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Pra não dizer que não falei de 2018


Marido e Mulher

2018 foi muito bom pra mim. Ele me tratou com carinho e atenção, ou vai ver fui eu que me tratei assim e com isso o ano ficou com aquele gosto de jujuba. Claro que a vida são altos e baixos, mas 2018 me reservou recomeços, aprendizados e novas etapas e passo por ele sabendo que sou uma pessoa melhor depois disso.

Recomeços

Depois de três anos trabalhando em casa com a minha própria marca – a Alpaka – decidi que queria voltar pro trabalho com salário fixo todos os meses. Queria poder fazer planos, fazer cursos, planejar viagens e sair com amigos sem contar os centavos. Foram três anos de muito (MUITO) aprendizado, nos quais conheci pessoas maravilhosas e tive oportunidades diferentes e muito incríveis, só que cheguei no ponto de escolha: tento investir muito na loja e viro administradora ou volto pro mercado e invisto numa carreira? Resolvi que agora eu quero mais sossego e certezas de dinheiro no bolso, e tá tudo bem. Ter um negócio próprio não é mole não! A gente trabalha e pensa no negócio 100% do tempo e eu vi que não ia fazer o que eu queria se ficasse ali.

Aproveitei então a oportunidade que surgiu em 2017 em um freela e voltei 2018 pra agência. Quem me conhece sabe que eu temia muito esse momento. Era um misto de tristeza, sensação de fracasso (por conta da loja) e medo. Medo de voltar a ter crises de ansiedade e pânico de novo. Mas na Árvore me receberam como em um abraço delicioso e confortável. Me senti valorizada, útil e contente por estar conseguindo viver novamente aquele estilo de vida de levanta, pega ônibus, vai e volta. Além disso pude conhecer muita gente linda que quero manter juntinha no meu coração pra sempre.

Pico dos Marins
Nós no Pico dos Marins.

Novas aventuras

Depois de alguns poucos meses acostumada na agência, surgiu uma oportunidade bem diferente de trabalho: uma vaga na área de marketing na empresa que o marido trabalha. Mesmo com aquele frio enorme na barriga, me joguei. A maioria dos dias agora trabalho home office e me sinto tão feliz com isso! Empresas alow! façam home office!

Então já que estava bem no trabalho, fui realizar alguns sonhos! Depois de 8 anos tentando arrumar oportunidade, finalmente subi o Pico dos Marins. Quando comecei a pegar firme nas minhas corridas e atividades físicas há anos atrás, foi porque o marido (na época namorado) falou que eu não teria condicionamento pra fazer esta trilha. Anos depois eu subi e fui muito bem obrigada!

Aniversário 30 anos
Galera linda.

Além disso fiz pra mim uma festa de aniversário de 30 anos. Chamei os amigos mais queridos que poderiam comparecer (mamãe também veio S2) e com toda a temática de Harry Potter fiz trinta-com-cara-de-vinte-e-dois e não acredito que já fiz tudo isso.

Antes disso eu fiz um pedido. Ele já havia sido feito em 2014 no topo da Basílica de Sacré Cœur em Paris, mas eu reforcei com data e tudo! Ai que no dia 02 de outubro eu e o noivo buscamos nossa certidão de casamento e agora finalmente e legalmente somos marido e mulher. Não teve cerimônia, mas teve e sempre haverá muito amor. Pra marcar o acontecimento fizemos um ensaio de fotos lindo com a Gio Coppi e fomos para uma lua de mel linda, que só descobri no dia pra onde iria: Amazônia.

Uma das viagens mais cheias de conhecimento, novas comidas e lugares lindos que fui. Foram dias deliciosos descobrindo uma das maravilhas do mundo. Vou contar mais sobre ela por aqui em breve, com detalhes e lugares pra vocês conhecerem, claro.

Junto com tudo isso teve o começo de uma nova psicóloga, que me ajudou a passar por 2018 plena, e a troca do kung fu que praticava há cinco anos para o tecido acrobático. Acho que pode ter sido parte das mudanças que senti em mim no ano que passou, mas estou apaixonada pela minha nova vida de acrobata.

No meio de tudo isso teve indas e vindas pra Minas, passeios com a minha irmãzinha linda que amo cada dia mais, séries, filmes, livros (13 lidos em 2018!), doramas e até tatuagem. 2018, você foi bacana, apesar das tretas por conta de política. Pudemos conhecer quem somos, quem está ao nosso lado e quem sabe, aprendemos a lidar com isso.

Que venha um 2019 incrível pra gente!

Me conta uma coisa legal que você aprendeu em 2018 ;D

Inktober 2017

inktober 2017

O que é o Inktober?

O Inktober já é um evento quase que obrigatório para ilustradores que estão neste mundão de internet. Acho que Jake Park, artista estadunidense que criou este desafio, não imaginava a proporção que a ideia que ele teve iria tomar, hoje rolando nos sketchbooks de artistas pelo mundo todo, desde os mais iniciantes até os artistas mais conhecidos, todo mundo no mesmo barco.

Eu e o Inktober

Comecei participando do Inktober em 2015, com o tema “Girls at The Sea”, que virou um zine fofinho que vendi por aqui, e ano passado fiz o tema kung fu para treinar um pouco mais de tecidos e movimentos. Para ente ano eu quis aproveitar a vibe das minhas férias sabáticas e escolhi o tema Paris. Assim eu poderia treinar cenários e composições.

Comecei o projeto aqui no Brasil mesmo, que foi complicado pois eu teria que desenhar coisas por referências fotográficas, mas depois chegando lá tudo ficou mais fácil e me joguei nos sketches urbanos. Foquei em desenhos feitos rapidamente, sem muita borracha – afinal estava bem frio – assim treinava um pouco mais a velocidade, e por este motivo o inktober foi se transformando ao longo do mês. Ficou meio sem unidade, mas quem disse que tem que haver uma? A ideia era DESENHAR!

Foram trinta e um desenhos bem diferentes, mas que eu fiquei bem feliz em fazer.

Quem acompanhou? Curtiram?

Assistir: Punho de Ferro (2017)

Punho de Ferro – Netflix

Danny fazendo cumprimento do kung fu.

Sinopse

Daniel Rand (Finn Jones) é um bilionário, herdeiro da fortuna das Indústrias Rayne. Por 15 anos, todos acreditaram que ele estava morto, após um acidente de avião no Himalaia que vitimou seus pais, Wendell e Heather Rand. Mas Danny foi salvo e viveu todo esse tempo na cidade mística de K’un-Lun, uma das Sete Capitais do Céu. Lá, Danny aprendeu a canalizar o seu chi e se tornou o Punho de Ferro. De volta a Nova York, ele vai tentar retomar seu posto na empresa, agora sob o comando de seus amigos de infância Joy (Jessica Stroup) e Ward Meachum (Tom Pelphrey). Mas ele precisa convencer a todos que é realmente quem diz ser e combater o Tentáculo, com a ajuda de Colleen Wing (Jessica Henwick).

Quem é?

Colleen de moleton branco.

Confesso que nem sabia da existência deste personagem da Marvel, muita gente reclamou da série pra mim e estava com toda a convicção de que não iria assistir, até falarem que o personagem principal lutava kung fu. O noivo foi o primeiro a querer ver tudo e tava aí o incentivo que eu precisava pra resolver dar uma chance para esta história.

O personagem de Danny Rand foi criado por Roy Thomas e Gil Kane e surgiu pela primeira vez em um quadrinho no ano de 1974. Lutador de artes marciais e possuidor de uma força mística que se chama Iron Fist (Punho de Ferro), que foca seu chi (tikon nele!) e lhe dá uma força muito grande nas mãos, ele estrelou o quadrinho Power Man and Iron Fist no qual fazia parceria com Luke Cage na equipe de super-heróis Heróis de Aluguel.

Duas cenas de Danny e Collen, uma ela está deitada no chão e ele está preocupado com ela, na outra eles fazem movimentos de taichi

O que achei?

Já vou começar dizendo que, das séries do universo Marvel na Netflix, esta pra mim é a mais fraca. Primeiro que Finn Jones não me encantou com seu kung fu nem com sua atuação, muitos movimentos repetitivos, muita falta de expressão, algumas cenas meio forçadas, talvez a edição possa não ter ajudado muito, mas ai não sei se é isso pois já gostei bastante das cenas com Jessica Henwick que mandou bem no papel de Collen. Mas as cenas de porrada mesmo, aquelas que provavelmente foram dublês, são bem boas.

Danny sumiu quando criança e foi criado por monges que ensinaram a arte do kung fu, porém ao voltar para onde a família vivia ele parece que continua uma criança grande. Apesar de atitudes corajosas e de toda a coisa de seguir o destino de proteger K’un-Lun, ainda dá pra ver várias coisas infantis no que ele faz, talvez por conta do trauma e da situação de rever amigos antigos, essas coisas tragam algo a sua memória.

Em alguns episódios vemos mesmo que o acidente deixou ele traumatizado e percebemos que ele ainda está decidindo entre ser o antigo Danny ou o Punho de Ferro, pois ele até repete sem parar suas missões, mas não vemos nas ações dele essa convicção, que descobrimos o porque alguns episódios para frente.

No meio da história ainda temos a participação de Claire, que pelo que já foi colocado vai ser a ponte de ligação entre nossos heróis todos (Luke, Jéssica e Matt). Ela tem grande importância e pra mim a melhor arma de mão (se você assistiu, sabe qual estou falando). Legal que com o passar das temporadas e das participações dela, vemos a evolução do personagem e no que ela está se tornando.

Vamos aos pontos que eu não gostei: o fato da pessoa sumir por 15 anos e voltar sabendo mexer em computadores, celulares, manjando tudo de uma vida que ele nunca viu, nem passou perto. Já é um super administrador e hacker. Esses monges eram bons mesmo, porque até dirigir ele consegue.

Outra, se o cara foi treinado por monges desde criança, dedicando-se 24h por dia para isso, o que explica ele apanhar de qualquer “zé segurança” que aparece na frente dele? Ele tinha que ser quase um Demolidor gente, o que na verdade não é.

Ao longo da história temos algumas viagens dos personagens, mas que são tão rápidas que parece teletransporte. Achei que essa passagem de tempo poderia ser melhorada, provavelmente coisa de edição e roteiro que poderiam ser melhores.

No fim das contas, Punho de Ferro não é uma série ruim, mas com o ritmo um pouco mais lento ela exige um pouco mais de paciência pra se assistir. E você, assistiu Punho de Ferro? O que achou? Conta aí nos comentários!

Como cuido do meu cabelo curto

Cuidados com cabelo curto

\fto minha de cabelo bem grande, segurando um raminho de zamioculca em frente ao rosto. Ao lado uma outra foto, mais recente comigo de cabelo curtinho.Meu antes e depois.

Ano passado deu a louca mais uma vez e eu resolvi cortar o cabelo curtinho. Lá fui eu levar a inspiração pro meu pai, que além de fazer parte da minha vida como um bom pai, ainda é meu cabeleireiro de confiança desde meus primeiros fios na cabeça. Só ele tem a permissão de fazer e acontecer aqui nessa madeixa.

Levei uma foto de Ruby Rose, maravilhosa em XXX (aquele filme com o Vin Diesel) e ele foi lá e PUF! Cortou tudo.

Contei um pouco sobre as vantagens e desvantagens do cabelo curto em um vídeo lá no canal, só que além dessas coisas, minha rotina cabelística deu uma boa mudada e por isso vim aqui contar pra vocês essas mudanças de cuidados.

Embalagem do Cereal Killer da Lola Cosméticos, uma pomada para cabelo, com desenhos de folhinhas e corações ao redor

Mantendo ele no lugar.

Só quem tem o cabelo curtinho sabe o estado que ele acorda. É a hora do seu marido/namorado/noivo te zoar tudo que você zoou eles nos dias que ele acordou descabelado. Cada pedaço vai para um lugar, cada ponta fica de um jeito, uma loucura. Então todo dia é bom molhar o cabelo cedo, ou pra sair.

No meu caso (não sei se acontece com cabelos enrolados) o cabelo é liso e ele fica caindo no rosto ou vira as pontinhas pro lado errado quando seca. Como eu não manjo nada de fazer escova e usar coisas quentes pra modelar o cabelo, eu comprei uma pasta ótima liberada pra low poo e no poo da Lola. Foi amor logo de cara! O cheirinho é delicioso e deixa meu cabelo como eu quero! O segredo é passar uma quantia boa e amassar com as mãos pra dar aquele ar “acordei desleixada” que a gente adora.

Embalagem Elseve Light Poo com folhinhas desenhadas.

Lavando a Juba.

Cabelos curtos ficam muito mais oleosos porque a oleosidade normal do cabelo tem menos comprimento de fio para percorrer. Apesar disso eu já lavava meu cabelo diariamente por ele ficar oleoso e por conta dos meus treinos de kung fu, então pra usar um produto melhor e cuidar também das cores do meu cabelo, comecei a usar este shampoo da Elsève Light Poo e achei ótimo! Como ele está bem curto uso pouco produto e ele fica cheirosinho!

Economize, mas não descuide.

Apesar de estar economizando bastante com tinta colorida e produtos, a gente não pode descuidar do cabelo! Como corto ele todo mês ele está sempre sendo cuidado neste sentido, mas tenho que hidratá-lo para que não fique muito seco, espetado e sem brilho, principalmente porque tenho descoloração nos fios. Por isso de 15 em 15 dias eu faço uma hidratação nele. A cada 20 dias também arrisco uma reconstrução para ajudá-lo a ficar mais brilhante e saudável.

Não tem muito segredo e muitas mudanças, mas sempre é bom dividir aqui no blog essas coisas de cabelo que vou descobrindo e mudando. Quem sabe vocês também não vêm com alguma dica né?
Quem aqui já se rendeu aos curtinhos? Conta pra mim nos comentários!

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