Viagens e Passeios

Passeios gostosos, viagens inesquecíveis, eventos divertidos e muita coisa bacana pra fazer e conhecer.

Festival da Cerejeira em Flor – Campos do Jordão/SP

Cerejeiras em Campos do Jordão

Cerejeiras

Sobre Campos do Jordão

“Campos do Jordão é um dos quinze municípios paulistas considerados estâncias climáticas pelo estado, por cumprirem os pré-requisitos definidos por lei estadual. Tal nomeação garante a esses municípios uma verba maior por parte do Estado para a promoção do turismo regional.
É conhecida como a Suíça Brasileira principalmente pela sua arquitetura de influência europeia e pelo seu clima frio. Por isso, a cidade recebe maior quantidade de turistas durante a estação do inverno, especialmente no mês de julho.”

Como foi o passeio?

Desde que vim para o Vale e descobri que existiam alguns festivais de cultura oriental eu fiquei toda boba. Por aqui você encontra Undokais (festivais com comidas típicas e brincadeiras), festivais gastronômicos e o lindo Festival da Cerejeira em Flor. Este ano depois de tanto namorar os folhetos fomos passear em Campos do Jordão e ver essas árvores tão lindas e delicadas.

Cerejeira

A Festa da Cerejeira de Campos do Jordão acontece desde 1968, sendo a mais antiga do Brasil. Ela é realizada sempre no último final de semana de julho e nos dois primeiros finais de semana de agosto, logo após o encerramento do festival de inverno, totalizando seis dias de festividades, nas dependências do Sakura Home, na Vila Albertina. O espaço é parcialmente coberto, e conta com estacionamento anexo gratuito.

A festa tem várias coisas legais, como apresentações de artes marciais, dança, coral e música japonesa (imaginem a felicidade dessa que vos escreve). Além disso tem barraquinhas com artesanato, malhas e comidas. Tenho que confessar que fiquei triste com o Yakisoba, o da Liberdade dá de 10 x 0 naquele, que veio sem carne e bem pouco caprichado, mas tirando isso e os preços meio salgadinhos, as árvores fizeram o show. Dia lindo, árvores mega floridas pra poder babar, tirar milhões de fotos e tentar pegar uma pétala pra fazer pedido não consegui =(.

Depois do festival eu e o namorados saímos para andar pela cidade. Não conhecíamos nada de lá, apenas por fotos de amigos e podemos dizer que nos surpreendeu. Cidade maior do que esperávamos, com casas em estilo europeu lindas demais, árvores lindas com folhinhas laranja e douradas, lojas bem bonitas preços salgados e o maior pastel que eu já comi (Pastelão do Maluf) que por sinal foi MUITO gostoso. O sorvete no Bruno alves Chocolatier também foi di-vi-no (pelo preço, nada mais justo que ser maravilhoso). O passeio bate-e-volta foi bem gostoso e recomendo pra quem é das redondezas e pode fazer isso. São José dos Campos fica a uma horinha e a estrada é bem boa.

Este ano o festival foi até este fim de semana, 4 de agosto, mas ano que vem tem mais!

Campos do Jordão

Campos do Jordão

Informações

Distância
Rio de Janeiro – 334 Km
São Paulo – 182 Km

http://www.camposdojordao.sp.gov.br

Viajando: Pedra da Onça

Trilha: Pedra da Onça

Pedra da Onça

O que é?

A trilha da pedra da onça chega a um mirante de 1950m de altitude, vista panorâmica de todo o vale. São 10km no total gastando em média 5hs de ida e volta. Caminhando pela mata Atlântica, passando por algumas bica d’água e com um pouquinho de sorte podem chegar ver o macaco muriqui.
Texto do CAT

Com um feriado se aproximando para o pessoal de São Paulo, o namorado e eu decidimos fazer um programa diferente: trilha. Eu gosto bastante desse tipo de passeio, e agora começa a temporada de montanhismo, então nada melhor do que aproveitar. O local escolhido foi a Pedra da Onça que fica em São Francisco Xavier, uma cidadezinha que fica a 50 minutos de São José dos Campos/SP.

A trilha

Saímos cedo e depois de curvas e mais curvas chegamos na cidade, chegando lá fomos até o CAT e lá conseguimos um guia super simpático que nos levaria até o mirante. O preço? $50 dilmas por pessoa, salgado, mas o namorado preferiu pagar já que não sabíamos direito o caminho. A trilha é BEM tranquila, toda demarcada, subimos em um grupo de 7 pessoas e fizemos em 2h. Lá no alto dá pra ver Monte Verde/MG e São José dos Campos/SP, na subida você encontra um poste que demarca a divisão dos estados de Minas e São Paulo, se você tiver sorte pode ver os macacos que habitam por lá, infelizmente não conseguimos vê-los.

Pedra da Onça

Existem bicas d’água por toda a subida, mas eu e o namorado levamos 2l de água pra cada, além de um estoque de maçãs, tangerinas, pão francês, pedaços de mortadela e barras de cereal, já que chegamos lá no topo por volta do 12:00. Além disso vale lembrar de protetor solar, óculos de sol e casaco. Uma coisa importante que esquecemos de levar foi uma camiseta extra pra trocar, já que sua-se muito e com o vento lá do topo você pode passar um belo frio. A decida durou 1h e 30min, foi bem tranquila, tirando minhas bolhas nos pés que ganhei por conta da costura das meias (nota mental: nada de costura).

Depois da trilha, uma volta pela cidade, tão fofinha! E claro, um sorvete na “Sorveteria do Vovô”.

Mais informações sobre a Pedra da Onça

Destino Trilha | CAT – Centro de Apoio ao Turista

Pedra da Onça

Pedra da Onça

Pedra da Onça

Passeio: Museu da Casa Brasileira – São Paulo

Museu da Casa Brasileira
“O Museu da Casa Brasileira (MCB) se dedica às questões da cultura material da casa brasileira. É o único do país especializado em design e arquitetura, tendo se tornado uma referência nacional e internacional nesses temas. Conhecido pela localização privilegiada, uma mansão da década de 40 quase no cruzamento das avenidas Faria Lima e Cidade Jardim, o MCB é um verdadeiro oásis entre os prédios da região com seu jardim de mais de 6 mil metros quadrados.O MCB é uma instituição do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria de Estado da Cultura. Atualmente é administrado pela Organização Social “A Casa Museu de Arte e Artefatos brasileiros”. “
(mais…)

Viajando: Instituto Butantan – São Paulo

Instituto Butantan

“Um surto de peste bubônica que se propagava no porto de Santos em 1899, levou o governo a adquirir a Fazenda Butantan para instalar um laboratório de produção de soro antipestoso, vinculado ao Instituto Bacteriológico (atual Adolpho Lutz). Esse laboratório foi reconhecido como instituição autônoma em fevereiro de 1901, sob a denominação de Instituto Serumtherápico, sendo designado para primeiro diretor, Vital Brazil Mineiro da Campanha, médico voltado para problemas de saúde pública.

Graças ao idealismo de Vital Brazil, que além da produção de soros e vacinas também se preocupava em desenvolver pesquisas, o Instituto tornou-se internacionalmente reconhecido.

Em 1914 foi inaugurado o prédio principal, com as condições necessárias para abrigar os laboratórios, em torno dos quais cresceu uma instituição que combina pesquisa e produção.”

Este fim de semana fui passear por alguns lugares de São Paulo que nunca tinha ido. Um desses lugares foi o Instituto Butantan, que resolvi conhecer por meu namorado trabalhar lá e por saber que tem coisas bem interessantes, como serpentário e museus com espécies de cobra e outros animais peçonhentos.

Lá você pode passear no parque e até levar seu cachorrinho, desde que com coleira, dá pra andar de bicicleta, patins e skate. O lugar é bem gostoso e pras crianças acho que deve ficar mais interessante por conta dos animais. Você pode ver o macacário (mas os bichos deviam estar com muito frio dessa vez e mal se viam eles), o serpentário, com cobras fofas ao ar livre e também museus. O passe para os museus é um só, com uma entrada você pode ir em todos, o que é bem legal.

Instituto Butantan

Museu de Microbiologia – Esse foi bem interessante porque você pode observar várias coisas em microscópios, como carrapatos, piolhos e até organismos vivos de uma gota de água suja (que foi nojento!). Eu estava com meu primo de 9 anos, mas não foi chato pra ninguém ver essas coisas! Aliás é super interessante ver tudo aquilo que via na escola.

Instituto Butantan
Janelas com grades de cobrinhas.
Museu BiológicoDesde 1966, o Museu Biológico funciona na antiga cocheira do Instituto Butantan e conta com uma exposição de animais vivos dispostos em terrários, que recriam o seu ambiente natural. Cobras, lagartos, aranhas, sapos e escorpiões. Essas coisinhas fofas estão lá pra serem apreciadas e admiradas. Adorei ver tantas espécies diferentes, todo mundo pirou nas espécies de cobra.

Instituto Butantan
 

Instituto Butantan
 


Você também encontra o Museu Histórico e Museu da Saúde Pública “Emílio Ribas”, que guarda um dos mais importantes acervos documentais da saúde do Brasil, mas esses dois não fomos visitar.

Vinculado à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, o Instituto Butantan é um dos maiores centros de pesquisa biomédica do mundo, responsável por 51 % de vacinas e 56% de soros para uso profilático e curativo do país.

O Instituto desenvolve estudos e pesquisas relacionadas, direta ou indiretamente, com a saúde pública nas áreas de Biologia, Biomedicina, Farmacologia e Biotecnologia. Realiza também missões científicas no país e no exterior através da Organização Mundial e Panamericana da Saúde, Unicef e ONU.

Além da contribuição médica e científica, o Butantan também promove atividades relacionadas à educação, como curso de pós – graduação, cursos técnicos, estágios de aperfeiçoamento, eventos e palestras acadêmicas.

Quer visitar?

Horário dos museus:
De 3ª feira a domingo das 9:00 as 16:30 horas
Horário da bilheteria:
Das 08h:45 às 16h:15

Quanto paga?
Adultos: R$ 6,00
Crianças acima de 7 anos: R$ 2,50
Crianças até 7 anos: Isento
Estudantes*: R$ 2,50
Idosos (acima de 60 anos): Isento

Onde?
Av. Vital Brasil, 1500, Butantã
São Paulo – SP 05503-900
(+ 55 11) 2627-9300

Mais informações: http://www.butantan.gov.br/

Foto do Museu Microbiológico e informações: Site Butantan

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