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Os Últimos Filmes Que Assisti #10

Opinião dos últimos cinco filmes que assisti, curtas e diretas. Hoje temos “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, “Rogue One”, “Moana”, “The Fundamentals of Caring” e “Assassin’s Creed”.

Animais Fantásticos e Onde Habitam

[rating:5/5] “O excêntrico magizoologista Newt Scamander (Eddie Redmayne) chega à cidade de Nova York levando com muito zelo sua preciosa maleta, um objeto mágico onde ele carrega fantásticos animais do mundo da magia que coletou durante as suas viagens. Em meio a comunidade bruxa norte-americana, que teme muito mais a exposição aos trouxas do que seus colegas ingleses, Newt precisará usar todas suas habilidades e conhecimentos para capturar uma variedade de criaturas que acabam fugindo.”

Eu demorei, mas tinha que falar deste retorno do mundo Pottermaníaco pro cinema. Não tem Harry, não tem Mione, mas tem muita mágica! Por que é maravilhoso? Porque é o mundo mágico visto de uma maneira mais adulta, com magia sem precisar de lugar certo, com muita aparatação e muitos bichinhos maravilhosos. Além de um plot twist bem bacana. Foi legal ver a vida do bruxo como ela é e poder sentir a magia de novo. Eu sou fã. Muito. Então sou suspeita, mas este filme é maravilhoso.

Rogue One – Uma História Star Wars (2016)

[rating:5/5] “Ainda criança, Jyn Erso (Felicity Jones) foi afastada de seu pai, Galen (Mads Mikkelsen), devido à exigência do diretor Krennic (Ben Mendelsohn) que ele trabalhasse na construção da arma mais poderosa do Império, a Estrela da Morte. Criada por Saw Gerrera (Forest Whitaker), ela teve que aprender a sobreviver por conta própria ao completar 16 anos. Já adulta, Jyn é resgatada da prisão pela Aliança Rebelde, que deseja ter acesso a uma mensagem enviada por seu pai a Gerrera. Com a promessa de liberdade ao término da missão, ela aceita trabalhar ao lado do capitão Cassian Andor (Diego Luna) e do robô K-2SO.”

Eu não sabia o que esperar de Rogue One. Teve um pouco de mimimi por causa da personagem principal ser mulher, mas o filme com um arco bem fechadinho foi algo muito bom de se ver. O final não era esperado, mas com o passar do filme você vai pegando como tudo vai terminar. Assim como Harry Potter e Senhor dos Anéis, Star Wars sempre merece ser visto, revisto e revivido.

Moana – Um Mar de Aventuras(2017)

[rating:4/5] “Moana Waialiki é uma corajosa jovem, filha do chefe de uma tribo na Oceania, vinda de uma longa linhagem de navegadores. Querendo descobrir mais sobre seu passado e ajudar a família, ela resolve partir em busca de seus ancestrais, habitantes de uma ilha mítica que ninguém sabe onde é. Acompanhada pelo lendário semideus Maui, Moana começa sua jornada em mar aberto, onde enfrenta terríveis criaturas marinhas e descobre histórias do submundo.”

O que dizer deste filme que me fez chorar logo no castelinho? Depois de ouvir um podcast com a Natalia Freitas, eu estava ansiosa demais para acompanhar as aventuras de Moana. E que músicas. E que coisa linda! Que história mais cheia de empoderamento e auto-estima essa! Que as histórias sejam mais assim a partir de hoje, empoderando pessoas, principalmente mulheres. Chorei como uma criança? Não, porque as crianças estavam rindo muito.

The Fundamentals of Caring (2016)

[rating:3/5] “Ben, um ex escritor, começa a trabalhar cuidando de Trevor, um adolescente que sofre de “Distrofia Muscular de Duchenne”, condição que causa atrofia rápida dos músculos e que o impossibilita de andar e outras coisas mais. Por causa das dificuldades que a distrofia causa, Trevor tem uma rotina muito bem estabelecida, mas com Ben entrando em sua vida, tudo muda com uma viagem de carro pelos EUA.”

Filme pouco falado, mas está lá no Netflix pra fazer a nossa alegria de uma tarde chuvosa. Bem leve, com muito humor negro, este filme traz pra gente um senso de “eu posso tudo” que é algo bem gostoso. Na onda dos filmes de pessoas deficientes, como “Os Intocáveis” e “Como Eu Era Antes de Você”, este tem um tom um pouco diferente chegando a ser simpático o suficiente pra eu dar uma nota 3, mas não vejo a hora de ter um filme de pessoa com deficiência, ao estilo Glee, a pessoa é deficiente, beleza, mas ela vive como todo mundo né?

Assassin’s Creed (2017)

[rating:4/5] “Callum Lynch (Michael Fassbender) descobre que é descendente de um membro da Ordem dos Assassinos e, via memória genética, revive as aventuras do guerreiro Aguilar, seu ancestral espanhol do século XV. Dotado de novos conhecimentos e incríveis habilidades, ele volta aos dias de hoje pronto para enfrentar os Templários. Versão para as telonas do game Assassin’s Creed.”

Eu joguei um pouco de Assassin’s Creed e por isso não viajei muito na história. Já sabia mais ou menos como o personagem ia parar no passado e tudo mais, mas posso falar? Achei que muita coisa se passou no presente, queria ver mais coisas se passando no passado, como no jogo. Apesar disso, não achei o filme lá dos piores, como li em várias resenhas. Logo logo na sessão da tarde.

gora estou lutando pra ver os filmes que estarão no Oscar, e vocês?

Os Últimos Cinco Filmes Que Assisti #7

Opinião dos últimos cinco filmes que assisti, curtas e diretas. Hoje temos “X-Men – Apocalipse”, “Procurando Dory”, “Quarto de Jack”, “Eu Não Faço a Menor Ideia Do Que Eu Tô Fazendo Com a Minha Vida” e “Deus Não Está Morto”.

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X-Men Apocalipse


[rating:4/5]“Também conhecido como Apocalipse, En Sabah Nur (Oscar Isaac) é o mutante original. Após milhares da anos, ele volta a vida disposto a garantir sua supremacia e acabar com a humanidade. Ele seleciona quatro Cavaleiros nas figuras de Magneto (Michael Fassbender), Psylocke (Olivia Munn), Anjo (Ben Hardy) e Tempestade (Alexandra Shipp). Do outro lado, o professor Charles Xavier (James McAvoy) conta com uma série de novos alunos, como Jean Grey (Sophie Turner), Ciclope (Tye Sheridan) e Noturno (Kodi Smit-McPhee), além de caras conhecidas como Mística (Jennifer Lawrence), Fera (Nicholas Hoult) e Mercúrio (Evan Peters), para tentar impedir o vilão.”

Demorei, mas cheguei pra falar de X-Men, que pra mim foi um filme muito melhor de assistir que Batman vs. Superman (lá vem as pedras). Apesar de parecer um pouco bagunçado, não achei que o filme teve pontas soltas demais no roteiro, algumas maquiagens me incomodaram (oi Apocalipse!), assim como a falta delas (Mística, cadê o azul?), mas no fim da sessão eu sai felizona de ter visto Hugh Jackman nem que seja por 2 minutos como Wolverine de novo.

Procurando Dory


[rating:4/5]“Um ano após ajudar Marlin (Albert Brooks) a reencontrar seu filho Nemo, Dory (Ellen DeGeneres) tem um insight e lembra de sua amada família. Com saudades, ela decide fazer de tudo para reencontrá-los e na desenfreada busca esbarra com amigos do passado e vai parar nas perigosas mãos de humanos.”

Muita risada e algumas surpresas reservam quem assiste ao filme solo de nossa adorada Dory. Mais que um filme pra criança, tanto Dory quando Nemo, são histórias que falam sobre deficiências e como as pessoas precisam de compreensão e carinho pra enfrentar suas dificuldades e peculiaridades. Diversão e emoção garantidas!

O Quarto de Jack


[rating:5/5]“Joy (Brie Larson) e seu filho Jack (Jacob Tremblay) vivem isolados em um quarto. O único contato que ambos têm com o mundo exterior é a visita periódica do Velho Nick (Sean Bridgers), que os mantém em cativeiro. Joy faz o possível para tornar suportável a vida no local, mas não vê a hora de deixá-lo. Para tanto, elabora um plano em que, com a ajuda do filho, poderá enganar Nick e retornar à realidade.”

Desde o Oscar esperando pra ver este filme, mas valeu a espera. Um filme delicado, cheio de momentos belos e fotografia bem linda. Incrível a maneira como tudo se passa ao redor da visão do menininho, que foi incrível ator por sinal, então uma situação terrível é vista pela maneira infantil e inocente de uma criança. Assitam.

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Eu Não Faço a Menor Ideia Do Que Eu Tô Fazendo Com a Minha Vida


[rating:2/5]“Clara (Clarice Falcão) está indecisa em relação às suas escolhas. A jovem está cursando a faculdade de Medicina por pressão familiar e não por vocação. Sem contar para ninguém o que está sentindo, ela passa a matar aulas no período da manhã. Durante essas aventuras matutinas, Clara conhece um rapaz que a ajuda a encontrar um norte para sua vida.”

A gente tá de bobeira em casa e resolve explorar o Netflix, quando aparece um filme com nome tão enorme que a gente resolve ver. Não foi boa a experiência, pois o filme estava tão, mas tão parado que caí no sono. Quem sabe uma hora eu dou outra chance, pois o começo e o final pareceram intrigantes e chegam a conclusão que ninguém sabe o que está fazendo da vida, a verdade universal.

Deus Não Está Morto


[rating:2/5]“Quando o jovem Josh Wheaton (Shane Harper) entra na universidade, ele conhece um arrogante professor de filosofia (Kevin Sorbo) que não acredita em Deus. O aluno reafirma sua fé, e é desafiado pelo professor a comprovar a existência de Deus. Começa uma batalha entre os dois homens, que estão dispostos a tudo para justificar o seu ponto de vista – até se afastar das pessoas mais importantes para eles.”

Eu vi a sinopse no Netflix e pensei com o noivo: “vamos ter uma discussão interessante neste filme”. Engano meu. Um filme raso demais, com personagens femininas muito mal escritas, atuações medianas e um final horroroso. Colocam o ateu como um ser babaca por ser ateu, quando na verdade babaquisse indifere de crenças, usam um motivo ridículo pra ele ser “ateu revoltado” e termina como “quem não acredita em Deus é errado/infeliz”. Respeitem os amiguinhos e amem uns aos outros, não importa o quê, acho que tava escrito isso num livro famoso aí.

E vocês o que têm assistido de bom? Tô aceitando indicações, principalmente do Netflix.

Assistir: Better Call Saul (2015)

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Better Call Saul é um spin off da série Breaking Bad que conta a história de Saul Goodman (Bob Odenkirk), 6 anos antes de conhecer Walter White. Neste começo somos apresentados a Jimmy McGill, o próprio Saul, que atua como advogado de pequenas causas e ainda procura como acertar sua vida financeira e pessoal. Nesta série vamos acompanhar toda a transformação de Jimmy em Saul, ou seja, em como ele começa também a fazer sua virada de caráter.

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Criada por Vince Gilligan e Peter Gould, esta série original do Netflix vem para fazer fãs de Walter White surtarem. Tudo começa com a vida do personagem na vida de fugitivo e logo descobrimos quem é o verdadeiro Saul. Depois de assistir a primeira temporada, recheada com um pouco de violência e bastante drama, acredito que esta série tem o potencial para explodir cabeças e seguir um crescimento de qualidade contínuo, assim como Breaking Bad. Jimmy é simpático demais e você logo pega carinho por ele, principalmente se você acompanhou a série anterior.

Vale muito a pena parar uma hora por dia para acompanhar a primeira temporada, que tem 13 episódios já lançados no Netflix.

E vocês, já assistiram? O que acharam?

Assisti: Histórias Cruzadas (2012)

Histórias Cruzadas

[rating:5/5] “Jackson, pequena cidade no estado do Mississipi, anos 60. Skeeter (Emma Stone) é uma garota da sociedade que retorna determinada a se tornar escritora. Ela começa a entrevistar as mulheres negras da cidade, que deixaram suas vidas para trabalhar na criação dos filhos da elite branca, da qual a própria Skeeter faz parte. Aibileen Clark (Viola Davis), a emprega da melhor amiga de Skeeter, é a primeira a conceder uma entrevista, o que desagrada a sociedade como um todo. Apesar das críticas, Skeeter e Aibileen continuam trabalhando juntas e, aos poucos, conseguem novas adesões.”

Ficar doente tem a pequena vantagem de que podemos assistir filmes e ficar quietinhos. Semana passada fiquei muito mal do estômago e durante o molho assisti a este filme que estava na minha lista fazia tempo!

Com personagens bem simples e marcados, Histórias Cruzadas surpreende. Não achei que veria tanta discussão sobre preconceito em um filme que tem tons tão alegres e leves na capa, aliás, é bem assim mesmo que o filme trata do preconceito da época, de maneira brutalmente leve. Eu fiquei indignada em várias passagens do filme e fiquei imaginando se naquela época eu teria o mesmo pensamento daquelas pessoas, afinal, a sociedade tem que evoluir em conjunto pra que a mente das pessoas se abra mais. Vale muito a pena assistir e ver que mesmo depois de muito tempo de abolida a escravidão, os negros passaram por poucas e boas, e ainda passam. Acho válido assistir este filme depois de visto 12 Anos de Escravidão, pois no filme mais atual é explicado que os negros depois de libertos começaram a trabalhar em troca de dinheiro, e por isso os brancos acabavam dando empregos que eles não queriam fazer, como empregadas, cozinheiras, jardineiros e trabalhos mais braçais. Aqui em The Help vemos algum tempo depois, como isso acabou por ficar na cultura do americano por gerações e como eles começaram a quebrar este pensamento. Bem interessante traçar esta linha.

Apesar de uma discussão sobre direitos, o filme consegue divertir e consegue fazer refletir. Recomendo muito!

Histórias Cruzadas

 

Sinopse do Adoro Cinema