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Meme: Vezes que a vida me fez rockeira

Lembra daquele monte de recorte que você tinha da Avril Lavigne? Aquela banda que você conheceu assistindo One Tree Hill ou The OC? Aquele festival super hardcore (não) que você ia com os migos? Nós e o mundo queremos saber quais foram as principais vezes que a vida te fez rockeira! Oferecimento Rotaroots.

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Com certeza ir aos “Rock in Rios” em 2011 e 2013 foi crucial pra vida me fazer muito rockeira. Camisetas pretas, gente chacoalhando o cabelo e muitos pulos, gritos e até o namorado me levantando pelo ombro (ok, eu sei que não devemos fazer isso, mas foi uma vez e foi bom demais!). Foram shows ótimos, dias muito bons e cheios de muita música boa. Pra quem vai este ano, tem post com dicas aqui no blog.

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Pra me sentir uma rock girl quase que completa, fugir um pouco do carnaval e ir nos eventos de Grito Rock contribuem pra essa vida de gente que veste preto. A primeira vez fui com duas amigas, na época não havia lei de proibição de fumo em lugares fechados e conforme a noite foi entrando a coisa foi ficando feia, mas foi divertido. Deus abençoe que hoje temos essa lei linda, mas que muita gente ignora. Depois dessa ainda fui mais umas duas ou três vezes prestigiar o evento mais réckenrrou do carnaval.

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Pra hoje eu ser uma amante do rock eu tenho que agradecer algumas pessoas. Primeiro a minha colega Beatriz, a primeira pessoa que ficou minha amiga quando mudei de colégio na sexta série e que era uma rock girl completa, com anéis de caveira e roupas pretas. Desculpa por falar mal das suas bandas, hoje eu escuto quase todas e você era um ser mais evoluído que eu naquela época, hoje reconheço, hehehe. Em segundo lugar, meu irmão. Ele me fez ouvir Chop Suey do System of a Down pela primeira vez e eu apaixonei na música que estava em uma montagem de filme do Final Fantasy e que eu ouvi em loop milhões de vezes. Em terceiro vem o noivo, que é rockeiro desde sempre e me apresentou muitas bandas boas, principalmente de rock clássico e coisas mais antigas. Depois disso foi só começar a pesquisar e cair na vida de rock.

Bandas que eu escuto: AC/DC, Led Zeppelin, System of a Down, Slipknot, Avantasia, MUSE, Queen, Rammstein, U2, Aerosmith, Matanza, Paramore, The Runaways, Foo Fighters, Journey, Iron Maiden… e por aí vai. Hoje estamos aí viciadas em rock e é isso que move a gente, né?

Ilustrações: Euzinha.

Meme: 7 músicas para cantar no chuveiro

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O chuveiro é um ótimo lugar para cantarolar. Alí a acústica é diferente de qualquer outro canto da casa e ninguém te julga por desafinar. Agora com toda a falta d`água os banhos de 5 minutos permitem um repertório mais curto, mas nem por isso menos especiais. Preparem-se pra uma enxurrada de Disney songs, aqui vão as sete músicas que eu mais canto no chuveiro:

Somewhere Over the Rainbow
Minha predileta de longe e tem que ter a entonação de Judy Garland em “O Mágico de Oz”, essa coisa mais melancólica, nostálgica e gostosa.

Once Upon a Dream
Disney. Não adianta, eu sou fã, eu amo muito e cantarolo sim, muito, a trilha sonora de “A Bela Adormecida”. Quem não viu, tem um mini-mico meu cantando esta música lá no Instagram.

Part of Your World
Meu filme predileto quando criança não poderia ficar fora dessa seleção. E aqui ele pode aparecer em português ou inglês, vai do humor do dia.

I`ll Make a Man Out of You
“AH! DE NOVO?”. Poisé. Desculpa, mas eu canto muito essa música e ela me inspira. Acho que é porque me lembra do kung fu.

Landslide
Sou uma fã de country e esta está entre as minhas prediletas por ser fofa, fazer pensar e me faz ficar calma. Coloquei aqui a versão de Glee, mas a música original é cantada pela Stevie Nicks.

A Case of You
Esta música me ganhou no exato momento que tocou em “Da Magia à Sedução”. Deliciosa de se ouvir e de cantar.

Out There
Ela vai crescendo, vai ganhando força e vai me fazendo arrepiar. Acho “Corcunda de Notre Dame” um dos desenhos mais fortes da Disney e esta música me comove bastante. Adoro cantarolar ela em português!

E aí? O que acharam da minha playlist de hora do banho?

Este post foi um oferecimento de Rotaroots”

Blogagem Coletiva: Discos (CDs) da minha vida

Este post foi ideia do Rotaroots. Grupo na interwebs de blogueiros das antigas e que querem manter vivo aquele espírito dos blogs de 1990. =D

Sempre disse que não sou uma pessoa de ser fã de bandas, eu gosto mesmo é de música. Se uma pessoa tiver uma música só que eu acho bacana, terei ela na minha playlist, mas pensando e pensando eu tive alguns CDs que marcaram sim minha vida, então aí vão eles.

Titanic Soundtrack – Lembro da minha mãe chegando em casa e colocando o CD desse filme na minha mão, a gente colocou no toca CD e eu abri o encarte correndo pra seguir a letra de “My Heart Will Go On”, da diva da Celine. Acho que fiquei horas ouvindo e seguindo. Deve ter sido uma das primeiras músicas que decorei em inglês. Outra que eu gosto bastante é a que se chama “Rose”, que começa bem calminha.

Moulin Rouge Soundtrack – Lembro desse CD por ser uma das primeiras coisas que comprei juntando cada moedinha. Juntei muito até conseguir achar em um supermercado da cidade e ficar horas, e mais horas e mais horas ouvindo “Lady Marmalade” e “Elephant Love Medley”. Minha paixão por musicais só cresceu e cresceu com esse filme, assim como minha admiração pelo trabalho da Nicole Kidman e o vício por trilhas sonoras.

Harry Potter e a Pedra Filosofal Soundtrack – Sim, eu comprava quase tudo de Harry Potter, queria colecionar cada centímetro, acorde e página que tivesse o bruxinho como tema, então a trilha tinha que entrar como um dos CDs que fizeram parte da minha vida. E sim, eu ouvia muito! Instrumental também sempre esteve nos meus gostos e aquela batidinha cheio de encanto das primeiras músicas me fazem arrepiar até hoje.

Armageddon Soundtrack – Eu sou besta demais, então eu simplesmente adoro esse filme, por mais que as pessoas joguem pedra. Liv e Ben então lindos e tem ainda o meu adorado Bruce Willis. Armageddon está entre as trilhas que eu mais adoro e sim, tem o CD em casa. “Don`t Wanna Miss a Thing” do Aerosmith só é tão amada por mim por fazer parte de cenas lindas do filme e por ter uma letra que me faz suspirar. Além disso, as instrumentais são de arrepiar!

Frozen Soundtrack – Escolhi a última que se tornou vício pra representar minha paixão pelas trilhas sonoras da Disney. Tenho quase todas no meu celular e escuto sempre. Sei letras, canto junto e até pra correr eu uso algumas do Hércules. Mas Frozen é especial por eu simplesmente amar todas as faixas! Intrumentais, cantadas, faixas teste, tudo. Cantar, e cantar, e cantar sem parar.

Acho que soundtracks são mania mesmo, poderia ficar falando de mais um monte que eu tenho em casa, mas escolhi cinco que achei que marcaram. E vocês? Curtem trilhas?

Lollapalooza 2014, eu fui!

E depois do meu primeiro Rock in Rio, minha paixão por festivais só aumentou e Lolla tava aí com MUSE pra gente poder curtir. Então vim hoje contar como foi a experiência.

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SHOWS

Não conhecia muitas bandas que iam tocar, algumas só de ouvir na rádio, mas fui esperando ver Imagine Dragons, Lorde e MUSE. Não consegui ver Imagine, mas Lorde deu um show delícia. Achei que ia ser paradão, mas ela conseguiu me cativar. Não sou fã maluca, mas posso dizer que quem é não se arrependeu de ter ido.
MUSE foi a grande razão de ir ao Lolla, pena que Matt estava dodói e não nos presenteou com seus agudos lindos, mas o cara foi lá e mesmo ferrado tocou MUITO e não me desapontou. Ótimo show! Eles voltam e eu estou esperando pra comprar ingressos desde já para ouvir Supremacy.

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Lorde

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MUSE

ORGANIZAÇÃO

Demoramos um bocado pra chegar ao local do evento, já que Interlagos fica longe pra lá de longe da cidade de São Paulo, tem apenas uma linha de trem que passa por lá e além de tudo não tinha onde deixar o carro, pra quem perdeu o timing do estacionamento. Saímos 13h de São José dos Campos e só entramos em Interlagos 16h30, por conta de: trem, muita gente e trânsito de Sampa. Imagine Dragons daria pra ver, se o show da Lorde não fosse às 18h30. Era tudo tão longe que desistimos de Imagine para poder comer algo e esperar o show. Os palcos eram distantes DEMAIS uns dos outros e a multidão era tão grande que fazia você demorar muito entre um palco e outro. Quem queria ver tudo não conseguiu, tenho certeza.

Pra ir embora? SUFOCO. Só um caminho pra todo mundo seguir e uma única estação de trem. O show terminou 23h e metrô fechava à 1h, foi sorte conseguir entrar no trem (12:30) e chegar até o Butatã (correndo às 1:05), que é onde largamos o carro. Foi corrida, emoção e muito apertamento. Nunca fui tão esmagada na minha vida pra conseguir entrar em algum lugar e isso vale pro trem, pra estação e pro evento, sempre com trechos que afunilavam a saída das pessoas. Fico pensando que em caso de algum incidente aquilo não ia dar certo. Rock in Rio dando SHOW de organização se considerarmos que haviam 75 mil pessoas alí e no RiR foram 100 mil quando fui. Me senti expremida naquele Autódromo.

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INFRAESTRUTURA
Maldita hora que fui pra dois Rock in Rio e ví que aquilo era bom. Banheiros químicos terríveis de fedidos e poucas latas de lixo. Mas pelo menos pra comer não tivemos problemas, principalmente pelo horário, só pegando fila pra trocar fichas. Feliz que tinha pão de queijo e suco, pois nunca me senti tão entendida em um evento. Mas sei que muita gente perdeu show por conta de filas. Também fiquei chateada que na lojinha só tinha camiseta pra comprar, ao valor de 100 dilmas cada. Cadê meu chaveirinho que sempre compro?

E pra constar, muuuuita gente reclamando da falta de sinal no celular. Aí ficou difícil falar com pessoas que marquei de encontrar lá dentro, não dei check-in, nem postei fotos de lá. E não foi só minha operadora não.

RESUMINDO: Os shows foram bons, mas acho que Lolla saiu da minha lista de festivais que eu iria de novo. Só se o show compensar muito.

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