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Pot Pourri | Isadora Zeferino

Conheça o livro Pot Pourri com artes de Isadora Zeferino.

Capa do livro Pot Pourri de Isadora Zeferino
Capa do livro.

“Você poderá ver todas as minhas peças e séries favoritas, combinadas com novas e exclusivas artes e notas que esclarecem não apenas o passo a passo do processo, mas também o que está em minha mente quando tento abordar certos tópicos de forma criativa! E por mais que eu tenha tentado abordar este tópico antes, esta será a primeira vez que eu poderei falar sobre o meu processo de criação de forma tão completa.” Isadora Zeferino

Página do livro Pot Pourri de Isadora Zeferino
Página interna do livro Pot Pourri.

O que achei de Pot Pourri?

Desde quando Isadora lançou o projeto para financiamento coletivo eu estava de olho na publicação. Como boa fã da artista, eu desejava ter este trabalho em mãos com toda a minha vontade, porém só adquiri um exemplar na Comic Con Experience de 2018 em São Paulo, que consegui ir por ter vencido um concurso do evento.

Demorei a sentar e ler o livro pois este é um material que deve ser degustado, apreciado bem devagar. Então me dei conta que ele estava na minha prateleira e que merecia a devida atenção, então peguei ele em uma tarde gostosa e li. Como fiquei feliz em fazer isso desta maneira.

Um dos meus preferidos, as mulheres com obras de artistas famosos.

Além de conhecer melhor sobre Isa (agora tô íntima), pois ela conta sobre as coisas que mais gosta de desenhar no livro, podemos acompanhar o processo criativo dela, sketches e tudo isso com comentários da própria ilustradora.

Aliás, os rabiscos são minha parte preferida. Alí, bem crus eles conseguem já dizer tanta coisa e fazem com que a gente veja o nascimento de uma ideia.

O que mais me encanta em todo trabalho dela, é como as sensações e sentimentos são transmitidos, muitas vezes em formas mais simples. Nada de realismos aqui, e sim muita expressão.

Com certeza uma pequena relíquia, que me inspirou muito voltar a dar atenção para meus desenhos e entender que o importante é o que você transmite com eles.

Leitura: O Inferno Somos Nós. Do Ódio à Cultura de Paz | Leandro Karnal e Monja Coen

“O Inferno Somos Nós”, um livro pra pensar.

Sobre o livro

“Vivemos dias difíceis, de vozes múltiplas que parecem nunca dialogar, ávidas que são para atacar e julgar. Em tempos adversos como o que vivemos, de crise, preconceito e intolerância, como transformar o ódio em compreensão do outro em suas diferenças? Como sair de um cenário de violência e construir uma cultura de paz?
O historiador Leandro Karnal e a Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen-budista do Brasil, conversam nesse livro sobre essas e outras questões, em diálogo inspirador. Os autores lembram que o medo pode estar na origem da violência e apontam como o conhecimento, de si e do outro, é capaz de produzir uma nova atitude na sociedade, menos agressiva e mais acolhedora.
‘Localizar o mal no outro é uma panaceia universal’, observa Leandro. Mas, talvez, o inferno não sejam os outros, como pensava o filósofo francês Jean-Paul Sartre, e sim nós mesmos.”

Você também pode gostar deste post: “Crer ou Não Crer | Pe. Fábio de Melo e Leandro Karnal

O que achei?

Depois que falei aqui sobre o livro de Karnal com o Pe. Fábio, tive o prazer de receber um e-mail querendo me enviar um livro do Karnal com a Monja Coen. Como negar livros é algo feio é claro que aceitei! Ainda mais um que já estava namorando havia um tempo. Ele chegou bonitinho e entrou na minha lista de leituras, até que chegou o dia dele.

Achei um livro de leitura deliciosa, fluida e bem fácil, que faz a gente pensar bastante. Gosto de saber mais sobre alguns comportamentos, sempre tentando entender como as pessoas se sentem, o que passam, assim melhorando a cada dia mais minha empatia para me tornar uma pessoinha melhor no mundo e para o mundo. Este livro com certeza faz a gente repensar muito em algumas atitudes e talvez ajude a gente a compreender um pouco mais o outro que pensa diferente da gente. Compreender, e não passar a mão em pensamentos de ódio.

Com muitos questionamentos sobre o modo que vivemos, como nos comportamos nos dias atuais, o que assistimos, o que nos é mostrado, a conversa dos dois pode inspirar e fazer a gente repensar muita coisa, ainda mais em tempos de tanta polarização. Indicaria este livro para tanta gente! Por isso estou aqui fazendo um post, pra quem sabe, algumas pessoas se inspirem a lê-lo.

Melhores Frases

“Não devemos aceitar tudo, não podemos aceitar qualquer maneira de ser e pensar. Não. Nós podemos compreender que existem pessoas que façam discriminação de gênero, discriminação entre mulheres e homens, discriminação por cor de pele (…). Podemos compreender, mas não permitir que isso se manifeste, que se alastre.”

“Quando a Educação não é libertadora, o sonho do oprimido é tornar-se opressor e substituir aquela dor e apenas pensar que o chicote é ruim porque não estou no cabo dele na minha mão. Se estivesse na minha mão eu estaria feliz.”

“Quase todo mal do mundo, quase toda cultura de guerra, de violência, de racismo, de misoginia é feita em nome do bem. É muito raro encontrar pessoas que assumam que fizeam algo em nome do ódio ou da raiva.”

“Quando condenamos o hábito alimentar de alguém o tipo de roupa que ele veste ou a ausência de trajes, estamos falando de algo que incomoda mais a nós mesmos do que qualquer outra coisa, e muito menos sobre o outro, sobre o bem ou sobre caridade e assim por diante.”

Leituras: Roube Como Um Artista e Mostre seu trabalho! | Austin Kleon

Os livros criativos de Austin Kleon


Foto de Melina Souza

Roube Como Um Artista – 10 Dicas Sobre Criatividade

“Roube como um artista’ busca mostrar que não é preciso ser um gênio para ser criativo, basta ser autêntico. Baseado numa palestra feita pelo autor na Universidade do Estado de Nova York que em pouco tempo se viralizou na internet, ‘Roube como um artista’ coloca os leitores em contato direto com seu lado criativo e artístico, sendo um manual para o sucesso no século XXI.”

Melhores frases

“O que é originalidade? Plágio não detectado”

“É melhor pegar o que não lhe pertence do que deixar aí esquecido.” Mark Twain

“Comece copiando o que você ama. Copie copie copie. Ao final da cópia, você encontrará a si mesmo.” Yohji Yamamoto

“O computador é muito bom para editar suas ideias, e é muito bom para deixá-las prontas para publicar e lançá-las ao mundo, mas não é muito bom para gerar ideias”

“O trabalho que você faz enquanto fica enrolando é provavelmente o trabalho que você deveria estar fazendo para o resto da sua vida.” Jéssica Hisch

“Você ão tem que compartilhar tudo – na verdade, às vezes é melhor não.”

“Cerque-se de livros e objetos que ama. Pregue coisas na parede. Crie seu próprio mundo.”

“Sempre carrego um livro, uma caneta e um caderno de anotações, e sempre desfruto da minha solidão e do confinamento temporário.”

“Há só uma regra que conheço: Você tem que ser gentil.” Kurt Vonnegu

“Você não pode ficar procurando validação em fontes externas. Uma vez que coloca seu trabalho no mundo, você não tem controle sobre como as pessoas reagirão a ele.”

“Estabelecer e manter uma rotina pode ser mais importante do que ter muito tempo.”

“O truque é encontrar um emprego fixo que pague decentemente, não o faça querer vomitar e o deixe com energia suficiente para fazer coisas no seu tempo livre. Bons empregos fixos não são necessariamente fáceis de encontrar, mas estão por ai.”

“Se você se pergunta ‘Qual foi a melhor coisa que aconteceu hoje?’, isso força um tipo de retrospectiva agradável, que vem das coisa sobre as quais você poderia escrever, coisas nas quais, de outro jeito, você não teria pensado. Se você se pergunta ‘O que aconteceu hoje?’, é bem provável que vá se lembrar da pior coisa, porque teve que lidar com ela – teve que se apressar até algum lugar ou alguém te disse algo ruim. Mas se perguntar qual foi a melhor coisa, será uma forma particular de lembrar como a luz entrava, ou alguma expressão incrível que alguém disse, ou uma salada especialmente deliciosa” Nicholson Baker

“Dizer a si mesmo que tem todo o tempo do mundo, todo o dinheiro do mundo, todas as cores na paleta, qualquer coisa que quiser – isso mata a criatividade” Jack White


Foto por Palombina

Mostre seu trabalho! 10 maneiras de compartilhar sua criatividade e ser descoberto

Mostre seu trabalho! explica porque por que a generosidade supera a genialidade. Por que nossa capacidade de estar acessível e de saber usar nossas próprias redes pode ser mais importante do que um simples “networking”. Apostando mais na autodescoberta do que na autopromoção, o livro é um manifesto inspirador para o sucesso como artista ou empreendedor na era digital.
Repleto de ilustrações, citações, histórias e ótimos exemplos, Mostre seu trabalho! oferece dez regras transformadoras para que sejamos mais abertos, corajosos e produtivos. Em capítulos dinâmicos e objetivos, Kleon propõe um fim definitivo ao já desgastado (e contraproducente) mito do gênio solitário, ao propor uma maior participação externa em seu processo criativo e artístico – para que, em outras palavras, todos possam “roubar” de você também.

Melhores frases

“Divida o que ama e atrairá as pessoas certas”

“Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a fazer grandes escolhas na vida. Porque quase tudo – expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar – simplesmente some diante da face da morte, deixando apenas o que é verdadeiramente importante. Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que conheço para evitar a armadilha que você tem algo a perder. Você já está nu.” Steve Jobs

“Muitas pessoas estão acostumadas a apenas ver o resultado do trabalho.Elas nunca veem o processo que foi percorrido até chegar a ele” Michael Jackson

“Você tem que transformar o incrível em algo que os outros possam ver.”

“Um dia de cada vez. Parece tão simples. Na verdade é simples, mas não é fácil: requer uma enorme persistência e uma estrutura cuidadosa.” Russel Brand

“Se você trabalhar um pouquinho todo dia na mesma coisa, terminará com algo enorme” Kenneth Goldsmith

“No momento em que para de querer algo você consegue.”

O que achei dos livros?

Era tanta gente me indicando estes livros, que entre um Harry Potter e outro que estou revisitando encaixei os dois para ler na ordem. Achei eles bem baratinhos na loja do Kobo (R$19,90). Os livros são bem rápidos de ler e bem dinâmicos, com muitos itens em tópicos e dicas realmente bacanas.

Apesar de não dizer nada super extraordinariamente novo, os livros podem servir como uma injeção de motivação pra quem trabalha com assuntos ligados a criação, como ilustração, pintura, artes plásticas e escrita. Em “Mostre seu trabalho” ele dá algumas dicas bem legais pra quem quer mostrar o que faz, mas não tem a menor ideia de como fazer, mas tratando-se de livros inspiradores e motivacionais, ainda fico com “A Grande Magia”, que já falei por aqui.

Talvez o livro seja para quem quer sair do zero para um conhecimento, não sei, mas fiquei feliz de ter pago um preço baratinho por eles. Vocês já leram? O que acharam? Contem nos comentários.

Leitura: Castelo de Cartas – Rei – Camila Loricchio

Capa do Livro Castelo de Cartas volume 3, Rei

Sinopse

Tensão, mistério e o tempo escorrendo como areia em uma ampulheta. Nesse último livro da Trilogia das Cartas começa a última e mais importante caçada da vida das personagens. Beatrice e Jack se encontram separados dos companheiros. Frentes de busca são formadas. O desespero permeia o ambiente enquanto o tempo se esvai e cada passo perdido pode selar um destino infeliz. Em Castelo de Cartas – Rei temos o aguardado desfecho da história; depois de 8 anos de escrita, a trilogia chega ao seu fim, e a jornada de Beatrice também. Do site da autora.

Ilustração interna do livro Castelo de Cartas volume 3, Rei - Uma sombra de um adulto com outras duas pessoas menores ao lado

O que achei do livro?

A Camila, autora do livro, é minha conhecida de muitos tempos. Já falei sobre os outros dois livros dela – Dama e Valete – por aqui há um bom tempo atrás e ano passado ela colocou em prática um Catarse para lançar o terceiro e último livro da trilogia, o volume do Rei. Claro que eu não poderia ficar de fora e entrei logo na vaquinha.

Ao longo de tantos anos Beatrice amadureceu – assim como a escritora – e fica claro este crescimento. Por meio de um ritmo bem acelerado, que gera na gente uma sensação de urgência e ao mesmo tempo dá uma dinâmica gostosa ao livro, todos os personagens começam a se reunir para achar a personagem principal da história que desapareceu e ninguém sabe onde está. Eu demorei um pouco para me situar, afinal foram anos de diferença entre a leitura do segundo volume e deste agora, mas logo peguei o jeito.

Senti muita falta de ver e ler mais sobre a Beatrice, mas no final tudo foi esclarecido e eu achei um desfecho digno para uma história de fantasia.

Se você se interessou pela história, compre os livros da Camila pelo site do Coletivo Editorial.

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