viagem

Viagem: Centro Georges Pompidou – Paris

pompidou_1

Centre Georges Pompidou

O primeiro lugar que fomos em Paris foi o Centre Georges Pompidou. Ele foi fundado em 1977 e desenhado pelos arquitetos Renzo Piano e Richard Rogers. Para a época o projeto dele era super arrojado e até hoje ele se destaca no meio da arquitetura de Paris. Alí funciona um museu, biblioteca e teatro, tudo com muita arte!

pompidou_5

Tubos!

pompidou_2

Arte contemporânea.

pompidou_3

Tarsila.

pompidou_4

Cadeira que quero pra casa.

Sobre o Passeio:Confesso que não sou muito fã de arte moderna e contemporânea, mas eu precisava ver esse lugar tão lindo e cheio de artes famosas, inclusive de muitos artistas brasileiros, como Tarcila do Amaral e DiCavalcanti. Ainda pude ver Pablo Picasso e Piet Mondrian de pertinho! Isso pra quem estudou história da arte na faculdade é tipo natal em outubro. Dá pra aproveitar e subir as escadas rolantes pra ter uma vista linda da cidade lá de cima. Me senti um hamster gigante naquele lugar.

Tempo de passeio: Gastamos umas 2/3 horas. Aproveitamos que estava um dia chuvoso e ficamos no quentinho de lá.

Preço: Pagamos 11 euros, mas o primeiro domingo do mês é sempre de graça, isso vale para quase todos os museus de Paris. Fica aqui também a dica para o Paris Museum Pass. Você compra pacotes para 2(€42), 4(€56) ou até 6(€69) dias e você entra em mais de 60 lugares sem pagar a mais por isso, em alguns você até “fura a fila”. Vale a pensa se você for em vários lugares que pagam, por exemplo Arc de Triomphe, Musée d’Orsay, Louvre e Versailles.

Como chegar? A estação mais próxima é a Rambuteau.

Mais informações: Site

Viagem: Saindo Londres e indo para Paris

paris_2

Fonte de Jacques Hittorff na Place de la Concorde

Depois de tanto tempo contando sobre os lugares de Londres, finalmente começo a parte francesa da viagem, OUI! Resolvi começar pela nossa viagem de ida de um lugar para o outro e como foi o primeiro contato com a capital da França.

De Trem

Quando estávamos planejando a viagem, resolvemos que ir de trem para Paris seria algo bem diferente, já que nunca havíamos feito uma viagem de trem. Dá pra fazer a viagem por menos libras se você for de ônibus, mas a viagem é bem mais longa (se não me engano são 10/12h) e a gente não queria perder tempo. Compramos com bastante antecedência a passagem pelo site da Eurostar mesmo, a empresa de trem, e pagamos 48 euros cada, metade do valor na época.

A experiência foi válida, mas menos interessante do que imaginávamos. O sol se punha muito cedo, 17h já estava noite, e com isso não vimos paisagem nenhuma quando saímos do túnel. Porém em 2h e 16min (sim, pontualidade inglesa) estávamos em Paris sendo recebidos pelo meu irmão e pela namorada dele.

Fato interessante: Quando você entra no vagão você coloca sua mala na porta, num suporte onde todo mundo coloca a bagagem. Imagina dois brasileiros olhando toda hora pra mala pra conferir se ela estava lá? Na hora de sair levantamos rapidinho pra ver se alguém não pegava a mala e saía correndo. Não estamos acostumados a esse tipo de confiança mútua entre pessoas.

Chegando lá fomos pra casa do meu irmão, onde ficamos hospedados, e no dia seguinte fizemos uma super caminhada logo cedo e fomos apresentados à bela Paris. Meu irmão mora bem pertinho da Torre Eiffel e saímos dalí pra conhecer várias coisas. Andando dalí, em uma manhã, conhecemos Invalides, Place de la Concorde, Notre Dame, Pompidou, Louvre, Ponte Alexandre III, Champs Elysees, Petit Palais, Grand Palais e a Torre Eiffel. Então deu pra perceber que Paris é tudo maio que walking distance, né?

paris_3

Arc de Triomphe du Carrousel – 1809 – Contruído por Napoleão

paris_4

Aos pés da Torre

paris_invalide

Invalides – 1670

petit_palais_1

Petit Parlais – 1900

Então este é o primeiro de vários que virão sobre coisas legais que fizemos pela bela Cidade Luz, espero que vocês tenham curtido os de Londres e que achem Paris tão linda quanto! Vai ter muita coisa bacana hein!

Pra comprar passagens do trem: Eurostar.

Viagem: Londres – Transporte, Hospedagem e Impressões

tower_bridge
Tower Bridge.

Já mostrei aqui no blog todos os lugares que tive oportunidade de conhecer durante meus seis dias de viagem que fiquei na cidade de Londres, todos arrumadinhos dentro da página que fiz pra cidade, assim fica mais fácil de achar, né? Hoje vim contar então sobre o restinho da viagem e como foi andar por lá.

Hospedagem

Quando fomos pra lá já sabíamos que algum lugar pra cair e deitar teria que estar no roteiro, mas pra economizar começamos procurando por hostels. Os preços estavam em média $40/$50 libras por dia nos que estávamos vendo, pra ter um quarto só pra gente (porém beliche) e banheiro comunitário. Queríamos um quarto só nosso pra podermos dormir em paz e ainda poder largar as coisas lá, já que ficávamos o dia todo na rua. Um dia contei isso pra minha madrinha, que é viajadeira que só, e ela deu a ideia de ver um Ibis, que o valor não mudava tanto, e não é que era verdade? Na realidade o Ibis Budget que ficamos saiu mais barato no final que os hostels que tinha cotado, isso com quarto só nosso e banheiro também. Lucro? MUITO! Além disso aproveitamos o café da manhã deles que era ótimo e por um preço aceitável, na época saiu 362,90 libras e reservamos com 2 meses de antecedência.

Ficamos no Ibis Whitechapel, que estava num lugar mais próximo de metrô e uma walking distance bacana da Tower Bridge, assim conseguimos pegar os últimos dias da exibição “Blood Swept Lands and Seas of Red” do artista de cerâmica Paul Cummins com colaboração do cenógrafo Tom Paper e que aconteceu na Tower of London. Nela tinham 888.246 papoulas de cerâmica, cada uma simbolizando uma morte de um soldado britânico durante as guerras. Era lindo e triste sabe? Dessas coisas que você pega pra pensar e fica meio sem saber como agir. Já falei por aqui que o que me marcou muito na viagem, principalmente por estarmos por lá próximo ao Remembrance Day, é como a guerra é algo muito presente na vida dos Europeus.

papoulas
Exposição das papoulas de cerâmica.

Transporte

Uma verdade é: em Londres andar de metrô é super simples, mas sai caro. Lá eles cobram por distância percorrida, o que ajuda demais, mas também pode atrapalhar se você fizer um roteiro maluco. Assim que chegar lá compre seu cartão Oyster, vende em qualquer lojinha de revista e na época pagamos 5 libras em cada e sim, cada pessoa tem que ter o seu porque você passa ele na entrada e na saída (lembra? ele cobra por distância percorrida). Aí você coloca créditos nele nas máquinas que parecem caixas eletrônicos e pronto! Saia andando!

Uma coisa é boa, as coisas são mais próximas do que você pode imaginar. Fomos com base no que vimos nos mapas e quando se chega lá se descobre que muita coisa é perto! Por exemplo: Sea Life, London Eye, Big Ben, Westminster Abbey, tudo grudadinho! E achávamos que teríamos que pegar vários metrôs pra chegar neles. Então aproveite o pique e ande! Assim você descobre coisas novas, mesmo que se perca um pouco. Aliás, todas as vezes que nos perdemos um pouco, achamos algo bem bacana!

Aqui deixo alguns lugares que você visita só pra tirar fotos, o Big Ben, o Palácio de Buckingham e a vista da linda Tower Bridge vista da London Bridge. Também o Apple Market, que descobrimos quando resolvemos sair umas estações antes do metrô e andar um pouco. Ainda bem! Estava tendo uma feitinha gastronômica e comemos por lá.

big_ben
Big Ben.

Palácio de Buckingham
Palácio de Buckingham.

estatua
Pessoal curte uma estátuazinha.

tower_bridge
Tower Bridge vista da London Bridge.


Apple Market em Covent Garden.

Impressões

* No começo eu sofri na hora dos trocos e de pagar as coisas, malditas moedas de tamanhos malucos e cores doidas, aí na hora que fiquei boa, fui embora.

* Os bares fecham bem cedo, pelo menos mais cedo que na minha cidade natal, lá a galera sai de casa 23h da noite.

* Não importa a roupa ou o cabelo que você tem, a variedade de nacionalidades e estilos é tão grande que ninguém se importa com isso. Eu com meus cabelos cor de rosa nunca me senti mais normal na vida.

* Você passa sua própria compra e paga tudo no caixa. Sozinho. Tipo self-service. E ninguém confere nada! Fiquei chocada.

* De acordo com a cerveja que você pede no pub ela vem num copo diferente.

* No Reino Unido é normal as pessoas agendarem pra passar o natal em restaurantes e todos tem cardápios especiais para essa época do ano.

* Londres é uma cidade e tanto. Cheia de gente, cheia de sotaques, idiomas e coisas lindas pra se ver e aprender.

* Lá não tem self-service e comemos lanche praticamente todos os dias. Estava suspirando pra comer um prato de comida.

* Nos supermercados, no fim do dia eles remarcam produtos que iriam pro lixo ou estragariam, como sanduíches e frutas, e fica tudo mais barato. Era quando a gente ia e comprava frutinhas e coisas pra comer de noite no hotel.

* Lá vende chá Twinings no Burger King.

libras
Moedinhas do mau.

Pra quem se interessar, estão aqui os links do hote Ibis Budget Whitechapel que ficamos e o roteiro com pontos e passeios de Londres que fizemos. Espero que tenham gostado dos posts de Londres e até os próximos, pois agora vamos para Paris!

Viagem: Paraty/RJ

paraty_1Igreja de Santa Rita

No fim de semana do dia 15 eu e o noivo fomos para Paraty encontrar uns amigos e aproveitas as belezas naturais que existem por lá. Além disso estava rolando o Festival da Cachaça, Cultura & Sabores de Paraty.O festival começou em 1982 com o nome de Festival da Pinga, e hoje é um dos principais eventos que acontecem na cidade. Estava tudo cheio de gente e pra quem gosta tinha cachaça de tudo que é jeito.

paraty_8Festival da Cachaça

paraty_7Canequinha do festival

O esquema do festival era o seguinte: dava pra comprar uma canequinha de cerâmica pras doses no valor de R$13,00 (já com uma dose de cachaça que você escolhia) e depois cada dose saía por R$4. Além disso, haviam as garrafas de vários tamanhos, cores, jeitos e cheiros.

paraty_2Cachaças

Hospedagem –  Estávamos em 5 pessoas e em época de festivais os preços das pousadas vão láaaa em cima, então o pessoal alugou uma casa pelo famoso Airbnb, site/aplicativo que você usa pra alugar quartos/casas ao redor do mundo. Foi nossa primeira experiência com algo do tipo e foi ótima. A casa era super fofa, pudemos fazer um churrasco no sábado e tudo, até roupas de cama cheirosas estavam disponíveis. Além disso, dava pra ir a pé pro centro histórico, ou seja, ótima localização.

O mais legal é que o pessoal da casa possui um veleiro e faz passeios com ele, e como um passeio de barco estava mais ou menos em nossos planos, topamos. Fomos à bordo do veleiro Sossegado passear pelas águas de Paraty. Foi minha primeira vez em um barco assim e depois dele fiquei desejando fortemente ter um barco um dia em minha vida.

paraty_3Marina

paraty_4Veleiro Sossegado

paraty_6Mar, pedras e gaivotas.

paraty_5Fim de passeio

A família que recebeu a gente foi maravilhosa e o passeio foi inesquecível, assim como o fim de semana todo. Se você se interessou pelo passeio, estou deixando o link da casa e do festival aqui pra vocês.

Informações sobre o festival | Casa que alugamos em Paraty

%d blogueiros gostam disto: