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Viagem: Ilha Grande – RJ – Como chegar e onde ficar

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Ilha Grande é uma ilha de 193 km² e 5 mil habitantes que pertence a Angra dos Reis e fica a oeste do estado do Rio de Janeiro. A principal praia é a Vila de Abraão que concentra maior parte da população local e possui posto médico, polícia, supermercado, farmácia, restaurantes, pousadas e demais comércios. Na ilha existem 113 praias, algumas habitadas, outras semi-desertas e algumas desertas.

Um belo dia o noivo chegou e falou: o que você acha da gente ir pra Ilha Grande nas férias? Eu nunca tinha ouvido falar do lugar, mas basta você jogar no Google Imagens para que seus olhos sejam inundados com as imagens mais lindas de praia que você deve ter visto hoje. Claro que concordei com ele e então em meados de janeiro de 2016 estávamos eu e ele indo de São José dos Campos para Angra dos Reis. A viagem foi muito gostosa, apesar de alguns percalços, e como adoro fazer posts sobre lugares e passeios eu vou separar os de Ilha Grande em três para ficar bem explicadinho: Como chegar e onde ficar, onde comer e o que fazer, espero que vocês gostem e programem-se para ir pra lá porque é aqui no Brasil e é lindo.

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Embarcações saem para Ilha Grande de: Mangaratiba, Angra dos Reis, Conceição de Jacareí e Paraty.

Como Chegar?

Para ir para a Ilha você não vai precisar do seu carro. Isso mesmo caros amigos, não é permitido veículos automotores particulares na ilha. Então o que fizemos foi deixar nosso meio de transporte em um estacionamento em Angra dos Reis que tinha convênio com a pousada que íamos ficar. Dali você pode pegar vários tipos de transporte marítimo para chegar até a ilha e dependendo do que você escolher vai ser o tempo de travessia, que pode variar entre 30 minutos até 1 hora e 40 minutos, e varia entre R$15 e R$40. Para fazer a travessia você compra a passagem nas agências de viagem que ficam perto do cais, mas também aparecem pessoas das agências no cais distribuindo senhas para a travessias, então fique esperto.

FATO: Chegamos lá e ficamos perdidos na hora de pegar a embarcação porque é tudo bem desorganizado. Do centro de informações no cais mandam a gente para uma agência de viagens, mas de lá mandaram pro cais de volta, foi loucura. Fora que na hora de embarcar não tem fila e você tem que ficar esperto porque gritam horários e tudo mais.

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Onde Ficar?

Na ilha você consegue ficar como você bem entender e essa foi uma das coisas que me encantou no lugar: tem pra todos os gostos. Desde pousadas chiques daquelas que você toma café olhado pro mar, hostels até campings. Ficamos numa pousada simples, mas muito gostosa, a Yes, que tinha um café da manhã bacana, quartos bem legais, com varanda (o que ajuda em dias de praia que você precisa secar coisas) e uma recepcionista gracinha, a Dona Eva, que foi simpática com a gente e nos deu dicas de passeios. Foi bom ficar na pousada pois pegamos vários dias com chuva e fiquei doente no meio da viagem, mas vi muitas resenhas positivas sobre o Hostel El Misti e o Camping do Lucio.

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Travessia Ilha Grande – Angra.

Algum de vocês conhece a Ilha Grande? Já ouviu falar? Espero que gostem dos posts e que eu consiga mostrar como este lugar é lindo, até os próximos!

Mais informações? Site de Ilha Grande | Pousada Yes

Viagem: Palácio de Versalhes – Versailles

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O Palácio de Versalhes fica em Versalhes (Versailles) que fica uns 20/30 km de Paris. Pra chegar lá a gente pegou um trem que demorou 40 minutinhos, foi baratinho (acho que uns 11 euros), fora que foi super legal andar de trem!

O palácio já está há 30 anos classificado como Patrimônio Mundial da Humanidade e foi idealizado por Luís XIV para sair da bagunça e das doenças que se espalhavam por Paris. Com suas 2153 janelas, 67 escadas, 352 chaminés, 700 quartos, 1250 lareiras e 700 hectares de parque [wikipedia], ele é considerado um dos maiores do mundo e símbolo de arquitetura e poder da época.

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Portões dourados e imponentes da entrada.

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Capela.

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Estátuas nos corredores.

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Quarto de Maria Antonieta.

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Sala com quadros ilustrando as vitórias do exército francês.

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Sala dos Espelhos.

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Jardins de Versailles.

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Petit Trianon, jardins e pavilhão de festas exclusivos da Rainha Maria Antonieta.

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Uma das fontes dos jardins.

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Eu e o noivo.

Sobre o passeio: Depois de aulas de história falando dessa sala dos espelhos eu tinha que ir conferir por mim mesma. É incrivelmente enorme e quase impossível pensar que pessoas MORARAM ALI! Elas comiam, dormiam, naquela enormidade de lugar. O jardim, nome que damos ao lugar, mas que merece o nome de parque nacional devido ao tamanho, é maravilhoso! Dá pra ficar uma semana vendo aquele lugar que acho que você não vai ver tudo que tem que ser visto. Um passeio maravilhoso, cheio de história, conhecimento e diversão.

Preço: No palácio você tem opções de pacotes para entrar e fazer sua visita, desde completa até algumas partes. Com o Le Passeport (18€/25€ dependendo do espetáculo/evento do dia) você tem acesso ao castelo todo, o Domaine de Marie Antoinette (que é onde fica o Petit Trianon), o Grand Trianon, os espetáculos, os Jardins Musicais e as exposições temporárias, tudo isso com audio-guide. Com o Passeport (25€/30€ dependendo se haverá espetáculo no dia) você ganha os mesmos direitos do anterior, porém sua visita é dividida em dois dias. O Billet Château (15€) dá acessso ao castelo e às exposições temporárias, incluso audio-guide e o Billet Château Grand Trianon et Domaine de Marie Antoinette (10€) te dá direito a conhecer o Grand e o Petit Trianon e o Hameau de Maria Antonieta. Você consegue comprar o ingresso pelo site oficial do palácio ou nos guichês que tem por lá. Fica aqui também a dica para o Paris Museum Pass. Você compra pacotes para 2(€42), 4(€56) ou até 6(€69) dias e você entra em mais de 60 lugares sem pagar a mais por isso, em alguns você até “fura a fila”. Vale a pensa se você for em vários lugares que pagam, por exemplo: Musée d’Orsay e o Louvre.

Tempo de passeio: Um dia inteiro pra ver correndo, dois dias para ver tudo com calma.

Como chegar: Pegamos um RER C (trem) que saiu do Champs de Mars Tour Eiffel até Rive Gauche. Mas você pode fazer de outros jeitos, pra saber mais, é só clicar aqui no link e olhar como o pessoal do Conexão Paris fez.

Mais informações: http://www.chateauversailles.fr/homepage

Viagem: Basílica de Sacré Cœur – Paris

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Eu e o NOIVO.

Dizem as más línguas que os parisienses acham a Basílica de Sacré Cœur horrorosa. Que ela destoa demais do estilo de Notre Dame com seus traços romanos-bizantinos. Como uma boa turista que fui, achava lindo poder avistar esta igreja de quase todos os pontos de Paris. Numa época conturbada e com um decreto de instituir-se uma nova ordem moral surge a basílica, imponente no alto de uma colina. Para chegar até o topo de seu domo são 300 degraus, fora os que você tem que subir para chegar ao topo da colina.

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Vista do domo.

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Carrossel.

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Basílica.

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Detalhes da fachada.

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Moulin Rouge.

Sobre o passeio: o bairro de Montmartre é um bairro boêmio, onde encontra-se inclusive o famoso Moulin Rouge. Com várias lojinhas legais o bairro vai te ganhando quando você chega perto da Basílica. Se você não quiser subir até o domo, não tem problema! De cima da colina você já vai ter uma vista linda de Paris. Eu e o então namorado resolvemos subir no domo para ver de mais de cima, o lugar estava até que bem movimentado e imaginamos logo que o domo estaria lotado, e não é que estava vazio? Com toda esta sorte foi lá que ele resolveu me fazer uma surpresa: me pedir em casamento. Estávamos morando junto já, mas o que é um pedido lindo desse num lugar tão maravilhoso desses? Por isso e por toda a beleza do lugar, o passeio valeu muito.

Preço: O preço varia de acordo com a época do ano, assim como os horários de visitação.

Tempo de passeio: Uma hora ou mais dependendo se você subir na torre ou não.

Estação de metrô próxima: Anvers, Abbesses, Pigalle ou Lamarck-Caulaincourt.

Mais informações: http://www.sacre-coeur-montmartre.com/portugais/

Passeio: Museu de Pesca – Santos/SP

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Jornal “A Tribuna”, Santos (SP). Autor: Marcelo Justo, fev. 2007.

O Museu de Pesca de Santos sempre foi um lugar que eu quis visitar, desde pequena. A família da minha mãe é praticamente toda de lá e por conta disso cresci visitando a cidade, e sempre passava pela frente do museu e ficava encantada com o esqueleto de baleia que podíamos ver da rua. Finalmente, depois de 27 anos, lá fui eu entrar nele.

O antigo Forte Augusto de 1734 foi construído para a defesa do estuário de Santos, mas em 1893 o lugar sofreu ataques e quase não sobrou muita coisa. Devido ao excelente lugar onde se encontrava, torna-se Escola de Aprendizes-Marinheiros do Estado de São Paulo, organizada pelo Ministério da Marinha. O prédio foi inaugurado em 5 de maio de 1909 e funcionou até 1931. Em 1932, recebeu o nome de Instituto de Pesca Marítima. Durante anos o prédio fui mudando de nome até que em 1969 ele finalmente começou a ser chamado como hoje conhecemos.

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Entrada do museu.

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Balaenoptera physalus.

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23 metros de comprimento e 7 toneladas – Uol

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Tubarão.

Sobre o passeio: Apesar de ser um museu simples, ele é bem interessante e divertido. Com exemplares de vários animais taxidermizados (reproduzidos para estudo com carcaças reais), como arraia-manta, tubarões, lulas (único exemplar em exposição no mundo com 5 metros de comprimento), aves e peixes, o museu trás também salas interativas para crianças e que podem ser visitadas pelos grandes também. Uma das salas mais legais pra mim foi a que tem areias e conchas de várias praias do Brasil. Como praias num mesmo pais, estado e até cidade podem ser tão diferentes. Essa diversidade da natureza me encanta.

Tempo do passeio: Demoramos quase duas horas lá dentro, curtindo cada pedaço do local. Foi bem divertido!

Preço: Até a publicação deste post o valor da entrada consta como R$5,00 inteira e R$2,50 para estudantes e professores. Crianças até 6 anos e adultos maiores de 60 anos são isentos.

Onde fica: Avenida Bartolomeu de Gusmão, 192 – Santos/SP – (13) 3261-5260/ 3261-5995

Mais informações: http://www.pesca.sp.gov.br/museu.php

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