comédia

Assisti: How I Met Your Mother (2005/2014)

How I Met Your Mother

“Esta é a história de um homem em busca da mulher de seus sonhos. E como gosta de lembrar histórias, Ted resolveu revisitá-las ao contar a seus filhos como conheceu a mãe deles. No meio do caminho conhecemos várias legendárias histórias de Ted e seus melhores amigos, Marshall, Lily, Robin e Barney.
Com um humor excêntrico e atual, aliado a uma nova maneira de contar a vida de cinco amigos novaiorquinos, é impossível não se identificar com How I Met Your Mother e não se deliciar com uma das sitcoms de maior sucesso em todo o mundo.” Apaixonados por Séries

Barney

Depois de muito tempo, afinal são nada mais nada menos do que nove temporadas, terminei de assistir esta série que deixou muita gente doida de saber quem era a tal mãe que Ted conheceu. Posso dizer que HIMYM está entre as minhas séries de comédia favoritas e assim como Friends vai deixar saudade.

Meu personagem predileto sempre foi a Robin, não sei se rolou identificação por ela sempre ser uma mulher não muito feminina em alguns aspectos, forte e ao mesmo tempo meio metida a durona, algo que sempre julguei ser o que eu sou, ou pelo menos o que sempre achei parecer ser. O casal Lily e Marshall são a inspiração pra vários casais, sempre juntos e parceiros, pra não dizer sempre fofos. Barney é o maluco engraçado que faz coisas que até Deus duvida e Ted o romântico em busca da mulher perfeita pra ele casar e ter filhos. Todos personagens cativantes e engraçados.

Lily Marshall

Sobre as temporadas, apenas a terceira achei mais chata, depois disso tudo melhorou. A última parece que nunca vai terminar, sendo que ela inteira se passa em um período curto de 3 dias, três intermináveis dias.

O final decepcionou muita gente, mas eu achei bem normal. Assim, acho que a série mostra como a vida das pessoas mudam com o passar dos anos e por mais que a gente não queira, as pessoas ao nosso redor mudam e as situações também. Temos que nos acostumar com o fato disso acontecer e de muitas vezes sermos obrigados a ficar longe de pessoas que são importantes pra nós. Tudo é uma questão de tempo e escolhas. Nada é pra sempre e o nunca não existe.

Indico pra quem quer se divertir e porque não, chorar de vez em quando.

Assisti: Histórias Cruzadas (2012)

Histórias Cruzadas

[rating:5/5] “Jackson, pequena cidade no estado do Mississipi, anos 60. Skeeter (Emma Stone) é uma garota da sociedade que retorna determinada a se tornar escritora. Ela começa a entrevistar as mulheres negras da cidade, que deixaram suas vidas para trabalhar na criação dos filhos da elite branca, da qual a própria Skeeter faz parte. Aibileen Clark (Viola Davis), a emprega da melhor amiga de Skeeter, é a primeira a conceder uma entrevista, o que desagrada a sociedade como um todo. Apesar das críticas, Skeeter e Aibileen continuam trabalhando juntas e, aos poucos, conseguem novas adesões.”

Ficar doente tem a pequena vantagem de que podemos assistir filmes e ficar quietinhos. Semana passada fiquei muito mal do estômago e durante o molho assisti a este filme que estava na minha lista fazia tempo!

Com personagens bem simples e marcados, Histórias Cruzadas surpreende. Não achei que veria tanta discussão sobre preconceito em um filme que tem tons tão alegres e leves na capa, aliás, é bem assim mesmo que o filme trata do preconceito da época, de maneira brutalmente leve. Eu fiquei indignada em várias passagens do filme e fiquei imaginando se naquela época eu teria o mesmo pensamento daquelas pessoas, afinal, a sociedade tem que evoluir em conjunto pra que a mente das pessoas se abra mais. Vale muito a pena assistir e ver que mesmo depois de muito tempo de abolida a escravidão, os negros passaram por poucas e boas, e ainda passam. Acho válido assistir este filme depois de visto 12 Anos de Escravidão, pois no filme mais atual é explicado que os negros depois de libertos começaram a trabalhar em troca de dinheiro, e por isso os brancos acabavam dando empregos que eles não queriam fazer, como empregadas, cozinheiras, jardineiros e trabalhos mais braçais. Aqui em The Help vemos algum tempo depois, como isso acabou por ficar na cultura do americano por gerações e como eles começaram a quebrar este pensamento. Bem interessante traçar esta linha.

Apesar de uma discussão sobre direitos, o filme consegue divertir e consegue fazer refletir. Recomendo muito!

Histórias Cruzadas

 

Sinopse do Adoro Cinema

Assistir: 10 filmes do Robin Williams

Uma vez, quando mais nova, me perguntaram qual ator/atriz me faria ficar triste quando morresse. Nunca fui muito de idolatrar pessoas a níveis extremos, mas depois de pensar bastante respondi que seria Robin Williams. Semana passada veio a notícia de que acharam o ator que eu adorava morto e eu fiquei chateada. Ele já fez muita piadinha de mal gosto com nosso país, mas o cara tinha talento e conseguia fazer todo mundo rir muito ou chorar demais, mesmo com algumas bombas na carreira ele sempre conseguia se destacar. Fica aqui então minha singela homenagem.

5 FILMES PARA RIR

Uma Babá Quase Perfeita – É estranho como choro até nas comédias de Robin Williams, mas este é especial. Eu ria demais com a Sra. Doubtfire e em como aquela máscara me dava agonia ao mesmo tempo que fazia rir. Faz algum tempo que revi o filme na TV e matei a saudade. Só comecei a chorar vendo esta deliciosa comédia quando meus pais se separaram, não sei explicar, sei que mexe com alguma coisa.

Jumanji – Apesar de ser uma comédia infantil, lembro do nervoso que passamos assistindo o filme. Eu já era a maluca do desenho animado, achava o máximo um jogo fazer tudo acontecer, mas o filme foi bem legal mesmo! Até hoje acho ele divertidíssimo.

Flubber – Este filme me lembra meu irmão. A gente riu demais assistindo a geleca verde pulando de um lado pro outro, divertidíssimo! E só hoje, depois de sei lá quanto tempo, descobri que é produção da Disney.

Candidato Aloprado – Nesta época de eleições, nada como rever este filme super engraçado sobre este candidato que ganha sem querer um cargo político. Me rendeu altas risadas na Sessão da Tarde.

Hook – A Volta do Capitão Gancho – Meu predileto! Quem nunca quis parar de crescer e ir pra Terra do Nunca? É tão legal ver que Peter cresceu e se tornou Robin Williams! Considerado um dos grandes fracassos do cinema, não sei porque, este filme sempre esteve no meu coração. Peter carrancudo se transformando em Peter Pan de novo para salvar os filhos, garotos perdidos, Sininho e comida colorida vinda da imaginação de cada um, achava aquilo simplesmente demais.

5 FILMES PARA CHORAR

Gênio Indomável – Faz muito pouco tempo que assisti ao filme que deu Oscar para Williams. Posso dizer que é uma lição pra muita coisa, que chorei e que Matt Damon está ótimo. Além disso, não consigo acreditar que o roteiro foi escrito por ele e Ben Affleck, desculpa.

Sociedade dos Poetas Mortos – Esse eu me lembro pouco, mas sei que vi em uma aula de português na escola. Acho que os professores tem que pensar que não estamos com cabeça pra esse tipo de filme quando somos muito novos, porque hoje eu entendo como as mensagens dele eram importantes. Oh Captain, my captain!

Patch Adams – O Amor É Contagioso – Chorei, chorei e chorei. Se tem um filme que tem o dom de te fazer rir e chorar é este. Até hoje sonho em mergulhar em uma banheira de espaguete, deve ser libertador.

O Som do Coração – Este é um filme um pouco mais novo, mas não deixa de fazer chorar. Apesar do papel de Williams não ter tanto destaque, não deixa de ser importante para causar a reviravolta no filme. Lindo filme, trilha, tudo.

Homem Bicentenário – Além de muito choro, muita reflexão sobre a vida, sobre as coisas e sobre o tempo. “Isto fica feliz em ser útil” está em meu conjunto de frases de filme que mais uso pra me comunicar e sempre vai estar por dizer coisa demais em uma frase tão curta. Lenços do lado pra assistir, não esqueça.

E vocês? Foram marcados por algum desses filmes ou tiveram outros? Deixem aí nos comentários =D

Filme: As Mil Palavras (2011)

[rating:2/5] “Depois de trapacear num acordo, Jack McCall descobre uma árvore em seu jardim. Ele percebe que, a cada nova palavra que pronuncia, uma folha cai. Quando a milésima folha cair, Jack morrerá. Começam as preocupações para economizar cada palavra…”

Assisti este filme depois da indicação de uma amiga do trabalho e achei bem legal. A história é meio clichê sim, mas um filme que faz você ficar mudo e com medo de falar demais vale a pena ser visto. Tem alguns furos, situações pastelão e Eddie Murphy com certeza mesmo vive no formol e não muda nunca. Sessão da tarde com direito a pipoca, chuvisco e cobertas pra ver o filme.

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