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Workshop com Sabrina Eras

Este final de semana eu fui para São Paulo, cidade grande cheia de metrô, carros e gente maluca pra fazer um workshop de ilustração e processo criativo com uma das minhas ilustradoras brasileiras favoritas, Sabrina Eras. Depois de muito correr atrás do material (quem me segue no Instagram @chellbuzogany sabe que foi chegando tudo aos poucos) eu finalmente fui e resolvi contar pra vocês um pouco de como foi.

Sala ilustrada

Sala Ilustrada
Sala Ilustrada

Moro perto de São Paulo, então cedão eu levantei e cheguei na Sala Ilustrada, um lugar LIN-DO, sério achei que estava entrando no mundo mágico das artesbarradesenhobarrailustração. Lugar inspirador, com desenhos maravilhosos por todos os lados. Lá tinha um lanchinho delícia e o MELHOR CHÁ DO MUNDO, que eu viciei e estou tentando fazer igual.

Trabalhos que fiz no workshop

Eu tietando Sabrina Eras
Meus trabalhinhos e eu de groupie da Sabrina

Logo chegam os companheiros de curso e a diversão começou. Sabrina é uma delícia de pessoa, super divertida, faladeira e descontraída, tivemos dicas maravilhosas sobre o processo de criação e de materiais maravilhosos que podemos comprar. Além disso ela levou desenhos dela pra gente poder ver, emocionei em ver tudo aquilo que acompanho pela internet, ao vivo na minha frente.

No segundo dia colocamos a mão na massa, ou melhor na aquarela, e pudemos aprender mais sobre a técnica, a tinta e os papéis, além de gastar um dinheirinho com o pessoal da Lukas do Brasil, material chique hein?

Foram dois dias mega divertidos, cheios de coisa pra aprender e muita gente pra conhecer. UMA DE-LÍ-CI-A!

Instagram Sala Ilustrada
Site da Sabrina Eras
Facebook Lukas do Brasil

Assédio verbal, você já ouviu hoje?

Hoje no Brasil existem 6 milhões de mulheres a mais que homens de acordo com pesquisa do IBGE, mas mesmo sendo a maioria presente nas ruas e locais públicos, este fato não faz com que certas ações sejam evitadas. Temos hoje no país a lei Maria da Penha que visa coibir a violência contra mulher, mas será que só agressões físicas são consideradas agressivas?

Não sei quem lê este blog, mas todas as minhas amigas e colegas de trabalho, qualquer mulher que eu conheço já recebeu algum tipo de cantada na rua, tem mulher que até gosta do “agrado” e acha que “aumenta o ego”, por mais estranho que eu ache isso. Mas enquanto tem homens que apenas viram o rosto para encarar, existem alguns malucos que insistem em falar coisas imundas e de extremo mal gosto. Isso aconteceu comigo mais de uma vez já, e depois que passa eu me sinto mal. Seria minha roupa? Meu jeito de andar? O que eu fiz para que esta criatura monstruosa do sexo masculino interpretasse que ele tem liberdade para me tratar desta maneira?

Encontrei uma mulher no mundo que se incomoda com isso tanto quanto eu, ela é Sofie Peeters, de 25 anos e mora em Bruxelas, capital da Bélgica. Ela fez um documentário como trabalho final do seu curso de cinema chamado “Femme de la rue” (“Mulher da rua”) e com câmera e microfones escondidos ela gravou os insultos que sofre nas ruas da cidade.”Nós mulheres somos atormentadas todos os dias, e não acho que seja certo deixar isso pra lá e tentar se acostumar”, acredita a universitária, e nisso eu também acredito.

Uma pesquisa citada pela New Statesman perguntou em alguns países quão seguros os homens e as mulheres se sentem ao caminhar sozinhos na rua durante a noite e dos 143 países pesquisados em TODOS as mulheres são as que se sentem mais inseguras. Na Nova Zelândia 85% dos homens dizem se sentir seguros, enquanto somente 50% das mulheres afirmam a mesma coisa. Na Geórgia é onde os índices são mais próximos: 90% das mulheres e 93% dos homens se sentem seguros. No Brasil, os números são de 40% das mulheres e 57% dos homens.

Mulheres sofrem quase todos os dias assédio verbal. Por mais que não seja um ato tão grave quanto uma agressão física, que é crime no Brasil, esse tipo de “violência” é a mais comum entre as mulheres e não concordo que tenhamos que deixar passar em branco. Quando a cantada é discreta e bonitinha, ainda releva-se, mas tem cada maluco pelo mundo. Até quando teremos que sentir medo, desconforto ou vergonha nas ruas?

Assista o documentário “Femme de la rue” (Legendas em Inglês)

Fontes: Revista Samuel
IBGE

Experimentando o P90X

 
Nunca tive muito problema com peso, sempre tive uma alimentação boa, minha mãe e meu pai sempre me incentivaram a comer muitas frutas e verduras e devo a eles meu ótimo hábito para comer. Por incrível que pareça: “SIM! EU GOSTO DE SALADAS!”. Por mais maluco que isso possa parecer pra muita gente. Eu como de 3 em 3 horas devido à uma gastrite que me fez prestar atenção nos horários da minha alimentação e como pouco. Resumindo, exercício pra mim é mais uma opção para saúde do corpo. Eu trabalho sentada mais de 12h por dia, isso se reflete em dores nas costas, braços e mãos. Durante a faculdade fiz 2 anos de academia, 3 vezes por semana de localizada, e desde que comecei não consigo ficar mais muito tempo sem exercícios. Mudei de cidade e logo que as dores começaram eu já me inscrevi em uma academia para fazer musculação e yoga. É bem mais pesado o ritmo, mas as três vezes por semana me ajudavam a manter as dores longe. Fiquei meio sem tempo($$) e de uns tempos pra cá estava me sentindo muito inútil e parada, por isso fui correndo na internet ver o que ela podiam fazer por mim. Foi ai que achei o post da Carolina e uma luz se acendeu. Este P90X prometeu me dar um condicionamento físico que eu nunca tive, então, resolvi começar!

 

O que é P90X?

P90X ou Power 90 Extreme, é um programa de treinamento físico para se fazer em casa criado pelo Tony Horton junto a equipe do Beachbody. E que promete resultado em 90 dias. Esse intenso programa de atividades combina entre exercícios de cardio, peso e resistência, yoga, plyometria e rotinas de alongamento para aprimorar a coordenação, flexibilidade e força.

Resumindo, um treino quase que completo. Então comprei uma barra dessas que você prende no batente da porta e resolvi começar! Pra não perder o pique e desanimar, resolvi ir contando pra vocês como estou me saindo nessa jornada de dor exercícios.

Comecei ontem, fiz o primeiro treino de Peito e Costas e tenho que confessar achei que não ia aguentar, mas comecei fazendo no meu ritmo como havia lido em alguns lugares, não peguei pesado e mesmo assim hoje as dores musculares não me deixam, quem manda ficar mais de dois meses sem se exercitar? Abdominais IMPOSSÍVEIS de se fazer, espero conseguir daqui 90 dias.  Mesmo assim hoje fiz o dia 2, Plyometrics. Frenético, maluco e bem aeróbico, pulei alguns, fiz outros com dificuldade, mas não desanimei e amanhã tem mais.

Espero que vocês gostem de acompanhar por aqui a dureza o treino. Fotos apenas daqui 30 dias!

Referências : Treino P90X Brasil,  Mundo Fitness em Casa e Pensando Magro.

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