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Os últimos cinco filmes que assisti #2

Depois de uma longa pausa no blog e vários posts agendados, voltamos com a programação normal! E pra começar a atualização vou contar sobre os últimos filmes que assisti desde o ano passado. Comecei a fazer estes posts assim ano passado e vou continuar no modelo e ver o que rola. Tem alguns ainda que vão ficar de fora, mas tenho que começar por algum lado né?

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Jogos Vorazes: A Esperança – O Final (2015)

[rating:3/5]
Ainda se recuperando do choque de ver Peeta (Josh Hutcherson) contra si, Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) é enviada ao Distrito 2 pela presidente Coin (Julianne Moore). Lá ela ajuda a convencer os moradores locais a se rebelarem contra a Capital. Com todos os distritos unidos, tem início o ataque decisivo contra o presidente Snow (Donald Sutherland). Só que Katniss tem seus próprios planos para o combate e, para levá-los adiante, precisa da ajuda de Gale (Liam Hemsworth), Finnick (Sam Claflin), Cressida (Natalie Dormer), Pollux (Elder Henson) e do próprio Peeta, enviado para compôr sua equipe.

Se eu tivesse que escolher uma palavra pra falar deste filme seria: desnecessário. Como eu esperava, o último filme só serviu pra fechar tudo de uma maneira demorada e feita para arrecadar dinheiro, pois tudo podia ter sido totalmente resolvido em um único filme. Ele tem ação, tem história, mas eu me senti enganada vendo um filme para o desfecho final. Conheço muita gente que não gostou do final e gente que concordou comigo achando que tudo poderia ter sido resumido e teríamos um filme com final épico. Bem, se você já viu os três primeiros, tem que ver como tudo acaba, né?

Missão Impossível – Nação Secreta (2015)

[rating:3/5]
Ethan Hunt (Tom Cruise) descobre que o famoso Sindicato é real, e está tentando destruir o IMF. Mas como combater uma nação secreta, tão treinada e equipada quanto eles mesmos? O agente especial tem que contar com toda a ajuda disponível, incluindo de pessoas não muito confiáveis…

Um dia na minha casa resolvemos ver o último MI, afinal, Tom Cruise, MI, não tem como ser ruim, né? Realmente tem muita ação, mas a história parece que sempre vai ser esta: o cara não tem suporte da organização e fica nessa se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. Enredo basicão e existente em alguns filmes faz algum tempo, o filme surpreende pouco, mas serve pra quem quer ver coisas explodirem e porrada.

007 Contra Spectre (2015)

[rating:3/5]
James Bond (Daniel Craig) vai à Cidade do México com a tarefa de eliminar Marco Sciarra (Alessandro Cremona), sem que seu chefe, M (Ralph Fiennes), tenha conhecimento. Isto faz com que Bond seja suspenso temporariamente de suas atividades e que Q (Ben Whishaw) instale em seu sangue um localizador, que permite que o governo britânico saiba sempre em que parte do planeta ele está. Apesar disto, Bond conta com a ajuda de seus colegas na organização para que possa prosseguir em sua investigação pessoal sobre a misteriosa organização chamada Spectre.

Você leu o que eu escrevi no Missão Impossível? Transporte pra cá. Foi até bizarro pois vi MI5 no dia anterior de 007 e cheguei no cinema falando: “ué, não vi esse filme ontem?”. Mesmo enredo de organização/vilão e o agente secreto no meio da muvuca. Gente, vamos ser criativos? Só achei 007 um pouco pior porque essa história de super vilão ficar recebendo mocinho pra tomar champanhe pra mim é demais.

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Star Wars – O Despertar da Força(2015)

[rating:5/5]
Décadas após a queda de Darth Vader e do Império, surge uma nova ameaça: a Primeira Ordem, uma organização sombria que busca minar o poder da República e que tem Kylo Ren (Adam Driver), o General Hux (Domhnall Gleeson) e o Líder Supremo Snoke (Andy Serkis) como principais expoentes. Eles conseguem capturar Poe Dameron (Oscar Isaac), um dos principais pilotos da Resistência, que antes de ser preso envia através do pequeno robô BB-8 o mapa de onde vive o mitológico Luke Skywalker (Mark Hamill). Ao fugir pelo deserto, BB-8 encontra a jovem Rey (Daisy Ridley), que vive sozinha catando destroços de naves antigas. Paralelamente, Poe recebe a ajuda de Finn (John Boyega), um stormtrooper que decide abandonar o posto repentinamente. Juntos, eles escapam do domínio da Primeira Ordem.

O filme mais esperado do ano. O ápice de muita gente de 30/40 anos depois de tanto tempo! E não poderia ter sido mais gostoso. Como foi bom rever os personagens, ver a história surpreendendo a cada momento e vibrar no cinema como há tempos não vibrava. Representatividade feminina e negra num filme que já marcou mudanças na cultura pop atual. Como é lindo ver crianças usando camisetas de Star Wars, brinquedinhos nas lojas pra gente comprar, isso é a maravilha do marketing e a felicidade de muito nerd (OI! Olha eu aqui!) por ai. O filme é delicioso, com ação, aventura e diversão, tudo na medida certa. Confesso que não gostei do ator que escolheram para Kylo Ren, eu tenho a visão dele de “Girls” e pra mim foi difícil engolir, mas vou dar uma chance pro rapaz. Fora isso, só alegria!

Creed: Nascido Para Lutar (2016)

[rating:4/5]
Adonis Johnson (Michael B. Jordan) nunca conheceu o pai, Apollo Creed, que faleceu antes de seu nascimento. Ainda assim, a luta está em seu sangue e ele decide entrar no mundo das competições profissionais de boxe. Após muito insistir, Adonis consegue convencer Rocky Balboa (Sylvester Stallone) a ser seu treinador e, enquanto um luta pela glória, o outro luta pela vida.

Eu sou fã de Rocky Balboa, aliás, quem não é? Eu sabia que o filme ia ter algo a ver com Rocky, mas não sabia o que, e não é que eu adorei? Uma história sobre força de vontade, superação, força e cuidado. Acho incrível como Stallone consegue fazer uma história simples ser emocionante. O que me chamou muito a atenção foi a trilha sonora (olha a doida da trilha ai gente!) que casou muito bem com o filme. Uma mistura de músicas clássicas com hiphop e eletrônica que deram um toque todo especial na história. Eu não sei se tem a ver o fato de eu praticar artes marciais, mas você sai do cinema com uma vontade enorme de conquistar o mundo, é demais.

Sinopses do Adoro Cinema.
E vocês? Já assistiram algum desses? O que acharam?

Assisti: O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos (2014)

Hobbit - Batalha dos Cinco Exércitos_poster[rating:3/5]“Após ser expulso da montanha de Erebor, o dragão Smaug ataca com fúria a cidade dos homens que fica próxima ao local. Após muita destruição, Bard (Luke Evans) consegue derrotá-lo. Não demora muito para que a queda de Smaug se espalhe, atraindo os mais variados interessados nas riquezas que existem dentro de Erebor. Entretanto, Thorin (Richard Armitage) está disposto a tudo para impedir a entrada de elfos, anões e orcs, ainda mais por ser tomado por uma obsessão crescente pela riqueza à sua volta. Paralelamente a estes eventos, Bilbo Bolseiro (Martin Freeman) e Gandalf (Ian McKellen) tentam impedir a guerra.”

E finalmente chegamos ao final desta aventura com Bilbo. Eu acho que se houvessem apenas 2 filmes, e se Peter Jackson tivesse se atentado a ficar em “O Hobbit” mesmo, sem referências ao Senhor dos Anéis a todo momento, tudo seria mais épico do que já foi. Infelizmente, foram feitos três filmes, passeamos por mais tempo na Terra Média e três filmes “ok” foram entregues.

Sobre este terceiro filme, eu achei exército demais pra um filme, mas a ação foi boa e as cenas foram realmente muito boas de serem assistidas. Algumas coisas foram desnecessárias, como aquele lorota se vestindo de mulher (sério, podia viver sem ele) e todo o romancezinho de um anão com uma certa elfa. O 3D foi totalmente dispensável como quase sempre, mas apesar dos pesares, este último filme não foi cansativo como o segundo pareceu ser e ainda agradou a ponto de eu não sair xingando da sala de cinema. Para os fãs como eu, sempre é válida uma nova visita ao Condado e a Terra Média, ainda mais se dirigida por Peter Jackson.

Filme: Malévola (2014)

 [rating:2/5] “Baseado no conto da Bela Adormecida, o filme conta a história de Malévola (Angelina Jolie), a protetora do reino dos Moors. Desde pequena, esta garota com chifres e asas mantém a paz entre dois reinos diferentes, até se apaixonar pelo garoto Stefan (Sharlto Copley). Os dois iniciam um romance, mas Stefan tem a ambição de se tornar líder do reino vizinho, e abandona Malévola para conquistar seus planos. A garota torna-se uma mulher vingativa e amarga, que decide amaldiçoar a filha recém-nascida de Stefan, Aurora (Elle Fanning). Aos poucos, no entanto, Malévola começa a desenvolver sentimentos de amizade em relação à jovem e pura Aurora.”

Eba! Consegui assistir Malévola com uma amiga, depois do namorado dizer que não queria ver e… não gostei muito. Achei o mundo dos Moors lindo, bem produzido, criaturas lindas, Angelina divando e sambando na cara das recalcadas, mas o roteiro me deixou sentindo falta de um clímax melhor, mais bem elaborado, bem explicado e explorado. Até a hora que Aurora caiu dormindo (o que não é spoiler, né?) tudo ia bem, mas dali pra frente senti o filme desandar. Transformaram a Jolie em uma “mulher gato”, meio que uma heroína de quadrinhos com roupas justas de vinil preto e pensei: “broxei”. Não tinha conseguido entender o que eu tinha sentido com o filme quando ele acabou, mas depois ficou tudo claro e explicou os 47 pontos do Rotten Tomatoes do dia que vi.

Bacana pra crianças e talvez pessoas que gostem MUITO, mas muito mesmo da personagem, porque por mais diferente que a história tenha sido, com surpresas na história que foram bem boladas, ele me deixou esperando algo que não tive. E um comentário, queria ver mais atores gatos, #prontofalei.

Assistir: Clube dos Cinco (1985)

Clube dos Cinco [rating:3/5] “Em virtude de terem cometido pequenos delitos, cinco adolescentes são confinados no colégio em um sábado, com a tarefa de escrever uma redação de mil palavras sobre o que pensam de si mesmos. Apesar de serem pessoas completamente diferentes, enquanto o dia transcorre eles passam a aceitar uns aos outros, fazem várias confissões e tornam-se amigos.”

Esse é antigo e não sei como não me lembro de ter visto na Sessão da Tarde quando era mais nova. Ainda bem que existe Netflix no mundo e feriados pra gente poder se divertir e colocar as coisas em dia. O filme mostra uma história bem legal de pessoas diferentes, mas que não são tão diferentes assim no final das contas. Apesar de parecer um pouco paradinho se comparado com filmes mais atuais, ele é bem divertido e consegue te fazer pensar. Pena que hoje em dia não passe mais na TV, acho que muita gente ainda pode aprender com a história. Então fica a dica pra quem estiver com vontade de ver algo diferente.

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