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Os Últimos Filmes Que Assisti #12

Opinião dos últimos cinco filmes que assisti, curtas e diretas. Hoje temos “Logan”, “A Qualquer Custo”, “A Bela e a Fera”, “Ghost in The Shell” e “Divergente”.

Últimos Cinco filmes: Cartazes dos filmes: Logan, A Qualquer Custo e A Bela e a Fera.

Logan (2017)

Rating: ★★★★★ Em 2029, Logan (Hugh Jackman) ganha a vida como chofer de limousine para cuidar do nonagenário Charles Xavier (Patrick Stewart). Debilitado fisicamente e esgotado emocionalmente, ele é procurado por Gabriela (Elizabeth Rodriguez), uma mexicana que precisa da ajuda do ex-X-Men para defender a pequena Laura Kinney / X-23 (Dafne Keen). Ao mesmo tempo em que se recusa a voltar à ativa, Logan é perseguido pelo mercenário Donald Pierce (Boyd Holbrook), interessado na menina.

Meu super-heróis preferido, meu ator mais amado em um filme maravilhoso! Eu fiquei emocionada, chorei, vibrei e finalmente fiquei feliz por ter visto um filme que fizesse jus ao meu personagem preferido dos X-men. Dafne Keen está apaixonante e aterrorizante no papel de Laura e mandou tão bem que já vejo continuações com a personagem que cativou a todos que assistiram o filme. Uma despedida e tanto para Hugh Jackman que deixa o papel de Wolverine.

A Qualquer Custo (2016)

Rating: ★★★★★Interior do Texas, Estados Unidos. Toby (Chris Pine) e Tanner (Ben Foster) são irmãos que, pressionados pela proximidade da hipoteca da fazenda da família, resolvem assaltar bancos para obter a quantia necessária ao pagamento. Com um detalhe: eles apenas roubam agências do próprio banco que está cobrando a hipoteca. Só que, no caminho, eles precisam lidar com um delegado veterano (Jeff Bridges), que está prestes a se aposentar.

Mais um concorrente de melhor filme no Oscar de 2017 que eu assisti e gostei bastante. Chis Pine está bem diferente no papel de Toby, pelo menos pra mim, e me surpreendeu bem no longa. Você entende aos poucos as motivações dos protagonistas (que são antagonistas também por assim dizer) e vai ficando sem saber por quem torcer. Você meio que vai entendendo pra onde o filme te leva, mas quer acompanhar a jornada desses irmãos por lugares de terra vermelha e bancos para assaltar.

A Bela e a Fera (2017)

Rating: ★★★☆☆Moradora de uma pequena aldeia francesa, Bela (Emma Watson) tem o pai capturado pela Fera (Dan Stevens) e decide entregar sua vida ao estranho ser em troca da liberdade dele. No castelo, ela conhece objetos mágicos e descobre que a Fera é, na verdade, um príncipe que precisa de amor para voltar à forma humana.

Se eu disser que não gostei é mentira, mas podia ter sido melhor Disney. O que mais faltou pra mim foram pausas dramáticas. Por exemplo: Bela na masmorra com o pai, Fera chega, conversa vai, conversa vem e ela diz: “venha para a luz”. Não tem drama, Fera aparece e PA PUM tá Bela presa. Cadê esses momentos que a gente fica tenso? Eu já vi o desenho? Já vi, mas e quem não viu? E as crianças? Queria mais esse ar de suspense, esse respiro. E o que foram as telas pretas entre as cenas? Edição bem ruinzinha ao meu ver. A coisa tem que fluir e não ser cortada, não se o filme vai fluindo e PÁ, corte. Bem, fora isso, cenários deslumbrantes, Emma lacrando e músicas fofas como sempre.

Últimos Cinco filmes: Imagens dos filmes Ghost in The Shell, de 1995, e Divergente.

Ghost in The Shell (1995)

Rating: ★★★☆☆2029. O mundo se tornou um local altamente informatizado, a ponto dos seres humanos poderem acessar extensas redes de informações com seu ciber-cérebros. A agente cibernética Major Motoko é a líder da unidade de serviço secreto Esquadrão Shell, que combate o crime. Motoko foi tão modificada que quase todo seu corpo já é robótico. De humano só teria sobrado um “fantasma de si mesma”. O governo informa o grupo de que o famoso hacker conhecido “Mestre das marionetes”, especialista em invadir e controlar o ciber-cérebro das pessoas, está no Japão. Agora, Motoko e sua equipe terão que caçar este criminoso, e vão acabar se envolvendo em uma trama de conspirações, que atinge interesses da alta cópula da política.

Resolvi assistir o anime antes de ver o filme (que até agora não consegui assistir), e achei bem interessante. O legal de alguns animes é que a coisa começa pegando e você tem que meio que entender o bonde andando, isso é muito legal! Aos poucos você entende o mundo que está, a realidade que acontece e percebe o tanto de questões que esta história joga pra você. Uma pessoa com partes robóticas pode ser considerada pessoa? Uma inteligência artificial é um ser vivo? Fica ai as discussões.

Divergente (2014)

Rating: ★★★☆☆Na futurística Chicago, quando a adolescente Beatrice (Shailene Woodley) completa 16 anos ela tem que escolher entre as diferentes facções que a cidade está dividida. Elas são cinco e cada uma representa um valor diferente, como honestidade, generosidade e coragem. Beatrice surpreende a todos e até a si mesma quando decide pela facção dos destemidos, diferente da família. Ao entrar para a Audácia ela torna-se Tris e entra numa jornada para afastar seus medos e descobrir quem é de verdade. Além disso conhece Quatro (Theo James), rapaz experiente que consegue intrigá-la e encantá-la ao mesmo tempo.

Já fui sabendo que o filme era uma pegada mais jovem pois a história vem de um YA Book (Young Adult Book, livros para adolescente), mas não imaginei que tanta coisa ia me deixar incomodada.Algumas cenas de ação são bem fracas, outras coisas são postergadas, já que existem outros filmes, mas no geral é um bom filme pra se ver numa tarde de preguiça. Várias pegadas de “Admirável Mundo Novo” e até “3%”, mas claro de uma ótica um pouco mais adolescente.

E vocês o que tem assistido? Alguma dica?

Assistir: Thirteen Reasons Why (2017)

Os 13 Porquês ou Por Treze Razões

Chamada Netflix - Clay - 13 Reasons WhyClay, ouve logo essas fita!

A história

A série original do Netflix é baseada no livro “Thirteen Reasons Why” de Jay Asher e foi lançada em abril de 2017. A primeira temporada conta a história de Clay, uma garoto americano que tem problemas de ansiedade e que recebe em casa uma caixa com sete fitas K7 de Hannah, uma garota que era amiga e colega de trabalho dele e que se matou recentemente. Assim que Clay começa a ouvir as fitas ele descobre que elas se tratam das 13 razões pelas quais Hannah se matou, contadas por ninguém menos que a própria garota.

Hannah - 13 Reasons WhyHannah.

Como é?

Confesso que só fui assistir a série depois que várias pessoas começaram a postar sobre ela no Facebook. Não sabia o que esperar, nunca tinha ouvido falar do livro ou da história e fui completamente pega de surpresa.

Minha ansiedade me fez assistir os 13 episódios em dois dias, como Clay demora tanto pra ouvir as fitas é algo que eu só consigo entender por conta do grau de preocupação que ele tem por Hannah, porque eu teria devorado em algumas horas.

Muita gente tem falado em como a história é uma coisinha de adolescente, mas o tema central é profundo e intenso. Como ninguém percebeu que Hannah precisava de ajuda? Como uma menina aparentemente normal, feliz e de bem com a vida comete suicídio?

Com o passar dos episódios vemos uma ação que poderia ser julgada por boba tomar proporções enormes e terminar da maneira que acabou. Uma série com adolescentes, mas que trata sobre depressão, ansiedade, bullying, abuso, estupro, drogas, álcool e relações familiares e interpessoais. Coisas que estão tão próximas de nós e que muitas vezes podem passar despercebidas, até mesmo dentro da nossa própria casa.

Talvez seja pra isso que esta série veio, para chamar atenção a importância que damos para nossos atos e para as pessoas que estão ao nosso redor. Você realmente percebe o que acontece dentro da sua casa, da sua família, ou até mesmo, dentro de você?

Skyler - Reasons WhySkyler, pouco apareceu e considero pacas.

Confesso que a série me pegou e me deixou reflexiva por alguns dias. Um dia já julguei pessoas que tinham depressão ou ansiedade, hoje sou eu quem procuro psicólogos para tentar entender meus sentimentos e tratar minhas angústias (assunto para outro post). Vi muitas pessoas falando que deixaram de ver os episódios pois eles mexeram muito com elas. A série expõe hipocrisias, feridas nossas e mostra como não somos perfeitos, temos nossos problemas e erramos, mas alguns erros podem ser uma gota em uma poça de água.

A história é bem amarrada, com algumas coisas soltas que vão certamente para a próxima temporada. O visual é bem legal, as mudanças de tonalidade de cores entre passado e presente, as junções de passado e presente nas “visões” de Clay são bem interessantes e a trilha sonora não deixa a desejar.

Já assistiu? Como se sentiu? O que achou? Contaí, vamos conversar.

Os Últimos Filmes Que Assisti #11

Opinião dos últimos cinco filmes que assisti, curtas e diretas. Hoje temos “Até o Último Homem”, “Kubo e as Cordas Mágicas”, “A Chegada”, “Estrelas Além do Tempo” e “Lion – Uma Jornada para Casa”.

Até o Último Homem (2016)

Rating: ★★★★★”Durante a Segunda Guerra Mundial, o médico do exército Desmond T. Doss (Abdrew Garfield) se recusa a pegar em uma arma e matar pessoas, porém, durante a Batalha de Okinawa ele trabalha na ala médica e salva mais de 75 homens, sendo condecorado. O que faz de Doss o primeiro Opositor Consciente da história norte-americana a receber a Medalha de Honra do Congresso.”

Como fevereiro é mês de Oscar, saímos correndo para assistir o máximo para acompanhar a premiação e começamos por este filme ótimo. Baseado em fatos reais, ele conta uma história emocionante de um rapaz que não muda suas convicções por conta de uma guerra. Ele entende que está ali para ajudar o país, mas sabe que as pessoas naquela guerra são apenas partes de um quebra cabeça muito maior. Uma lição de perseverança e fé.

Kubo e as Cordas Mágicas (2016)

Rating: ★★★★☆”Kubo vive uma normal e tranquila vida em uma pequena vila no Japão com sua mãe. Até que um espírito vingativo do passado muda completamente sua vida, ao fazer com que todos os tipos de deuses e monstros o persigam. Agora, para sobreviver, Kubo terá de encontrar uma armadura mágica que foi usada pelo seu falecido pai, um lendário guerreiro samurai.”

Concorrendo a melhor longa de animação encontrei esta grata surpresa que foi Kubo. Com o filme feito em stop-motion misturado com efeitos computadorizados (aliás, DEMAIS os vídeos mostrando por trás das câmeras, procure!) o efeito das cenas é algo deslumbrante de se assitir. A história é uma gracinha, tem origami, tem trilha sonora bacana e tenho certeza que todos vão adorar quando ver. Só achei um pouquinho previsível a história, mas nada que estrague o todo.

A Chegada (2016)

Rating: ★★★★☆”Quando seres interplanetários deixam marcas na Terra, a Dra. Louise Banks (Amy Adams), uma linguista especialista no assunto, é procurada por militares para traduzir os sinais e desvendar se os alienígenas representam uma ameaça ou não. No entanto, a resposta para todas as perguntas e mistérios pode ameaçar a vida de Louise e a existência de toda a humanidade.”

O filme mais amado e odiado do ano seria esse? Não sei. Eu gostei bastante, toda a reviravolta final, as explicações e tudo mais, o noivo achou fraco. Então acho que vai de pessoa pra pessoa, né? Como tudo nessa vida. Bem interessante como colocaram o pessoal de línguas na frente de um projeto tão grande como o que é mostrado do filme, achei algo genial, já que sempre pensam em pessoas de exatas, engenheiros, matemáticos e por aí vai. O filme traz uma mensagem linda no final, e apesar de não ser tudo isso que o pessoal achou, é um bom filme.

Estrelas Além do Tempo (2017)

Rating: ★★★★★”1961. Em plena Guerra Fria, Estados Unidos e União Soviética disputam a supremacia na corrida espacial ao mesmo tempo em que a sociedade norte-americana lida com uma profunda cisão racial, entre brancos e negros. Tal situação é refletida também na NASA, onde um grupo de funcionárias negras é obrigada a trabalhar a parte. É lá que estão Katherine Johnson (Taraji P. Henson), Dorothy Vaughn (Octavia Spencer) e Mary Jackson (Janelle Monáe), grandes amigas que, além de provar sua competência dia após dia, precisam lidar com o preconceito arraigado para que consigam ascender na hierarquia da NASA.”

Quando vejo filmes que mostram a segregação dos negros e dos brancos nos EUA eu fico enjoada, enojada e irritada. Me sobe o sangue e eu quero entrar no filme e bater em todo mundo, e foi a cena do chefe de Katherine no banheiro que me representou. Quanto sofrimento, quanta besteira da época, quanto ódio gratuito! Filme maravilhoso de superação, força de vontade e mulheres fortes baseado em fatos reais. Indicadíssimo! E espero que filmes assim continuem a ser feitos, bem como filmes de guerra, pra gente nunca se esquecer de como isso tudo foi horrível.

Lion – Uma Jornada para Casa(2017)

Rating: ★★★★★”Quando tinha apenas cinco anos, o indiano Saroo (Dev Patel) se perdeu do irmão numa estação de trem de Calcutá e enfretou grandes desafios para sobreviver sozinho até de ser adotado por uma família australiana. Incapaz de superar o que aconteceu, aos 25 anos ele decide buscar uma forma de reencontrar sua família biológica.”

O que é este ator mirim, Sunny Pawar, arrasando o nosso coração na primeira parte do filme? Que coisa mais maravilhosa o trabalho dele. A história de Saroo é triste, mas como é vista, no começo, pelo olhar de uma criança, é como se tudo fosse leve, uma brincadeira. Dev Patel entra depois como versão mais velha do garoto e também arrasa corações com todo o drama que ele encara pra descobrir onde está a família dele. Lindo, lindo e mais um baseado em fatos reais.

Assistiram todos esses já? Qual o preferido de vocês? Passem indicações de filmes!

Assistir: Goblin (2017)

Goblin

Gong Yoo, Kim Go Eun e Lee Dong Wook estrelam esse romance sobrenatural que mostra que o amor pode superar tudo, incluindo a morte. Kim Shin (Gong Yoo) é um “goblin” imortal e tem um título bastante honroso de Protetor de Almas. Ele mora junto com Wang Yeo (Lee Dong Wook), o Anjo da Morte, encarregado de guiar as almas para o outro mundo. Mas ambos os bonitões tem grandes problemas: Wang Yeo tem amnésia e Kim Shin quer acabar com a própria vida (imortal) dele. Infelizmente para os goblins, a única maneira de derrotar a imortalidade é se casando com uma humana. Por causa disso, Kim Shin decide conquistar Ji Eun Tak (Kim Go Eun), uma estudante do ensino médio que apesar da dolorosa realidade que vive, permanece otimista. Após ser responsável por proteger almas e guiá-las para o outro mundo, Kim Shin agora tenta fazer o mesmo com a alma dele. Mas quando a complicada maneira de suicídio começar a se tornar amor verdadeiro, ele se arrependerá da decisão dele?

Goblin

A história

Quando o dorama vem com esses lances de passado e presente, ele quase que me ganha de primeira, e este aqui tem. Kim Shin era um general há quase mil anos atrás que foi morto por conta de uma conspiração e por isso vive nos tempos atuais com uma espada cravada em seu peito. Por séculos ele viu pessoas queridas morrendo e vive se sentindo solitário demais buscando uma maneira de acabar com sua imortalidade. Um dia ele salva uma mulher grávida em um atropelamento e naquele instante algo diferente acontece: ele acabara de “criar” a pessoa que colocaria um fim ao sofrimento dele.

Goblin

Sobre o dorama

Com um pouco de humor, aos poucos você acompanha o crescimento dos personagens, principalmente de Ji Eun Tak, a mocinha da série que é o verdadeiro exemplo de copo sempre meio cheio. A vida dela é muito sofrida e ela nunca se deixa abater, um verdadeiro exemplo de positividade.

Já conhecia Gong Yoo de Coffee Prince, dorama de 2007 que assisti ainda na época da faculdade, mas agora dez anos depois, acho que ele está melhor como nunca na atuação. Claro que ainda temos poucas expressões nos doramas coreanos, mas ele consegue te fazer suspirar em vários momentos.

Algumas partes da história se passam em Quebec, no Canadá, e em outros cenários maravilhosos. De doramas que se passam nos tempos atuais e que eu assisti, este é um dos que tem as melhores locações com certeza. Uma fotografia bem linda também, pra gente ficar bem viciada em tudo.

Goblin

O romance entre Kin Shin e Ji Eun Tak é algo muito e muito fofo, desses que te faz ficar do outro lado da tela com os olhinhos cheio de coração. Além disso, não garanto que você não passará alguns episódios em posição fetal se acabando em lágrimas, porque é assim que esses doramas são, pisam no nosso coração e aí a gente gosta mais ainda. O que me pega é que nessas histórias muita coisa é imprevisível, tornando novelas coreanas muito mais empolgantes que as brasileiras. Apesar que sou suspeita.

Goblin

A trilha sonora é uma atração a parte e dá pra ficar bem apaixonada em cada instrumental e cantoria. Eu ouvi em loop por semanas e por isso deixo aqui o link dela toda no Spotify pra vocês.

Quem já assistiu? Ficou com vontade? Eu assisti tudo pelo DramaFever e logo logo vejo se trago falando mais dele.