passa. Um homem, como qualquer um de nós, que não pode parar o tempo. A partir da Nova Orleans do final da I Guerra Mundial, em 1918, adentrando o século XXI, o filme percorre uma jornada tão incomum quanto pode ser a da vida de qualquer pessoa, através da grandiosa história de um homem nem tão comum assim, das pessoas e lugares que ele descobre ao longo do caminho, dos amores que encontra, dos que perde, das alegrias da vida e das tristezas da morte e do que permanece além do tempo.”

O que gostei – Efeitos especiais bem legais, a história é boa, a cena da Cate Blanchett dançando balé de noite foi linda.
O que NÃO gostei – Demora muito, a personagem da Cate Blanchett na minha opinião é muito tosca, fiquei com raiva dela no meio do filme.

O Leitor
Sinopse-
“Um adolescente se apaixona por uma mulher mais velha e vive intenso romance. De uma hora para outra, ela some de sua vida. Cerca de oito anos depois, ele reencontra essa parte de seu passado ao participar de um polêmico julgamento de crimes cometidos pelos nazistas na segunda grande guerra.”

O que gostei – Da pequena mensagem que a personagem de Kate Winslet passa, a cena quase no fim do filme de um campo de concentração, que faz agente refletir a loucura de um certo “Adolfo”.
O que NÃO gostei – Muitas cenas de nudez e demora pra passar o filme.

Sete Vidas

Ontem assisti ao filme “Sete Vidas”, com Will Smith, dirigido por Gabriele Muccino, o mesmo italiano que dirigiu “A Procura da Felicidade”, também com Smith. Se forem assistir, levem suas caixinhas de lenço. Chorei rios (tá é uma hipérbole, mas foi quase isso).

O filme começa bem confuso, nos primeiros trinta minutos de filme eu estava mais que boiando, mas do nada tudo começa a se encaixar: Ben Thomas é um fiscal da Receita Federal que está a procura de 7 pessoas boas para ajudar. Tudo corre bem até que Ben conheçe Emily Posa, uma tipógrafa que tem problemas cardíacos. Ela custa a confiar que ele só deseja ajudá-la, e quando percebe, a coisa toma rumos bem diferentes do que ela imaginava.
Como li no Omelete: “nos últimos minutos, você vai ficar torcendo para que sua inteligência tenha te deixado na mão e tudo aquilo que você imagina que vai acontecer não se concretize. De novo, pegue sua caixa de lenço de papel. Mas fique alerta, pois o choro também pode ser de raiva e/ou incredulidade.” O que é a mais pura verdade, mas o meu choro foi de tristeza.