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Kung Fu: Cadê a Mulherada? | Chell

Campeonato Paulista de Kung Fu

Eu mordendo duas medalhas do campeonato de kung fu, uma de ouro e uma de prata.

A Arte Marcial

Quem me acompanha há algum tempo sabe que pratico kung fu há três anos. Já rolou vídeo comparando esta luta à dança, contei como foi o começo dos treinos e hoje eu vim mostrar mais um pouco deste esporte que eu sou apaixonada.

O kung fu ou wushu, é uma arte marcial que veio da China e vem dos tempos antes de Cristo. Existem atualmente mais de 400 estilos espalhados pelo mundo.

O Campeonato

Este final de semana (03 e 04 de junho) aconteceu no Ginásio Mané Garrincha em São Paulo o X Campeonato Paulista de Kung Fu e hoje vim contar pra vocês como foi competir pela primeira vez em um campeonato e fazer algumas considerações. Se possível se inscreva no canal: https://goo.gl/d2FRC9

Onde pratico?

Faço aulas na Associação Long Teh em São José dos Campos. A academia fica na Avenida Andrômeda, 2949 no bairo Bosque dos Eucaliptos.

Vídeo: Kung fu vs. Dança | Chell e Jubaloo

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Quando comecei a praticar kung fu eu vim aqui no blog e contei como estava sendo essa experiência, e hoje eu vim mostrar um desafio com a querida Jubaloo, creator aqui do Vale do paraíba, que tem um quadro super legal no canal dela que se chama “Jubailando”.

Ela é professora e praticante de dança há anos e vai me ensinar alguns passos para repetir. Já eu, pratico kung fu há 2 anos e meio, e como uma padawan vou ensiná-la alguns movimentos da arte marcial. Vem rir com a gente!

E se você ainda não é inscrito no canal, arruma isso!

Informações do Vídeo

Academia Deborah Barreto
R. México, 73 – Vista Verde, São José dos Campos – SP
Telefone: (12) 3929-7797

Associação Long Teh – Kung fu e Tai Chi

Av. Andrômeda, 2949 – Bosque dos Eucaliptos, São José dos Campos – SP
(12) 3916-3377

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Eu e o Kung Fu

Já falei aqui no blog sobre musculação, dança do ventre, corrida e pilates. Se minha professora de educação física da escola visse meu blog ficaria feliz de me ver tão ativa depois de fugir anos das aulas dela. Mas a questão é que em todos esses anos de coisas diferentes eu fui me adaptando e encontrando coisas que me fizeram movimentar e me trouxeram tranquilidade e bem-estar. A musculação e a dança ficaram pra história, mudei de cidade e hoje pratico pilates, estou esperando esquentar pra voltar a correr e além disso tudo eu ainda encontrei uma nova paixão, daquelas que te fazem ficar triste no dia que tudo dá errado e você perde o treino: o kung fu.

kung fu

Kung Fu (também conhecido por Wushu) é uma palavra chinesa que, em forma coloquial, pode significar “tempo e habilidade”, “trabalho duro”, algo adquirido através de esforço ou ainda competência na luta corporal.

Além da habilidade em combate e ganho de saúde o Wushu trabalha o desenvolvimento pessoal, advindo da disciplina, persistência e respeito aos limites; estrutura o corpo e a mente ajudando no equilíbrio psíquico e auxiliando a pessoa a saber ser derrotada e assim mesmo encarar novos obstáculos e desafios sem desistir. Há também um conjunto de exercícios que trabalham para a harmonização da energia nos aspectos psicológico e biológico humano.

O Wushu combina ginástica completa de todo o corpo, na maioria das vezes sequências de movimentos, conhecidos como katis no Brasil. Alguns estilos incluem treinamentos em armas chinesas, como bastão, facão, espadas, lança entre outras.

kung fu

Por conta do namorado estar procurando alguma atividade física pra fazer, encontrei uma academia perto de casa em um dia de corrida e acabamos por visitá-la. Ele começou logo na semana seguinte, mas como eu estava fazendo outra atividade só observei. No segundo dia de treino que fui assistir eu fiquei louca e o namorado apoiou, desde então fazemos juntos aulas três vezes na semana.

O estilo da academia que fazemos é Shao Lin do Sul, e ao contrário do que minha mãe imagina, eu não fico levando socos, chutes e tapas na cara. Temos aulas de alongamento, treino aeróbico, resistência e katis, tudo com pouco contato físico entre participantes, pelo menos por enquanto, e nada que machuque. Ok, os roxos da minha perna são de apoiar joelhos e pernas no chão e não de pancadas.

Já estou nos treinos há quase quatro meses e cada dia estou mais empolgada em melhorar minha força e meus movimentos. Além de todo o benefício físico eu ainda costumo dizer que o kung fu concerta meu dia. O dia pode ter sido uma porcaria, estresse, dor de cabeça, raiva, mas é só fazer uma hora de treino que parece que nada daquilo aconteceu e eu posso ir pra casa feliz e tranquila. Os treinos requerem muita concentração e por isso a mente se esvazia e você se acalma instantaneamente.

long_teh Só na concentração com Laoshi Kuolong – Foto por Victor Sandi

Interessou?
Eu e o namorado fazemos aulas aqui em São José dos Campos na Associação Long Teh De Kung Fu e Tai Chi que fica na Avenida Andrômeda, 2949 – Tel.: (12) 3916-3377 – http://www.longteh.com.br.

Assistir: Punho de Ferro (2017)

Punho de Ferro – Netflix

Danny fazendo cumprimento do kung fu.

Sinopse

Daniel Rand (Finn Jones) é um bilionário, herdeiro da fortuna das Indústrias Rayne. Por 15 anos, todos acreditaram que ele estava morto, após um acidente de avião no Himalaia que vitimou seus pais, Wendell e Heather Rand. Mas Danny foi salvo e viveu todo esse tempo na cidade mística de K’un-Lun, uma das Sete Capitais do Céu. Lá, Danny aprendeu a canalizar o seu chi e se tornou o Punho de Ferro. De volta a Nova York, ele vai tentar retomar seu posto na empresa, agora sob o comando de seus amigos de infância Joy (Jessica Stroup) e Ward Meachum (Tom Pelphrey). Mas ele precisa convencer a todos que é realmente quem diz ser e combater o Tentáculo, com a ajuda de Colleen Wing (Jessica Henwick).

Quem é?

Colleen de moleton branco.

Confesso que nem sabia da existência deste personagem da Marvel, muita gente reclamou da série pra mim e estava com toda a convicção de que não iria assistir, até falarem que o personagem principal lutava kung fu. O noivo foi o primeiro a querer ver tudo e tava aí o incentivo que eu precisava pra resolver dar uma chance para esta história.

O personagem de Danny Rand foi criado por Roy Thomas e Gil Kane e surgiu pela primeira vez em um quadrinho no ano de 1974. Lutador de artes marciais e possuidor de uma força mística que se chama Iron Fist (Punho de Ferro), que foca seu chi (tikon nele!) e lhe dá uma força muito grande nas mãos, ele estrelou o quadrinho Power Man and Iron Fist no qual fazia parceria com Luke Cage na equipe de super-heróis Heróis de Aluguel.

Duas cenas de Danny e Collen, uma ela está deitada no chão e ele está preocupado com ela, na outra eles fazem movimentos de taichi

O que achei?

Já vou começar dizendo que, das séries do universo Marvel na Netflix, esta pra mim é a mais fraca. Primeiro que Finn Jones não me encantou com seu kung fu nem com sua atuação, muitos movimentos repetitivos, muita falta de expressão, algumas cenas meio forçadas, talvez a edição possa não ter ajudado muito, mas ai não sei se é isso pois já gostei bastante das cenas com Jessica Henwick que mandou bem no papel de Collen. Mas as cenas de porrada mesmo, aquelas que provavelmente foram dublês, são bem boas.

Danny sumiu quando criança e foi criado por monges que ensinaram a arte do kung fu, porém ao voltar para onde a família vivia ele parece que continua uma criança grande. Apesar de atitudes corajosas e de toda a coisa de seguir o destino de proteger K’un-Lun, ainda dá pra ver várias coisas infantis no que ele faz, talvez por conta do trauma e da situação de rever amigos antigos, essas coisas tragam algo a sua memória.

Em alguns episódios vemos mesmo que o acidente deixou ele traumatizado e percebemos que ele ainda está decidindo entre ser o antigo Danny ou o Punho de Ferro, pois ele até repete sem parar suas missões, mas não vemos nas ações dele essa convicção, que descobrimos o porque alguns episódios para frente.

No meio da história ainda temos a participação de Claire, que pelo que já foi colocado vai ser a ponte de ligação entre nossos heróis todos (Luke, Jéssica e Matt). Ela tem grande importância e pra mim a melhor arma de mão (se você assistiu, sabe qual estou falando). Legal que com o passar das temporadas e das participações dela, vemos a evolução do personagem e no que ela está se tornando.

Vamos aos pontos que eu não gostei: o fato da pessoa sumir por 15 anos e voltar sabendo mexer em computadores, celulares, manjando tudo de uma vida que ele nunca viu, nem passou perto. Já é um super administrador e hacker. Esses monges eram bons mesmo, porque até dirigir ele consegue.

Outra, se o cara foi treinado por monges desde criança, dedicando-se 24h por dia para isso, o que explica ele apanhar de qualquer “zé segurança” que aparece na frente dele? Ele tinha que ser quase um Demolidor gente, o que na verdade não é.

Ao longo da história temos algumas viagens dos personagens, mas que são tão rápidas que parece teletransporte. Achei que essa passagem de tempo poderia ser melhorada, provavelmente coisa de edição e roteiro que poderiam ser melhores.

No fim das contas, Punho de Ferro não é uma série ruim, mas com o ritmo um pouco mais lento ela exige um pouco mais de paciência pra se assistir. E você, assistiu Punho de Ferro? O que achou? Conta aí nos comentários!