Viagem: Trilha das Sete Praias | Ubatuba

A gostosa Trilha das Sete Praias em Ubatuba

Natureza é tudo de bom, né?

Mas quais são as sete praias?

Este passeio em Ubatuba passa pelas praias: Lagoinha, Oeste, Peres, Bonete, Deserta, Cedro e Fortaleza. Algumas excursões começam na Lagoinha, outras na Fortaleza. Eu e o noivo fizemoso percurso saindo da Lagoinha e fomos até a do Cedro. Quer saber por quê? Só continuar a leitura.

Trilha das Sete Praias.

Como foi o passeio?

Eu e o noivo resolvemos ir sozinhos depois e ler que o caminho era bem tranquilo e demarcado. Saímos de São José dos Campos bem cedinho e começamos a andar na praia da Lagoinha já pelas 8h da manhã. Nosso objetivo era andar até a sétima praia, um percurso de quase 10km.

Pra achar o começo da trilha foi só perguntar para alguns garis que estavam na praia e começar! A trilha para as primeiras praias são realmente muito tranquilas. Largas e com bastante espaço. Logo chega-se na praia Oeste, bem pequena, com um pouco de areia preta – adoro! – e que sim, já conta como segunda praia. Na terceira praia, a Peres, ainda é possível encontrar alguns bares, pois a trilha ainda é bem plana, o que facilita o acesso de mais pessoas.

De uma praia para a outra.

Chegando na praia do Bonete já começamos a ter mais natureza! Uma praia com uma boa faixa de areia e com um mar delicioso! Não por acaso foi a praia que escolhemos ficar para comer e curtir o dia depois de ir até a sexta praia.

Até a Deserta, quinta praia, a trilha segue bem, mas já começa a ficar mais complicada. Não é a toa que por isso ela já é uma praia mais vazia. Lá encontramos pessoas acampando,apesar de placas falando para que isso não fosse feito.

Para chegar na praia do Cedro, a coisa já complica. Boa subida e muito cuidado apesar de uma trilha bem marcada. Com isso temos uma vista linda do alto. De lá para a sétima praia, a Fortaleza, são mais 3km, mais ou menos uma hora de caminhada a mais. Por isso resolvemos parar ali, já que teríamos que voltar a trilha toda depois e dirigir até em casa. Retornamos para a praia do Bonete e ali comemos, curtimos o mar delicioso e fiquei desenhando as pessoas por ali.

Como fazer?

Tempo de passeio: Fizemos a ida até a sexta praia em 2 horas, parando, tirando fotos e curtindo bem. A volta fizemos em 50 minutos em um bom ritmo.

Quanto custa? Vai depender de como você vai pra lá, nós gastamos a gasolina e os pedágios do caminho.

O que levar? Câmera e /ou celular para registrar tudo. Água! Bastante água para hidratar, protetor solar e lanchinhos. Não esqueça um saquinho para colocar o lixo e não deixar nada na natureza e vá com uma roupa e tênis confortáveis!

Além de se aventurar sozinho pela trilha, você pode também ir com o pessoal da Ecovaletur, que já fizemos passeios antes como o snorkeling na Ilha das Couves, e sempre indico.

Evento: Feira Livre Grafia | Parque Vicentina Aranha | São José dos Campos

Feira Livre Grafia em São José dos Campos

Eu posando com minhas coisas na mesinha cheia de prints, roupas e adesivosMinha produção do primeiro dia foi: “Quero te agredir com tantas cores.”

O que é a Feira Livre Grafia?

É uma feira de arte impressa que surgiu na FLIM – Festa Litero Musical – de 2017. A FLIM é um evento que acontece dentro do Parque Vicentina Aranha em São José dos Campos, cidade onde moro atualmente, e conta com autores, artistas, cantores, escritores e muitos outros profissionais da arte escrita e visual para esta festa linda.

Nesta primeira edição de 2018, a Livre Grafia veio dentro do LabFLIM, um mini evento de dois dias que aconteceu no parque como um aquecimento para a FLIM que vai acontecer em setembro e mais uma vez pude fazer parte como ilustradora.

Pessoal aproveitando a feira no domingo de manhãPessoal passeando pela alameda cheia de artistas lindos!

Como foi?

Desta vez consegui me organizar melhor e levei mais prints e adesivos para a feira. Ficamos sábado (fim da tarde e noite) e domingo (de manhã) pelo parque e como já esperava, o público foi bem menor do que da outra vez, já que foi a primeira vez do evento fora da FLIM.

É a primeira vez que um evento assim acontece por aqui, então as pessoas ainda tem que se acostumar com esse tipo de feira e o propósito dela. Por isso espero que julho a coisa seja melhor. Teve bastante movimento e poucas vendas, mas long de mim reclamar! Já fui em cada feira furada e esta com certeza não é uma, pois o público é bacana demais, muitos jovens vem trocar ideias, pessoas querem saber mais do seu trabalho e isso é impagável.


Look gótica suave de domingo.

Algumas pessoas lindas que estavam lá:

Felipe Sakae | Letras e Lousas | Aurora | Will Yamagushi | Virei Almofada | Peeculiar
| Bossa Velha | Mago Pool

E muitas outras que eu não encontrei o link pra colocar aqui, mas que vocês podem encontrar de novo na próxima edição da feira que acontece em julho! Já fica esperto que em julho quero ver mais gente indo dar um oi e levando print pra casa.

Leituras: Roube Como Um Artista e Mostre seu trabalho! | Austin Kleon

Os livros criativos de Austin Kleon


Foto de Melina Souza

Roube Como Um Artista – 10 Dicas Sobre Criatividade

“Roube como um artista’ busca mostrar que não é preciso ser um gênio para ser criativo, basta ser autêntico. Baseado numa palestra feita pelo autor na Universidade do Estado de Nova York que em pouco tempo se viralizou na internet, ‘Roube como um artista’ coloca os leitores em contato direto com seu lado criativo e artístico, sendo um manual para o sucesso no século XXI.”

Melhores frases

“O que é originalidade? Plágio não detectado”

“É melhor pegar o que não lhe pertence do que deixar aí esquecido.” Mark Twain

“Comece copiando o que você ama. Copie copie copie. Ao final da cópia, você encontrará a si mesmo.” Yohji Yamamoto

“O computador é muito bom para editar suas ideias, e é muito bom para deixá-las prontas para publicar e lançá-las ao mundo, mas não é muito bom para gerar ideias”

“O trabalho que você faz enquanto fica enrolando é provavelmente o trabalho que você deveria estar fazendo para o resto da sua vida.” Jéssica Hisch

“Você ão tem que compartilhar tudo – na verdade, às vezes é melhor não.”

“Cerque-se de livros e objetos que ama. Pregue coisas na parede. Crie seu próprio mundo.”

“Sempre carrego um livro, uma caneta e um caderno de anotações, e sempre desfruto da minha solidão e do confinamento temporário.”

“Há só uma regra que conheço: Você tem que ser gentil.” Kurt Vonnegu

“Você não pode ficar procurando validação em fontes externas. Uma vez que coloca seu trabalho no mundo, você não tem controle sobre como as pessoas reagirão a ele.”

“Estabelecer e manter uma rotina pode ser mais importante do que ter muito tempo.”

“O truque é encontrar um emprego fixo que pague decentemente, não o faça querer vomitar e o deixe com energia suficiente para fazer coisas no seu tempo livre. Bons empregos fixos não são necessariamente fáceis de encontrar, mas estão por ai.”

“Se você se pergunta ‘Qual foi a melhor coisa que aconteceu hoje?’, isso força um tipo de retrospectiva agradável, que vem das coisa sobre as quais você poderia escrever, coisas nas quais, de outro jeito, você não teria pensado. Se você se pergunta ‘O que aconteceu hoje?’, é bem provável que vá se lembrar da pior coisa, porque teve que lidar com ela – teve que se apressar até algum lugar ou alguém te disse algo ruim. Mas se perguntar qual foi a melhor coisa, será uma forma particular de lembrar como a luz entrava, ou alguma expressão incrível que alguém disse, ou uma salada especialmente deliciosa” Nicholson Baker

“Dizer a si mesmo que tem todo o tempo do mundo, todo o dinheiro do mundo, todas as cores na paleta, qualquer coisa que quiser – isso mata a criatividade” Jack White


Foto por Palombina

Mostre seu trabalho! 10 maneiras de compartilhar sua criatividade e ser descoberto

Mostre seu trabalho! explica porque por que a generosidade supera a genialidade. Por que nossa capacidade de estar acessível e de saber usar nossas próprias redes pode ser mais importante do que um simples “networking”. Apostando mais na autodescoberta do que na autopromoção, o livro é um manifesto inspirador para o sucesso como artista ou empreendedor na era digital.
Repleto de ilustrações, citações, histórias e ótimos exemplos, Mostre seu trabalho! oferece dez regras transformadoras para que sejamos mais abertos, corajosos e produtivos. Em capítulos dinâmicos e objetivos, Kleon propõe um fim definitivo ao já desgastado (e contraproducente) mito do gênio solitário, ao propor uma maior participação externa em seu processo criativo e artístico – para que, em outras palavras, todos possam “roubar” de você também.

Melhores frases

“Divida o que ama e atrairá as pessoas certas”

“Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a fazer grandes escolhas na vida. Porque quase tudo – expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar – simplesmente some diante da face da morte, deixando apenas o que é verdadeiramente importante. Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que conheço para evitar a armadilha que você tem algo a perder. Você já está nu.” Steve Jobs

“Muitas pessoas estão acostumadas a apenas ver o resultado do trabalho.Elas nunca veem o processo que foi percorrido até chegar a ele” Michael Jackson

“Você tem que transformar o incrível em algo que os outros possam ver.”

“Um dia de cada vez. Parece tão simples. Na verdade é simples, mas não é fácil: requer uma enorme persistência e uma estrutura cuidadosa.” Russel Brand

“Se você trabalhar um pouquinho todo dia na mesma coisa, terminará com algo enorme” Kenneth Goldsmith

“No momento em que para de querer algo você consegue.”

O que achei dos livros?

Era tanta gente me indicando estes livros, que entre um Harry Potter e outro que estou revisitando encaixei os dois para ler na ordem. Achei eles bem baratinhos na loja do Kobo (R$19,90). Os livros são bem rápidos de ler e bem dinâmicos, com muitos itens em tópicos e dicas realmente bacanas.

Apesar de não dizer nada super extraordinariamente novo, os livros podem servir como uma injeção de motivação pra quem trabalha com assuntos ligados a criação, como ilustração, pintura, artes plásticas e escrita. Em “Mostre seu trabalho” ele dá algumas dicas bem legais pra quem quer mostrar o que faz, mas não tem a menor ideia de como fazer, mas tratando-se de livros inspiradores e motivacionais, ainda fico com “A Grande Magia”, que já falei por aqui.

Talvez o livro seja para quem quer sair do zero para um conhecimento, não sei, mas fiquei feliz de ter pago um preço baratinho por eles. Vocês já leram? O que acharam? Contem nos comentários.

Turismo por Edimburgo: Museu Nacional da Escócia

O importante Museu Nacional da Escócia

Parte antiga - Um grande salão com três patamares, no vão entre eles, aviões pequenos pendurados no teto em várias alturasParte antiga do museu que fala sobre tecnologias, antigas e novas.

Sobre o Museu Nacional da Escócia

O National Museum of Scotland (Museu Nacional da Escócia) é o mais importante museu do país, contando com dois belos prédios que contrastam muito entre si, pois um possui arquitetura mais moderna enquanto o outro é mais antigo no estilo victoriano.

Além de exposições sobre história natural, tecnologias, moda, culturas ao redor do mundo, o museu conta com uma grande área voltada para a história da Escócia.

Eu sorrindo com aviões pendurados ao fundo Eu e os aviões.

Na parte nova, falando sobre transportes, tirei uma foto com um belo trem que é bem parecido com o Expresso de Hogwarts.Parte nova do museu falando sobre transportes. Seria coincidência ele parecer o Expresso de Hogwarts?

Grande vão entre três andares que contém peixes e outros animais grandes pendurados, sua maioria animais aquáticos.

Como foi o passeio?

Eu sou VI-CI-A-DA em museus, ainda mais se são de história natural. Quando fui no de Londres eu pirei muito e aqui não foi diferente. Muitos animais enormes empalhados, fósseis, até a ovelha Dolly está lá, a verdadeira! Então foi como me soltar no parquinho.

Além disso você descobre muito mais sobre a própria Escócia e Edimburgo. Pude ver de pertinho a espada de Robert the Bruce (quem já viu “Coração Valente?”), rei e famoso guerreiro do século XIII.

Eu sou bem fã de histórias medievais: Rei Arthur, Brumas de Avalon, Coração Valente e por aí vai. Muitas dessas coisas que ouvimos nessas histórias, como decapitações por guilhotinas e bruxas queimadas e torturadas, aconteceram realmente em Edimburgo, e a parte que mais me tocou foi a que eles expõem aparelhos que eram utilizados para tortura das mulheres acusadas de bruxaria. Meu coração se encheu de um ódio misto com raiva e tristeza. Uma parte bem difícil de ver e não se emocionar.

Parte da arquitetura antiga do museu, com bastante luz e abóbodas de vidro

Eu e uma espada de cerimônias.Espada de cerimonial utilizada na Escócia.

Instrumentos de tortura de bruxasInstrumentos de tortura utilizados em mulheres taxadas de bruxas.

“No final do século XVI e início do XVII, entre três e quatro mil pessoas foram torturadas e executadas como ‘bruxas’, um grupo identificado como uma ameaça para a estabilidade social. Os métodos de tortura envolviam aparelhos como o da foto (acima).

A maioria dos acusados de bruxaria eram mulheres – solteironas ou viúvas sem ninguém para dar apoio ou dar suporte e incapazes de se defender. Frequentemente elas eram conhecidas localmente por remédios feitos om ervas e curas.” Texto do museu.

Como visitar o Museu Nacional da Escócia?

Onde fica? Fica na esquina da Chambers Street com a George IV Bridge, próximo ao Elephant House e abre das 10h às 17h.
Quanto custa? Entrada gratuita.
Mais informações no site oficial do museu.