drama

12 Anos de Escravidão

 [rating:5/5] “1841. Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor) é um escravo liberto, que vive em paz ao lado da esposa e filhos. Um dia, após aceitar um trabalho que o leva a outra cidade, ele é sequestrado e acorrentado. Vendido como se fosse um escravo, Solomon precisa superar humilhações físicas e emocionais para sobreviver. Ao longo de doze anos ele passa por dois senhores, Ford (Benedict Cumberbatch) e Edwin Epps (Michael Fassbender), que, cada um à sua maneira, exploram seus serviços.”

Não sei se foi a TPM ou se foi o filme, mas como eu chorei. Com cenas fortes de tortura, “12 anos” faz pensar, sofrer e sentir com Solomon cada dificuldade e momento ruim que ele passou. Imagine você, na sua vida normal e do nada ser um escravo? Situação terrível e triste demais pra acreditar que foi real. Só me fez pensar em como o ser humano é um bicho tão pequeno, mesquinho e babaca. Já sabia, mas vendo tanto sofrimento e pensando que aquilo não é nem metade do que encontramos até hoje, dá meio que nojo da raça humana. Só eu fiquei assim?

Fora isso, a trilha, as atuações, tudo lindo. Lupita, te amamos. Um filme que faz sentir tantas coisas, não poderia ter sido desprezado mesmo.

Sinopse do Adoro Cinema.

Assistir: Ela (2013)

[rating:5/5] “Theodore (Joaquin Phoenix) é um escritor solitário, que acaba de comprar um novo sistema operacional para seu computador. Para a sua surpresa, ele acaba se apaixonando pela voz deste programa informático, dando início a uma relação amorosa entre ambos. Esta história de amor incomum explora a relação entre o homem contemporâneo e a tecnologia.”

Quando fui assistir este filme eu esperava por outra coisa, outra história, outro tudo. Só pelo fato do filme se passar em um futuro, talvez não muito distante, já achei que foi algo inesperado. É interessante como ele faz você pensar em relações. O que seriam relações normais? Será que algo tão perfeito realmente existe? Como lidar com perdas? O interessante é que Samantha sempre faz Theodore seguir em frente, ver a vida de uma maneira boa e a frase que mais me marcou foi uma do final que diz que, quando se ama você consegue amar mais as pessoas e a vida, tudo meio que fica melhor. Bem filosófico, bonito e delicado.

Sinopse do Adoro Cinema.

Assistir: A Menina que Roubava Livros (2014)

[rating:4/5] “Durante a Segunda Guerra Mundial, uma jovem garota chamada Liesel Meminger (Sophie Nélisse) sobrevive fora de Munique através dos livros que ela rouba. Ajudada por seu pai adotivo (Geoffrey Rush), ela aprende a ler e partilhar livros com seus amigos, incluindo um homem judeu (Ben Schnetzer) que vive na clandestinidade em sua casa. Enquanto não está lendo ou estudando, ela realiza algumas tarefas para a mãe (Emily Watson) e brinca com a amigo Rudy (Nico Liersch).”

Li o livro há muito tempo, tanto tempo que não lembrava dos detalhes, fora o fato de ter chorado um bocado em várias passagens. Com o filme não foi diferente, chorei em muitas partes e fiquei encantada com a delicadeza do filme. Ele se passa na Alemanha em meio a Segunda Guerra e conta a história de Liesel, que foi interpretada lindamente por Sophie Nélisse. Como foi bom poder relembrar passagens tão belas do livro ali na tela do cinema. Em um dado momento achei que o filme dava uma certa arrastada, se isso se passou pela minha cabeça é porque o ritmo deu uma deixada a desejar, pelo menos pra mim, mas mesmo assim tudo lindo, belo e digno de se ir ao cinema.

Sinopse do Adoro Cinema.

Assistir: O Lobo de Wall Street (2014)

[rating:4/5] “O filme é adaptação do livro de memórias de Jordan Belfort, que no Brasil ganhou o nome de “O Lobo de Wall Street”. Belfort foi um corretor de títulos da bolsa norte-americana que entrou em decadência nos anos 90. Sua história envolve o uso de drogas e crimes do colarinho branco.”

Agora começa a temporada de “corre pra ver antes do Oscar”. “O Lobo de Wall Street” está concorrendo em categorias como, melhor filme, ator, ator coadjuvante e diretor pra Martin Scorsese. Fui este fim de semana na pré-estréia e por mais que suas 2 horas e 59 minutos de filme possam ter parecido um pouco demais, Di Caprio dá um show de interpretação, minha vontade era de levantar no final e aplaudi-lo de tão impressionada que fiquei. Apesar de muitas cenas sexuais (do tipo, não dá pra ir com família no cinema) e a palavra “fuck” dita mais de 500 vezes durante o filme, motivos que levaram o filme a ser censurado em países da Ásia e do Oriente Médio, o filme trás um drama de um homem viciado em drogas e álcool, e porque não, em dinheiro e mulheres. Por mais triste que seja a situação do personagem ela é contada de uma maneira divertida e que te faz rir quase que o filme todo. Será que é isso? Rir da desgraça alheia é legal? Bem, tirem suas próprias conclusões, porque este é um filme que merece ser assistido.

Sinopse do Adoro Cinema