comédia

Assistir: Goblin (2017)

Goblin

Gong Yoo, Kim Go Eun e Lee Dong Wook estrelam esse romance sobrenatural que mostra que o amor pode superar tudo, incluindo a morte. Kim Shin (Gong Yoo) é um “goblin” imortal e tem um título bastante honroso de Protetor de Almas. Ele mora junto com Wang Yeo (Lee Dong Wook), o Anjo da Morte, encarregado de guiar as almas para o outro mundo. Mas ambos os bonitões tem grandes problemas: Wang Yeo tem amnésia e Kim Shin quer acabar com a própria vida (imortal) dele. Infelizmente para os goblins, a única maneira de derrotar a imortalidade é se casando com uma humana. Por causa disso, Kim Shin decide conquistar Ji Eun Tak (Kim Go Eun), uma estudante do ensino médio que apesar da dolorosa realidade que vive, permanece otimista. Após ser responsável por proteger almas e guiá-las para o outro mundo, Kim Shin agora tenta fazer o mesmo com a alma dele. Mas quando a complicada maneira de suicídio começar a se tornar amor verdadeiro, ele se arrependerá da decisão dele?

Goblin

A história

Quando o dorama vem com esses lances de passado e presente, ele quase que me ganha de primeira, e este aqui tem. Kim Shin era um general há quase mil anos atrás que foi morto por conta de uma conspiração e por isso vive nos tempos atuais com uma espada cravada em seu peito. Por séculos ele viu pessoas queridas morrendo e vive se sentindo solitário demais buscando uma maneira de acabar com sua imortalidade. Um dia ele salva uma mulher grávida em um atropelamento e naquele instante algo diferente acontece: ele acabara de “criar” a pessoa que colocaria um fim ao sofrimento dele.

Goblin

Sobre o dorama

Com um pouco de humor, aos poucos você acompanha o crescimento dos personagens, principalmente de Ji Eun Tak, a mocinha da série que é o verdadeiro exemplo de copo sempre meio cheio. A vida dela é muito sofrida e ela nunca se deixa abater, um verdadeiro exemplo de positividade.

Já conhecia Gong Yoo de Coffee Prince, dorama de 2007 que assisti ainda na época da faculdade, mas agora dez anos depois, acho que ele está melhor como nunca na atuação. Claro que ainda temos poucas expressões nos doramas coreanos, mas ele consegue te fazer suspirar em vários momentos.

Algumas partes da história se passam em Quebec, no Canadá, e em outros cenários maravilhosos. De doramas que se passam nos tempos atuais e que eu assisti, este é um dos que tem as melhores locações com certeza. Uma fotografia bem linda também, pra gente ficar bem viciada em tudo.

Goblin

O romance entre Kin Shin e Ji Eun Tak é algo muito e muito fofo, desses que te faz ficar do outro lado da tela com os olhinhos cheio de coração. Além disso, não garanto que você não passará alguns episódios em posição fetal se acabando em lágrimas, porque é assim que esses doramas são, pisam no nosso coração e aí a gente gosta mais ainda. O que me pega é que nessas histórias muita coisa é imprevisível, tornando novelas coreanas muito mais empolgantes que as brasileiras. Apesar que sou suspeita.

Goblin

A trilha sonora é uma atração a parte e dá pra ficar bem apaixonada em cada instrumental e cantoria. Eu ouvi em loop por semanas e por isso deixo aqui o link dela toda no Spotify pra vocês.

Quem já assistiu? Ficou com vontade? Eu assisti tudo pelo DramaFever e logo logo vejo se trago falando mais dele.

Os Últimos Cinco Filmes que Eu Assisti #9

Opinião dos últimos cinco filmes que assisti, curtas e diretas. Hoje temos “Esquadrão Suicida”, “O Mordomo da Casa Branca”, “A Grande Aposta”, “Caça Fantasmas” e “Dr. Estranho”.

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Esquadrão Suicida (2016)


[rating:2/5]

Após a aparição do Superman, a agente Amanda Waller (Viola Davis) está convencida que o governo americano precisa ter sua própria equipe de metahumanos, para combater possíveis ameaças. Para tanto ela cria o projeto do Esquadrão Suicida, onde perigosos vilões encarcerados são obrigados a executar missões a mando do governo. Caso sejam bem-sucedidos, eles têm suas penas abreviadas em 10 anos. Caso contrário, simplesmente morrem. O grupo é autorizado pelo governo após o súbito ataque de Magia (Cara Delevingne), uma das “convocadas” por Amanda, que se volta contra ela. Desta forma, Pistoleiro (Will Smith), Arlequina (Margot Robbie), Capitão Bumerangue (Jai Courtney), Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje), El Diablo (Jay Hernandez) e Amarra (Adam Beach) são convocados para a missão. Paralelamente, o Coringa (Jared Leto) aproveita a oportunidade para tentar resgatar o amor de sua vida: Arlequina.

Eu ignorei todas as críticas negativas do filme e fui ver com alguma esperança de que o filme não fosse de todo ruim. Minhas expectativas eram baixíssimas e mesmo assim o filme conseguiu decepcionar. Uma história jogada, piadinhas demais para um filme que nem foi feito pra isso, um Coringa bizarro ao ponto de incomodar demais e colocado na história pra nada, vilão fraquíssimo (pra mim), mas pra compensar tudo isso, uma trilha sonora de arrasar.

O Mordomo da Casa Branca (2013)


[rating:5/5]

1926, Macon, Estados Unidos. O jovem Eugene Allen vê seu pai ser morto sem piedade por Thomas Westfall (Alex Pettyfer), após estuprar a mãe do garoto. Percebendo o desespero do jovem e a gravidade do ato do filho, Annabeth Westfall (Vanessa Redgrave) decide transformá-lo em um criado de casa, ensinando-lhe boas maneiras e como servir os convidados. Eugene (Forest Whitaker) cresce e passa a trabalhar em um hotel ao deixar a fazenda onde cresceu. Sua vida dá uma grande guinada quando tem a oportunidade de trabalhar na Casa Branca, servindo o presidente do país, políticos e convidados que vão ao local. Entretanto, as exigências do trabalho causam problemas com Gloria (Oprah Winfrey), a esposa de Eugene, e também com seu filho Louis (David Oyelowo), que não aceita a passividade do pai diante dos maus tratos recebidos pelos negros nos Estados Unidos.

Assistimos este filme pelo Netflix sem pretensão e logo todos estávamos vidrados na frente da TV. Mais do que a história de um mordomo, este filme fala sobre a história dos Estados Unidos e de como os negros eram tratados por lá. Vemos a morte de Kennedy, a ascensão do movimento negro, passamos por Martin Luther King, Panteras Negras e enquanto isso Eugene vai vivendo na Casa Branca, passa-se tanto tempo que ele chega a conhecer 7 presidentes. O filme é emocionante, a história é real e eu indico muito!

A Grande Aposta (2015)


[rating:4/5]

Michael Burry (Christian Bale) é o dono de uma empresa de médio porte, que decide investir muito dinheiro do fundo que coordena ao apostar que o sistema imobiliário nos Estados Unidos irá quebrar em breve. Tal decisão gera complicações junto aos investidores, já que nunca antes alguém havia apostado contra o sistema e levado vantagem. Ao saber destes investimentos, o corretor Jared Vennett (Ryan Gosling) percebe a oportunidade e passa a oferecê-la a seus clientes. Um deles é Mark Baum (Steve Carell), o dono de uma corretora que enfrenta problemas pessoais desde que seu irmão se suicidou. Paralelamente, dois iniciantes na Bolsa de Valores percebem que podem ganhar muito dinheiro ao apostar na crise imobiliária e, para tanto, pedem ajuda a um guru de Wall Street, Ben Rickert (Brad Pitt), que vive recluso.

Pra você entender este filme completo, eu acho que a pessoa tem que ter se formado em economia ou contabilidade. Muuuuito conteúdo, muitas explicações, muitas metáforas, você fica até tonto no meio do filme tentando entender tudo aquilo, mas é sobre o que ocorreu nos Estados Unidos há alguns anos atrás quando o mercado imobiliário quebrou. Eles explicam como algumas pessoas lucraram com a desgraça alheia, mostrando como o capitalismo trabalha (money over everything). Apesar de denso, o filme é bem legal, com uma edição de som de deixar o queixo caído.

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Caça-Fantasmas (2016)


[rating:2/5]

Atualmente uma respeitada professora da Universidade de Columbia, Erin Gilbert (Kristen Wiig) escreveu anos atrás um livro sobre a existência de fantasmas em parceria com a colega Abby Yates (Melissa McCarthy). A obra, que nunca foi levada a sério, é descoberta por seus pares acadêmicos e Erin perde o emprego. Quando Patty Tolan (Leslie Jones), funcionária do metrô de Nova York, presencia estranhos eventos no subterrâneo, Erin, Abby e Jillian Holtzmann (Kate McKinnon) se unem e partem para a ação pela salvação da cidade e do mundo.

Eu entendo que a vibe machista caiu em cima da adaptação do clássico dos anos 80, mas eu vou confessar que não gostei tanto assim do filme. Eu tenho que concordar com meu noivo que muitas partes de comédia foram forçadas (oi prefeito, oi diretor, oi Thor), o que transformou o filme numa palhaçada só. Eu entendo que ele foi feito pra isso, mas não faz meu tipo de filme favorito. Em contrapartida, Kate McKinnon maravilhosa! Melhores cenas, melhores risadas.

Dr. Estranho (2016)


[rating:5/5]

Stephen Strange (Benedict Cumberbatch) leva uma vida bem sucedida como neurocirurgião. Sua vida muda completamente quando sofre um acidente de carro e fica com as mãos debilitadas. Devido a falhas da medicina tradicional, ele parte para um lugar inesperado em busca de cura e esperança, um misterioso enclave chamado Kamar-Taj, localizado em Katmandu. Lá descobre que o local não é apenas um centro medicinal, mas também a linha de frente contra forças malignas místicas que desejam destruir nossa realidade. Ele passa a treinar e adquire poderes mágicos, mas precisa decidir se vai voltar para sua vida comum ou defender o mundo.

É DISSO QUE EU TÔ FALANDO!!!!!!! Que filme pessoal, que filme! Primeiro eu quero dizer que o 3D dele me surpreendeu e eu fiquei triste por não ter um cinema IMAX na minha cidade, porque veria de novo facilmente. Segundo, achei uma história madura, divertida sem ser exagerada e com um final que eu não esperava. Achei demais mesmo!

Assistir: That ’70s Show

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“That ’70s Show é uma série de televisão norte-americana exibida entre os anos de 1998 e 2006, contando a história de seis jovens que vivem na cidade fictícia de Point Place, subúrbio de Green Bay, Wisconsin, durante a década de 1970.”

O noivo vivia falando da gente assistir esta série, que ele via com os amigos na república na época da faculdade e tudo mais. Como os episódios são curtos (uma média de 22 minutos cada), começamos a detonar os 200 que estão disponíveis em 8 temporadas no Netflix (até a data deste post).

A série cheia de comédia e algumas coisas meio nonsenses conquistou meu coração nos primeiros episódios e logo estava adorando o romance de Donna (Laura Prepon, a Alex de “Orange is the New Black”) e Eric (Topher Grace, o Venom de Homem-Aranha 3), rindo das besteiras de Michael (Ashton Kutcher) e adorando o jeito rabugento de Hyde (Danny Masterson). Além de bem divertida a série apresenta referência a várias coisas dos anos 70, desde músicas, até a paixão de Eric por Star Wars, que estava sendo lançado na época.

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As primeiras temporadas são super engraçadas, mas depois de um certo momento as coisas vão ficando forçadas. Não sei se são os vinte e tantos episódios de cada temporada que me deram esta impressão, mas quando trocam a atriz que interpreta a irmã de Eric, Laurie Forman, de Lisa Robin para Christina Moore eu já achei que algo ia mal. A oitava temporada perde totalmente sentido, sem Eric Forman e sem Michael a coisa desanda e sofremos pra terminar a temporada.

Apesar disso o programa mostra discussões legais como o começo da conquista das mulheres no mercado de trabalho, sendo Donna uma personagem bem feminista e retrucando todo machismo que aparece. Muitas piadas com estrangeiros, geralmente de Jackie (Mila Kunis) para o engraçadíssimo Fez (Wilmer Valderrama), me deixaram meio irritada e não entendi se estavam alí para cutucar o preconceito dos norte-americanos com pessoas que vem de outros países ou eram pra ser engraçadas.

A música de abertura fala tudo que você precisa saber sobre a série, mesmo lugar, mesmas coisas pra fazer sempre e o que estes jovens fazem numa cidade pequena pra se divertir.

“That ’70s Show” está longe de ser a melhor série de comédia que eu assisti, mas para acompanhar aqueles momentos que você quer ligar a TV e ver alguma coisa, cobre facilmente. Um adendo aqui pra risada mais gostosa que eu já ouvi, Debra Jo Rupp, que interpreta a mãe do Eric, está de parabéns.

E vocês, alguém aqui já assistiu? O que acharam?

Os últimos cinco filmes que assisti #4

Opinião dos últimos cinco filmes que assisti, rápidinhas, curtas e diretas. Hoje temos “Joy”, “Fat, Sick and Nearly Dead”, “As Sufragistas”, “Spotlight” e “A Escolha Perfeita 2”.

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Joy: O Nome do Sucesso (2016)

[rating:4/5]Criativa desde a infância, Joy Mangano (Jennifer Lawrence) entrou na vida adulta conciliando a jornada de mãe solteira com a de inventora e tanto fez que tornou-se uma das empreendedoras de maior sucesso dos Estados Unidos.

Este filme é a prova de que não é porque as pessoas são parte da sua família que elas fazem bem pra você. Incrível ver como a personagem passa por todo tipo de problema na vida e mesmo desacreditada por todos aqueles que eram importantes pra ela, ela consegue chegar onde ela quer. Um filme pra inspirar e dar força quando você se sentir pra baixo.

Fat, Sick and Nearly Dead (2010)

[rating:4/5]Já ouviu falar em “Juice Fast”? Pois então acompanhe a jornada de Joe Cross, um obeso, dependente de uma infinidade de “remédios”, que decide mudar radicalmente sua alimentação durante 60 dias. Baseada somente em sucos verdes, a dieta, além de altamente nutritiva, faz com que se perca peso rapidamente ao mesmo tempo que problemas como pressão alta, colesterol, diabetes e outras doenças relacionadas ao estilo de vida “fast-food” desapareçam sem ajuda de medicamentos.

Eu adoro um documentário que fala de comida, então este começou bem. Acho importante que o cara afirma em vários momentos que a dieta dele só é possível com acompanhamento médico, porque é uma dieta bem maluca mesmo. É bom ver a reação das pessoas dos EUA e como elas consomem comida. A parte mais chocante pra mim é quando um cara que está num restaurante pergunta pro homem que grava o documentário: “vamos dizer que fazendo isso você ganhe uns 5 anos a mais de vida, o que você pretende fazer com eles?”, do tipo, “por 5 anos eu prefiro comer minhas porcarias”. Terrível.

As Sufragistas (2015)

[rating:5/5]No início do século XX, após décadas de manifestações pacíficas, as mulheres ainda não possuem o direito de voto no Reino Unido. Um grupo militante decide coordenar atos de insubordinação, quebrando vidraças e explodindo caixas de correio, para chamar a atenção dos políticos locais à causa. Maud Watts (Carey Mulligan), sem formação política, descobre o movimento e passa a cooperar com as novas feministas. Ela enfrenta grande pressão da polícia e dos familiares para voltar ao lar e se sujeitar à opressão masculina, mas decide que o combate pela igualdade de direitos merece alguns sacrifícios.

Que filme. Toda pessoa que quer entender mais o feminismo tem que assistir este filme e ver o que as mulheres enfrentaram no passado para conseguir um direito simples como o de votar. Está claro que muitas coisas ainda acontecem hoje em dia, mas ver a força que elas tem como um grupo e como sofreram foi algo importante pra mim, como mulher. Indicadíssimo.

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Spotlight – Segredos Revelados (2016)

[rating:5/5]Baseado em uma história real, o drama mostra um grupo de jornalistas em Boston que reúne milhares de documentos capazes de provar diversos casos de abuso de crianças, causados por padres católicos. Durante anos, líderes religiosos ocultaram o caso transferindo os padres de região, ao invés de puni-los pelo caso.

Quando você para pra pensar que grande parte desta história é verdade, você desacredita nas pessoas. Porém um ponto importante dá pra se entender no filme: as pessoas são pessoas. Erram, cometem seus “pecados” e não adianta santificá-las pelo fato de estarem dentro de uma instituição religiosa, elas podem sim cair. Muito bom o roteiro e pra mim um Oscar merecido.

A Escolha Perfeita 2 (2015)

[rating:2/5]Após conquistarem o sucesso, as Barden Bellas ganham a oportunidade de se apresentar para ninguém menos que o presidente dos Estados Unidos. Só que o show é um grande fiasco, o que as torna uma vergonha nacional. Diante do ocorrido, as Bellas são proibidas de participar de competições no meio acadêmico e até mesmo de aceitar novas integrantes. A única saída de Beca (Anna Kendrick), Fat Amy (Rebel Wilson) & cia é vencer o campeonato mundial a capela, o que apagaria as punições aplicadas ao grupo. Mas há um problema: nunca uma equipe americana venceu o torneio.

As pessoas deveriam saber a hora de parar. Este é meu recado pra este filme que é forçado ao extremo, não que o primeiro não seja, mas pelo menos ainda diverte, porém este segundo consegue desanimar do começo ao fim. A história é fraca, as piadas forçadas demais e nem as músicas conseguiram empolgar.

Sinopses do Adoro Cinema e Doc Verdade.

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